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segunda-feira, 24 de julho de 2023

Michael Jackson: crítica da biografia 'A Magia e a Loucura'


Já faz alguns anos que Michael Jackson faleceu, e muitos assuntos sobre sua carreira ainda permanecem obscuros. Uma maneira melhor de entender e tirar suas próprias conclusões sobre a vida e a carreira do maior astro pop de todos os tempos é a leitura da biografia A Magia e a Loucura, de J. Randy Taraborrelli

Construída a partir de entrevistas pessoais, depoimentos de Michael, de pessoas de sua família e de indivíduos que estiveram ligados direta ou indiretamente ao cantor, além de acesso a documentos oficiais, a biografia esmiuça cronologicamente todos os fatores que levaram Michael Jackson, da infância pobre em Gary, Indiana, ao mega-estrelato e, depois, ao declínio.

Uma coisa que fica bem clara é que Michael talvez seja o artista mais perfeccionista e obstinado pelo sucesso de quem eu tenha conhecimento. Muito disso se deve à criação rígida que Joseph Jackson deu aos filhos. No livro ele é tratado apenas como um pai que desejava a qualquer custo o sucesso dos filhos, às vezes errando a mão no excesso de disciplina, mas longe do monstro que a família e a midia têm pintado durante anos. 

A verdade é que mesmo errando muitas vezes – como no absurdo contrato de praticamante escravidão que ele assinou com a Motown –, Joseph atingiu seu intuito e deixou marcado em seus filhos, principalmente em Michael, o conhecimento de que apenas muito trabalho e aperfeiçoamento podem levar um artista ao topo.

Outro detalhe muito interessante é o paralelo criado entre a carreira de Michael e a indústria musical, deixando bem claro que os sorrisos e abraços em fotos não passam de fachada, escondendo uma relação de ciúmes, falsidade e jogo de poder.

Todos os pontos cruciais da vida pessoal de Michael Jackson são tratados abertamente. Segundo o autor, Michael não era gay, mas tinha sérias sérias dificuldades em se relacionar com mulheres. Também fica bem claro que ele era uma pessoa extremamente desconfiada, e que dificilmente deixava que alguém tomasse decisões por ele.

É interessante observar que, mesmo tendo chegado ao inimaginável sucesso de Thriller, Michael ainda não estava contente, e foi exatamente aí que a situação saiu de controle. Querendo cada vez mais atenção, ele tomou direções cada vez mais erradas em sua carreira. Pra se ter uma ideia, o livro relata que algumas das suas maiores excentricidades - como a câmera hiperbárica em que ele supostamente dormia e o interesse em comprar os ossos do homem-elefante - foram notas inventadas e plantadas pelo próprio Jackson para chamar atenção.

Detalhes constrangedores de sua relação com o garoto Jordie Chandler são colocados de uma forma explícita, revelando um sério distúrbio psicológico, que apesar de levar o cantor a um comportamento estranho e, para muitos, inaceitável, não o enquadram no perfil de pedófilo sustentado pela promotoria nos processos aos quais Michael Jackson respondeu.

As plásticas, o vitiligo, seus casamentos e todos os assuntos polêmicos são abordados da mesma forma. Mesmo sendo opinativo em alguns momentos, o autor expõe as informações de uma maneira em que, no final das contas, o leitor é quem tira suas conclusões.

Mas é claro que, em suas 670 páginas, o livro não possui apenas sombras. Todos os alicerces formadores do estilo inimitável de Michael Jackson cantar e dançar estão lá. James Brown, Diana Ross, Marvin Gaye, Gene Kelly, Fred Astaire e muitos outros grandes nomes fazem parte do balaio de gato que culminou na originalidade de Michael. Sempre esteve claro que ele era o mais talentoso dos irmãos, e que, em algum momento, iria voar longe e só. Mesmo assim, nem mesmo o produtor Quince Jones imaginava que ele chegaria tão longe. O fenômeno de Thriller salvou a indústria fonográfica, moribunda no início dos anos 80.

A importância histórica desse artista, às vezes soterrada por seus escândalos, é inestimável. Seus fracassos foram mais bem sucedidos do que muitos grandes sucessos de várias estrelas pop. Ele era irriquieto, sempre tentando se reinventar. Ele ainda procurava superar a marca de Thriller, só que o tiro de misericórdia em sua vida veio com o segundo processo, esse sim, totalmente forjado, levando-o aos tribunais numa batalha que, apesar de vencida com sua declaração de inocência, agravou seriamente seus problemas de dependência com drogas lícitas.

O livro, cuja primeira edição foi publicada em 1991, teve sua última atualizada em 2005, portanto a fase pós-julgamento não é relatada. Infelizmente, os acontecimento que sucederam a essa época todos conhecemos bem. Um Michael Jackson totalmente fragilizado e cercado de sanguessugas definhou publicamente até sua morte. Porém, acho que devemos nos lembrar do garoto prodígio que encantou o mundo com sua voz e afinação nos anos 70, e que se tornou, quando adulto, no maior fenômeno pop da história.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Personagem negra e defensora dos animais estreia na Turma da Mônica

Durante um evento no Parque Ibirapuera, em São Paulo, a personagem Milena foi apresentada como a nova integrante da Turma da Mônica. Apesar da apresentação feita em 2017, Milena chega só agora aos quadrinhos, na história “A Nova Amiguinha”.

Descrita como uma menina cheia de personalidade, com autoestima elevada e filha de uma veterinária, Milena é uma verdadeira defensora dos animais.

Em entrevista ao Uol, Mônica Sousa, diretora-executiva da Mauricio de Sousa Produções também ressalta como Milena vem para aumentar a representatividade entre a turma: “Desde 2016 venho participando de eventos que discutem a importância da representatividade. É muito importante que as meninas e os meninos negros também possam se reconhecer nas histórias, animações e espetáculos. Nossos personagens podem contribuir para ampliar a representatividade”, explica.

Segundo Mauricio de Sousa, a personagem também será protagonista das histórias, assim como os outros personagens da turma.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

La Mappa dell’Inferno, de Botticelli

Confesso que ainda estou intrigado em relação ao livro Inferno, de Dan Brown, e a Divina Comédia, de Dante Alighieri, que li em 2005, entretanto não dei a merecida devida importância.

Mais que isso, estou intrigado pela obra de Botticelli, La Mappa dell’Inferno, gostaria muito de vê-la de pertinho, mas parece que atualmente ela se encontra em algum museu em Berlim, alguns dos desenhos estão no Vaticano. Em nenhum link da internet, consegui ver o mapa com detalhes, apenas algumas partes.

Um dos méritos de Dan Brown é que ele realmente me instigou a pesquisar mais sobre A Divina Comédia. Eu não sou muito fã de poesia porque meu intelecto é limitado (rs) e eu tinha a mega pretensão de ler em italiano – desisti, rs. Mas estou considerando comprar a versão bilíngue, embora também esteja mega tentado a comprar a versão ilustrada.

Enfim…

La Mappa dell’Inferno também é conhecida como La Voragine dell’Inferno, ou abismo do inferno, é um dos pergaminhos que Botticelli fez para ilustrar a Divina Comédia de Dante. O Mapa mostra o inferno como o funil clássico e foi pintado entre 1480 e 1490. Parece que existem 92 pergaminhos. Sete deles estão na Biblioteca do Vaticano e 85 no Museu Kupferstichkabinett em Berlim. O Mapa do Inferno está atualmente em Roma.

A estrutura do Inferno criado por Dante é em forma de cone invertido, ou funil, que degrada em nove círculos até o centro da Terra, onde se encontra Lúcifer. Em cada círculo, os condenados são punidos por um pecado específico, de acordo com a seguinte estrutura:

Primeiro círculo: limbo (local para não batizados e pagãos);
Segundo círculo: luxúria;
Terceiro círculo: gula;
Quarto círculo: avareza;
Quinto círculo: ira e preguiça;
Sexto círculo: heresia;
Sétimo círculo: violência.

Ele é dividido em três anéis:
Anel externo: violência contra pessoas e propriedades;
Anel do meio: suicidas e devassos;
Anel interno: violência contra Deus (blasfêmia) e contra a natureza.
Oitavo círculo: fraude:
Chamado de Malebolde (que significa valas do mal), é dividido em dez valas ou fossas.

Primeira vala: sedutores;
Segunda vala: bajuladores;
Terceira vala: quem comete simonia (venda de favores divinos);
Quarta vala: feiticeiros, astrólogos e falsos profetas;
Quinta vala: políticos corruptos;
Sexta vala: hipócritas;
Sétima vala: ladrões;
Oitava vala: conselheiros fraudulentos ou malvados;
Nona vala: semeadores da discórdia;
Décima vala: falsificadores.
Nono círculo: traição:

O último círculo é dividido em outros quatro:
Primeiro círculo: traição a parentes;
Segundo círculo: traição a entidades políticas, como partidos, cidades ou países;
Terceiro círculo: traição a seus convidados;

Quarto círculo: traição a seus senhores ou benfeitores

Para quem quiser ver mais ilustrações por Botticelli, veja vídeos no YouTube sobre o tema. Para quem pretende ler Inferno e não conhece Firenze, o site Inside Inferno traz informações sobre os locais em que Langdon passa e também algumas fotos de Venezia e Istambul.

Alguém aí já leu a Divina Comédia ou tem curiosidade?

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Brigitte Bardot: a biografia de uma mulher livre por Marie-Dominique Lelièvre

Estrela, apesar da relutância, Brigitte Bardot construiu a legenda de uma independência selvagem, desistindo da carreira de atriz pela defesa dos animais: o "mistério Bardot" é descrito numa nova biografia elogiosa da ex-artista francesa.

Nas páginas de "Brigitte Bardot, plein la vue" (Flammarion), ou Brigitte Bardot para encher os olhos, numa tradução livre, Marie-Dominique Lelièvre, do jornal Libération, apresenta o retrato de um ícone, assumindo sua admiração "pela trajetória, a ousadia e a coragem" da mulher.

"De todos os personagens sobre os quais escrevi, Bardot é o mais complexo, mais que (o cantor Serge) Gainsbourg ou (o estilista Yves) Saint Laurent", disse à AFP Marie-Dominique Lelièvre, uma apaixonada pelos arautos da cultura francesa pop.

"Optei por não me encontrar com Brigitte Bardot porque ela exigiria uma releitura do que eu escrevesse. Pesquisei sobre as relações profissionais e de amizade que ela misturou com frequência", acrescentou Lelièvre.

"Criatura gerada pela vontade de outros", sex symbol dos anos 'Sixties' é apresentada, principalmente, como mulher livre, "rejeitando as obrigações e porta-voz de uma geração", estima a autora, passando em revista os amores de B.B. entre eles os quatro maridos sucessivos (Roger Vadim, Jacques Charrier, Gunter Sachs e o atual, Bernard d'Ormale).
Para Marie-Dominique Lelièvre, Bardot foi presa muito cedo da celebridade, "o que a fechou no vazio vertiginoso de seu próprio reflexo".

"Bardot diz e faz o que pensa, sem satisfações a dar, encerrada nela mesma (...)", acrescenta a autora que a descreve hoje como reclusa, fora do próprio tempo e da sociedade.

"Com uma carreira devoradora, ela se saiu da melhor forma possível. O ódio ao gênero humano é um antídoto. Possui todos os defeitos e todas as virtudes dos franceses (...) Com sua forma decidida, de grande dama, ela defende os animais, desafiando o ridículo. Sob sua influência, costumes e leis evoluem", destaca a autora.

Sabe-se que Brigitte Bardot sujeita-se aos impostos sobre sua fortuna, administrando seus bens com sagacidade, o que lhe permite viver confortavelmente, embora tenha doado a maior parte das posses à sua fundação para os animais.

A autora passa de leve nas condenações da ex-estrela por incitação ao ódio racial e por sua estigmatização da comunidade muçulmana, regularmente questionada pelo sacrifício de carneiros na festa do Aïd.

"Sua maneira de envelhecer, enfrentando a idade de frente, numa época que esconde a velhice, é uma marca de de coragem", destaca Marie-Dominique Lelièvre.

"Bardot é uma rainha. Pode-se abandoná-la, mas nunca destroná-la".

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Que animal fotográfico você é?


Outro dia parei para tentar entender melhor algumas das minhas atitudes e as de alguns fotógrafos, amigos e colegas que tem a profissão ligada a minha de jornalista e consegui dividir, baseado no meu julgamento, claro, os fotógrafos em 4 grupos utilizando animais como termos classificatórios.

Vamos conhecê-los?

Fotógrafo LESMA

Ele sempre vai brigar por preços já não possui nenhum outro diferencial. Seu diferencial é cobrar pouco. É lento e está sempre atrasado em todos sentidos. Último a adotar tecnologias, a entender as mudanças da sociedade e do mercado. Isso não quer dizer que tenha má índole. Alguns não tiveram a oportunidade de estudar e portanto ainda não sabem da importância do trabalho árduo e da educação para a formação e sucesso do profissional. Outros são preguiçosos e querem vencer sem lutar, como se isso fosse possível. O interessante é que o mercado absorve este tipo de mão de obra. Ele normalmente atende os clientes de baixa renda, pois cobra pouco. (Não julgo aqui as pessoas de baixa renda. É apenas uma observação).

Fotógrafo HIENA

O mais perigoso de todos os fotógrafos. É negativo e representa uma ameaça as demais classes. Costuma ser inteligente, mas tem muita dificuldade em agir. Como as hienas na natureza que pouco caça e prefere viver de restos dos outros. Age pouco e por isso não vence. Se não vence, inveja os vencedores. Sua frase preferida é:

"Eu sou muito melhor do que este fotógrafo, no entanto ele tem mais trabalho que eu!"

Frase super coerente. Ele está certíssimo. No entanto o seu colega menos talentoso tem mais trabalho porque sua e faz acontecer. Se talento ganhasse jogo o Brasil seria o campeão de todas as copas. É normalmente muito inteligente, possue alto QI, é criativo, mas tem pouca inteligência emocional e dificuldade de se relacionar com clientes. O cliente sempre está errado. É o rei da cocada preta. É pouco produtivo e quer chegar ao topo sem esforço. Vive revoltado, pois sabe que é capaz de fazer um bom trabalho mas não consegue colocar suas ideias na prática. Ele vive em paralisia. Normalmente passa dia e noite nas mídias sociais falando mal dos seus colegas que se deram bem através de indiretas e piadinhas de mal gosto. Reclama dos baixos preços praticados no mercado. Ele nunca tem tempo para ser bem sucedido. São críticos por natureza, mas não aprenderam ainda que a auto-crítica é virtude.

Fotógrafo FORMIGA

Fotógrafo de pouco talento, mas com muita vontade de trabalhar e fazer acontecer. Compensa a sua falta de criatividade com o esforço e dedicação. Aceita críticas e cuida muito bem dos seus clientes. Respeita o mercado, sabe da importância de cobrar um valor a altura de seu trabalho. Desenvolve aos poucos a criatividade e a sua capacidade produtiva. Normalmente está disposto a ajudar outros colegas de profissão mesmo com suas limitações. Para ele nunca há crise, pois ela não resiste ao trabalho. Sua natureza é construtiva e empreendedora.

Fotógrafo ÁGUIA

É um fotógrafo fora de série Talentoso e visionário. Há poucos deles na natureza. Lidera o mercado em todos os sentidos. Costuma servir de exemplo para todos. Grupo pequeno, seleto, seletivo, inteligente. Não fala de coisas nem de pessoas, discute ideias. É muito criativo, mas nem por isso deixa de ser incansável trabalhador. Normalmente é quem lança as novas ideias no mercado. Enxerga longe e voa alto.

Eu termino por aqui com as perguntas:

Que animal hoje represento?
Que animal quero ser um dia?


Preciso ir embora. A formiga tem que subir muito morro para alcançar a águia.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

De acordo com pesquisa, o Brasil é um dos 10 países mais perigosos para jornalistas



Esses dias, como faço de costume, entrei na página da Comunique-se e li uma resenha que falava sobre os perigos da profissão do jornalista no Brasil. O que não é de se espantar em se tratando do nosso país.
O Brasil está entre os dez países mais perigosos para jornalistas, de acordo com o relatório do Comitê de Proteção aos Jornalistas (CPJ) divulgado nessa quinta-feira, 2, véspera do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. O levantamento leva em consideração o índice de impunidade em casos de comunicadores assassinados.
O ranking é liderado por Iraque, Somália e Filipinas. Casos de 2003 até o fim de 2012 são estudados. No Brasil, a análise identificou nove ocorrências não resolvidas e destacou os quatro assassinatos de jornalistas ocorridos em 2012.
O Brasil não é o único a publicar matérias que vão contra os interesses de algumas pessoas. Mas por ser um país famoso pela impunidade, casos de atrocidades contra os jornalistas terminam em tragédias não solucionadas. Não podemos esquecer que em muitos casos, os crimes nem são físicos. Existem as chantagens, jogo de interesses por parte de governos e do corporativismo e compra do silencio. As ameaças são inúmeras.
Lembro-me muito bem dos exemplos de alguns professores de Jornalismo da UFRN, quando citavam a ética jornalística e suas desvantagens. Sempre tinham como exemplo a revista Veja, que por, em muitos casos, não procurar ser parcial, terminava monopolizando e distorcendo informações de cunho governamental, mesmo que outras publicações mostrassem os fatos como verdadeiramente ocorridos.
Não estou dizendo que em certos casos os jornalistas também não tenham lá sua parcela de culpa. A corrupção e esquemas que rendem muito dinheiro, sempre atraem os mais diferentes tipos de profissionais. E por que jornalistas?!
 “Três das quatro vítimas trabalhavam em publicações digitais. Entre elas, o editor Mario Randolfo Marques Lopes, que havia coberto incisivamente corrupção no governo e má conduta policial. Repórteres do interior, trabalhando longe dos holofotes da mídia nacional e em áreas onde a aplicação da lei é fraca ou sujeita à corrupção, têm sido especialmente vulneráveis no Brasil”, diz o estudo.
De acordo com a consultora da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), Veridiana Sedeh, o envolvimento de policiais nos assassinatos agrava a situação. “Há casos em que as próprias autoridades cometem os crimes e, posteriormente, dificultam a investigação.”
[retirado de Comunique-se]
Para muitos estudiosos, grande parte da culpa da impunidade no Brasil está nas mãos de alguns policiais e políticos, que com a oferta de dinheiro fácil pelo tráfico de drogas e outros tipos de crimes, terminam atrapalhando as investigações.
Até quando o povo brasileiro vai deixar nosso país nas mãos de pessoas assim? Até quando a impunidade será uma das maiores estatísticas do Brasil?