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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Shakira já trabalha em novo álbum!



Nem a segunda gravides para Shakira de se dedicar ao seu trabalho no mundo da música. Segundo a própria, as gravações de seu próximo disco já começaram em Los Angeles.

A colombiana postou um vídeo em seu aplicativo especial para celulares, onde contou está compondo e gravando músicas para o sucessor de “Shakira”, ultimo disco em inglês lançado esse ano.

Finalizei três canções...Me sinto ótima, especialmente aqui em LA e por estar ao lado de Jay Brown, o único! Ele está aqui e sabe muito sobre música.

Shakira também se dedica à divulgação de sua nova fragrância, “Rock”, que teve o comercial gravado no mês de janeiro em Barcelona.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Oitavo disco de estúdio do Foo Fighters, ‘Sonic Highways’, chega às lojas em novembro de 2014



Segundo o produtor Butch Vig, um dos integrantes do Garbage, via Twitter, o oitavo álbum de estúdio do Foo Fighters foi finalizado após 23 dias de mixagem e chega às lojas ainda esse semestre.

Sonic Highways”, inspirado na série da HBO que flagra o quinteto em oito cidades dos Estados Unidos (Austin, Chicago, Los Angeles, Nashville, New Orleans, New Yourk, Seattle e Washington), será lançado em novembro de 2014, via Sony Music.

terça-feira, 29 de julho de 2014

Primeiro álbum da Madonna completa 31 anos de lançamento!



Foi no dia 27 de julho de 1983 que chegava às lojas americanas o álbum da novata Madonna. Depois do sucesso do single Everybody, lançado um ano antes e que dominou o mercado mundial (reveja nossa matéria especial), chegava a vez de ter o registro completo de músicas dessa cantora que já chamava atenção por sua ousadia na moda e atitudes.

Para produção, Madonna começou a trabalhar com Reggie Lucas, que anos antes já havia ganhado Grammy com suas produções e fazia parte do time da gravadora Warner. Começaram a trabalhar nas canções Lucky Star, Burning Up, Think of Me, I Know It e uma nova versão para a Ain’t no Big Deal. Lucas trouxe mais duas Physical Attraction e Borderline, mas no decorrer dos trabalhos Madonna não estava satisfeita com a direção musical e, após alguns conflitos, Lucas saiu do projeto e assim Madonna chamou o DJ John Jellybean Benitez, que era seu namorado na época, para dar outro tratamento nas faixas.


Madonna e Jellybean acrescentaram novos elementos às faixas e ele teve a ideia de buscar uma faixa nova que ouviu por outros produtores e que havia sido descartada. A canção chamava-se Holiday e já tinha a letra pronta, mas ainda sem uma base finalizada, mas depois de algumas semanas ganhou a roupagem final e virou um de seus maiores hits.

Curiosamente, a faixa Ain’t No Big Deal, que foi gravada em versão demo no ano anterior e faria parte do álbum, foi vendida pelo produtor Stephen Bray para um outro projeto inviabilizando assim para Madonna.

Sob o título apenas de MADONNA, o álbum teve suas oito faixas finalizadas e foi lançado no dia 27/Julho de 1983. Um álbum pop repleto de sintetizadores, tinha um ar jovial, as letras eram simples, falavam de amor ou simplesmente a dança e tinha como referência a disco, dance e black music. Madonna começava oficialmente sua trajetória na música tornando-se uma das mais importantes artistas do momento.


Com o sucesso já mundial da faixa Everybody, o segundo single lançado foi Burning Up, em março de 1983 e acompanhava o clipe onde Madonna se mostrava sempre no comando do amor. Mas foi com o segundo single que tornou-se um hit avassalador: Holiday dominou as rádios do planeta e fez sua entrada na Billboard no Top 20 e a alcançou o primeiro lugar no Top Dance. Curiosamente, não teve um clipe oficial, apenas diversas apresentações ao vivo.

O terceiro single foi Borderline, que alcançou picos mais altos na Billboard chegando ao Top 10 e permanecendo por 30 semanas na parada e aqui já tinha um clipe mais bem produzido e que contava a história de Madonna e o ciúme de seu companheiro. Lucky Star foi o último single, lançado um ano após o lançamento do álbum, e o sucesso foi tão grande que chegou à quarta posição na Billboard, sua primeira música a chegar ao dificílimo Top 5 nos EUA. Seu visual moderno numa mistura punk & brega com raízes de cabelo escuras, meias na perna e crucifixos, lançou moda e meninas se vestiam igual à Madonna.


O sucesso do álbum foi tão grande que Madonna chegou a vender na época mais de 7 milhões de cópias no mundo todo (hoje em dia já passa dos 10 milhões) e com seu singles lançados teve duração comercial em mais de 1 ano, o que fez atrasar o lançamento de seu segundo álbum, Like a Virgin.

Para promover o álbum, Madonna não teve uma turnê, mas fez dezenas de apresentações ao vivo em clubs entre Estados Unidos e Europa. Foi inclusive numa das apresentações de Holiday, que o apresentador Dick Clark perguntou qual era o desejo daquela garota de 24 anos: “Conquistar o mundo.” O resto todos nós sabemos…

terça-feira, 22 de julho de 2014

Sombrio em sua perfeição, “Ultraviolence” consolida Lana Del Rey



Com o segundo disco de inéditas de Lana Del Rey, “Born To Die”, e o hit “Sometime Sadness”, eu passei a dá maior atenção a cantora. Entretanto, foi com o lançamento do seu terceiro disco, “Ultraviolence” e a música “West Coast” que virei um fã daqueles que escuta o disco todos os dias.

Quem quiser conhecer o novo trabalho da norte-americana, basta ouvir as hipnotizantes “Shades of Cool” e “The Other Woman”. Além claro, de “Pretty When You Cry”, para atestar a qualidade e seu crescimento musical.

Enquanto muitos acreditavam em 2011 que a estrela seria apenas uma febre, já que sua repercussão começou através do videoclipe de “Video Game”, retirado do disco “Lana Del Rey A.K.A. Lizzy Grant”, eis que a morena retorna ao cenário musical com o segundo trabalho, já citado no início dessa resenha, “Born To Die”, de 2012, mostrando que não estava para brincadeira e que seu nome ainda figuraria por algum tempo nas paradas de todo planeta. O que ficou comprovado com o lançamento dos singles subsequente do disco.

O álbum “Ultraviolence” conta com parte de sua produção feita pelo guitarrista Dan Auebach, do duo norte-americano The Black Keys, o que deixou o disco mais coeso e linear. Digamos as músicas ficaram numa mesma atmosfera comandadas pela faixa, e uma de minhas favoritas “Cruel World”. Triste e obscura. Que traz em sua letra o peso de um mundo frívolo e hedonista, onde seres humanos se violentam e exercem sua crueldade de várias formas. Não tem como não ser fisgado por essa canção.


Já na música título “Ultraviolence”, temos a poesia sobre uma mulher que escuta tanto violinos como sirenes ao apanhar de seu homem. Forte não é? O produtor entendeu o que Lana queria passar nesse disco e brincou com seu mundo, já sombrio, envolvendo ainda mais as músicas num ambiente introspectivo e depressivo.

É certo dizer que Lana Del Rey acertou em cheio na escolha das faixas desse novo trabalho, que tem seu repertório totalmente autoral, regular e triste. Sim, o disco é uma pancada no estômago, mas vale a pena consumi-lo.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

“Ok Computer”, um disco fundamental do Radiohead


Direto ao ponto: “Ok Computer” é o disco fundamental na trajetória e discografia do Radiohead. É o rito de passagem de uma banda de relativo sucesso e boas composições para a banda mais influente e importante do mundo desde então. É o disco que inicia o culto ao quinteto e dá uma imensa carta branca nas mãos de Thom Yorke e seus companheiros para fazer o que bem entenderem com a indústria. Porque, por mais que “Pablo Honey” tivesse uma grande música ”Creep” e “The Bends” fosse um apanhado de lindas canções dolorosamente melódicas, a banda até então não tinha ousado e colocado uma assinatura própria em seu som. E, óbvio, foi a evolução de “Ok Computer” que conquistou a devoção de milhões de fãs e alçou a banda ao posto de salvação do rock, transformando Yorke (a contra-gosto) em líder e porta-voz de uma geração.

Sonoramente o disco faz uma releitura tanto do psicodelismo quanto do progressivo, limando os excessos de cada gênero e acrescentando as doses de melancolia tão presentes nos discos anteriores da banda. Mas, ao contrário dos antecessores, mais calcados na harmonia das músicas como um todo, “Ok Computer” apresenta uma preocupação imensa com os detalhes, com os timbres, com as texturas, com os pequenos riffs e solos que pontuam cada verso e estrofe. Suas músicas são mais do que apenas uma base melódica. Elas são como peças de um quebra-cabeça sonoro cuidadosamente estruturado. Seja nos momentos mais densos, como “Exit Music (For A Film)”, “Lucky” e “Climbing Up The Walls”, nos momentos mais vibrantes de “Airbag” e “Paranoid Android”, no britpop de “Electioneering”,  ou no lirismo de “Let Down” e “No Surprises”, a banda vai acrescentando um a um os acordes, as notas, as mudanças, os climas, sem se preocupar com as fórmulas básicas da música pop. Basta dizer que é um disco quase sem refrões.


Olhado com a distância do tempo, “Ok Computer” se apresenta como o retrato de toda uma geração. É como uma ópera-rock que versa sobre a vida moderna, uma crônica em preto e branco do século 21 e principalmente do pós-11 de setembro (não à toa, Thom Yorke sempre foi tratado como visionário). Traz no amargor e na voz sofrida do vocalista a carga de uma era em que as pessoas cada vez mais se isolam de tudo e criam barreiras ao seu redor. É uma época em que a convivência fica cada vez mais distante e impessoal. O egoísmo e a solidão estão presentes o tempo inteiro nos versos cínicos do cantor. Se “The Bends” era um disco basicamente sobre as relações humanas (majoritariamente românticas), “Ok Computer” é um disco sobre o conflito do homem consigo mesmo, um auto-retrato da angústia tão característica do vocalista – e que o assolaria como nunca após o sucesso estrondoso do álbum.

Como retrato de nossa era, “Ok Computer” diagnostica e radiografa perfeitamente os tempos do “politicamente correto”. Primeiro em “Karma Police” e sua ameaça constante de que “isso é o que você leva, quando mexe conosco”. Mas nada como “Fitter, Happier” para explicar a monotonia e mesmice em que tantas pessoas tentam transformar o seu, o meu, o nosso mundo. Esteja em forma, trabalhe bastante, não beba em excesso, coma de forma correta, conviva melhor com as pessoas. Parece o discurso da abertura de “Trainspotting”, um manual de regras simples para a felicidade. De nada adianta, porém, pois esse alívio momentâneo é destruído com força pelo pessimismo assolador de “No Surprises”, um dos melhores retratos do que uma vida com regras pré-estabelecidas pode causar, e que foi traduzido de forma exuberante em seu clipe, em que o vocalista é “afogado” em um aquário enquanto canta: “No alarms, no surprises”. É assim que vale a pena viver, sem ter nenhum tipo de novidade?

No entanto, sem dúvida alguma, a música que melhor expressa o disco como uma unidade é “Paranoid Android” – não por acaso a melhor música da banda. Começa com Yorke tentando espantar seus fantasmas internos enquanto os riffs de guitarra entrelaçados e a linha de baixo circular hipnotizam. O vocalista vai destilando sua ironia e expurgando seus demônios enquanto a canção cresce, até explodir no solo nervoso, rápido, urgente de Jonny Greenwood. De repente tudo acalma e um coro angelical começa a clamar pela chuva, uma pretensa redenção, que chega aos poucos, mas muito mais delicada do que em “Magnólia”. Para terminar a possível lavagem da alma, nada melhor do que uma lógica religiosa máxima transbordando cinismo. “Deus ama seus filhos, Deus ama seus filhos”. É necessário repetir muito para acreditar e não ficar louco neste mundo. “Ok Computer” é, enfim, desde seu título, uma rendição aos tempos modernos. Não há como escapar do que se tornou a nossa época.

Alçada ao posto de melhor banda do mundo, o Radiohead teve que lidar com uma fama que nunca almejou. Para isso, o grupo criou uma base sólida em si mesmo e resolveu traçar seu próprio caminho, com cada passo milimetricamente calculado. O que aconteceu depois disso é história, que culmina com o lançamento de “In Rainbows” em 2007, o álbum que colocou abaixo todo o modelo de indústria musical como a conhecíamos. Mas nada disso seria possível se, 10 anos antes, a banda não tivesse arrebatado uma multidão de fãs com “Ok Computer”. Um disco sublime do primeiro ao último acorde, uma verdadeira obra de arte atemporal capaz de ser reanalisada e redescoberta por novos ângulos com o passar dos anos. O mundo mudou nesse tempo, e só o Radiohead parece ter percebido isso… dez anos atrás.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Conheça a capa de “Nós”, compilação que junta as parcerias de Maria Gadú com cantoras de diferentes estilos


Maria Gadú tem como síntese do seu novo disco, “Nós”, o verso de Dona Cila (2009): “De todo amor que tenho, metade foi tu que me deu”.

O projeto reúne 18 músicas gravadas por ela com cantores de diferentes estilos e geração. O álbum será lançado pela Som Livre, nos formatos físico e digital, no inicio do mês de agosto.

As parcerias são muito importantes pra mim. Cantei com várias gerações. São outras metades da minha história”, definiu Maria Gadú, através do texto que apresenta o disco aos jornalistas.



Conheça as 18 faixas que farão parte do disco “Nós”:

1.    Mais que a Mim (Ao Vivo) – com Ana Carolina
2.    Recomeço – com Totonho Villeroy
3.    Oh My Love, My Love – com Moska e Kevin Johansen
4.    Lamento Sertanejo (Ao Vivo) – com Gilberto Gil e Milton Nascimento
5.    Demônio Colorido (Ao Vivo) – com Sandra de Sá
6.    Nosso Estranho Amor (Ao Vivo) – com Caetano Veloso
7.    Do Nada, Me Jogaram aos Leões – com Jay Vaquer
8.    No Rancho Fundo (Ao Vivo) – com Chitãozinho & Xororó
9.    Luzia – com Daniel Chaudon
10. Em Paz (Ao Vivo) – com 5 a Seco
11. Camaleonte (Camaleão) – com Banda Inventário
12. Quem me Dera – com Ivan Lins
13. Mais Uma Vez (Ao Vivo) – com Jota Quest
14. I Know It Won’t Be Long – com Jesse Harris
15. Alone – com Eagle-Eye Cherry
16. Música Inédita – com Tiago Iorc
17. Felicidade – com Leandro Léo
18. Buquê – com Camila Wittmann

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Confira a capa de “Applause”, novo single da Lady Gaga


Após varias fotos promocionais do disco ARTPOP, Lady Gaga confirma o nome do primeiro single do material, “Applause”, e divulga a capa.

Com lançamento programado para o dia 19 de agosto, mesmo dia em que a pré-venda será disponibilizada, a música só ganha videoclipe no dia 1 de setembro.

Lady Gaga vem trabalhando no álbum desde 2012, e a ideia é lançar algo revolucionário e inovador.


ARTPOP está agendado para 11 de novembro.

sábado, 27 de julho de 2013

O Rappa anuncia ‘Auto-reverse’, como nova música de trabalho


Com previsão de lançamento pela Warner Music para o mês de agosto, o nono disco da carreira d’O Rappa, e sexto de inéditas, teve sua data adiada para setembro.

A informação ainda não foi oficializada pelo grupo carioca. Mas, ao anunciar uma segunda música de trabalho do álbum, “Auto-Reverse”, parceria com o compositor pernambucano Lula Queiroga, alguns executivos da gravadora deram como certo a alteração.

Anjos (Pra Quem Tem Fé)”, foi lançada como primeira música de trabalho do disco, que sairia em agosto, segundo informação da banda. Entretanto, a recepção da faixa não foi tão boa quanto o esperado, já que o grupo não lançava nada inédito desde 2008, quando colocou no mercado o mediano “7 Vezes”.

Vamos aguardar então que coisa boa deve tá a caminho.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Rumores apontam que o novo single de Lady Gaga se chamará “Applause”


Ao que tudo indica, o primeiro single do terceiro disco de inéditas da Lady Gaga será da faixa “Applause”. A informação partiu da própria irmã da cantora, Natali Germanotta, e de Tara Savelo, sua maquiadora.


26 dias”, postou tara no seu Twitter, adicionando uma imagem indicando o título como novo single de Gaga.

26 é a quantidade de dias que faltam para o lançamento do primeiro single de “ARTPOP”.

Já Natali, postou um trecho da letra do possível novo single.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Conheça a capa do terceiro disco do duo MGMT


O terceiro disco de inéditas do MGMT ganhou uma capa casual, conforme vocês podem conferir na imagem abaixo.

O duo norte-americano, formado por Andrew VanWyngarden e Ben Goldwasser, colocam o material nas lojas dos Estados Unidos dia 17 de setembro, em edição da Columbia Records. O sucessor de “Congratulations”, de 2010, foi gravado no Tarbox Road Studios, nos EUA, com colaboração de Dave Fridmann.


Trazendo 10 faixas, sendo nove inéditas e um cover de “Instrospection”, de Faine Jade, compositor e guitarrista da década de 60, o disco segue a mesma linha dos anteriores.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

EMI lança tiragem especial em vinil do sétimo disco solo de Marcelo D2


Lançado em CD em maio de 2013, o sétimo trabalho solo de Marcelo D2, “Nada Pode Me Parar”, chega ao mercado em edição em vinil.

A ideia é divulgar mais ainda o disco pelas noites do Brasil e o formato em vinil chama sempre mais a atenção dos DJs e colecionadores.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

“Rock n Roll” será o próximo single de trabalho de Avril Lavigne


O segundo single oficial do próximo disco de inéditas de Avril Lavigne será o da faixa “Rock n Roll”, produzida por Max Martin, responsável pela produção de “Here’s to Never Growing Up”, lançada em abril.

Sem título definido, o quinto disco da canadense chega às lojas em setembro de 2013, pela Epic Records, e distribuição mundial pela Sony Music.


A novidade está na produção do álbum, assinada por Chad Kroeger, cantor e líder do Nickelback, e David Hodges, ex-integrante do Evanescence.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Justin Timerlake revela capas de “The 20/20 Esperience 2”


Nas lojas a partir de 30 de setembro de 2013, “The 20/20 Experience 2”, de Justin Timberlake ganhou duas capas similares, divulgadas essa semana pelo cantor.

A diferença ficou por conta da dose mais alta de dourado na imagem da capa. O material chegará nas versões CD, vinil e uma edição dupla com os dois discos.

The 20/20 Experience 2” trará 11 músicas inéditas e conta com “Take Back the Night” como primeiro single de divulgação.

A produção da faixa ficou por conta de Timbaland e Jerome J-Roc Harmon.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Nile Rodgers convida Daft Punk para finalizar gravações inéditas do Chic


A parceria bem-sucedida de Nile Rodgers com o Daft Punk, firmada no quarto disco de inéditas dos franceses, “Randon Access Memories”, será estendida, segundo anuncio oficial do grupo.

Guy-Manuel de Homem-Christo e Thomas Bengalter finalizarão as gravações inéditas do Chic, banda em que Rodgers é mentor e guitarrista e algumas faixas solo encontradas nos arquivos da Warner Music.


A ideia é lançar dois discos até 2014 com uma levada eletrônica. Uma coisa mais parecida com o som que o Daft Punk vem fazendo em seus álbuns.

O material inclui trilhas sonoras de filmes.

Justin Timberlake anuncia vídeo de “Take Back the Night”, primeiro single de “The 20/20 Experience 2”


Após saber que o disco “The 20/20 Experience” foi o que mais vendeu no primeiro semestre de 2013 dentro dos Estados Unidos, Justin Timberlake divulgou que a faixa “Take Back the Night” será a primeira da sequencia do material, e que em breve vai lançar seu videoclipe.


Agendado para chegar às lojas em 3 de setembro, “The 20/20 Experience 2”, trará mais 10 faixas inéditas e participais especiais de peso. Tudo indica que Rihanna é uma das artistas convidadas pelo cantor.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Justin Timberlake e Bruno Mars são os líderes de vendas de 2013 nos EUA


Justin Timberlake e Bruno Mars têm os álbuns mais vendidos no primeiro semestre de 2013 nos Estados Unidos. Segundo o ranking divulgado pela Billboard com dados da Nielsen SoundScan, “The 20/20 Experience” e “Unorthodox Jukebox” são respectivamente o 1º e 2º álbuns da lista.

Com mais de 2 milhões de cópias comercializadas desde seu lançamento, o terceiro disco de inéditas de Justin marca o final de um hiato de sete anos sem lançar nada.

Já Bruno, com seu segundo disco conseguiu emplacar dois singles no topo da Billboard, com vendas superiores as 985 mil cópias neste semestre. Ao total, “Unorthodox Jukebox” já vendeu 1,5 milhão de unidades desde seu lançamento.


Confira a lista dos 10 discos mais vendidos do primeiro semestre de 2013:

1.    Justin Timberlake – The 20/20 Experience – 2 Milhões
2.    Bruno Mars – Unorthodox Jukebox – 985 mil
3.    Mumford & Sons – Babel -  884 mil
4.    Blacke Shelton – Based On a True Story – 703 mil
5.    Imagine Dragons – Night Visions – 692 mil
6.    Pink – The Truth About Love – 674 mil
7.    Macklemore & Ryan Lewis – The Heist – 653 mil
8.    The Lumineers – The Lumineers – 649 mil
9.    Taylor Swift – Red – 616 mil
10. Daft Punk – Random Access Memories – 614 mil

Selo de Jack White lança 12º CD do Jay-Z em vinil com música inédita


O 12º CD do rapper norte-americano Jay-Z, “Magna Carta Holy Grail”, chega essa semana nos Estados Unidos e Europa e ganha também uma tiragem especial no formato vinil pelo selo Thirf Man Records, do cantor Jack White.


Como aperitivo, o vinil traz a faixa inédita “Open Letter”, ausente na versão em CD de “Magna Carta Holy Grail”.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Belle and Sebastian lança em agosto 4ª coletâneas com remixes e raridades


Com produção do escocês Miaoux Miaxou, a banda Belle and Sebastian coloca no mercado do Reino Unido, a partir de agosto, o remix inédito de “Your Cover’s Blown”, faixa lançada pelo grupo no EP “Books”, de 2004.

A novidade fará parte da quarta coletânea do Belle and Sebastian, “The Third Eye Centre”, que trará os sucessos dos três últimos discos lançados pela gravadora Rough Trade: “Dear Catastrophe Waitress”, de 2003, “The Life Pursuit”, de 2006, e “Write About Love”, de 2010.


No Brasil, o material chega às lojas através do selo carioca Lab 344.


Confira as faixas de “The Third Eye Centre”:
1.    I’m a Cuckoo (Avalanches Remix)
2.    Suicide Girl
3.    Love On The March
4.    Last Trip
5.    Your Secrets
6.    Your Cover’s Blow (Miaoux Miaoux Remix)
7.    O Took A Long Hard Look
8.    Heaven in the Afternoon
9.    Long Black Scarf
10. The Eighth Station of the Cross Kebab House
11. I Didn’t See It Coming (Richard X Mix)
12. (I Believe in) Travellin’ Light
13. Stop, Look and Listen
14. Passion Fruit
15. Desperation Made A Fool of Me
16. Blue Eye of a Millionaire
17. Mr. Richard
18. Meat and Potatoes
19. The Life Pursuit