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Claudia Raia é mais um nome a deixar a TV Globo após o encerramento de seu contrato de exclusividade. A notícia, embora já houvesse sido adiantada durante sua participação no programa “Roda Viva”, em maio deste ano, foi confirmada na noite da última segunda-feira (1º), via Instagram.
Ela permaneceu no canal por 40 anos e agora, como outros nomes veteranos, passará a assinar contrato por obra. Assim tem ocorrido com a nova política de reestruturação da emissora, que oferece mais liberdade ao quadro de atores.
“Foram tantos aprendizados, sonhos realizados, amigos e filhos que eu ganhei da teledramaturgia. Só tenho motivos para celebrar, foram muitas conquistas pessoais e profissionais”, escreveu, na legenda de um vídeo que revisitou sua trajetória. “Daqui a pouco estou de volta, isso não é um adeus. É um até logo”.
Claudia Raia chegou à TV Globo em 1983, estrelando uma das esquetes do programa “Viva o Gordo”, apresentado por Jô Soares. Os dois também engatariam um romance. Em seguida, embarcou em personagens de veia cômica como Tancinha, em “Sassaricando” (1987) e Adriana, em “Rainha da Sucata” (1990). Mais tarde, com o currículo bastante diversificado, foi a vez de duas vilãs emblemáticas chegaram ao seu repertório: Angela, em “Torre de Babel” (1998), e Donatela (que no fim das contas era mesmo a mocinha!), em “A Favorita" (2008).
Em 2024, Raia deu prioridade ao teatro, onde interpretou a artista plástica Tarsila do Amaral no espetáculo “Tarsila, a Brasileira”.
A icônica novela ‘Vale Tudo’, obra-prima de Gilberto Braga, volta à tela da Globo em um aguardado remake. Segundo informações do jornal Extra, a talentosa atriz Fernanda Torres (‘Entre Tapas e Beijos’) dará vida à memorável vilã Odete Roitman nesta nova versão.
Fernanda Torres se junta a Taís Araujo no elenco principal, e a produção busca a atriz ideal para interpretar Heleninha, a filha da vilã.
Bárbara Paz foi a primeira cotada para o papel, mas com a escalação de Fernanda Torres, a Globo busca uma atriz mais jovem. Marjorie Estiano recebeu convite para o papel e dispensou a necessidade de testes, mas recusou a proposta. Leandra Leal também foi convidada, mas logo após descobriu estar grávida.
Manuela Dias, autora da novela ‘Amor de mãe’, é a responsável pela adaptação. A versão original foi escrita por Gilberto Braga, Aguinaldo Silva e Leonor Bassères.
O remake está previsto para estrear em 2025 como parte das comemorações dos 60 anos da Globo.
O aclamado ‘Planeta dos Macacos: O Reinado‘, que alcançou 80% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, já arrecadou quase US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais.
Atualmente, o longa se encontra no TOP 5 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas de ‘Divertida Mente 2‘ (US$1B), ‘Duna: Parte 2‘ (US$711.8M), ‘Godzilla x Kong: O Novo Império‘ (US$567.7M) e ‘Kung Fu Panda 4‘ (US$543.6M).
Nos EUA, a produção soma US$ 168 milhões. No mercado internacional, foram US$ 221 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 389 milhões. Os maiores mercados internacionais contam com a China (US$28.7M), França (US$21.5M), México (US$19.2M) e Reino Unido (US$18.2M). Apesar de ter perdido o título de maior arrecadação do ano no Brasil, o filme já soma mais de R$ 60 milhões em território nacional.
Vale lembrar que o longa abriu com US$ 56.5 milhões nos EUA, superando as estreias de ‘Planeta dos Macacos: A Origem‘ (US$54.8M) e ‘Planeta dos Macacos: A Guerra‘ (US$56.2M).
Orçada em US$ 165 milhões, a produção infelizmente recebeu uma nota B dos espectadores no CinemaScore – o que é considerada baixa para o gênero. Para termos de comparação, essa é a menor nota da franquia desde o criticado reboot de Tim Burton, de 2001.
Na trama do novo filme, ambientada 300 anos após os eventos de ‘Planeta dos Macacos – A Guerra‘, as qualidades de liderança de César se dissiparam com o tempo, porém, seu legado continua a inspirar Noa, o novo herói macaco do Reino.
O elenco conta com William H. Macy, Owen Teague, Dichen Lachman, Freya Allen, Eka Darville, Peter Macon, Travis Jeffery, Neil Sandilands, Sara Wiseman, Ras-Samuel Welda-abzgi e Lydia Peckham.
Além de dirigir, Wes Ball assina o roteiro em conjunto com Josh Friedman (‘Expresso do Amanhã’).
Os próximos passos de Eliana já estão definidos! A mais nova contratada do Grupo Globo, em entrevista ao “Fantástico”, neste domingo (30), revelou que substituirá Ivete Sangalo no comando do “The Masked Singer”.
Além disso, a loirona estará na apresentação do “Saia Justa”, do GNT, ao lado de Tati Machado, Bela Gil e Rita Batista.
“Eu vou fazer dois projetos completamente diferentes. Primeiro é o Saia Justa, que é esse formato que tem 20 anos, que fala tanto com a mulher. E depois a diversão, a alegria de um programa família, que o The Masked Singer, que é um projeto também que eu amo de paixão. Tem o carinho dos meus filhos que amam esse formato. Então pegar esse bastão vindo de uma cantora tão querida por todo Brasil, que é a Ivete é muito legal. É astral, já é astral. Tem muito a ver com o meu DNA”, disse ela.
No bate-papo exclusivo para o programa dominical, Eliana falou, também, sobre a transição na carreira aos 51 anos. Ela deixou o SBT na última semana, após 33 anos na emissora.
“Eu venho de muitos anos na televisão. Primeiro, por 16 anos, eu falei com as crianças dessa família. E aí eu fiz a transição, uma transição muito bem-sucedida para um ambiente onde só havia homens, predominantemente masculino, que é o de programas de auditório aos domingos. A gente sabe dos grandes nomes que fizeram a história da televisão”, destacou ela.
George R.R. Martin, autor de “As Crônicas de Gelo e Fogo”, usou seu blog para revelar que ‘A Knight of the Seven Kingdoms: The Hedge Knight’, o segundo spin-off de ‘Game of Thrones’, estreará no início de 2025.
“Baseado na minha novela ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’, o novo programa terá sua estreia em 2025 com apenas seis episódios. Uma novela é consideravelmente mais curta que um romance (especialmente um dos meus romances), portanto, há menos material de origem disponível”, escreveu Martin.
Ele também afirmou: “Ouço dizer que tudo está indo muito bem no momento. No próximo mês, poderei ver por mim mesmo. Parris e eu levaremos alguns de nossos colaboradores para Belfast no meio de julho para visitar o set, conhecer o elenco e assistir a alguns torneios”.
E a HBO (via Deadline) anunciou novas adições ao elenco, que é liderado por Peter Claffey (‘Wreck’) como Sor Duncan, o Alto, e Dexter Sol Ansell (‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’), que vive seu escudeiro, chamado Egg.
Entre os novos nomes estão Finn Bennett como Aerion Targaryen, Bertie Carvel como Baelor Targaryen, Tanzyn Crawford como Tanselle, Daniel Ings como Sor Lyonel Baratheon, e Sam Spruell como Maekar Targaryen.
Por enquanto, apenas os nomes de seus personagens foram revelados, mas ainda não há descrição sobre eles. Lembrando que a produção está sendo rodada em Belfast, capital da Irlanda do Norte, nos estúdios Titanic.
Confira a sinopse:
“Um século antes dos eventos de ‘Game of Thrones’, dois improváveis heróis vagaram por Westeros: um cavaleiro jovem e ingênuo, mas corajoso, Sor Duncan, o Alto, e seu escudeiro baixinho, Egg. Em uma época em que a linhagem Targaryen ainda detinha o Trono de Ferro e a memória do último dragão ainda não havia se extinguido, grandes destinos, poderosos inimigos e perigosas aventuras aguardam esses improváveis e incomparáveis amigos.”
Martin e Ira Parker serão responsáveis pelo roteiro, além de servirem como produtores executivos do derivado. A produção está programada para estrear no segundo semestre de 2025.
Vale lembrar que a 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ já está em exibição.
Michael Lesslie, conhecido por seu trabalho em produções como ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’, foi recentemente escalado pela Marvel Studios para construir o roteiro do novo capítulo da saga ‘X-Men’ nos cinemas.
Enquanto detalhes não foram revelados, o famoso insider Daniel RPK divulgou detalhes sobre o próximo longa-metragem através das redes sociais.
No X, o jornalista afirma que o enredo do projeto irá se aproveitar do sucesso retumbante da série animada ‘X-Men ’97’, que se tornou uma das produções mais aclamadas do ano, e irá colocar todos os membros do time na história.
Lembrando que todos os episódios da primeira temporada de ‘X-Men ’97’ estão disponíveis no Disney+.
Continuando após os eventos de ‘X-Men: A Série Animada’, os X-Men enfrentam novos desafios perigosos após a perda de seu líder, o Professor Xavier.
Cal Dodd, Lenore Zann, George Buza, Catherine Disher, Chris Potter, Alison Sealy-Smith, Adrian Hough e outros estão no elenco de dublagem.
Depois de uma série de acontecimentos estranhos que a levam a questionar a vida isolada da sua família num complexo fortificado nas profundezas de um bosque inglês, Willow, de 10 anos, segue os seus pais numa das suas secretas caminhadas noturnas até o coração da antiga floresta. Mas ao testemunhar seu pai passar por uma terrível transformação, ela também acaba sendo afetada pelo obscuro segredo ancestral que eles tentaram desesperadamente esconder.
O elenco de ‘The Beast Within’ ainda conta com Ashleigh Cummings, James Cosmo, Caoilinn Springall, Miriam Arabella Maslin e Adam Basil.
O terror será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 26 de julho.
Super-heróis, continuações, sagas, animações e marcas muito conhecidas. Ao olharmos as maiores produções de hoje, notaremos muita semelhança com o que era feito há dez anos. Bem, há vinte, trinta e quarenta anos também. Mas isso não quer dizer que não possa existir originalidade e qualidade, e que também tais filmes não possam passar um atestado, uma mensagem. Nesta nova matéria falaremos de um tema específico que conta muito para o sucesso de um filme, sua abertura no fim de semana. Embora muitos possam confundir, a estreia de um filme no fim de semana e sua bilheteria total obviamente não são a mesma coisa, embora estejam sim interligadas.
Certamente você já viu algum ator brasileiro pedindo para que seu filme seja assistido no primeiro fim de semana de estreia, pois isso conta muito para a sua longevidade nas telonas. E isso é real. Se um filme vai mal em sua estreia, na semana seguinte suas salas de exibição podem ser reduzidas pela metade, e na semana seguinte quem sabe ele poderá ser cortado por completo dos cinemas. Isso acontece com filmes pelo mundo todo, pois o mercado exibidor funciona através da análise dos números. Embora a arte seja subjetiva, tudo que a cerca é pura matemática. É quando a área de humanas se choca com a de exatas.
Não necessariamente um filme que obteve uma estreia maravilhosa viverá para se tornar um dos maiores sucessos do ano – como alguns casos que veremos na lista. E por outro lado, muitas vezes um filme faz uma estreia modesta ou boa, mas não fenomenal, mas adquire “pernas” como dizem, sendo capaz de caminhar longas distâncias para se tornar um sucesso estrondoso. Sendo assim, trazemos para vocês mais uma matéria nostálgica, relembrando as maiores estreias nos cinemas dos EUA que completam dez anos de lançamento em 2023.
Confira.
10) O Hobbit – A Desolação de Smaug US$73 milhões
Ninguém duvida que a franquia ‘O Senhor dos Anéis’ é um dos maiores fenômenos de nossos tempos, seja nos cinemas ou até mesmo nas telinhas (não mais tão telinhas assim), como o sucesso da Amazon Prime Video ‘Os Anéis de Poder’ (2022). E isso é verdade mesmo com um produto não tão abraçado pelos fãs raiz como a trilogia ‘O Hobbit’. Esse foi o segundo capítulo da nova saga, que obteve uma abertura menor em seu fim de semana de estreia nas bilheterias que o antecessor, mesmo assim foi significativa o suficiente para entrar no top 10.
09) Oz – Mágico e Poderoso US$79 milhões
E se o item acima tinha o fenômeno de ‘O Senhor dos Anéis’ para se escorar (mesmo com dez anos de diferença entre eles), este aqui ousava pertencer ao mesmo universo de um dos maiores clássicos da sétima arte, ‘O Mágico de Oz’, de 1939. Aqui a pegada do diretor Sam Raimi para a Disney tinha mais a ver com os blockbusters modernos e repletos de efeitos especiais em tela verde. No fim das contas, ‘Oz – Mágico e Poderoso’ não foi o que podemos chamar de um grande sucesso e caiu no esquecimento, porém, sua marca associada ao querido clássico atemporal foi o suficiente para garantir uma abertura em nono lugar do ranking.
08) Universidade Monstros US$82 milhões
Com a Disney não se brinca. E com uma de suas primeiras e mais queridas animações criada por computadores também não. Imagina o dia que o estúdio resolver tirar do papel da sequência de ‘Vida de Inseto’, sua segunda animação no segmento. Aqui falamos da quinta animação no estilo da casa do Mickey, que também se tornou uma das preferidas dos fãs. É claro que uma sequência de tal filme mais de dez anos depois, mesmo se tratando de uma pré-sequência, iria sacudir as coisas. E assim foi feito, com o longa garantindo a oitava posição das maiores estreias de dez anos atrás.
07) Meu Malvado Favorito 2 US$83.5 milhões
Agora temos mais uma animação na lista, mas esta vinda de um estúdio rival da Disney, a Universal / Illumination – também conhecida como a casa dos Minions. As criaturinhas amarelas haviam surgido três anos antes, no primeiro ‘Meu Malvado Favorito’, uma das grandes surpresas daquele ano (e sim, animações podem fracassar feio). ‘Meu Malvado Favorito 2’ foi a segunda maior estreia de uma animação há 10 anos, derrotando e ao mesmo tempo sendo derrubado pela Disney – como veremos abaixo. Ainda mais popular, o segundo filme teve uma estreia maior em quase US$30 milhões em relação ao filme original.
06) Thor – O Mundo Sombrio US$85.7 milhões
A altura que o segundo ‘Thor’ estreava nos cinemas, a Marvel já havia construído a primeira etapa de seu plano de dominação mundial – também conhecida como Fase 1 do MCU (seu universo compartilhado). O primeiro ‘Thor’ foi um sucesso, mas não um fenômeno. Mesmo assim conseguiu colocar as peças no lugar para ‘Os Vingadores’ (2012), esse sim um fenômeno de crítica e principalmente bilheteria. De uma hora para outra, as propriedades da Marvel se tornavam puro ouro, e ‘Thor 2’, mesmo hoje sendo considerado um dos esforços mais fracos da casa, garantiu uma enorme abertura por ter sido o segundo longa da nova leva.
05) Frozen – Uma Aventura Congelante US$93.9 milhões
Agora chegamos ao top 5 da lista das maiores estreias de dez anos atrás nas telonas. ‘Frozen’ foi um verdadeiro fenômeno e a maior estreia de uma animação daquele ano. Diferentemente de ‘Universidade Monstros’ e ‘Meu Malvado Favorito 2’ não garantiu seu sucesso sendo a continuação de um filme já famoso, mas sim construiu sua mitologia do zero – o que é um feito ainda mais impressionante. ‘Frozen’ foi a quinta maior abertura de dez anos atrás, mas demonstrou enorme durabilidade, a cada semana aumentando o burburinho em torno do filme – e assim foi caminhando em sua jornada sem “let it go” até se tornar a produção mais rentável de seu respectivo ano.
04) Velozes & Furiosos 6 US$97 milhões
Em seu lançamento nos cinemas, o sexto ‘Velozes & Furiosos’ se tornava então a maior abertura de um filme da franquia, elevando o jogo a um novo patamar. O astro Vin Diesel conquistou o que estava planejando e transformou a franquia em uma das mais rentáveis da atualidade, tudo depois de seu retorno no quarto filme em 2009. E as coisas foram aumentando a partir dali. Podemos considerar o sexto filme um verdadeiro marco para a franquia. Mesmo que atualmente, em especial no nono e décimo exemplares, a marca já não esteja mais tão reluzente, dando boas derrapadas.
03) O Homem de Aço US$116.6 milhões
Nada como o maior super-herói da DC e dos quadrinhos de forma geral para sacudir as coisas nas bilheterias. A promessa de uma nova versão para o Superman, mais sombria e realista, seguindo os moldes da trilogia de Christopher Nolan para o Batman, sem dúvida foi algo ousado e despertou a atenção de todos os fãs. Não por menos, o midas Nolan foi o produtor de ‘O Homem de Aço’. Hoje, muitos clamam que o tom talvez não tenha servido ao herói. De qualquer forma, na época, a curiosidade de todos foi aguçada com sucesso – e o último filme solo do Superman nas telonas garantiu o top 3 das maiores aberturas daquele ano, subindo ao pódio com a medalha de bronze.
02) Jogos Vorazes – Em Chamas US$158 milhões
E quem poderia tirar a vaga do Superman no ranking você pergunta? Bem, duas grandes produções o fizeram. A primeira foi o segundo ‘Jogos Vorazes’. Talvez os bem mais novos não saibam, e muitos podem não lembrar muito bem, mas ‘Jogos Vorazes’ se tornou uma verdadeira febre mundial há 11 anos, finalmente conseguindo pegar a vaga de uma adaptação literária infanto juvenil de tremendo sucesso deixada em aberto após o encerramento da saga de Harry Potter na década anterior. ‘Crepúsculo’ também havia encerrado suas atividades a esta altura.
Os produtores de Hollywood estavam desesperados pelo novo sucesso do gênero. Muitos foram tentados sem sucesso. Mas ‘Jogos Vorazes’ fez de Jennifer Lawrence uma estrela mundial, e foi capaz de arrastar verdadeiras multidões, dominando os cinemas. O segundo filme não apenas repetiu o sucesso do original, como também aumentou um pouco mais sua bilheteira. A pergunta que fica é: será que a franquia ainda tem gás atualmente para fazer do derivado (que estreia esse ano) um sucesso no mesmo nível?
01) Homem de Ferro 3 US$174 milhões
Subindo ao lugar mais alto do pódio com a medalha de ouro, o filme de maior abertura há dez anos foi ‘Homem de Ferro 3’. E se mencionamos acima que ‘Thor 2’ se beneficiou muito de ter saído logo no rastro de ‘Os Vingadores’, o que dirá o terceiro ‘Homem de Ferro’ – que foi o filme a estrear no MCU após o citado fenômeno. E não apenas isso, como também o personagem vivido por Robert Downey Jr. era o mais popular do estúdio. Aliás, ainda hoje o herói de Downey certamente goza deste status, e muitos especulam que em algum determinado momento ele será trazido de volta. Bons tempos em que a Marvel ainda gozava de tais sucessos retumbantes.
Pabllo Vittar, que já dialoga com uma carreira internacional desde que estourou no Brasil, em 2017, foi destaque no The New York Times neste domingo (30). No fim de semana do Dia do Orgulho LGBTQIAPN+, o influente jornal estadunidense publicou um perfil em que destaca a passagem de Pabllo pela Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, no último dia 2, sua figura política para a comunidade e feitos expressivos da carreira.
A publicação se referiu à artista como a “próxima grande drag queen mundial”, destacando a potência da apresentação de Pabllo na 28ª Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo. Na ocasião, ela ajudou no resgate de significado da bandeira do Brasil e empilhou sucessos para um público aproximado de 3,5 milhões de pessoas.
“Pabllo Vittar se tornou uma estrela pop A-List e uma ativista dos direitos LGBT+ no Brasil […]. É uma das maiores estrelas pop nessa nação de 203 milhões de pessoas”, pontuou o NY Times.
Foram elencados, ainda, grandes feitos da carreira da cantora. Ela, que já cantou em espanhol e inglês em várias de suas músicas, já passou pelo Coachella, foi premiada pelo EMA como “Melhor Artista Brasileira”, aparece em parcerias com nomes como Lady Gaga, Charli XCX, Rina Sawayama e Thalia, e já dividiu o palco com artistas como Madonna, Karol G, Lil Nas X e Fergie.
“RuPaul ainda pode ser a queen das queens, mas a herdeira da coroa global já chegou”, destaca o jornal, em referência à anfitriã do famoso reality show “RuPaul Drag’s Race”.
O NY Times reforça, também, a importância que a figura de Pabllo tem para toda a comunidade LGBTQIAPN+ do Brasil. A publicação contextualiza com o cenário político do país à época da presidência de Jair Bolsonaro, e o papel que a artista desempenhou na virada de chave política do Brasil.
“Desde 2008, mais de 1.840 pessoas transexuais foram assassinadas no Brasil, mais que o dobro do próximo país mais mortal, o México, de acordo com o monitoramento da Transgender Europe, um grupo de defesa. O Brasil lidera o ranking todos os anos desde o início do rastreamento”, ressalta a publicação.
Na segunda quinzena de julho, Malu Mader vai retornar às novelas com um papel em Renascer. Em entrevista ao gshow nesta sexta, 28, ela afirmou que a carreira dedicada ao formato televisivo a havia atrelado à "figura da atriz de novela."
Em Renascer, ela atuará ao lado do ator Marcos Palmeira, que interpreta José Inocêncio. Na trama, ela será uma empresária que irá confundir o coração do personagem.
"Quando eu recebi o convite para essa participação na novela Renascer imediatamente fiquei tomada de novo por uma vontade de fazer novela, algo que não me passava mais pela cabeça", acrescentou.
O distanciamento havia gerado questionamentos dos fãs. "Minha identidade se confunde um pouco com essa figura da atriz de novela. É algo muito forte. Então, ao longo desses anos todos afastada, eu ouvia muito do público em geral: 'e aí, não vai mais fazer novela?'. Agora vou poder falar: 'Vou, vou fazer, sim", disse em entrevista ao site, que pertence à Rede Globo.
Neste mês, Mader afirmou ter perdido o hábito de assistir e atuar em novelas. "Eu não tinha mais aquele desejo incandescente de quando eu era mais nova. Aquele fogo. E a gente fica com vontade de fazer aquilo que inspira a gente, aquilo que a gente também está gostando de assistir", disse em entrevista ao site F5.
De acordo com a mesma publicação, a artista deve aparecer em cinco capítulos e participação teria sido acertada após uma recusa de Paolla Oliveira por problemas de agenda.
O último trabalho de Mader na emissora foi em Haja Coração, de 2016. Em 2018, ela encerrou o contrato fixo com a Globo.
Em 2023, migrou para o streaming como parte do elenco da série Mila no Multiverso, exibida pela Disney+. "Tudo me pareceu bem diferente do que eu tinha feito. Então fiz, foi super legal. Já fizemos a segunda temporada", disse na ocasião.
Malu Mader está de volta ao mundo das novelas, após um hiato de oito anos. Na segunda quinzena de julho, ela estreará em “Renascer” (TV Globo), interpretando uma empresária que mexerá com o coração de José Inocêncio, papel de Marcos Palmeira.
Em entrevista ao gshow, publicada nesta sexta-feira (28), a atriz revelou que se sentiu novamente motivada a participar de uma novela, algo que não considerava há muito tempo.
Desde 2016, Mader não aparecia em folhetins. Seu último trabalho na televisão foi em “Haja Coração”. Agora, com as primeiras cenas da atual novela das 21h, já gravadas nesta semana, ela comentou o próprio comeback:
“Quando eu recebi o convite para essa participação na novela Renascer imediatamente fiquei tomada de novo por uma vontade de fazer novela, algo que não me passava mais pela cabeça”
Malu também falou sobre como a carreira televisiva a marcou profundamente, levando o público a associá-la diretamente com novelas.
“Minha identidade se confunde um pouco com essa figura da atriz de novela. É algo muito forte. Então, ao longo desses anos todos afastada, eu ouvia muito do público em geral: ‘E aí, não vai mais fazer novela?’. Agora vou poder falar: ‘Vou, vou fazer, sim’”, disse.
Depois de chamar atenção do mundo com sua performance carismática de Ken, o boneco de plástico no live-action da Barbie (2023), Ryan Gosling encarou outro desafio na sua carreira: viver o personagem Colt Seavers, um dublê cheio de habilidades que conquistou o público na série Duro na Queda, sucesso dos anos 1980, e que agora volta no remake O Dublê. Na época, o herói ficou eternizado com Lee Majors e chega agora às telonas com mais sexy appeal e carisma do que nunca.
Gosling é talentoso e usa sua beleza a seu favor, sem se levar a sério demais. No filme, seu Colt é um cara divertido e alto astral que se afasta de tudo e de todos depois de sofrer uma queda e fraturar a coluna em uma cena de ação. Como dublê, ele sente que fracassou e, como homem, não consegue mais encarar a amada Judy (Emily Blunt) depois do fiasco.
Isso faz com que ele abandone o cinema e passe a trabalhar como manobrista em um restaurante local — até o dia em que uma produtora lhe oferece a chance de voltar a atuar, desta vez em um filme dirigido pela própria Judy. O problema é que o que parecia ser um enredo substituir
Mesmo com um início mais romântico do que o esperado, O Dublê não erra nas proporções e consegue dosar perfeitamente romance, comédia e ação. Isso faz com que o filme siga uma fórmula bastante simples, mas entregue tudo o que o público quer ver em cena. E ao contrário do que possa parecer, este é um grande acerto, uma vez que encontrar as medidas certas de cada gênero é um desafio que muitos diretores não conseguem cumprir.
Aqui, David Leitch (Trem-Bala) dá tempo de tela para que Colt e Judy construam química em cena por meio de diálogos engraçadinhos, típicos de quem acabou de começar um romance. Não soa bobo e dá ao filme momentos muito divertidos, como quando o dublê se isola em uma picape para sentir dor de cotovelo enquanto chora ouvindo Taylor Swift.
A comédia, aliás, é um ponto alto da trama. Ela abandona o tom pastelão e investe em trocadilhos divertidos e atuais, em piadinhas com o cinema e em personagens diferentõe,s como o cachorro que só obedece ordens em francês. Mas é a ação (claro!) que ganha o público. Usando da metalinguagem — afinal é um filme mostrando como fazer outro —, o enredo não poupa esforços (e nem dinheiro) para explodir carros, criar tomadas de perseguição, incendiar os dublês, suspender personagens em helicópteros e tudo mais que manda a cartilha.
O erro, no entanto, acontece nos efeitos especiais, principalmente nas cenas de fogo. Fica nítido que elas não são verossímeis e é neste momento em que o público se desconecta da trama.
Elenco de estrelas marca o sucesso do filme
Já quando olhamos para o elenco, fica fácil entender por que o longa é tão divertido. Além de Gosling, completam o time Stephanie Hsu (Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo) como a assistente pessoal de Ryder e Hannah Waddingham (Ted Lasso) como a sua produtora. Ambas acertam o timing da comédia sem muitas dificuldades.
Já Emily Blunt (Oppenheimer) é genérica demais. Apesar de carismática, ela imprime pouca personalidade à sua personagem que deveria ter mais força na trama. O filme, no entanto, compensa o público com duas participações para lá de especiais e que fazem valer ficar até o fim dos créditos.
Hollywood pelo avesso
Outro ótimo acerto de O Dublê é que ele mostra a indústria dos filmes pelo lado avesso, focando em quem faz um longa sair do papel e ganhar vida. Assim, a trama cumpre com o objetivo de Gosling e do diretor de homenagear o trabalho de tantos profissionais que se arriscam em cenas de ação, mas nunca são reconhecidos.
Uma fala do filme provoca: “existe Oscar para dublê?”. E a resposta é que “não”, já que o trabalho desses profissionais raramente é reconhecido na mídia. Ainda sobre o assunto, é importante lembrar que essa não é a primeira vez do protagonista vivendo um dublê, ele já tinha feito algo similar em Drive (2011). O diretor David Leitch também tem experiência no assunto, já que iniciou sua carreira trabalhando como um.
Sendo assim, de fato o filme fala de algo que o diretor entende e não comete erros bobos ou soa presunçoso. Além disso, é interessante ver os créditos finais do filme, que mostram como as principais cenas de ação foram gravadas e dá o devido destaque para a equipe de dublês. Da mesma forma, esses profissionais ganham muito mais destaque nos próprios créditos, sendo os primeiros nomes a aparecerem na tela e não escondidos na parte final das letrinhas que passeiam pela tela quando todo mundo está indo embora.
O Dublê é uma opção divertida para assistir com a família e certamente se firmará como um daqueles filmes que vale a pena ver de novo quando passarem na Sessão da Tarde.
A atriz Taís Araujo vai interpretar a mocinha Raquel no remake de “Vale Tudo“, em produção pela TV Globo. Quem adianta a informação é o portal F5, do jornal Folha de S. Paulo. O convite partiu do diretor Paulo Silvestrini no início da semana e deve ser o maior desafio de sua carreira desde que foi contratada pela TV Globo, em 1997.
Na versão original, a personagem foi de Regina Duarte. A ideia é que a novela chegue às telas em 2025, quando o canal completa 60 anos. Autora da novela, Manuela Dias também aprovou a escolha de Taís para a releitura da produção de Gilberto Braga — as duas, vale lembrar, trabalharam juntas na trama “Amor de Mãe” (2019-2021).
O anúncio oficial, entretanto, deve demorar um tempinho para acontecer. Pelo menos, é o que diz a Folha, uma vez que “a atriz só poderá confirmar que será protagonista de “Vale Tudo” durante a exibição de “Mania de Você”, próxima novela das nove que estreia em setembro, no lugar de “Renascer”. A Globo não pretende divulgar nenhum nome antes disso para não atrapalhar o retorno de João Emanuel Carneiro ao horário nobre.”
Além dela, Cauã Reymond também deve integrar o elenco como César, vilão que foi personagem de Carlos Alberto Riccelli. Outros nomes devem ser definidos a partir de agosto.
A versão original, disponível no Globoplay, está abaixo do padrão estabelecido pela emissora por conta de suas imagens escuras. Esse fator travou sua circulação pelo mercado de televisão estrangeiro e impossibilitou reprises. A ideia agora é aproveitar o apelo da trama em horário nobre.
Em “Vale Tudo”, conhecemos um drama de família. Enquanto a mãe solo Raquel (Regina Duarte), uma mulher simpática, franca e muito simples, luta como guia turística para dar uma vida digna à filha, Maria de Fátima (Gloria Pires). Ainda em Foz do Iguaçu, ela é roubada pela própria filha, que ambiciosa parte rumo ao Rio de Janeiro, onde inicia uma escalada social. Enquanto a mãe — que eternizou o bordão “Sangue de Jesus tem poder" — trata de refazer a própria vida, expõe-se o principal conflito da novela: honestidade versus desonestidade.
É na cidade maravilhosa onde também vai se apaixonar por Ivan (Antonio Fagundes), galã que disputa com Helena (Renata Sorrah), uma das herdeiras da empresa de aviação TCAA. A trama também trouxe um dos maiores enigmas do Brasil no ano de 1988: quem matou Odete Roitmann?
Um relatório da Pollstar divulgado pela revista Variety dá conta que a turnê “Celebration”, da rainha Madonna, conquista até o momento o posto de turnê com a maior arrecadação do ano. Em maio, ela encerrou o espetáculo nas areias da praia de Copacabana, no Rio, com um show gratuito.
No total, foram embolsados mais de R$ 15 milhões (US$ 2,7 mi) em ingressos, que tiveram como preço médio R$ 1.126 (US$ 208). Estima-se que 856.247 entradas tenham sido vendidas nas 65 datas realizadas.
O balanço também mostra que o primeiro semestre de 2024 marcou um período de estabilidade, após recordes sucessivos terem sido registrados no período que sucedeu a pandemia de Covid-19. Não houve grandes aumentos, mas tampouco quedas.
Os fãs da loirinha Taylor Swift devem estar se questionando, claro, onde ela entra nessa conta. Conforme a própria Variety, o estudo passa por constantes atualizações e há o caso de produtoras que não divulga seus números — é o caso da artista, que no momento passa pela Europa com o show “The Eras”.
Atrás de Madonna estão (#2 (R$ 941 milhões) Bad Bunny, (#3, R$ 911 milhões) Luis Miguel, (4#, R$ 727 milhões) U2 e (#5, R$ 598 milhões) Karol G. Para conferir o levantamento completo, que ainda cita os nomes de Bruno Mars, Coldplay e Nicki Minaj.
Em conversa com a revista Interview, a atriz Jodie Foster afirmou que “nunca foi apaixonada pela atuação”. Segundo ela, seus interesses estão muito mais alinhados aos aspectos técnicos da arte cinematográfica, ainda que seu nome seja um dos mais cultuados da geração.
“Eu nunca fui, naturalmente, uma atriz. Eu simplesmente fiquei presa nisso quando tinha três anos. Provavelmente, eu teria sido uma advogada ou uma professora universitária. Não tem a ver com o meu jeito. Então, eu passei a adorar os aspectos técnicos da produção de filmes, mas nunca me apaixonei pela parte de atuar. Isso era contra a minha natureza, mas acho que me tornou uma pessoa mais rica também.”
Em seguida, a atriz afirmou que com o passar dos anos seu jeito de encarar as produções também foi mudando. Se antes ela trabalhava de forma bem individual, depois passou a se interessar em um entrosamento maior.
“Sempre fiz filmes de forma muito solitária, minha personagem era tudo o que importava e eu não precisava lidar muito com os demais atores. Conforme fui ficando mais velha, entendi que isso é meio egoísta da minha parte, e passei a chegar nos sets querendo compartilhar. Chego perguntando ‘Como vamos fazer essa dinâmica aqui?’. Deixou de ser só algo ao meu respeito, e isso tornou as coisas mais interessantes”.
O trabalho mais recente da atriz é a série “True Detective: Terra Noturna”, da plataforma de streaming Max.