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Péssimo
ano para a música pop, que é composta em sua maioria por artistas femininas e
solo.
Em
2014 nenhum álbum de artista solo conseguiu vender 1 milhão de cópias nos
Estados Unidos. Mesmo com lançamentos de gigantes como Shakira e Mariah
Carey(que saiu tudo as avessas)
e grandes promessas como Ariana Grande,
o mercado minguou com números medianos.
A
cantora que conseguiu o maior número de cópias vendidas foi Beyoncé, com 776.000 cópias, seguida de Lorde com 722.000.
Agora é torcer para que 2015 seja um ano mais agitado para o mercado
fonográfico. Aliás, promete ser e muito! Até agora já temos confirmações de
álbuns de artistas de primeiro escalão como Madonna, Christina
Aguilera, Adele e a possibilidade de um novo trabalho pop
de Lady Gaga.
Aparentemente o final de 2014 será marcado pelo lançamento da Rihanna!
Estamos no aguardo.
Acredite, não foi à toa que em 2011, prestes
completar uma década desde o seu lançamento, aMTV elegeu o discoStrippedda cantora
americanaChristina
Aguilera como
o álbum mais perfeito de todos os tempos, e também como o mais emblemático que
todos devem escutar antes que o mundo acabe.
Lançado em 2002,Strippeddava adeus à uma
doce e ingênua garota que atingiu a primeira posição da Billboardcom
três hits do mesmo álbum, e dava lugar para uma artista autêntica e destemida,
disposta a enfrentar tudo e todos. ARolling Stonesfalou
abertamente em um dos seus artigos que esse disco é perfeito para qualquer ser
humano em fase de amadurecimento, pois é capaz de educar um adolescente. Outros
veículos de comunicação alegaram que talvez nenhuma artista pop tenha tido
tanta liberdade artística para entregar algo tão grandioso e honesto ainda no
segundo álbum de uma carreira com menos de 5 anos.
A nova imagem de Christina constituía-se num forte
detalhe à parte. Com 11 piercings espalhados pelo corpo, sendo dois deles nos
seios e um num lugar estratégico que a mesma disse que sua depiladora e seu
ginecologista haviam adorado, X-tina
(seu alter ego dessa era) passou a ser tratada pelo público em geral como a
aberração do pop naquele momento. Irreverente demais para se importar, seus
figurinos ficavam cada vez menores e os seus vídeos mais sexy. O clipe para a
canção “Dirrty” chegou a ser proibido
na TV americana e causou forte impacto em sua semana de lançamento. A cantora
deixou à todos mais boquiabertos ainda quando resolveu mostrar os seios
na MTV,
orgulhosa dos novos acessórios recém adquiridos.
“Posso
ser a garota que mostra a bunda no vídeo, mas se olhar cuidadosamente, também
sou vanguardista. Não sou apenas uma menina rebolando para rappers, eu estou na
posição de poder e sou o centro daquilo tudo, com um completo domínio de tudo e
todos que estão à minha volta. Se entregar ao máximo dessa maneira é, para mim,
o que é ser um verdadeiro artista.”
Com
20 faixas, o disco discorre de forma turbulenta para o ouvinte e cheio de
variações intensas de emoções. A introdução não poderia ser mais honesta e dá
destaque até mesmo para a rivalidade imposta com Britney Spears, que tem o seu nome falado na pequena canção.
Faixas
como “Fighter” e “Can’t Hold Us Down” ilustram o já
conhecido lado agressivo de Aguilera e o seu feminismo poderoso, sempre
inspirando um posicionamento independente, o espírito de sobrevivência, e o
aprendizado com experiências ruins que a cantora sempre tenta transmitir. Por
outro lado, sua delicadeza e vulnerabilidade ficam expostas em faixas como “Love Me 4 Me”, “Beautiful”, “Im Ok” e “The Voice Within”.
Um
dos maiores momentos fica por conta da última canção, “Keep On Singing My Song”, um gospel revigorante onde a artista
afirma que independente do que aconteça, ela seguira cantando a sua música.
Antes de qualquer coisa, preciso fazer
uma confissão. Eu tentei. De verdade, eu juro que tentei. Por mais que não
acredite nesta tal de “imparcialidade” (ser imparcial, para mim, é exatamente o
contrário do que é ser crítico, mas esta discussão fica pra depois), eu tentei
despir minha mente e meu coração de quaisquer preconceitos assim que começou a
audição de Ghost Stories, o novo
disco do Coldplay. Fui totalmente
aberto.
Mas
quando dei o play e a faixa de abertura, Always
in My Head, entregou uma vibração etérea, quase Enya, tudo foi por água abaixo. Falhei miseravelmente. E já passei
a odiar o disco logo de cara. Não fui capaz. Mesmo assim, fui persistente. E
ouvi o diacho até o final. Passei a ter muito orgulho de mim mesmo. Porque foi
uma tarefa árdua.
Juro
que não consigo entender o Coldplay,
por mais que eu tente. Não que toda a carreira deles seja um fracasso. Sou
absolutamente capaz de enxergar alguns bons momentos. Mas o meu ponto é que
eles são apenas “alguns”. E Ghost
Stories não está, definitivamente, entre eles. Estamos diante daquele que
deve ser um dos discos mais esquecíveis da trajetória de Chris Martin e seus comandados.
Se
ele simplesmente não tivesse sido lançado, em nada mudaria a discografia dos
caras. Todas as músicas se parecem demais, sem sabor, sem brilho, misturadas. A
necessidade de ser sempre meio místico, misterioso, cantando sussurrado, doce e
fofo, com estrelinhas brilhando ao redor, chega a ser cansativa. Tudo fica com
um sabor de balada açucarada, por mais que a letra aborde qualquer outro
assunto mais espinhoso, mais complicado, mais desafiador.
É
um disco de uma banda de rock no qual falta, vejam os senhores e as senhoras, rock.
Porque, por mais fofa que uma banda queira ser, ela precisa se entregar,
precisa mergulhar na canção, na performance. Ou então vira uma coisa blasé, do
tipo “não me importo, não estou sentindo
nada, mas sou uma gracinha de bom moço”.
Em
uma das edições do finado Top Top, um dos meus programas favoritos nas últimas
encarnações da MTV, a simpática
irlandesa Enya era definida como
“não-música”. Eles diziam que tudo que ela fazia era reunir meia-dúzia de
suspiros, uns cantos de passarinhos e 1/3 de sons de água correndo e pronto.
Tava resolvido. É exatamente isso que o Coldplay
faz em O, a canção de encerramento da
bolacha. Vira trilha-sonora para fazer yoga, podendo facilmente ser encaixada
em qualquer um daqueles discos do tipo Sons da Natureza.
O
restante das canções, honestamente, ajuda bem pouco. Em Magic, os minutos finais trazem um violão acústico que dá uma
aceleradinha, dando um sabor mais especial. Mas fica nisso – e a música não
consegue sair do 0 x 0. O single A Sky
Full Of Stars ainda consegue ganhar um respiro, com um interlúdio tipo
balada do David Guetta. Acaba
criando uma sensação sonora absolutamente genérica, mas pelo menos consegue
injetar um mínimo de animação no disco. Isso porque nem vou mencionar a
insuportável Midnight, talvez uma das
composições mais pentelhas do ano, com uma coleção de irritantes e
intermináveis efeitinhos eletrônicos.
Num
mundo digital e sem fronteiras, no qual é possível descobrir todos os dias
dezenas de novas bandas, dispostas a experimentar, a dar a cara para bater,
como diabos alguém ainda perde tempo com o Coldplay?
E como diabos o Coldplay ainda perde
tempo lançando uma bobagem como Ghost
Stories em meio a uma indústria fonográfica em constante ebulição?
Os críticos especializados
em música não estão lá muito felizes com o resultado final do novo disco de Jennifer Lopez, “A.K.A.”, lançado pela Universal Music. Segundo grande parte deles,
o material soa artificial, o que afetou até as fotos do encarte.
O álbum apresenta 10
faixas na versão standart voltadas para o urban
contemporary, e tem como carro-chefe “First
Love”, música contagiante, produzida pelo renomado Max Martin, que não surpreende.
As baladas, “Never Satisfied”, que transita dentro do
gênero, e as menos sedutoras “Emotions”,
com toque de r&b, e “Let It Be Me”,
única música ambientada em acústico com uma pequena dose de rap, tentam passa
uma seriedade que não existe no oitavo disco de estúdio da norte-americana.
O disco tem seu lado bom,
claro! A faixa “A.K.A.”, com
participação de T.I., fala sobre sua
real identidade, que não é propagada pela mídia, fazendo seus fãs não a conhecerem
tão bem. Essa não sai do meu MP4, muito menos da track list oficial da academia
em que malho.
Outras que conseguem
segurar o disco são: “Acting Like That”,
com a rap do momento Iggy Azalea, “Booty”, boa faixa eletrônica cuja batida
mistura-se com o tempero latino, e a já conhecida do grande público “I Luh Ya Papi”, com o rapper French Montana.
Concordando em parte com o
que os críticos de plantão escreveram sobre “A.K.A.”, o Ponto Zzero
classificou o disco como mediano, sem enquadrar Jennifer Lopez no grupo das cantoras genéricas e artificial. Para
quem gosta de dançar e de escutar um som leve, principalmente na hora de
praticar exercícios, vale a pena compra-lo.
O terceiro single oficial
do novo disco de Lana Del Rey foi
divulgado hoje pela manhã, 30/07. “Ultraviolence”,
que dá título ao mostra, traz a norte americana vestida de noiva, com véu e
buquê, caminhando por uma floresta.
Ultraviolence
estreou em primeiro lugar na parada da Billboard vendendo cerca de 220 mil
cópias nos EUA em apenas duas semanas. No Reino Unido, o álbum vendeu 60 mil
cópias.
Os primeiros singles do
disco são “West Coast” e “Shades of Cool”.
A banda que fez a cabeça
de muita gente na década de 80 volta ao cenário musical para lançar seu 16º
álbum de inéditas, “The Violet Flame”.
Com a faixa “Elevation” já disponibilizada
para audição na web, o duo composto por Andy
Bell e Vince Clark programou o
lançamento do material para 22 de setembro de 2014, pela Mute Records.
Com produção do inglês Richard X e gravações que alternaram
entre Nova York e Londres, o sucessor de “Snow
Globe”, de 2013, poderá ganhar uma turnê mundial em 2015, dependendo de sua
recepção na Europa.
A trilha sonora
internacional da novela “Em Família”
chegou às lojas de todo Brasil já com a novela em seu fim. Não se sabe ao certo
o real motivo, já que em sua composição tinha faixas de sucesso, como é o caso
de “Pretty Hurt”, da Beyoncé e “Born To Die”, da Lana Del
Rey.
Podemos dizer que pelo
fiasco que foi a novela, o autor, o diretor e suas equipes lançaram a trilha
por lançar, com desleixo, o que afetou em cheio o consumidor de produtos desse gênero.
O disco também traz
gravações mais ou menos recente da brasileira Ana Cañas (L’amour), James Blunt (Face the Sun) e Laura
Pausini (Se Non Te), entre outros artistas
expressivos da atualidade.
Quem domina o topo da
parada dos discos mais vendidos nos Estados Unidos é o rapper norte-americano Eminem com seu oitavo disco de
inéditas, “The Marshall Mathers LP 2”.
Celine Dion vem logo em seguida com “Loved Me Back To Life”, seu décimo
primeiro disco e primeiro disco em inglês depois do “Taking Chances”, de 2007.
Confira:
1.Eminem – The Marshall Mathers LP 2
2.Celine Dion – Loved Me Back To Life
3.The Robertsons – Duck The Halls: A Robertson Family Christmas
4.Katy Perry – Prism
5.Avril Lavigne – Avril Lavigne
6.Kelly Clarkson – Wrapped In Red
7.Drake – Nothing Was The Same
8.Lorde – Pure Heroine
9.Arcade Fire – Reflektor
10.Pentatonix – PTX: Vol. II
11.Luke Bryan – Crash My Party
12.Miley Cyrus – Bangerz
13.Florida Georgia Line – Here’s To The Good Times
14.Blake Shelton – Based On A True Story
15.Justin Timberlake – The 20/20 Experience 2
16.Imagine Dragons – Night Visions
17.The Wanted – Word Of Mouth
18.Pearl Jam – Lightning Bolt
19.II Divo – A Musical Affair: The Greatest Songs From The World’s Favoutite
Musicals
Prestes a lançar o “Secret Project”, fontes informam que Madonna vem preparando novo disco para
chegar às lojas em 2014. O que gerará uma nova turnê programada para iniciar
também no ano que vem.
“O álbum está nos estágios iniciais e a levará de volta às suas raízes. Ela
tem segurança nas portas do estúdio para garantir que ninguém ouça um sussurro”,
contou uma fonte.
Procurada, a assessoria da
cantora negou qualquer informação sobre um novo disco ou turnê e, ainda afirmou
não ter acesso aos planos futuros de Madonna.
Mais um lançamento póstumo
de Cássia Eller (1962-2001) está em
fase de produção. Além de presentear os fãs da cantora com gravações inéditas,
a ideia da gravadora é enfatizar a obra autoral da artista carioca.
O repertório traz a
parceria de Simone Saback, a inédita
“Retrato de Papel”, gravação feita
por Cássia aos 19 anos, em Brasília, ao qual será adicionada a voz de Milton Nascimento, e “Flor do Sol”, música já lançada em
formato digital em dezembro de 2012.
A surpresa do disco está
na participação do filho da cantora, Chicão,
como um dos produtores do material, capitaneado por Rodrigo Teixeira.
Ainda sem título, o disco
celebra os 50 anos de Cássia Eller,
e tem seu lançamento programado ainda para 2013.
Cada vez mais próximo de
chegar às lojas, o novo disco de inéditas de Kylie Minogue já tem sua primeira parceria confirmada. Trata-se da
rapper Brooke Candy, que virá no
primeiro single do disco.
A informação partiu da
própria rapper, através de sua conta no Twitter.
“Também acabei de saber que eu irei gravar uma participação/verso no
primeiro single do próximo disco de Kylie Minogue nesta quarta-feira em
Londres!”.
O 12º disco da carreira da
australiana chega pela RocNation, do
rapper Jay-Z, e deve chegar ainda em
2013 as lojas de todo globo.
Terceiro e último disco de
inéditas do Nirvana, “In Utero”, vai ser relançado em edição
especial para comemorar seus 20 anos em setembro de 2013, no mesmo padrão da
edição especial do “Nevermind”,
1991, em 2011.
Com produção de Steve Albini, o álbum foi lançado em 13
de setembro de 1993, com os hits “All
Apologies”, “Dumb”, “Rape Me” e “Heart-Shaped Box”.
Ainda não foram divulgados
maiores detalhes sobre seu formato.
Lady
Gaga
surpreendeu seus fãs ao anunciar, na madrugada desta sexta-feira, 12, que o tão
aguardado terceiro disco de inéditas, “ARTPOP”,
ganhará seu primeiro single dia 19 de agosto e que a partir de 1 de setembro
ele entra em pré-venda com lançamento do videoclipe e single.
Dia 11 de novembro o álbum
chega às lojas e também em aplicativos. Em publicação no LittleMonsters.com, a
equipe de Gaga explicou o conceito do aplicativo que será acompanhado do CD.
“Feito pela TechHaus, a tecnologia inovadora da Haus of Gaga, o
aplicativo por sí mesmo é musical e o visual do sistema combina com a música,
arte, moda e tecnologia com um novo mundo de interação, ‘The Auras’. Alterando
a experiência humana com a mídia, nós trazemos a ‘Artculture’ no pop com a
expedição Warholian (de Andy Warhol). Explorando a existência da Gaga com a sua
interface cultural, o usuário vai compartilhar a ‘adrenalina da fama’ como
constroem e compartilham seus próprios projetos, conversando com os amigos e
vendo em tempo real em um globo virtual chamado ARTPOP que explodirá em um
universo físico e virtual dia 11 de Novembro, o nosso ‘big bang’. Neste dua, o Haus of Gaga estará preparada
para levar a indústria da música em uma nova era; uma era que a arte comanda o
pop e o artista está novamente no controle de ser um ‘ícone’.Por sua vez, o
álbum ARTPOP musicalmente espelha o processo criativo quando ele passa pela
inspiração de cada artista que ela colabora, mostrando uma novidade em sua
jornada. O resultado, a ‘raça’ da paixão eletrônica e a fúria, definindo cada
processo do começo ai fim, ARTPOP pode ser chamado de qualquer coisa. Mas para
ela, isso é a celebração da obsessão. E no dia 10 de novembro, ela irá comandar
uma tarde de ‘ARTRave’ exibindo os projetos da Haus Of Gaga com colaboração de
Inez & Vinoodh, Robert Wilson, Marina Abramovic e Jeff Koons”.
O terceiro single, do tão
aclamado disco de Justin Timberlake,
e mais vendido do primeiro semestre de 2013, “The 20/20 Experience”, foi lançado nesta quarta-feira, 03.
“Tunnel Vision”, indiscutivelmente a melhor faixa do disco, traz
sete minutos com dezenas de modelos lindas, sensuais e quase sem roupa, além da
participação de Timbaland e Justin
ensaiando novos passinhos de dança.
O tão aguardado novo disco
de inéditas de Mariah Carey, “The Art Of Letting Go”, agendado para
23 de julho, acaba de sofrer mais uma alteração em sua data.
Segundo a própria cantora
via Twitter, o disco foi adiado para o final de ano por ainda não está
finalizado.
“Enquanto fazia esse álbum, eu fiquei tão imersa no processo criativo
que acho que não faria justiça ao lança-lo no dia 23/7”, publicou Mariah.
Os mineiros do Dead Fish estão reeditando seu quarto
disco de estúdio, “Zero e Um”, no
formato de vinil de 180 gramas, pela Polysom.
Nas lojas a partir de
julho, o material, lançado originalmente em 2004 pela gravadora Deck, tem
produção de Rafael Ramos e até hoje
é considerado um dos melhores trabalhos da banda.
Reeditado com prensagem
especial bicolor, o vinil vai vir com um lado preto e outro amarelo, uma
espécie de mimo para os fãs desse formato de disco.
Em entrevista para Ryan Seacrest, Britney Spears, colocou um ponto final nas especulações sobre o
lançamento de seu novo material de inéditas. Segundo ela, o novo disco chega às
lojas no final de 2013, com produção executiva de will.i.am.
“Estamos definitivamente nos estágios iniciais agora, mas quero uma nova
abordagem e torna-la um pouco diferente de tudo que já fiz. Will tem muitas músicas
interessantes, que escutei e são realmente legais. Ainda não escrevi ainda, mas
há muitos violões e acho que as pessoas se surpreenderão com esse álbum. Será
realmente diferente”.
Britney também contou que
o produtor William Orbit será um dos
colaboradores do álbum. Os dois se encontrarão na semana que vem.
“Nunca trabalhei com ele e estou muito empolgada. Acho que as crianças
vão gostar”.