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Nem a segunda gravides
para Shakira de se dedicar ao seu
trabalho no mundo da música. Segundo a própria, as gravações de seu próximo
disco já começaram em Los Angeles.
A colombiana postou um
vídeo em seu aplicativo especial para celulares, onde contou está compondo e
gravando músicas para o sucessor de “Shakira”,
ultimo disco em inglês lançado esse ano.
“Finalizei três canções...Me sinto ótima, especialmente aqui em LA e por
estar ao lado de Jay Brown, o único! Ele está aqui e sabe muito sobre música.”
Shakira
também se dedica à divulgação de sua nova fragrância, “Rock”, que teve o comercial gravado no mês de janeiro em Barcelona.
Segundo o produtor Butch Vig, um dos integrantes do Garbage, via Twitter, o oitavo álbum de
estúdio do Foo Fighters foi
finalizado após 23 dias de mixagem e chega às lojas ainda esse semestre.
“Sonic Highways”, inspirado na série da HBO que flagra o quinteto em
oito cidades dos Estados Unidos (Austin, Chicago, Los Angeles, Nashville, New
Orleans, New Yourk, Seattle e Washington), será lançado em novembro de 2014,
via Sony Music.
Foi
no dia 27 de julho de 1983 que chegava às lojas americanas o álbum da novata Madonna. Depois do sucesso do single Everybody, lançado um ano antes e que
dominou o mercado mundial (reveja nossa matéria especial), chegava a vez de ter
o registro completo de músicas dessa cantora que já chamava atenção por sua
ousadia na moda e atitudes.
Para
produção, Madonna começou a
trabalhar com Reggie Lucas, que anos
antes já havia ganhado Grammy com suas produções e fazia parte do time da
gravadora Warner. Começaram a trabalhar nas canções Lucky Star, Burning Up, Think of Me, I Know It e uma nova versão para a Ain’t no Big Deal. Lucas trouxe mais duas Physical Attraction e Borderline,
mas no decorrer dos trabalhos Madonna
não estava satisfeita com a direção musical e, após alguns conflitos, Lucas
saiu do projeto e assim Madonna
chamou o DJ John Jellybean Benitez,
que era seu namorado na época, para dar outro tratamento nas faixas.
Madonna
e Jellybean acrescentaram novos elementos às faixas e ele teve a ideia de buscar
uma faixa nova que ouviu por outros produtores e que havia sido descartada. A
canção chamava-se Holiday e já tinha
a letra pronta, mas ainda sem uma base finalizada, mas depois de algumas
semanas ganhou a roupagem final e virou um de seus maiores hits.
Curiosamente,
a faixa Ain’t No Big Deal, que foi
gravada em versão demo no ano anterior e faria parte do álbum, foi vendida pelo
produtor Stephen Bray para um outro
projeto inviabilizando assim para Madonna.
Sob
o título apenas de MADONNA, o álbum
teve suas oito faixas finalizadas e foi lançado no dia 27/Julho de 1983. Um
álbum pop repleto de sintetizadores, tinha um ar jovial, as letras eram
simples, falavam de amor ou simplesmente a dança e tinha como referência a
disco, dance e black music. Madonna
começava oficialmente sua trajetória na música tornando-se uma das mais
importantes artistas do momento.
Com
o sucesso já mundial da faixa Everybody,
o segundo single lançado foi Burning Up,
em março de 1983 e acompanhava o clipe onde Madonna se mostrava sempre no
comando do amor. Mas foi com o segundo single que tornou-se um hit avassalador:
Holiday dominou as rádios do planeta
e fez sua entrada na Billboard no Top 20 e a alcançou o primeiro lugar no Top
Dance. Curiosamente, não teve um clipe oficial, apenas diversas apresentações
ao vivo.
O
terceiro single foi Borderline, que
alcançou picos mais altos na Billboard chegando ao Top 10 e permanecendo por 30
semanas na parada e aqui já tinha um clipe mais bem produzido e que contava a
história de Madonna e o ciúme de seu
companheiro. Lucky Star foi o último
single, lançado um ano após o lançamento do álbum, e o sucesso foi tão grande
que chegou à quarta posição na Billboard, sua primeira música a chegar ao
dificílimo Top 5 nos EUA. Seu visual moderno numa mistura punk & brega com
raízes de cabelo escuras, meias na perna e crucifixos, lançou moda e meninas se
vestiam igual à Madonna.
O
sucesso do álbum foi tão grande que Madonna
chegou a vender na época mais de 7 milhões de cópias no mundo todo (hoje em dia
já passa dos 10 milhões) e com seu singles lançados teve duração comercial em
mais de 1 ano, o que fez atrasar o lançamento de seu segundo álbum, Like a Virgin.
Para
promover o álbum, Madonna não teve
uma turnê, mas fez dezenas de apresentações ao vivo em clubs entre Estados
Unidos e Europa. Foi inclusive numa das apresentações de Holiday, que o apresentador Dick
Clark perguntou qual era o desejo daquela garota de 24 anos: “Conquistar o mundo.” O resto todos nós
sabemos…
Com o segundo disco de
inéditas de Lana Del Rey, “Born To Die”, e o hit “Sometime Sadness”, eu passei a dá maior
atenção a cantora. Entretanto, foi com o lançamento do seu terceiro disco, “Ultraviolence” e a música “West Coast” que virei um fã daqueles que
escuta o disco todos os dias.
Quem quiser conhecer o
novo trabalho da norte-americana, basta ouvir as hipnotizantes “Shades of Cool” e “The Other Woman”. Além claro, de “Pretty When You Cry”, para atestar a
qualidade e seu crescimento musical.
Enquanto muitos
acreditavam em 2011 que a estrela seria apenas uma febre, já que sua
repercussão começou através do videoclipe de “Video Game”, retirado do disco “Lana Del Rey A.K.A. Lizzy Grant”, eis que a morena retorna ao
cenário musical com o segundo trabalho, já citado no início dessa resenha, “Born To Die”, de 2012, mostrando que
não estava para brincadeira e que seu nome ainda figuraria por algum tempo nas
paradas de todo planeta. O que ficou comprovado com o lançamento dos singles subsequente
do disco.
O álbum “Ultraviolence” conta com parte de sua
produção feita pelo guitarrista Dan
Auebach, do duo norte-americano The
Black Keys, o que deixou o disco mais coeso e linear. Digamos as músicas
ficaram numa mesma atmosfera comandadas pela faixa, e uma de minhas favoritas “Cruel World”. Triste e obscura. Que traz
em sua letra o peso de um mundo frívolo e hedonista, onde seres humanos se
violentam e exercem sua crueldade de várias formas. Não tem como não ser
fisgado por essa canção.
Já na música título “Ultraviolence”, temos a poesia sobre uma
mulher que escuta tanto violinos como sirenes ao apanhar de seu homem. Forte
não é? O produtor entendeu o que Lana queria passar nesse disco e brincou com
seu mundo, já sombrio, envolvendo ainda mais as músicas num ambiente
introspectivo e depressivo.
É certo dizer que Lana Del Rey acertou em cheio na
escolha das faixas desse novo trabalho, que tem seu repertório totalmente
autoral, regular e triste. Sim, o disco é uma pancada no estômago, mas vale a
pena consumi-lo.
Direto ao ponto: “Ok Computer” é o disco fundamental na
trajetória e discografia do Radiohead.
É o rito de passagem de uma banda de relativo sucesso e boas composições para a
banda mais influente e importante do mundo desde então. É o disco que inicia o
culto ao quinteto e dá uma imensa carta branca nas mãos de Thom Yorke e seus companheiros para fazer o que bem entenderem com
a indústria. Porque, por mais que “Pablo
Honey” tivesse uma grande música ”Creep”
e “The Bends” fosse um apanhado de
lindas canções dolorosamente melódicas, a banda até então não tinha ousado e
colocado uma assinatura própria em seu som. E, óbvio, foi a evolução de “Ok Computer” que conquistou a devoção
de milhões de fãs e alçou a banda ao posto de salvação do rock, transformando
Yorke (a contra-gosto) em líder e porta-voz de uma geração.
Sonoramente o disco faz uma
releitura tanto do psicodelismo quanto do progressivo, limando os excessos de
cada gênero e acrescentando as doses de melancolia tão presentes nos discos
anteriores da banda. Mas, ao contrário dos antecessores, mais calcados na
harmonia das músicas como um todo, “Ok
Computer” apresenta uma preocupação imensa com os detalhes, com os timbres,
com as texturas, com os pequenos riffs e solos que pontuam cada verso e
estrofe. Suas músicas são mais do que apenas uma base melódica. Elas são como
peças de um quebra-cabeça sonoro cuidadosamente estruturado. Seja nos momentos
mais densos, como “Exit Music (For A
Film)”, “Lucky” e “Climbing Up The Walls”, nos momentos
mais vibrantes de “Airbag” e “Paranoid Android”, no britpop de “Electioneering”, ou no lirismo de
“Let Down” e “No Surprises”, a banda vai acrescentando um a um os acordes, as
notas, as mudanças, os climas, sem se preocupar com as fórmulas básicas da
música pop. Basta dizer que é um disco quase sem refrões.
Olhado com a distância do
tempo, “Ok Computer” se apresenta
como o retrato de toda uma geração. É como uma ópera-rock que versa sobre a
vida moderna, uma crônica em preto e branco do século 21 e principalmente do
pós-11 de setembro (não à toa, Thom
Yorke sempre foi tratado como visionário). Traz no amargor e na voz sofrida
do vocalista a carga de uma era em que as pessoas cada vez mais se isolam de
tudo e criam barreiras ao seu redor. É uma época em que a convivência fica cada
vez mais distante e impessoal. O egoísmo e a solidão estão presentes o tempo
inteiro nos versos cínicos do cantor. Se “The
Bends” era um disco basicamente sobre as relações humanas (majoritariamente
românticas), “Ok Computer” é um
disco sobre o conflito do homem consigo mesmo, um auto-retrato da angústia tão
característica do vocalista – e que o assolaria como nunca após o sucesso
estrondoso do álbum.
Como retrato de nossa era, “Ok Computer” diagnostica e radiografa
perfeitamente os tempos do “politicamente correto”. Primeiro em “Karma Police” e sua ameaça constante de
que “isso é o que você leva, quando mexe conosco”. Mas nada como “Fitter, Happier” para explicar a
monotonia e mesmice em que tantas pessoas tentam transformar o seu, o meu, o
nosso mundo. Esteja em forma, trabalhe bastante, não beba em excesso, coma de
forma correta, conviva melhor com as pessoas. Parece o discurso da abertura de
“Trainspotting”, um manual de regras
simples para a felicidade. De nada adianta, porém, pois esse alívio momentâneo
é destruído com força pelo pessimismo assolador de “No Surprises”, um dos melhores retratos do que uma vida com regras
pré-estabelecidas pode causar, e que foi traduzido de forma exuberante em seu
clipe, em que o vocalista é “afogado” em um aquário enquanto canta: “No alarms, no surprises”. É assim que
vale a pena viver, sem ter nenhum tipo de novidade?
No entanto, sem dúvida alguma,
a música que melhor expressa o disco como uma unidade é “Paranoid Android” – não por acaso a melhor música da banda. Começa
com Yorke tentando espantar seus fantasmas internos enquanto os riffs de
guitarra entrelaçados e a linha de baixo circular hipnotizam. O vocalista vai
destilando sua ironia e expurgando seus demônios enquanto a canção cresce, até
explodir no solo nervoso, rápido, urgente de Jonny Greenwood. De repente tudo acalma e um coro angelical começa
a clamar pela chuva, uma pretensa redenção, que chega aos poucos, mas muito
mais delicada do que em “Magnólia”.
Para terminar a possível lavagem da alma, nada melhor do que uma lógica
religiosa máxima transbordando cinismo. “Deus ama seus filhos, Deus ama seus
filhos”. É necessário repetir muito para acreditar e não ficar louco neste
mundo. “Ok Computer” é, enfim, desde
seu título, uma rendição aos tempos modernos. Não há como escapar do que se
tornou a nossa época.
Alçada ao posto de melhor banda
do mundo, o Radiohead teve que lidar
com uma fama que nunca almejou. Para isso, o grupo criou uma base sólida em si
mesmo e resolveu traçar seu próprio caminho, com cada passo milimetricamente
calculado. O que aconteceu depois disso é história, que culmina com o
lançamento de “In Rainbows” em 2007,
o álbum que colocou abaixo todo o modelo de indústria musical como a
conhecíamos. Mas nada disso seria possível se, 10 anos antes, a banda não
tivesse arrebatado uma multidão de fãs com “Ok Computer”. Um disco sublime do primeiro ao último acorde, uma
verdadeira obra de arte atemporal capaz de ser reanalisada e redescoberta por
novos ângulos com o passar dos anos. O mundo mudou nesse tempo, e só o Radiohead parece ter percebido isso…
dez anos atrás.
Maria
Gadú
tem como síntese do seu novo disco, “Nós”,
o verso de Dona Cila (2009): “De todo amor que tenho, metade foi tu que me
deu”.
O projeto reúne 18 músicas
gravadas por ela com cantores de diferentes estilos e geração. O álbum será
lançado pela Som Livre, nos formatos físico e digital, no inicio do mês de
agosto.
“As parcerias são muito importantes pra mim. Cantei com várias gerações.
São outras metades da minha história”, definiu Maria Gadú, através do texto que apresenta o disco aos jornalistas.
Conheça as 18 faixas que farão parte do disco “Nós”:
1.Mais que a Mim
(Ao Vivo) – com Ana Carolina
2.Recomeço –
com Totonho Villeroy
3.Oh My Love, My Love – com Moska e Kevin Johansen
4.Lamento Sertanejo
(Ao Vivo) – com Gilberto Gil e Milton Nascimento
5.Demônio Colorido
(Ao Vivo) – com Sandra de Sá
6.Nosso Estranho Amor
(Ao Vivo) – com Caetano Veloso
7.Do Nada, Me Jogaram aos Leões –
com Jay Vaquer
8.No Rancho Fundo
(Ao Vivo) – com Chitãozinho & Xororó
Após varias fotos
promocionais do disco ARTPOP, Lady Gaga confirma o nome do primeiro
single do material, “Applause”, e
divulga a capa.
Com lançamento programado
para o dia 19 de agosto, mesmo dia em que a pré-venda será disponibilizada, a
música só ganha videoclipe no dia 1 de setembro.
Lady Gaga vem trabalhando
no álbum desde 2012, e a ideia é lançar algo revolucionário e inovador.
Com previsão de lançamento
pela Warner Music para o mês de agosto, o nono disco da carreira d’O Rappa, e sexto de inéditas, teve
sua data adiada para setembro.
A informação ainda não foi
oficializada pelo grupo carioca. Mas, ao anunciar uma segunda música de
trabalho do álbum, “Auto-Reverse”, parceria
com o compositor pernambucano Lula
Queiroga, alguns executivos da gravadora deram como certo a alteração.
“Anjos (Pra Quem Tem Fé)”, foi lançada como primeira música de
trabalho do disco, que sairia em agosto, segundo informação da banda. Entretanto,
a recepção da faixa não foi tão boa quanto o esperado, já que o grupo não
lançava nada inédito desde 2008, quando colocou no mercado o mediano “7 Vezes”.
Vamos aguardar então que
coisa boa deve tá a caminho.
Ao que tudo indica, o
primeiro single do terceiro disco de inéditas da Lady Gaga será da faixa “Applause”.
A informação partiu da própria irmã da cantora, Natali Germanotta, e de Tara
Savelo, sua maquiadora.
“26 dias”, postou tara no seu Twitter, adicionando uma imagem
indicando o título como novo single de Gaga.
26 é a quantidade de dias
que faltam para o lançamento do primeiro single de “ARTPOP”.
Já Natali, postou um
trecho da letra do possível novo single.
O terceiro disco de
inéditas do MGMT ganhou uma capa
casual, conforme vocês podem conferir na imagem abaixo.
O duo norte-americano,
formado por Andrew VanWyngarden e Ben Goldwasser, colocam o material nas
lojas dos Estados Unidos dia 17 de setembro, em edição da Columbia Records. O
sucessor de “Congratulations”, de
2010, foi gravado no Tarbox Road Studios, nos EUA, com colaboração de Dave Fridmann.
Trazendo 10 faixas, sendo
nove inéditas e um cover de “Instrospection”,
de Faine Jade, compositor e
guitarrista da década de 60, o disco segue a mesma linha dos anteriores.
O segundo single oficial
do próximo disco de inéditas de Avril Lavigne
será o da faixa “Rock n Roll”,
produzida por Max Martin, responsável
pela produção de “Here’s to Never Growing
Up”, lançada em abril.
Sem título definido, o
quinto disco da canadense chega às lojas em setembro de 2013, pela Epic
Records, e distribuição mundial pela Sony Music.
A novidade está na produção
do álbum, assinada por Chad Kroeger,
cantor e líder do Nickelback, e David Hodges, ex-integrante do Evanescence.
Nas lojas a partir de 30
de setembro de 2013, “The 20/20
Experience 2”, de Justin Timberlake
ganhou duas capas similares, divulgadas essa semana pelo cantor.
A diferença ficou por
conta da dose mais alta de dourado na imagem da capa. O material chegará nas
versões CD, vinil e uma edição dupla com os dois discos.
“The 20/20 Experience 2” trará 11 músicas inéditas e conta com “Take Back the Night” como primeiro
single de divulgação.
A produção da faixa ficou
por conta de Timbaland e Jerome J-Roc Harmon.
A parceria bem-sucedida de
Nile Rodgers com o Daft Punk, firmada no quarto disco de
inéditas dos franceses, “Randon Access
Memories”, será estendida, segundo anuncio oficial do grupo.
Guy-Manuel
de Homem-Christo e Thomas
Bengalter finalizarão as gravações inéditas do Chic, banda em que Rodgers é mentor e guitarrista e algumas faixas
solo encontradas nos arquivos da Warner Music.
A ideia é lançar dois
discos até 2014 com uma levada eletrônica. Uma coisa mais parecida com o som
que o Daft Punk vem fazendo em seus
álbuns.
Após saber que o disco “The 20/20 Experience” foi o que mais vendeu
no primeiro semestre de 2013 dentro dos Estados Unidos, Justin Timberlake divulgou que a faixa “Take Back the Night” será a primeira da sequencia do material, e
que em breve vai lançar seu videoclipe.
Agendado para chegar às
lojas em 3 de setembro, “The 20/20
Experience 2”, trará mais 10 faixas inéditas e participais especiais de
peso. Tudo indica que Rihanna é uma
das artistas convidadas pelo cantor.
Justin
Timberlake e Bruno Mars
têm os álbuns mais vendidos no primeiro semestre de 2013 nos Estados Unidos.
Segundo o ranking divulgado pela Billboard com dados da Nielsen SoundScan, “The 20/20 Experience” e “Unorthodox Jukebox” são respectivamente
o 1º e 2º álbuns da lista.
Com mais de 2 milhões de
cópias comercializadas desde seu lançamento, o terceiro disco de inéditas de
Justin marca o final de um hiato de sete anos sem lançar nada.
Já Bruno, com seu segundo
disco conseguiu emplacar dois singles no topo da Billboard, com vendas
superiores as 985 mil cópias neste semestre. Ao total, “Unorthodox Jukebox” já vendeu 1,5 milhão de unidades desde seu
lançamento.
Confira a lista dos 10
discos mais vendidos do primeiro semestre de 2013:
1.Justin
Timberlake – The 20/20 Experience –
2 Milhões
2.Bruno
Mars – Unorthodox Jukebox – 985 mil
3.Mumford
& Sons – Babel - 884 mil
4.Blacke
Shelton – Based On a True Story –
703 mil
O 12º CD do rapper
norte-americano Jay-Z, “Magna Carta Holy Grail”, chega essa
semana nos Estados Unidos e Europa e ganha também uma tiragem especial no
formato vinil pelo selo Thirf Man Records, do cantor Jack White.
Como aperitivo, o vinil
traz a faixa inédita “Open Letter”,
ausente na versão em CD de “Magna Carta
Holy Grail”.
Com produção do escocês Miaoux Miaxou, a banda Belle and Sebastian coloca no mercado
do Reino Unido, a partir de agosto, o remix inédito de “Your Cover’s Blown”, faixa lançada pelo grupo no EP “Books”, de 2004.
A novidade fará parte da
quarta coletânea do Belle and Sebastian,
“The Third Eye Centre”, que trará os
sucessos dos três últimos discos lançados pela gravadora Rough Trade: “Dear Catastrophe Waitress”, de 2003, “The Life Pursuit”, de 2006, e “Write About Love”, de 2010.
No Brasil, o material chega
às lojas através do selo carioca Lab 344.