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Melania Trump, mulher de Donald
Trump, potencial futura primeira dama dos Estados Unidos, fez um discurso
anti-bullying na Pensilvânia, como parte da campanha presidencial, mas não
convenceu. Lady Gaga usou o Twitter
para rebater a modelo e, assim, chamar atenção do seu público nos Estados
Unidos. “Melania Trump, dizer que vai
lutar contra o bullying é hipocrisia. Seu marido é um dos mais notórios
praticantes de bullying que já testemunhamos”. Gaga está fazendo campanha
para Hillary Clinton.
No
discurso em questão, Melania disse que se preocupa muito com as crianças em um
mundo onde as mídias sociais são centrais. “Isso
pode ser usado como uma ferramenta para conexão e comunicação. A tecnologia
mudou nosso universo. Mas, como tudo que é poderoso, pode ter um lado ruim. Já
vimos isso”, explicou a mulher de Trump. O problema é que, ao longo da
campanha, o novo político fez várias declarações de ódio, racismo, xenofobia e
puro bullying.
Lady Gaga, para quem não sabe, tem uma fundação chamada Born This Way, que trata justamente
dessa questão, entre outras. Ela, inclusive, fechou uma parceria com a marca Monster High para lançar sua boneca
monstrinha, com intuito de arrecadar verba para as atividades da fundação.
Climão
na família Camargo. Zezé Di Camargo
confirmou no Instagram que sua filha, Wanessa
Camargo, bateu em sua atual namorada, Graciele
Lacerda, e chamou a cantora de “covarde”.
Zilu, ex-esposa e mãe de Wanessa, não gostou do que leu e
repercutiu na mídia. Ela comentou em uma foto do Zezé, atacando-o. “Quem vive embriagado é você. Achei pouca a
surra que a vadia recebeu. Deveria ter batido mais: mulher vagabunda é assim”,
escreveu, “esse senhor que chamou a
própria filha de covarde pra defender aquela vagabunda, só lamento, você vai
pagar muito caro, Zezé”.
Tudo
começou com uma notícia dada pelo jornalista Leo Dias. Ele trouxe à tona uma briga familiar antiga – que
aconteceu há cinco anos (segundo Zezé). Na época, o cantor e Zilu ainda eram casados. Wanessa descobriu que o pai estava com
Graciele, então amante, na casa de um amigo e chegou lá agredindo a mulher.
Pelo menos, esse é o resumo da história.
Com
a crise vazada, Zezé comentou no Instagram (o que piorou a história): “Gente, só esclarecendo essa história da
surra, que as pessoas do mal fazem questão de propagar: aconteceu, sim! Não uma
surra, e sim, uma agressão covarde e inesperada. Estávamos na casa de um amigo
juntamente com uns poucos amigos. Foi quando Wanessa chegou de repente. Chegou
por trás, sem ninguém ver, totalmente fora de si, embriagada talvez, e agrediu
por trás. Imediatamente a segurei e fui ajudado pelo Marcus que, com muita
consciência, me ajudou a tirá-la. Teve um puxão de cabelo por trás e como
ninguém esperava, ela caiu. Mas não passou disso”.
Com
um álbum novo para promover, Robbie
Williams estampa a capa da nova edição da revista britânica Attitude. Mas não é simples assim: ele
aparece nu em pelo na capa da publicação.
Na
entrevista, o cantor fala sobre bebida, drogas, pornografia, sexo, depressão,
fama, sucesso e felicidade.
“O vício em sexo existe mesmo [para mim]. A
depressão também era um assunto tabu, mas deixou de ser mal vista. O fato de se
falar sobre o vício em sexo vai tornar esse assunto comum e normal. É assim que
deveria ser encarado”, declarou.
Robbie
acabou de lançar seu álbum novo. “The
Heavy Entertainment Show” saiu na última sexta (4/11), com 16 faixas na
versão deluxe.
Como
de costume, a Billboard liberou
neste domingo (6) a nova atualização dos dez primeiros discos da principal
parada americana de álbuns.
Líder
na semana passada com “Joanne”, Lady Gaga caiu para a quinta colocação
perdendo espaço para quatro estreias. Os novos álbuns do rapper Young Jeezy, do cantor country Kenny Chesney, do rapper Meek Mill e da banda de rock Avenged Sevenfold ocupam as atuais
quatro primeiras colocações.
Confira
abaixo o Top 10:
01)
“Trap or Die 3” – Young Jeezy (89 mil) (estreia)
Green Day cantou “Bang Bang”
e encerrou o EMA 2016 com “American Idiot”, uma das músicas mais
famosas da banda. De quebra, eles foram honrados com o prêmio de Ícone Global.
O Green Day não lançava nada desde a
trilogia “Uno!”, “Dos!” e “Tré!”, de 2012. Esse retorno foi maravilhoso e as músicas do novo
álbum deles são ótimas.
Eles
se apresentaram no palco do EMA com
a ótima faixa “Bang Bang”.
E
encerraram a premiação com a icônica “American
Idiot”, do álbum que leva o mesmo nome lançado em setembro de 2004.
Green Day fechou a noite com o prêmio de Ícone Global, em
homenagem a carreira deles. A banda foi formada em 1987 e seguem na estrada até
hoje, são 29 anos de puro rock!
Aconteceu
na noite do último domingo (06), a edição 2016 do Europe Music Awards da MTV,
que este ano aconteceu em Roterdã, na Holanda.
Com
shows de Bruno Mars, Shawn Mendes, Green Day, Kings of Leon,
The Weeknd, Zara Larsson, DNCE, Afrojack, Martin Garrix, OneRepublic
e Lukas Graham. A maior premiação da
MTV europeia foi arrasadora!
Rolou
homenagem ao Prince também, todos os
prêmios da noite eram roxos em tributo a famosa faixa “Purple Rain” dele. O cantor faleceu 21 de abril desse ano e será
para sempre lembrado no mundo da música.
Depois
das apresentações incríveis, é a vez de falar dos grandes vencedores da noite. The Weeknd ficou com o prêmio de Melhor
Clipe por “Starboy”, desbancando “Formation” da Beyoncé, Zara Larsson
levou de Melhor Artista Novo e ganhou todo muito com a fofura.
Outros
destaques foram Lady Gaga e Justin Bieber, que faturaram dois Europe Music Awards, mas não
compareceram ao evento.
Já
o Green Day foi honrado com o prêmio
Ícone Global, que foi entregue pelo célebre ator Idris Elba! A banda arrasa e merece a homenagem!
Os
norte-americanos também encerraram a noite com o hino “American Idiot”:
Confira
a lista com os principais vencedores da noite:
Melhor Canção - Justin Bieber – Sorry
Melhor Clipe - The Weeknd – Starboy
(Feat. Daft Punk)
Melhor Artista Feminina - Lady Gaga
Melhor Artista Masculino - Shawn Mendes
Melhor Apresentação ao Vivo - Twenty One Pilots
Melhor Artista Novo - Zara Larsson
Melhor Artista Pop - Fifth Harmony
Melhor Banda de Rock - Coldplay
Melhor Banda Alternativa - Twenty One Pilots
Melhor Artista de Hip Hop - Drake
Melhor Artista Brasileiro - Anitta
Melhor Artista de Música Eletrônica - Martin Garrix
Beyoncé não recebeu nenhum prêmio no EMA 2016! “Qual o problema?”,
você pode perguntar. Afinal, não dá para premiar todo mundo: a maioria perde,
mesmo. A questão é que o nome da cantora americana chegou à premiação europeia
com favoritismo: ao lado de Justin
Bieber, ela era a líder de indicações do ano. Concorria em seis categorias,
ao todo.
O EMA, da MTV, é resultado do voto popular – o que significa que a BeyHive
não votou o suficiente desta vez. Ela perdeu para fãs mais fervorosos de outros
popstars, que tem um público mais adolescente e ativo nas maratonas virtuais.
BEST FEMALE: Beyoncé perdeu para Lady Gaga.
BEST US ACT: Beyoncé perdeu para Ariana Grande.
BIGGEST
FANS: Beyoncé perdeu para Justin Bieber.
BEST LOOK: Beyoncé perdeu para Lady Gaga.
BEST LIVE ACT: Beyoncé perdeu para Coldplay.
BEST VIDEO: “Formation”
perdeu para “Starboy” de The Weeknd.
A
cantora também não compareceu na cerimônia, que ocorreu na Holanda – onde “Lemonade” recebeu certificado de
platina e ela fez um show para 49,4 mil pessoas em uma arena de Amsterdam com a
“Formation World Tour”.
O
histórico de Beyoncé no EMA, na verdade, não é triunfal – ao
contrário do VMA, a premiação da MTV americana, na qual ela é a artista
mais premiada da história. Desde 2002, Beyoncé
recebeu 32 indicações ao EMA, e venceu apenas sete.
Letícia,
interpretada por Isabella Santoni, é
a pessoa mais chata de A Lei do Amor.
A
menina é uma patricinha mimada e arrogante que só serve para irritar quem está
assistindo a novela (que já não é lá essas coisas).
Além
de ser egoísta, usa o tempo todo sua doença para chantagear a mãe, o namorado,
todo mundo. Se faz de vítima para conseguir sempre o que quer. E, por isso, se
torna uma pessoa pesada e insuportável.
Quando
essa moça aparece, dá vontade de trocar de canal na hora.
Na
última sexta-feira (04/11), Brad Pitt
entrou na justiça com o pedido de guarda compartilhada dos filhos, segundo
informações da revista People.
No
entanto, Angelina Jolie quer
custódia física exclusiva, que não dá direito a Pitt de morar com as crianças.
No começo de setembro, ela realizou essa solicitação, mas Brad ainda poderia
visitar os filhos. O ator quer dividir a guarda com a ex-mulher.
“Eles ainda estão trabalhando em questões que
não conseguem concordar e envolvem as crianças”, disse a fonte da People. “Brad e Angie não tiveram qualquer contato desde a separação, e tudo
está sendo tratado através de suas equipes. É uma situação muito triste”,
acrescentou.
Na
época do divórcio, alguns sites divulgaram que Brad, Angelina e os filhos
estavam num voo, em um jatinho privado, quando Brad teria ficado bêbado durante
a viagem.
Ele
então teria supostamente se descontrolado, gritando e agredindo as crianças,
tanto física quanto verbalmente. Desde então, Angelina quer a guarda exclusiva
dos filhos.
O
casal tem seis filhos juntos, sendo Maddox
(15 anos), Pax (12), Zahara (11), Shiloh (10) e os gêmeos Knox
e Vivienne (8 anos).
Um
rosto inesquecível para quem viu os filmes como Matilda e Uma Babá Quase
Perfeita.
Quem
se lembra da garotinha sorridente da foto acima, que ficou conhecida por seus
papéis fofos, como o da filha de Robin
Williams em Uma Babá Quase Perfeita
(1993) ou a protagonista de Matilda (1996)?
Mas
por onde ela anda?
Mara Wilson, hoje com 29 anos, acaba de lançar sua biografia, em
que conta como ter virado uma estrela mirim só tornou sua vida triste. Revela
ainda como foi difícil se dar conta de que jamais seria bonita como Scarlett Johansson ou Kristen Stewart - e de como isso minou
sua carreira em Hollywood.
"Durante uma época, eu era paga para ser
fofinha, mas depois fui contagiada pela maldição de ser uma atriz mirim",
conta a atriz em seu recém-lançado livro Where
am I now? (Onde estou agora?, em tradução livre, ainda sem versão para o
português).
"Após uma seleção em que o diretor me disse
que eu era perfeita para o papel da amiga gorda, a qual era alvo de piadas em
todas as páginas do roteiro, me caiu a ficha. Aos 13 anos, ser bonita era o que
importava. E não apenas no mundo do cinema e da televisão."
"Lá estava Scarlett (nas páginas de uma
revista), linda, falando sobre seu novo filme com Bill Murray. Ela
definitivamente era uma mulher, estava toda sexy. Como ela conseguiu? Senti um
soco no estômago. Ela era só dois ou três anos mais velha do que eu. E sabia
que nada que eu fizesse me faria ter nem metade da beleza dela. Mesmo depois
que eu tirasse o aparelho, mesmo se eu colocasse lentes e melhorasse meu corte
de cabelo. (...) Mesmo assim eu jamais seria boa o suficiente para Hollywood."
No
livro, Mara conta a trajetória que percorreu ao sair da fama aos 6 anos de
idade até perder papéis para colegas mais magras e com um corpo mais sexy,
passando pela morte da mãe por um câncer fulminante.
Ela
fala sobre como sua mãe questionava o porquê de diretores insistirem em colocar
um lacinho da cabeça dela, mesmo na hora de dormir. A resposta era sempre a
mesma: "Porque ela fica tão fofa".
E,
mesmo criança, ela percebia como a mãe insistia para que a atuação da filha
chamasse mais atenção do que sua fofura.
A
atriz lembra ainda de como durante uma filmagem, quando tinha 12 anos e já sem
a mãe, a diretora que ela considerava como "uma avó postiça" teve de lhe explicar que seu corpo estava
mudando e, por isso, precisaria usar um sutiã. "A puberdade havia chegado, e eu fui a última a saber."
Boa
parte da biografia é focada em como ela sofreu com depressão e outros
problemas, inclusive o intenso bullying de que foi alvo na internet e de como
aprendeu - depois de muito sofrer - a lidar com tudo isso.
Ela
cita uma crítica que achou particularmente brutal. "Uma vez eu entrei em contato com a autora de uma lista (online) chamada
'As ex-estrelas mirins mais feias' para perguntar por que ela, como uma mulher,
punia outras mulheres pela aparência delas. Ela me escreveu se desculpando,
dizendo que só escrevia coisas estúpidas online para pagar as contas."
Em
outra passagem do livro, ela fala de como os comentários online a afetavam.
"Hoje sei que não é minha função ser linda,
ou fofinha, ou qualquer outra coisa que alguém quer que eu seja. Então, a
próxima vez que alguém escondido atrás de um apelido online decidir me dizer o
que eu devo fazer para ficar mais bonita, vou propor um encontro cara a cara. E
vou contar o que é passar pela puberdade diante dos olhos do público, pouco
depois de perder sua mãe para o câncer."
"Vou dizer como me senti quando achei um site
com fotos (falsas) minhas nua aos 12 anos. Vou dizer que eu conheci os dois lados
desse 'ser fofinha', e, nos dois casos (como atriz mirim e em sites de
pornografia), isso só fez com que minha vida fosse miserável", afirma.
"Vou dizer o que realmente significa tentar
encontrar seu lugar, ao ponto que agora eu só faço dublagem, onde ninguém pode
me ver. Vou dizer como a minha mãe queria que eu me provasse pelo meu talento,
e não pela minha aparência. Um talento que agora sei que tenho, e agora sou
mais feliz do que nunca."
"Depois disso tudo, se essa pessoa insistir
em me dizer como eu devo ser e me vestir, então vou considerar contratá-la para
ser meu estilista."
Mel B, das Spice
Girls, vai para a Broadway! Segundo a Billboard,
a cantora será a protagonista Roxie Hart
no clássico musical “Chicago”. O
papel já foi de Marilu Henner, Ashlee Simpson, America Ferrera e Christie
Brinkley.
A
peça acompanha a competição de duas dançarinas, Velma Kelly e Roxie Hart,
que alcançaram o sucessos as custas de um advogado vigarista, Billy Flynn. As duas mataram seus
namorados e Flynn se aproveita da situação para deixá-las famosas.
A
história é uma sátira ao showbiz e como a mídia transforma criminosos em
celebridades. e os meios de comunicação transformam criminosos em celebridades.
Recentemente,
Mel B atuou como jurada dos reality
shows: “America’s Got Talent”, na
edição australiana de “The X factor”
e participou do “Dancing with the stars”.
Agora,
ela tem a função de encarar o papel de peso da Roxie Hart na Broadway.
Arrasou!
“Chicago” foi adaptado aos cinemas em
2003 e foi um sucesso digno de Oscar. A produção conquistou seis prêmios – um
deles foi o de melhor atriz coadjuvante para Catherine Zeta-Jones por dar vida a Velma Kelly e o de melhor atriz
ficou com Renée Zellweger, que
interpretou Roxie Hart.
A
história das origens da Madonna como
artista é tão importante quanto a música em si para a compreensão do impacto
que ela teve no sentido de levar o underground para o mainstream. Um grande
capítulo, que conto agora, aconteceu na lendária casa noturna de Nova York, a
Danceteria.
Ao
contrário de muitas estrelinhas pop de hoje, Madonna não nasceu em uma sala de reuniões. Ela não é uma fórmula
baseada em grupos, paradas da Billboard,
enquetes e avaliações da Nielsen.
Ela não é fruto da imaginação de algum executivo se masturbando atrás de uma
mesa. Enquanto sua carreira e imagem não podem ser calculadas e trabalhadas
como as performances de artistas como BritneySpears e Lady Gaga, a rainha das primeiras influências do pop era muito mais
crua.
Madonna é um membro de um grupo formidável de artistas que
impactou o mundo com uma variedade de formas significativas (e divertidas). E
todos esses artistas levaram suas raízes para um momento espetacular no tempo:
a Danceteria. Um clube de dança veterano em Nova York que Steve Lewis descreve como “... um
caldeirão criativo, como um cometa brilhante que voou no céu e cortou todas as
outras merdas.”
Lewis,
que se autoproclamou como um “perpétuo da
noite” na indústria da vida noturna é uma lenda, tendo trabalhado com
sucesso em praticamente todos os aspectos de casas noturnas: de designer de
interiores de alguns dos lugares mais famosos de Nova York a organizador de
eventos, promoter, DJ ocasional, historiador e filantropo. Em 2008, ele
escreveu Good Night Sr. Lewis, uma
coluna da vida noturna para o Blackbook. Primeiro show de Lewis nos clubes foi
na Danceteria, produzindo uma série de desfiles de moda épicos que introduziram
no fashion world designers desconhecidos de todo o mundo - como Isabel Toledo, por exemplo. Mais tarde,
Lewis passou a produzir o primeiro desfile de moda dos Estados Unidos, o
Moschino.
De
volta à Danceteria, a casa abriu acidentalmente suas portas em 1979, assim como
o Studio 54, mas Lewis diz que
comparar os dois é não contar a história por completo. “É injusto compará-lo com outros clubes”, opina. “O Studio 54 foi o Michael Jordan das casas
noturnas. Eram 2000 rapazes com suas camisas desabotoadas até o pau perguntando
qual é o seu signo, e as cem pessoas mais incríveis do mundo frequentavam o
lugar, como Andy Warhol e Mick Jagger.”
“Danceteria era uma coisa bonita, com brilho
próprio”, explica Lewis. “Foi tão
abrangente de ideias e pessoas, uma incrível explosão de criatividade. Os VIPs
não eram pessoas bem sucedidas ou famosos, eram as pessoas que estavam prestes
a fazer algo.”
Junto
com o lendário Studio 54 conhecido
por sua exclusividade reluzente, a Danceteria ajudou a inaugurar um novo tipo
de clube, casando gente de todo o tipo, com uma lista de bandas e artistas de
vários gêneros, DJs, instalações de vídeos e eventos. Artistas como The Smiths, Devo, Grace Jones, New Order, Run DMC, Whodini e
inúmeros outros fizeram shows enquanto Jean-Michel
Basquiat, Vivienne Westwood, Cyndi Lauper e RuPaul apareciam por lá regularmente. A festa durava a noite toda,
por isso a Danceteria tinha aquela coisa do CBGB, uma mistura de discoteca,
clube gay e tudo mais, criando um caldeirão de pessoas, ao contrário do que
muitas pessoas já tinham vivenciado.
“Foi um elo de eras”, Lewis explica, “Danceteria não foi um único clube ou o
melhor, ele só passou a garimpar o ouro em um tempo e lugar muito especial”. Ao longo de sua existência, Danceteria
habitou três locais diferentes em NYC e mais um espaço nos Hamptons. O clube
teve três pisos distintos: o Level 1 era a pista de dança, com DJs mandando
sets de 12 horas, misturando new wave, punk, pop, disco, música cubana, soul,
rock, e, basicamente, qualquer outra coisa que mantivesse as pessoas em movimento.
O Level 2 abrigou o palco ao vivo, onde as bandas iriam tocar e onde os
desfiles de moda de Lewis eram realizados, enquanto o Level 3 tinha um
restaurante e o Danceteria Vídeo Lounge. Primeiro espaço do gênero, o salão de
vídeo teve VJ’s mandando mixagens ao vivo de vídeo-arte, foundfootage, clipes
(pré-MTV) e apresentações musicais. Com tudo isso acontecendo simultaneamente
em todas as noites, ele foi um dos primeiros locais que forneceu uma
experiência multi-level. “Você não ia pra
ver um DJ ou uma noite específica; você ia pelo próprio clube”, diz Lewis.
Embora
só agora o clube seja mais associado a Madonna,
Danceteria serviu de trampolim para um conjunto incrivelmente diversificado de
artistas e ícones culturais. Sade
foi bartender e também teve sua primeira performance ao vivo no clube em 1982, Keith Haring, The Beastie Boys e Party
Monster Michael Alig eram ajudantes lá enquanto Debi Mazar e LL Cool J
trabalharam como atendentes de elevador.
Primeira apresentação ao vivo de
Madonna, na Danceteria em 16 dezembro de 1982
Madonna, foi uma garçonete meio-período, mas full time na
pista de dança. A aspirante a estrela pop tinha muita ambição e carisma, e
encontrou na casa a junção perfeita de arte, música e moda na cidade de Nova
Iorque. Enquanto a natureza altamente competitiva a impedia de ser totalmente
aceita na cena, com toda a sua energia fazia amizades com as pessoas certas.
Uma
dessas pessoas era o DJ Mark Kamins,
que tocava eventualmente na Danceteria. Depois de gravar seu primeiro single, “Everybody”, em 1982, ela o convenceu a
tocá-lo durante um de seus sets, marcando sua entrada oficial como membro da
comunidade artística. Pouco tempo depois, ela fez sua primeira apresentação ao
vivo no Level 2 da Danceteria para uma multidão
extremamente receptiva. Kamins, que se tornou namorado de Madonna, apresentou-a a um produtor da Sire records com quem firmou seu primeiro contrato de gravação. Madonna, a cantora pop nasceu com a Danceteria na paisagem
descontroladamente criativa que ajudou moldá-la.
Após
a terceira localização da Danceteria em Midtown e a posterior reencarnação nos
Hamptons, o clube desapareceu na infâmia, como a maioria dos clubes de Nova
York. Hoje, quem quer experimentar uma polinização cruzada da mesma forma
requintada de culturas e gêneros está basicamente fodido.
“Não há hoje nenhum grande clube em Nova
York. Você tem grandes noites, mas não há nenhum clube com a diversidade que a
Danceteria teve”, explica Lewis. “Depois
que o World Trade Center caiu, as pessoas pararam de se misturar socialmente e
vida noturna foi segregada desde então. A galera do hip-hop vai a clubes de
hip-hop, o povo do EDM vai para os clubes de EDM.”
A
economia também desempenhou um papel importante no desmoronamento de cenas
noturnas. “Outro subproduto do 11/9 são
as taxas altíssimas de seguro. O aluguel em Manhattan é uma loucura para um
lugar com a metragem quadrada que tinha a Danceteria. Agora, os clubes VIP são
dos grandes jogadores. O cara com um Black Card, serviço de garrafa e tudo para
fazer dinheiro suficiente para fazer lucro. Hoje, a Danceteria não
sobreviveria. O mundo mudou.”
Claro,
a Madonna mudou com isso também,
metamorfoseando-se em encarnações aparentemente intermináveis da cantora, dançarina, atriz e artista performática. Desde prostituta do centrão àícone absoluto. Por mais que seus dias na Danceteria
sejam passado remoto, a exposição precoce da colisão acidental de cultura, arte e música, sem dúvida,
aperfeiçoaram sua capacidade de evoluir constantemente, entre uma infinidade de
gêneros, sem medo de incorporar elementos do underground em sua música e
imagem.
Alicia Keys lançará seu novo álbum amanhã, dia 4 de novembro, e para
promover o trabalho tem feito alguns projetos.
A
novidade é o filme “The Gospel”, que
trata sobre racismo, feminismo e repressão policial em Nova York.
A
cantora divulgou o curta com os dizeres: “Em
honra a cidade que deu vida a minha alma e meu som”. As músicas “Holy War”, “Blended Family” e “In Common”
servem de pano de fundo para as histórias do vídeo, que é dividido em
capítulos.
No
comecinho do filme, Alicia faz o espectador entrar no “New York State of Mind” (um estado de espírito nova iorquino).
“Essa é a minha Nova York. Esses prédios,
esses corredores, essas conversas me criaram. Tanta sabedoria e tanta dor”,
diz a cantora.
Com
o enfoque na comunidade negra em NY, acompanhamos fortes críticas a sociedade.
Como policias agredindo crianças e até mesmo meninas brincando com bonecas
Barbies loiras e lá pro meio do vídeo, são exibidas diversas bonecas negras.
São mensagens que fogem dos olhos se não prestarmos atenção.
Não
só isso, Alicia mostra a diversidade feminina, a comunidade LGBT e todo tipo de
realidade vista na cidade, que muita gente não enxerga.
“The Gospel” teve sua estreia no Festival de Tribeca em abril e foi
lançado no Tidal na terça-feira
(01/10), e chegou ao Youtube hoje
(03/11).
Nesta
quinta-feira (03/11), “Mulher-Maravilha”
ganhou um novo trailer e três pôsteres lindo dando enfoque aos poderes da
heróina.
Gal Gadot está cada dia mais poderosa e arrasadora na pele da
Amazona. As novas imagens promocionais do filme trazem as palavras: poder,
coragem e maravilha.
Se
você perdeu o novo trailer, por favor, assista abaixo:
Nesta
sexta-feira (4), “Water Under The Bridge”
foi oficializada como novo single do álbum “25”. A música dá sequência a divulgação do atual disco da Adele, lançado há quase um ano.
“Hello”, “When We Were Young” e “Send
My Love (To Your New Lover)” são os singles anteriores.