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Gwyneth
Paltrow foi eleita a celebridade mais bonita do mundo de 2013,
segundo a revista norte-americana People,
logo após ser escolhida a celebridade mais odiada pela revista Star. Louco, né?!
A estrela de “Homem de Ferro 3” e ganhadora do Oscar
de Melhor atriz pelo filme “Shakespeare
Apaixonado”, de 1999, contou em entrevista que gosta de ficar à vontade em
casa.
“Eu fico de jeans e camiseta. Não uso maquiagem”, contou a
publicação, a atriz que é casada com o líder do Coldplay, Chris Martin,
com quem tem dois filhos.
A aparência jovem da atriz
é resultado de uma rotina pesada de exercícios, que tem como supervisor, seu
amigo e guru, Tracy Anderson.
“Faz eu parecer mais jovem e me sentir forte. Quando comecei, pensei: ‘Nunca
vou ser boa nisso. Isso é um pesadelo! Mas agora é como escovar os dentes, eu
simplesmente faço’”.
Aos 40 anos, Gwyneth
lidera a lista que ainda conta com Kerry
Washington, Amanda Seyfried, Zooey Deschanel, Jane Fonda, Jennifer
Lawrence, Kelly Rowland, Halle Berry e Drew Barrymore.
Galera,
finalmente! Visualizar esses novos pôsteres de “Wolverine: Imortal” é emoção demais! Vem muita coisa boa por ai,
muita ação e Wolverine nunca se
sentiu tão sozinho.
A
história se passa após “X-men: O
Confronto Final” e Logan, não têm mais a sua amada Jean Grey, os outros X-Men se separaram e ele se vê sozinho
e isolado do mundo. A imortalidade de Wolverine será o grande foco deste filme,
que não terá muitas ligações com os antigos X-Men.
Wolverine
estará no Japão dos dias atuais, um mundo desconhecido por ele e terá o seu
confronto final, que deixará marcas eternas. Vulnerável pela primeira vez e
pressionado por seus limites físicos e emocionais, ele enfrenta não apenas o
samurai de aço mortal, mas também a luta interna contra a sua própria
imortalidade, emergindo mais poderoso do que jamais visto antes.
O
primeiro trailer foi lançado nas cópias de “G.I. Joe: Retaliação” nos cinemas norte-americanos, no último dia
29 de março de 2013.
O novo longa de Mark Wahlberg, “Suor e Glória” teve seu título divulgado, juntamente com o segundo
trailer, muito mais violento e sensual que o primeiro.
Recheado de referências
sexuais e violência gratuita, como dedos decepados, músculos apertados por camisetas
de marombados, mulheres saradas e safadas de biquíni, o filme ainda traz algumas
cenas engraçadas.
Baseado em fatos reais, “Suor e Glória” conta com Dwayne Johnson como um dos
protagonistas.
Logo
nos primeiros minutos de “A Busca”,
já entendemos porque o título inicial do filme era “A Cadeira do Pai”. Entendo e apoio a mudança para um título “mais
comercial” (filmes precisam vender ingresso, e ponto), mas não podemos deixar
de admitir que o primeiro título é muito mais profundo quanto à trama. Afinal,
ele fala muito mais sobre o lugar (cadeira) ocupado por um pai na vida de seu
filho, do que somente sobre a busca de um filho que “fugiu” de casa.
Na
trama, Théo (Wagner Moura) vive um
momento de problemas conjugais com Branca (Mariana
Lima), quando o filho Pedro (Brás
Antunes – filho do Arnaldo na vida real, mas muito parecido com Mariana Lima) foge de casa. Assim, o
filme se torna um misto de drama familiar com road movie e pitadas de
investigação.
O
filme do diretor estreante Luciano Moura
acaba se tornando interessante e cheio de cenas que sempre remetem à relação
entre pai e filho. No momento em que Théo pede ajuda a um senhor rabugento e
este lembra-se de sua própria filha que exige créditos no celular, a referência
é vaga, mas em seguida é interessante notar que Théo é responsável pelo parto
de uma jovem, permitindo-se um companheirismo que, mesmo momentâneo para
aqueles que precisam, nos faz entender sua capacidade de estender a mão ao outro
e, portanto, ajudar seus familiares, que antes ele pouco compreendia.
É
interessante notar também as descobertas sobre seu filho ao longo da jornada
para encontrá-lo. Só quando encontra um desenho de Pedro em uma borracharia ele
passa a admirar seus desenhos. Ao ficar sabendo que o filho não sabia o que um
cavalo come, Théo também se dá conta de como seu filho ainda é jovem. E ao ver
algumas fotos da passagem de Pedro por uma comunidade “hippie”, o pai passa a
admirar o fato de seu filho estar aproveitando a vida. Só assim o pai consegue
entender as aspirações e desejos de Pedro e, através do entendimento, passa a
respeitá-los. Esta é a grande transformação do protagonista, que no começo era
um pai que não ouvia ou compreendia o filho nem a esposa.
Através
deste tipo de trama, o longa de Luciano
Moura conversa muito com os road movies de Walter Salles, que sempre lidam com a necessidade do afastamento
das origens para as descobertas pessoais. No entanto, enquanto os filmes de
Salles tratam da auto-descoberta, este retrata a descoberta de outros (o pai e
o filho) como ponto de partida para a consequente autodescoberta. Aliás, é
curioso pensar que Théo precisa fazer uma longa viagem para chegar às suas
raízes, literalmente.
A
direção de arte do filme ainda merece destaque por criar o ambiente interno da
casa dos personagens principais, que parece fria e vazia, sem nunca deixar de
se mostrar imponente e sofisticada, deixando claras tanto a situação
psicológica da família quanto a condição social. O elemento de ligação entre o
início e o final do filme (a piscina) se mostrou interessante justamente para
criar respostas da trama com uma única cena.
Mas
há falhas, como a ausência da polícia no desaparecimento de uma criança (que
ainda falsificou documentos), algumas situações que mudam o tom do filme para
uma comédia e a urgência nunca criada quanto à verdadeira situação do garoto –
o espectador nunca se preocupa realmente que algo de ruim pode acontecer com
Pedro. Sem contar o “anjo” que atropela Théo para depois lhe dar um conselho
que, se não é exagerado, ao menos precisava de mais tempo de desenvolvimento da
história do personagem.
Todas
as falhas do filme, no entanto, diminuem seus efeitos graças ao impacto
emocional e, principalmente, a uma das cenas finais, que tem a presunção de
colocar Wagner Moura e Lima Duarte frente a frente: só isso já
vale o filme todo.
“Delta Machine”, 13º disco de estúdio do Depeche Mode, foi lançado em escala mundial nesta última semana de
março de 2013. “Welcome to My World”
abre o disco seguindo a linha sombria adotada deste “Playing the Angel”, de 2005, e não faz feio.
À vontade em seu mundo
atormentado, o grupo inglês traz de volta a linha musical de seu antecessor, e
um dos meus discos favorito, “Sounds of
the Universe”, de 2009, sem deixar de lado os sintetizadores, guitarras
distorcidas e as tonalidades sombrias, que faz do Depeche Mode uma das melhores coisas já lançada desde a década de
1980.
Escutei “Delta Machine” pela primeira vez na
noite de ontem (29/3), enquanto escrevia o roteiro de mais um programa de
cinema em que apresento pela TV 7, e a cada faixa, pude perceber a alta
qualidade do som produzido pela banda.
“Slow” e “Goodbye”, mostra
logo de cara a influência do blues. “Angel”,
a baladinha mais sedutora do disco empata com “Heaven” como as melhores faixas do material. Já “Broken”, traz uma boa dose de batidas
eletrônicas.
Produzido por Ben Hillier, o disco foi gravado nos
Estados Unidos e mantém a banda em alta no mercado fonográfico.
Andy
Fletcher, Dave Gahan
e Martin Gore conhecem bem o poder
da máquina de synthpop e oferece o melhor da música e do Depeche Mode com esse disco.
“Percy Jackson e o Mar de Monstros”, segundo filme da pentalogia
(cinco filmes) do escritor Rick Riordan, traz o filho de Poseidon com uma
humana, Percy (Logan Lerman), na
procura do Velocino de Ouro.
Com estreia programada
para o dia 16 de agosto, o longa traz Alexandra
Daddario e Brandon T. Jackson
como os amigos de Percy, além de Stanley
Tucci como Dionísio e Sean Bean,
mais uma vez no papel de Zeus.
Sabe-se
que não é de hoje que muitos fãs da banda Queen,
aguardam uma cinebiografia muito bem feita de um dos maiores cantores do Reino
Unido, Freddie Mercury. Com esta
expectativa em alta, muitos boatos rolaram e uma das certezas que já surgiram é
que o ator Sacha Baron Cohen (famoso
Borat), deve assumir o papel de Freddie, o que na minha opinião é uma das
escolha mais acertadas que os produtores poderiam ter.
Agora
surge novo rumor, e desta vez, pode ser um daqueles que dará a coroa para um filme
que já surge para ser uma das melhores cinebiografias já feitas, isto porque,
especula-se que Tom Hooper, diretor
de “Os Miseráveis”, pode assumir a
direção do filme e assim reeditar a grata parceria que fez com Cohen no
musical.
Para
quem não sabe, Tom Hooper foi
indicado ao Oscar 2013, e ganhou notoriedade com o musical. Antes dele Stephen Frears, que dirigiu “A Rainha” era o candidato à direção.
Sobre
a cinebiografia, sabe-se que o filme deve retratar os anos em que a famosa
banda Queen estava sendo formada,
esta história deve ir até o show no Live Aid, em 1985, que consagrou a banda e
a levou a um patamar de glória e sucesso.
O
filme não tem título, muito menos data de estreia, mas as especulações já
começam a dar corpo para esse tão aguardado filme.
“O Homem de Aço” ganhou uma imagem de Henry Cavil e Amy Adams,
na pele do Supermam e Lois Lane, para a capa da revista Total Film.
A nova saga do herói traz
um Clark kent moldado pelos valores dos seus pais adotivos, Martha (Diane Lane) e Jonathan Kent (Kevin Costner), que ao descobrir que
possui habilidades extraordinárias passar ter que tomar decisões difíceis. A
prova de fogo vem quando Clark precisa proteger as pessoas que ama de uma
grande ameaça.
O filme também conta com Russell Crowe (Os Miseráveis) e Laurence
Fishburne (Matrix). A produção é
de Christopher Nolan (Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge),
com a direção de Zack Snyder (300).