quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Top 20 Estados Unidos



Quem domina o topo da parada dos discos mais vendidos nos Estados Unidos é o rapper norte-americano Eminem com seu oitavo disco de inéditas, “The Marshall Mathers LP 2”. Celine Dion vem logo em seguida com “Loved Me Back To Life”, seu décimo primeiro disco e primeiro disco em inglês depois do “Taking Chances”, de 2007.

Confira:


1.    Eminem – The Marshall Mathers LP 2
2.    Celine Dion – Loved Me Back To Life
3.    The Robertsons – Duck The Halls: A Robertson Family Christmas
4.    Katy Perry – Prism
5.    Avril Lavigne – Avril Lavigne
6.    Kelly Clarkson – Wrapped In Red
7.    Drake – Nothing Was The Same
8.    Lorde – Pure Heroine
9.    Arcade Fire – Reflektor
10. Pentatonix – PTX: Vol. II
11. Luke Bryan – Crash My Party
12. Miley Cyrus – Bangerz
13. Florida Georgia Line – Here’s To The Good Times
14. Blake Shelton – Based On A True Story
15. Justin Timberlake – The 20/20 Experience 2
16. Imagine Dragons – Night Visions
17. The Wanted – Word Of Mouth
18. Pearl Jam – Lightning Bolt
19. II Divo – A Musical Affair: The Greatest Songs From The World’s Favoutite Musicals
20. James Blunt – Moon Landing

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Lady Gaga volta com o mediano, mas não tão viciante “ARTPOP”



Eu tinha esperança em ver Lady Gaga diminuir a extensa e cansativa fase de exposição da imagem para dar mais espaço a música, que mesmo aqueles que não curtem muito seu estilo, sabem que ela faz de primeira qualidade.

Recentemente li uma resenha do Zeca Camargo sobre o novo disco da cantora, o ARTPOP, onde exaltou ao máximo os vocais, produção e letras, e pensei, deve ser realmente “o álbum”. Baixei imediatamente e fui conferí-lo.

Foram cerca de quatro audições para não escrever nada que fosse contra a extensa massa de “little monster”, os fãs que manobram, com certa fúria, as opiniões e críticas de tudo que a loira faz.

As críticas na maioria dos portais vêm sendo publicadas com atraso. Eles temem fazer um texto pouco honesto sobre o novo trabalho de Gaga. Penso que seja justamente esperando o resultado das vendas e críticas dos gigantes dos Estados Unidos em relação ao disco.

Como disse, foram, cerca de quatro audições e enquanto escrevo essa resenha o disco vem tocando mais uma vez. Pois bem, vamos ao que interessa.

ARTPOP não chega a ser um disco ruim. Segue uma linha harmônica com qualidade nas letras e sons. Diria que um disco bom. O nível de algumas faixas não chega a mostrar o que Lady Gaga tanto falou nesses dois anos em que o material vinha sendo preparado. Segundo a revista Billboard, o álbum vem se saindo bem nas vendas e pode debutar com 220 mil cópias. Números inferiores ao do disco “Bionic”, da Christina Aguilera, que debutou com 260 mil cópias e é considerado pelos fãs de Gaga um flop.

O material abre com a pouco inspirada “Aura”, que não ficou legal nem no filme “Machete Kills”, seguida por “Vênus”, provavelmente um dos futuros singles de ARTPOP por ser comercial, só que ineficiente para o álbum. Para não me perder no faixa a faixa, vou logo a parte que interessa, já que parte dos fãs ainda não compraram o material/ ou não se acostumaram com as músicas.


Applause”, faixa título do disco, que se tornou um marco na carreira da artista, estreou na Billboard e nas paradas do globo em posições insatisfatórias, mostrando que o que seria uma volta com força total, com planos para mudar o popart foi um tremendo fiasco. O fato é, ARTPOP não impressionou os críticos, e agrada apenas aqueles fãs que não entendem muito de música.

Pensei que em termos comerciais, a cantora se sairia bem pela quantidade de fãs espalhados pelo globo. Só que parece que nem os littles Monsters se renderam ao álbum.

A coisa está tão preta que a gravadora Insterscope Records vem estudando a possibilidade de cortar US$ 25 milhões de divulgação que a loira tinha para promover o material. Claro, tudo isso pela baixa quantidade de vendas, que se comparada ao “Born This Way”, de 2011, que estreou com vendas superiores a 1 milhão de cópias, logo logo cairá no esquecimento.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

“Ok Computer”, um disco fundamental do Radiohead


Direto ao ponto: “Ok Computer” é o disco fundamental na trajetória e discografia do Radiohead. É o rito de passagem de uma banda de relativo sucesso e boas composições para a banda mais influente e importante do mundo desde então. É o disco que inicia o culto ao quinteto e dá uma imensa carta branca nas mãos de Thom Yorke e seus companheiros para fazer o que bem entenderem com a indústria. Porque, por mais que “Pablo Honey” tivesse uma grande música ”Creep” e “The Bends” fosse um apanhado de lindas canções dolorosamente melódicas, a banda até então não tinha ousado e colocado uma assinatura própria em seu som. E, óbvio, foi a evolução de “Ok Computer” que conquistou a devoção de milhões de fãs e alçou a banda ao posto de salvação do rock, transformando Yorke (a contra-gosto) em líder e porta-voz de uma geração.

Sonoramente o disco faz uma releitura tanto do psicodelismo quanto do progressivo, limando os excessos de cada gênero e acrescentando as doses de melancolia tão presentes nos discos anteriores da banda. Mas, ao contrário dos antecessores, mais calcados na harmonia das músicas como um todo, “Ok Computer” apresenta uma preocupação imensa com os detalhes, com os timbres, com as texturas, com os pequenos riffs e solos que pontuam cada verso e estrofe. Suas músicas são mais do que apenas uma base melódica. Elas são como peças de um quebra-cabeça sonoro cuidadosamente estruturado. Seja nos momentos mais densos, como “Exit Music (For A Film)”, “Lucky” e “Climbing Up The Walls”, nos momentos mais vibrantes de “Airbag” e “Paranoid Android”, no britpop de “Electioneering”,  ou no lirismo de “Let Down” e “No Surprises”, a banda vai acrescentando um a um os acordes, as notas, as mudanças, os climas, sem se preocupar com as fórmulas básicas da música pop. Basta dizer que é um disco quase sem refrões.


Olhado com a distância do tempo, “Ok Computer” se apresenta como o retrato de toda uma geração. É como uma ópera-rock que versa sobre a vida moderna, uma crônica em preto e branco do século 21 e principalmente do pós-11 de setembro (não à toa, Thom Yorke sempre foi tratado como visionário). Traz no amargor e na voz sofrida do vocalista a carga de uma era em que as pessoas cada vez mais se isolam de tudo e criam barreiras ao seu redor. É uma época em que a convivência fica cada vez mais distante e impessoal. O egoísmo e a solidão estão presentes o tempo inteiro nos versos cínicos do cantor. Se “The Bends” era um disco basicamente sobre as relações humanas (majoritariamente românticas), “Ok Computer” é um disco sobre o conflito do homem consigo mesmo, um auto-retrato da angústia tão característica do vocalista – e que o assolaria como nunca após o sucesso estrondoso do álbum.

Como retrato de nossa era, “Ok Computer” diagnostica e radiografa perfeitamente os tempos do “politicamente correto”. Primeiro em “Karma Police” e sua ameaça constante de que “isso é o que você leva, quando mexe conosco”. Mas nada como “Fitter, Happier” para explicar a monotonia e mesmice em que tantas pessoas tentam transformar o seu, o meu, o nosso mundo. Esteja em forma, trabalhe bastante, não beba em excesso, coma de forma correta, conviva melhor com as pessoas. Parece o discurso da abertura de “Trainspotting”, um manual de regras simples para a felicidade. De nada adianta, porém, pois esse alívio momentâneo é destruído com força pelo pessimismo assolador de “No Surprises”, um dos melhores retratos do que uma vida com regras pré-estabelecidas pode causar, e que foi traduzido de forma exuberante em seu clipe, em que o vocalista é “afogado” em um aquário enquanto canta: “No alarms, no surprises”. É assim que vale a pena viver, sem ter nenhum tipo de novidade?

No entanto, sem dúvida alguma, a música que melhor expressa o disco como uma unidade é “Paranoid Android” – não por acaso a melhor música da banda. Começa com Yorke tentando espantar seus fantasmas internos enquanto os riffs de guitarra entrelaçados e a linha de baixo circular hipnotizam. O vocalista vai destilando sua ironia e expurgando seus demônios enquanto a canção cresce, até explodir no solo nervoso, rápido, urgente de Jonny Greenwood. De repente tudo acalma e um coro angelical começa a clamar pela chuva, uma pretensa redenção, que chega aos poucos, mas muito mais delicada do que em “Magnólia”. Para terminar a possível lavagem da alma, nada melhor do que uma lógica religiosa máxima transbordando cinismo. “Deus ama seus filhos, Deus ama seus filhos”. É necessário repetir muito para acreditar e não ficar louco neste mundo. “Ok Computer” é, enfim, desde seu título, uma rendição aos tempos modernos. Não há como escapar do que se tornou a nossa época.

Alçada ao posto de melhor banda do mundo, o Radiohead teve que lidar com uma fama que nunca almejou. Para isso, o grupo criou uma base sólida em si mesmo e resolveu traçar seu próprio caminho, com cada passo milimetricamente calculado. O que aconteceu depois disso é história, que culmina com o lançamento de “In Rainbows” em 2007, o álbum que colocou abaixo todo o modelo de indústria musical como a conhecíamos. Mas nada disso seria possível se, 10 anos antes, a banda não tivesse arrebatado uma multidão de fãs com “Ok Computer”. Um disco sublime do primeiro ao último acorde, uma verdadeira obra de arte atemporal capaz de ser reanalisada e redescoberta por novos ângulos com o passar dos anos. O mundo mudou nesse tempo, e só o Radiohead parece ter percebido isso… dez anos atrás.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Gaga remete a dance music dos anos 80 em “Applause”, single de estreia de “ARTPOP”


Applause”, primeira música de trabalho do terceiro disco de inéditas de Lady Gaga, “ARTPOP”, agendado para chegar às lojas no dia 11 de novembro, ressuscita som dos anos 80.

Com produção dela e do DJ White Shadow, a faixa lembra o que Madonna fazia na época em que as discotecas mandavam nos chats da Billboard e que o tecnopop fazia a cabeça dos DJs e da moçada consumidora de música. Dançante com sua batida house, o single foi feito especialmente para as pistas de dança, levando os fãs da cantora para a fase “The Fame”, de 2008.


Escutei “Applause” ontem antes mesmo de ouvir a nova faixa de Katy Perry, que já viciei. Se disser que me empolguei como na época de “Bad Romance”, estaria mentindo. Mas de todo modo, curti muito. Já é faixa certa no meu MP4.

Lançado no último dia 15/8, o single traz certa teatralidade em sua letra numa atmosfera de nostalgia. Entretanto, é preciso mais para que os consumidores de música, não falo dos fãs alienados, possam crescer suas expectativas em torno de “ARTPOP”.

Rumores revelam que Madonna poderá lançar novo disco em 2014


Prestes a lançar o “Secret Project”, fontes informam que Madonna vem preparando novo disco para chegar às lojas em 2014. O que gerará uma nova turnê programada para iniciar também no ano que vem.

O álbum está nos estágios iniciais e a levará de volta às suas raízes. Ela tem segurança nas portas do estúdio para garantir que ninguém ouça um sussurro”, contou uma fonte.

Procurada, a assessoria da cantora negou qualquer informação sobre um novo disco ou turnê e, ainda afirmou não ter acesso aos planos futuros de Madonna.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Veja a capa oficial do novo DVD/Blu-Ray da “MDNA Tour”, da Madonna


Madonna revelou nesta última quarta, 8/8, a capa do seu novo DVD/Blu-Ray, “MDNA Tour”.

O registro oficial da maior turnê de 2012, gravada em Miami, chega às lojas no dia 10 de setembro nas versões DVD, Blu-Ray e CD duplo, além de um formato digital para download.

O material chega com duração de 2 horas.


“Meu show é uma viagem. Uma viagem de uma alma das trevas até a luz. É uma peça cinematográfica e musical. Um espetáculo e algumas vezes uma performance de arte intimista. Eu sei que as pessoas podem se relacionar com isso. Mas é muito importante para mim, como artista, que meu show não seja tirado do contexto. Ele deve ser assistido com os corações abertos, de seu início ao fim. E tenho certeza que se for visto dessa forma, as pessoas irão seguir em frente sentindo-se inspirados, revigorados e irão querer fazer do mundo um lugar melhor para viver. E isso, claro, sempre foi a minha intenção.”


Virgin Mary (Intro)
Girl Gone Wild
Revolver
Gang Bang
Papa Don’t Preach
Hung Up
I Don’t Give A
Best Friend
Express Yourself
Give me all you Luvin’
Turn up the Radio
Open Your Heart/Sagarra Jo
Masterpiece
Justify my Love
Vogue
Erotic Candy Shop
Human Nature
Like a Virgin Waltz
Love Spent
Nobody Knows Me
I’m Addicted
I’m a Sinner
Like a Prayer
Celebration

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Billboard celebra 55 anos e reafirma Madonna como a maior artista da música


A Billboard completou 55 anos de existência e para comemorar listou os100 artistas mais importantes da música que consagraram a existência da revista desde 1958 até hoje.

Para isso, levou em consideração os artistas que mais tiveram cançõesNúmero 1, que chegaram à segunda posição e também ao Top10 além da soma de Hits. Tudo foi somado e uma lista com os 100 foi divulgada: e Madonna é confirmada como a grande rainha do pop!

Em primeiro lugar está a banda The Beatles e em segundo Madonna, sendo assim a maior artista solo que ainda continua na ativa, produzindo material com seus 30 anos de carreira. Confira a relação:

Na relação dos artistas com mais Number 1, singles que chegaram ao topo da principal paradaHot100, Madonna está em quarto lugar com 12 singles, empatada com The Supremes e Rihanna.

Na parada Top 10, só existem 3 artistas femininas ainda produzindo: Madonna com recorde absoluto de 38 singles, Mariah Carey e Janet ambas com 27 singles e Rihanna com 24 singles.

Há uma relação das 100 canções que alcançaram o primeiro lugar. Aqui, os singles da Madonna que chegaram no topo da principal parada e seu tempo de permanência.

UPDATE: Madonna também é a recordista de singles que chegaram ao primeiro lugar na parada Dance/Club Play, que mede as músicas mais tocadas nas boates e clubes noturnos dos Estados Unidos: são nada menos que 43 canções, a mais recente com Turn Up the Radio (a segunda colocada é Janet Jackson com 19 singles). Veja a relação completa e quantas vezes ficou no topo.

A revista diz que a única artista da nova geração com potencial a chegar ao Top 10 dos maiores artistas é a Rihanna. Em apenas 5 anos, ela conseguiu empatar com Madonna e Supremes e ter 12 canções que chegaram ao primeiro lugar e, na soma geral do top 100 de Maiores Artistas, ela se encontra na 15º posição.

Para conferir as tabelas completas e outras curiosidades, confira no site da Billboard.

Lady Gaga divulga mais uma foto promocional da sessão de “Applause”

Aos poucos Lady Gaga vem apresentando sua nova personagem para a fase POPART. Depois do vazamento da música “Burga” ter pegado os fãs de surpresa, a cantora liberou na madrugada desta terça (6/8), nova imagem onde aparece com os cabelos castanho, de topless, e de posse de um braço de manequim.

A imagem faz parte da divulgação de seu primeiro single, “Applause”, que tem produção do DJ White Shadow e lançamento programado para o dia 19 desse mês.


O clipe da faixa tem direção dos fotógrafos Van Lamsweerde e Matadin  (Inez & Vinoodh), que também serão os responsáveis pelas fotos de divulgação do álbum ARTPOP.

O lançamento do disco está marcado para 11 de novembro.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Kylie Minogue pode ser jurada do “The Voice UK”


Segundo rumores que circulam nos bastidores da mídia europeia, Kylie Minogue está sendo cotada para substituir Jessie J no júri da versão britânica do “The Voice”. As negociações já vêm acontecendo e seu nome deve ser confirmado em algumas semanas.

De acordo com o site do Daily Star, o acordo faria parte de uma estratégica de marketing para “relançar” a carreira da cantora australiana agora que assinou contrato com a gravadora do rapper Jay-Z. O único problema está sendo a agenda de shows de Kylie.

Nós fãs só podemos torcer para que as negociações sejam positivas e que a cantora aumente o nível da versão britânica do reality, porque já estamos cansados de Jessie J e will.i.am como mentores.

Disco póstumo de Cássia Eller vai enfatizar obra autoral da compositora


Mais um lançamento póstumo de Cássia Eller (1962-2001) está em fase de produção. Além de presentear os fãs da cantora com gravações inéditas, a ideia da gravadora é enfatizar a obra autoral da artista carioca.

O repertório traz a parceria de Simone Saback, a inédita “Retrato de Papel”, gravação feita por Cássia aos 19 anos, em Brasília, ao qual será adicionada a voz de Milton Nascimento, e “Flor do Sol”, música já lançada em formato digital em dezembro de 2012.

A surpresa do disco está na participação do filho da cantora, Chicão, como um dos produtores do material, capitaneado por Rodrigo Teixeira.

Ainda sem título, o disco celebra os 50 anos de Cássia Eller, e tem seu lançamento programado ainda para 2013.

“Glee” chegará ao fim após sua 6ª temporada


A última temporada da série “Glee” não foi lá muito bem em audiência. Muitos atribuem isso a perda de seu elenco principal. Agora com a morte de Cory Monteigh, a série está com os dias contados.

Kevin Reilly, presidente da Fox, confirmou que o seriado chegará ao seu fim após a exibição da sexta temporada.

Kevin também contou que está sendo criado um episódio onde o personagem Finn, interpretado por Cory, deverá morrer.

A história da morte do jovem será contada no terceiro episódio da próxima temporada e retratará os incidentes envolvidos na morte do ator, incluindo o uso de drogas.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Elysium | Filme com Wagner Moura, Matt Damon e Jodie Foster, ganha cartaz de divulgação


Com a proximidade da estreia mundial, “Elysium”, filme hollywoodiano que conta com Wagner Moura no elenco, ganha campanha mais intensificada. O cartaz divulgado já mostra quem será o mocinho da história.

No filme futurista, Wagner Moura interpreta Spider, uma mistura de revolucionário, hacker e contrabandista de humanos: ele transporta pessoas ilegalmente para Elysium, um “paraíso” construído na órbita terrestre onde moram ricaços do futuro. Já Alice Braga vive Frey, uma amiga de infância de Max.

Os dois foram criados juntos em um orfanato, mas seguiram caminhos diferentes. Frey realizou o sonho de virar enfermeira e teve uma filha. Quando reencontra Max, anos depois, antigos sentimentos voltam a assombrar a mulher.


Max por sua vez é interpretado pelo americano Matt Damon e é descrito como um operário que precisa alcançar Elysium na tentativa de salvar a própria vida, e Spider é sua única saída.


Com direção de Neill Blomkamp (Distrito 9), “Elysium” tem estreia programada para 20 de setembro.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Uma canção trilha de filme para nunca se esquecer | “Don’t You Forget About Me”


O filme é de 1985, mas só agora em 2013 é que fui conferi-lo. Logo eu que sou um dos aficionados pela sétima arte, não poderia ter deixado essa obra prima do cinema ter passado despercebido.

Estou falando de “O Clube dos Cinco”, escrito e dirigido por John Hughes e que mostra a interação de 5 jovens totalmente diferentes que são obrigados a passar um sábado interior de detenção na escola que estudam.

Com Emilio Estevez, Anthony Michael Hall, Juddy Nelson, Molly Ringwald e Ally Sheedy, o filme tem uma das músicas temas mais reconhecidas do cinema de todos os tempos, e consequentemente, uma de minhas favoritas, “Don’t You (Forget About Me)”, da banda de rock Simple Minds.


Vale a pena ser ouvida com o som no último volume!!!

Wolverine tem a terceira maior abertura de 2013 no Brasil


Sendo a única grande estreia da semana no circuito nacional, “Wolverine – Imortal” liderou o ranking com folga, arrecadando mais que o dobro do segundo lugar, a animação “Meu malvado Favorito 2”.

Mais importante que isso, porém, é que o longa metragem do mutante tornou-se a terceira maior estreia do ano no país, atrás do mesmo “Meu Malvado Favorito 2” e do líder “Homem de Ferro 3”. Ou seja, não é difícil ver que as histórias de super-heróis estão em seu auge junto ao público.


Confira abaixo o ranking dos dez melhores colocados:

1.    Wolverine – Imortal – R$ 13.720,00
2.    Meu Malvado Favorito 2 – R$ 5.812.853,00
3.    O Homem de Aço – R$ 2.613.450,00
4.    Minha Mãe é Uma Peça – R$ 2.547.467,00
5.    O Concurso – R$ 2.460.436,00
6.    Turbo – R$ 2.085,003,00
7.    Truque de Mestre – R$ 956.712,00
8.    Guerra Mundial Z – R$ 491.005,00
9.    Universidade Monstros – R$ 472.923,00
10. O Cavaleiro Solitário – R$ 450.823,00

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Naldo entra no lugar de Thiaguinho na gravação do novo DVD de Claudia Leitte


O cantor paulista Thiaguinho teve que cancelar sua participação no show da cantora fluminense Claudia Leitte por ainda estar se recuperando de uma doença pulmonar que o fez se hospitalizar em São Paulo, no dia 18 de julho.

As pressas, a musa do axé convidou o cantor de funk melody, o carioca Naldo Benny para substituir Thiaguinho na gravação do CD/DVD “Axemusic”.


Além dele, o concerto contará com Luiz Caldas, Wanessa e Wesley Safadão, na gravação programada para 3 de agosto, na Arena Pernambuco, em São Lourenço da Mata, Recife (PE).

Axemusic” chega às lojas pela Som Livre ainda em 2013.

“Ivete Sangalo é a incontestável Rainha do Axé”, diz revista Billboard


Com a proximidade da etapa americana da turnê “Real Fantasia”, Ivete Sangalo ganhou uma matéria especial no site da revista Billboard, nesta terça (30/7), onde foi definida como “a incontestável rainha do axé”, gênero, que segundo os americanos, é uma mistura de ritmos brasileiros como samba, frevo, rock, reggae e calypso.

No texto, a cantora contou que espera ver mais gringos nos cinco shows que fará em agosto nos Estados Unidos.


Meu público está crescendo fora do Brasil. A cada vez que canto fora do país, há mais nativos dos lugares, graças a todos os brasileiros que agem como embaixadores da minha música”, contou.

Os shows acontecerão em Okland, Los Angeles, Lynn, Newark e Miami, entre os dias 9 e 18 de agosto.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Conheça a capa de “Nós”, compilação que junta as parcerias de Maria Gadú com cantoras de diferentes estilos


Maria Gadú tem como síntese do seu novo disco, “Nós”, o verso de Dona Cila (2009): “De todo amor que tenho, metade foi tu que me deu”.

O projeto reúne 18 músicas gravadas por ela com cantores de diferentes estilos e geração. O álbum será lançado pela Som Livre, nos formatos físico e digital, no inicio do mês de agosto.

As parcerias são muito importantes pra mim. Cantei com várias gerações. São outras metades da minha história”, definiu Maria Gadú, através do texto que apresenta o disco aos jornalistas.



Conheça as 18 faixas que farão parte do disco “Nós”:

1.    Mais que a Mim (Ao Vivo) – com Ana Carolina
2.    Recomeço – com Totonho Villeroy
3.    Oh My Love, My Love – com Moska e Kevin Johansen
4.    Lamento Sertanejo (Ao Vivo) – com Gilberto Gil e Milton Nascimento
5.    Demônio Colorido (Ao Vivo) – com Sandra de Sá
6.    Nosso Estranho Amor (Ao Vivo) – com Caetano Veloso
7.    Do Nada, Me Jogaram aos Leões – com Jay Vaquer
8.    No Rancho Fundo (Ao Vivo) – com Chitãozinho & Xororó
9.    Luzia – com Daniel Chaudon
10. Em Paz (Ao Vivo) – com 5 a Seco
11. Camaleonte (Camaleão) – com Banda Inventário
12. Quem me Dera – com Ivan Lins
13. Mais Uma Vez (Ao Vivo) – com Jota Quest
14. I Know It Won’t Be Long – com Jesse Harris
15. Alone – com Eagle-Eye Cherry
16. Música Inédita – com Tiago Iorc
17. Felicidade – com Leandro Léo
18. Buquê – com Camila Wittmann