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Madonna e o boxeador Josh Popper terminaram o namoro após um ano de relacionamento. A informação foi dada pelo tabloide The Sun US, em matéria publicada nesta sexta-feira (24).
Um fonte revelou ao site que eles seguem amigos, mas a agenda de compromissos da “The Celebration Tour“, que acabou no Rio em show apoteótico em 4 de maio, dificultou o relacionamento.
“Madonna mal vê Josh há meses porque sua agenda estava muito agitada. As coisas simplesmente não deram certo. Realmente não há rancor – eles ainda gostam um do outro. No momento, o relacionamento deles não parece viável e as coisas esfriaram, mas continuam amigos”
Ao que se sabe, a rainha Madonna conheceu o boxeador de 35 anos quando ele passou a dar aulas, em Nova York, para um dos filhos da estrela, David Banda — que participou ativamente dos shows de celebração à carreira da mãe.
O tabloide afirmou, ainda, que Josh esteve presente ao lado da família, quando a grande estrela enfrentou uma forte infecção em meados do ano passado que fez com que os shows fossem adiados.
Ele teria ido, inclusive, para Portugal, em agosto passado, comemorar o aniversário da voz de “Vogue” ao lado de filhos e, ao que tudo tudo indica, ficou próximo de Rocco Ritchie.
A passagem de Madame X pelas areias de Copacabana, com um público estimado de 1,6 milhão de pessoas, gerou mais de 300 milhões de reais para o Rio de Janeiro.
O show foi transmitido pela TV Globo, Multishow e Globoplay e acumulou um pico de audiência para a emissora carioca, batendo números que ela não alcançava há anos.
Luciano Huck, apresentador e amigo pessoal da estrela, revelou, antes da apresentação, que a própria cantora injetou dinheiro para fazer o espetáculo acontecer.
Imagina você ter apenas um disco e ser eleito o melhor do mundo?
A Apple Music vem, há alguns dias, divulgando a lista dos 100 Melhores Álbuns de Todos os Tempos. Nesta quarta-feira (22), o streaming de música da companhia da maça soltou o Top 10 discos que eles elegeram como melhores.
Lauryn Hill e seu “The Miseducation of Lauryn Hill” pegaram o lugar mais alto do pódio. Além dela, as dez melhores posições ainda incluem Beyoncé, Amy Winehouse, Kendrick Lamar, Michael Jackson, Nirvana e muito mais.
Veja o top 10 aqui:
#1. Lauryn Hill — The Miseducation of Lauryn Hill #2. Michael Jackson — Thriller #3. The Beatles — Abbey Road #4. Prince & The Revolution — Purple Rain #5. Frank Ocean — Blonde #6. Stevie Wonder — Songs in the Key of Life #7. Kendrick Lamar — good kid, m.A.A.d city #8. Amy Winehouse — Back to Black #9. Nirvana — Nevermind #10. Beyoncé — Lemonade
A grande estrela do hip hop, inclusive, recebeu um jantar exclusivo em Nova York no qual foi exaltado seu legado para o ritmo, para a população preta e para a música. Ela recebeu o prêmio e agradeceu a todos da equipe, família e sua mãe.
“Este é o meu prêmio, mas é uma narrativa rica e profunda e envolve tantas pessoas, e tanto sacrifício, e tanto tempo, e tanto amor coletivo.”
Na lista, não há discos do Brasil. O único latino é o cantor Bad Bunny com seu “Un Verano Sin Ti”, na posição número 76.
Vale lembrar que Lauryn Hill vem ao Brasil em 13 de julho para ser a headliner do festival “Chic Show – 50 anos de Black Music”, que acontecerá no Allianz Parque, em São Paulo. Ela cantará com o filho, YG Marley, e Wyclef Jean, parceiro no Fugees.
Além deles, estrelas brasileiras também integram o line-up, formado apenas por artistas pretos. São eles: Mano Brown, Criolo, Sandra de Sá e Rael.
O nome “Chic Show” remete ao baile que movimentou as noites e a juventude afro-brasileira na capital paulistana há cinquenta anos. Em 2023, foi produzido um documentário homônimo, disponível no Globoplay, a fim de resgatar os bastidores e os principais acontecimentos do evento, que contou diversas vezes com discotecagem em vinil e shows de Tim Maia, Gilberto Gil e James Brown, além de integrantes do chamado Pagode 90.
Veja aqui a lista completa dos cem melhores álbuns de todos os tempos — segundo a Apple Music:
#1. Lauryn Hill — The Miseducation of Lauryn Hill #2. Michael Jackson — Thriller #3. The Beatles — Abbey Road #4. Prince & The Revolution — Purple Rain #5. Frank Ocean — Blonde #6. Stevie Wonder — Songs in the Key of Life #7. Kendrick Lamar — good kid, m.A.A.d city #8. Amy Winehouse — Back to Black #9. Nirvana — Nevermind #10. Beyoncé — Lemonade #11. Fleetwood Mac — Rumours #12. Radiohead — OK Computer #13. Jay-Z — The Blueprint #14. Bob Dylan — Highway 61 Revisited #15. Adele — 21 #16. Joni Mitchell — Blue #17. Marvin Gaye — What’s Going On #18. Taylor Swift — 1989 (Taylor’s Version) #19. Dr. Dre — The Chronic #20. The Beach Boys — Pet Sounds #21. The Beatles — Revolver #22. Bruce Springsteen — Born to Run #23. Daft Punk — Discovery #24. David Bowie — The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders From Mars #25. Miles Davis — Kind of Blue #26. Kanye West — My Beautiful Dark Twisted Fantasy #27. Led Zeppelin — Led Zeppelin II #28. Pink Floyd — The Dark Side of the Moon #29. A Tribe Called Quest — The Low End Theory #30. Billie Eilish — WHEN WE ALL FALL ASLEEP, WHERE DO WE GO? #31. Alanis Morissette — Jagged Little Pill #32. The Notorious B.I.G. — Ready to Die #33. Radiohead — Kid A #34. Public Enemy — It Takes a Nation of Millions to Hold Us Back #35. The Clash — London Calling #36. Beyoncé — BEYONCÉ #37. Wu-Tang Clan — Enter the Wu-Tang (36 Chambers) #38. Carole King — Tapestry #39. Nas — Illmatic #40. Aretha Franklin — I Never Loved a Man the Way I Love You #41. OutKast — Aquemini #42. Janet Jackson — Control #43. Talking Heads — Remain in Light #44. Stevie Wonder — Innervisions #45. Björk — Homogenic #46. Bob Marley & The Wailers — Exodus #47. Drake — Take Care #48. Beastie Boys — Paul’s Boutique #49. U2 — The Joshua Tree #50. Kate Bush — Hounds of Love #51. Prince — Sign O’ the Times #52. Guns N’ Roses — Appetite for Destruction #53. The Rolling Stones — Exile on Main St. #54. John Coltrane — A Love Supreme #55. Rihanna — ANTI #56. The Cure — Disintegration #57. D’Angelo — Voodoo #58. Oasis — (What’s the Story) Morning Glory? #59. Arctic Monkeys — AM #60. The Velvet Underground & Nico — The Velvet Underground and Nico #61. Sade — Love Deluxe #62. 2Pac — All Eyez on Me #63. The Jimi Hendrix Experience — Are You Experienced? #64. Erykah Badu — Baduizm #65. De La Soul — 3 Feet High and Rising #66. The Smiths — The Queen Is Dead #67. Portishead — Dummy #68. The Strokes — Is This It #69. Metallica — Master of Puppets #70. N.W.A — Straight Outta Compton #71. Kraftwerk — Trans-Europe Express #72. SZA — SOS #73. Steely Dan — Aja #74. Nine Inch Nails — The Downward Spiral #75. Missy Elliott — Supa Dupa Fly #76. Bad Bunny — Un Verano Sin Ti #77. Madonna — Like a Prayer #78. Elton John — Goodbye Yellow Brick Road #79. Lana Del Rey — Norman F*****g Rockwell! #80. Eminem — The Marshall Mathers LP #81. Neil Young — After the Gold Rush #82. 50 Cent — Get Rich or Die Tryin’ #83. Patti Smith — Horses #84. Snoop Dogg — Doggystyle #85. Kacey Musgraves — Golden Hour #86. Mary J. Blige — My Life #87. Massive Attack — Blue Lines #88. Nina Simone — I Put a Spell on You #89. Lady Gaga — The Fame Monster #90. AC/DC — Back in Black #91. George Michael — Listen Without Prejudice, Vol. 1 #92. Tyler, The Creator — Flower Boy #93. Solange — A Seat at the Table #94. Burial — Untrue #95. Usher — Confessions #96. Lorde — Pure Heroine #97. Rage Against the Machine — Rage Against the Machine #98. Travis Scott — ASTROWORLD #99. Eagles — Hotel California #100. Robyn — Body Talk
Segundo o boletim médico divulgado neste sábado (18), via G1, Tony Ramos teve alta do Centro de Terapia Intensiva (CTI) do Hospital Samaritano Botafogo e agora está na Unidade Semi-intensiva, se mostra lúcido e apresenta melhora progressiva.
O ator de 75 anos foi submetido a uma cirurgia no cérebro, a fim de drenar um hematoma subdural, ou seja, sangramento intracraniano, na última quinta-feira (16). O procedimento aconteceu após ele se sentir mal na manhã daquele dia.
O trabalho mais recente do artista na TV foi “Terra e Paixão”, novela de Walcyr Carrasco, na TV Globo. Já nos palcos, foi a peça “O que Só Sabemos Juntos”, com Denise Fraga.
O espetáculo, inclusive, teve as sessões dos dias 17, 18, 19, 24, 25 e 26 de maio canceladas no Teatro Tuca, localizado na cidade de São Paulo, devido à realização da cirurgia de Ramos.
Lançado nesta quarta-feira (14), o último episódio da primeira temporada de X-Men ’97 terminou com a derrota de vilões e a revelação de que a série é muito mais ambiciosa do que os fãs poderiam pensar. Enquanto a ameaça de Bastion deixa de existir, eventos mostram a chegada de um novo adversário que pode enfrentar os mutantes em vários pontos do tempo.
Também tivemos a volta de aliados antigos, uma aparente trégua entre antigos rivais e sinais de que um personagem amado pode retornar, mas não da maneira como esperávamos. Como tratamos livremente sobre os acontecimentos do episódio, fique atento ao fato de que teremos muitos spoilers a seguir.
X-Men ’97 tem final bombástico
Tolerância é Extinção - Parte 3 mostra os X-Men tendo que lidar com os efeitos de um ataque da ONU contra o Asteroide-M, no qual eles estavam enfrentando Magneto. Após ter sua mente destroçada por um ataque do Professor Xavier, o vilão consegue recobrar sua consciência a tempo de fazer com que sua grande base não se choque com a Terra.
Tudo isso acontece graças a uma interação psíquica entre os personagens, que lembram seu relacionamento passado e processam traumas que preferiam não compartilhar. Enquanto isso, a parte do grupo que ficou na Terra continua sua luta contra Bastion e o Senhor Sinistro, que acaba sendo derrotado por Jean Grey, revivida com a Força Fênix.
Enquanto Bastion se mostra mais resistente do que o imaginado, o poder conjunto dos X-Men — incluindo Mancha Solar, que decide assumir de vez seus poderes — é suficiente para derrotá-lo. Quando tudo parece que vai ficar bem, a grande surpresa do episódio se revela: a maioria do grupo acaba sendo teletransportada para diferentes momentos do tempo.
Animação traz gancho para segunda temporada
Ciclope e Jean acabam parando no futuro, onde encontram uma versão jovem de Cable e a Mãe Askani, que organiza a luta de resistência contra o vilão Apocalypse. Já o restante do time é levado para o antigo Egito, onde encontraram uma versão mais humana do personagem, conhecido então como En Sabah Nur.
Os únicos que ficam na Terra são Forge e Bishop, que volta do futuro bem a tempo de ver seus companheiros sumindo. Esses eventos indicam que a Marvel já definiu qual será o grande adversário da segunda temporada, que terá que ser confrontado em várias linhas do tempo e contextos diferentes.
Com isso, ela também abre espaço para que novos mutantes sejam recrutados a partir do vasto elenco de personagens do universo de X-Men. Também há indícios de que o vilão Massacre pode surgir como um subproduto do ataque de Xavier à mente de Magneto, se tornando a manifestação física dos rancores e traumas que os dois têm contra a humanidade.
X-Men ’97 tem cena pós-crédito
A última cena de X-Men ’97 também mostra que Apocalypse será uma ameaça no presente, mostrando o vilão em Genosha lamentando o que aconteceu no país. Ele aparece segurando uma carta de Gambit, dando a entender que o personagem supostamente falecido pode fazer parte de seus planos futuros.
Nos quadrinhos, Gambit acaba virando o Cavaleiro da Morte, pensando que isso o ajudaria a proteger os mutantes num momento de fragilidade. Já na animação, a transformação pode acontecer de forma mais radical, fazendo com que o personagem reviva sem ter controle sobre suas ações ou lembranças do passado.
X-Men 97 entrega os melhores momentos da Marvel desde Vingadores Ultimato
A Disney já confirmou o desenvolvimento de mais duas temporadas da animação, embora não tenha revelado quando novos episódios serão transmitidos. Segundo o criador e showrunner Beau DeMayo, demitido antes do início da primeira temporada, seu plano original era criar uma história que se dividirá em um total de cinco levas de capítulos.
Cameron Diaz está prestes a quebrar um jejum de dez anos sem filmes e voltar à ação. A atriz faz seu comeback ao estrelar “De Volta à Ação” com Jamie Foxx, repetindo a parceria de “Um Domingo Qualquer” (1999) e “Annie” (2014).
Os dois agora interpretam Emily e Matt, ex-espiões da CIA. Eles deixam o trabalho para se dedicar à família, mas, anos depois, são arrastados de volta ao mundo da espionagem.
Glenn Close, Andrew Scott, Kyle Chandler, Jamie Demetriou, McKenna Roberts e Rylan Jackson formam o elenco com Diaz e Foxx. Seth Gordon assume a direção, além de assinar o roteiro em colaboração com Brendan O’Brien.
Ficou curioso para assistir ao longa-metragem? Anota aí para não perder: “De Volta à Ação” fica disponível no catálogo da Netflix a partir de 15 de novembro deste ano.
O ator Tony Ramos, de 75 anos, foi internado no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (16). Ele passou por uma cirurgia no cérebro, após se sentir mal pela manhã. O colunista do jornal O GLOBO, Ancelmo Gois, afirmou que ele passou por uma operação para estancar um sangramento intracraniano.
O portal G1 Rio disse que o ator fez um procedimento para drenar um coágulo no cérebro. Segundo o portal do Grupo Globo, a cirurgia acabou por volta de 19h30.
A Folha de S.Paulo disse que a assessoria de imprensa do Hospital Samaritano, na zona Sul da capital carioca, afirmou que dará um boletim médico sobre o estado de saúde do ator “quando a família deixar”.
O trabalho mais recente de Tony Ramos é o vilão Antônio La Selva, na novela “Terra e Paixão”, de Walcyr Carrasco, na TV Globo.
“Duna: Parte Dois” está chegando ao streaming! O filme fica disponível no catálogo da Max, antiga HBO Max, a partir de 21 de maio, cerca de três meses após a estreia nos cinemas.
Na sequência de “Duna” (2021), adaptação do sci-fi homônimo de Frank Herbert, o jovem Paul Atreides (Timothée Chalamet) busca vingança contra os conspiradores que destroem sua família e tenta evitar o futuro terrível que prevê.
Nomes como Zendaya, Florence Pugh, Austin Butler, Anya Taylor-Joy, Josh Brolin, Dave Bautista, Rebecca Ferguson, Léa Seydoux, Christopher Walken, Stellan Skarsgård e Javier Bardem formam o elenco com Chalamet.
Denis Villeneuve dirige o longa-metragem, além de assinar o roteiro em parceria com Jon Spaihts. Os dois ainda integram a equipe de produtores com Mary Parent, Cale Boyter, Tanya Lapointe, Patrick McCormick, Josh Grode, Herbert W. Gains, Thomas Tull, Brian Herbert, Byron Merritt e Kim Herbert.
Esquema de trânsito será semelhante ao do réveillon: Copacabana será fechada ao trânsito às 19h30. Um centro de controle será montado na Praça do Lido, e 65 torres de patrulhamento serão espalhadas na areia.
O show de Madonna na Praia de Copacabana no próximo dia 4 de maio vai durar 2 horas, e quem quiser evitar a multidão poderá ouvir a apresentação atrás do palco, já que haverá torres de som dos 2 lados da boca de cena.
A Prefeitura do Rio de Janeiro e o governo do RJ deram detalhes, nesta quinta-feira (25), do plano operacional para o megaevento. A previsão de público aumentou, e as autoridades esperam 1,5 milhão de pessoas nas areias de Copacabana — antes era 1 milhão.
A estrutura está sendo montada em frente ao Copacabana Palace, voltada para o Leme. Os organizadores estimam que atrás do palco e da área de serviço, em direção ao Posto 6, esteja menos cheio.
Haverá DJs tocando a partir das 19h. Às 20h, assume o DJ Diplo. Madonna subirá ao palco às 21h45. O show deve terminar às 23h45 — se a rainha não quiser esticar...
A TV Globo, o Multishow e o Globoplay vão transmitir a apresentação ao vivo.
Segurança
A PM mobilizou 3,2 mil militares para o dia do evento. Assim como no Ano-Novo, haverá 18 pontos de revista com detectores de metal nos acessos à praia — e atenção, porque nem todas as ruas estarão abertas para passagem. Garrafas e vasilhames de vidro e objetos cortantes serão retidos.
A tropa vai operar com 12 câmeras de reconhecimento facial, 64 viaturas e 4 drones. Um centro de controle será montado na Praça do Lido, e 65 torres de patrulhamento serão espalhadas na areia.
Trânsito
O esquema será muito semelhante ao adotado todos os anos no réveillon.
Já na quinta-feira anterior (2), o estacionamento será proibido em quase todas as vias em Copacabana.
No sábado (4), a pista junto à areia da Avenida Atlântica amanhecerá fechada, como acontece na operação das áreas de lazer nos domingos e feriados. Às 11h, a pista da Atlântica junto aos prédios também será interditada. partir das 18h, só poderão entrar no bairro táxis e ônibus. Às 19h30, Copacabana toda estará fechada ao trânsito. Às 4h, os acessos serão reabertos.
Metrô
O metrô do Rio vai funcionar até 4h da madrugada para atender o público que for ao show.
Diferentemente do que acontece no réveillon, não haverá o embarque escalonado por hora, com os bilhetes especiais. A concessionária informou que o sistema vai operar com 100% da frota a partir das 15h e recomendou que o público antecipe a ida a Copacabana, desembarcando na Siqueira Campos.
O acesso às estações será monitorado, e não está descartada uma “operação-tartaruga”, com controle nas plataformas, a fim de evitar superlotação.
As demais estações do sistema metroviário funcionarão normalmente, das 5h à meia-noite, e após o horário habitual de fechamento, ficarão abertas apenas para desembarque do público.
Ônibus
Haverá uma linha direta do Terminal Gentileza até a Avenida Princesa Isabel, com bilhete de ida e volta a R$ 8,60, exclusivamente no cartão Jaé.
BRTs vão operar ao longo da madrugada para escoamento dos fãs, nas linhas 11 (Alvorada-Santa Cruz), 17 (Campo Grande-Santa Cruz), 22 (Alvorada-Jardim Oceânico), 35 (Paulo da Portela-Alvorada), 38 (Galeão-Alvorada), 50 (Jardim Oceânico-Centro Olímpico), 51 (Deodoro-Recreio), 60 (Deodoro-Gentileza) e 80 (Penha-Gentileza).
Ônibus de linha regulares terão os bolsões de embarque e desembarque na Praia de Botafogo e em Ipanema, como já ocorre no réveillon.
Estrutura
O show da rainha do pop conta com uma estrutura digna da realeza.
São pelo menos 200 pessoas na equipe, que ocuparão 90 quartos do hotel Copacabana Palace, um dos mais luxuosos do Rio.
No hotel, 5 salões estão reservados para ensaios.
A apresentação conta com 80 toneladas de equipamentos que são transportados em 3 aviões de carga e 30 caminhões.
Uma parte dessa carga, inclusive, já desembarcou no Aeroporto de Viracopos, em Campinas, no interior de São Paulo.
Madonna consegue manter sua relevância mais uma vez em 40 anos de carreira, sem perder seu trono de Rainha do Pop. Podemos ver isso com o efeito de sua última turnê mundial, a Celebration Tour, que além de ter esgotado todos as suas datas pelo mundo, mostra o quanto a estrela ainda consegue surpreender e inovar no palco, mesmo com as limitações da idade. A estrela está atualmente com 64 anos.
Para finalizar com chave de ouro sua atual excursão, a Celebration Tour, a cantora escolheu o Brasil como palco. Mas precisamente a Praia de Copacabana, um dos cartões postais mais conhecidos do pais no mundo.
Mas não será apenas mais um show da cantora, será o show!
Segundo informações publicadas por alguns portais de notícias especializados em entretenimento, esse será o maior show da cantora, podendo se tornar o maior show de um artista no mundo, até o presente momento, de todos os tempos.
Como parte da divulgação, a edição brasileira da revista Billboard, celebra a vinda de Madonna com uma matéria especial sobre os 40 anos de carreira da cantora na edição desse mês, com direito a duas capas especiais.
A sétima edição da BillboardBrasil tem uma surpresa: uma revista extra, que celebra os 40 anos de carreira de Madonna e revela todos os detalhes da vinda ao Brasil.
Em 2021, com a estreia de "Duna", Denis Villeneuve mostrou ao mundo que adaptação é uma das coisas que ele faz de melhor. O "selo de qualidade" do cineasta, a bem da verdade, já estava mais que criado na indústria depois de "A Chegada" (2016) e "Blade Runner 2049". Mas foi no deserto de Arrakis que o diretor franco-canadense encontrou sua mina de ouro — ou especiaria. Foram seis oscars só no primeiro filme. Nesse segundo, ouso dizer que as chances nas premiações duplicam.
Se o primeiro longa-metragem fez um meticuloso trabalho de apresentação do universo criado por Frank Herbert, autor do livro no qual a agora trilogia de Villeneuve se baseia, o segundo chega como um filme transitório, preparando terreno para um terceiro título que já tem até nome — "O Messias de Duna" —, mas sem perder espaço ou relevância ao trazer a continuação da história de Paul Atreides (Timothée Chalamet). E resolve um dos problemas mais criticados da produção de 2021: o ritmo.
A trama gira em torno de Paul, o messias que inicia uma guerra santa para salvar o planeta desértico de Arrakis da exploração da especiaria, item valioso para viagens espaciais e poderoso entorpecente. Em busca de vingança pela exterminação da Casa Atreides, ele se une aos fremen, povo nativo do deserto, para reequilibrar as forças do universo.
O impacto não só veio com a fotografia esmagadora do deserto, que te engole ao mesmo tempo que fascina, mas com a junção dela a um som que atravessa o corpo e causa sensações que somente um elenco tão talentoso quanto o do filme poderia amplificar.
Mas será que vale a pena investir seu tempo nesse longa?
A obra que baseia ambos os filmes de "Duna" é um extenso e complexo "calhamaço" de 680 páginas. Em outras palavras, é um manuscrito longo que descreve um novo universo, o deserto Arrakis, a cultura e geopolítica de cada uma das Casas daquela galáxia e, principalmente, a história de Paul, que tem o dom de prever o futuro — ainda que em diferentes linhas de possibilidade. Mesmo diante dessa trama intrincada, Villeneuve fez um excelente trabalho no primeiro filme para apresentar esse cenário, mas em um ritmo que não agradou todo mundo: muita gente se queixou da lentidão dos acontecimentos na história.
O formato mais lento é bem característico dos filmes do diretor e também se relaciona com o próprio gênero da ficção-científica no cinema. Não é bem o formato "Blockbuster", então é normal que cause um estranhamento à primeira vista. Mas esse é um problema que, nesse segundo título, já pode ser dado como resolvido — até porque, diante do sucesso do primeiro longa, essa necessidade de cativar um público maior se faz muito necessária. O novo filme teve orçamento de US$ 122 milhões e seu antecessor faturou US$ 433,8 milhões.
Munido de um público que agora tem contexto, em "Duna: Parte 2", Villaneuve se aprofunda na relação dos personagens entre si e com o deserto. Nomenclaturas difíceis e paisagens muito contemplativas, de longa duração e com muito foco, ficaram no primeiro filme: a continuação é mais rica em cenas de ação, diálogos dinâmicos e momentos mais emocionantes — o que permite que suas 2h45 de duração passem imperceptíveis.
Vale dizer que apesar do enfoque nas relações, os aspectos mais culturais do filme não se perderam, tampouco receberam menos atenção. Eles estão todos ali e compõem o universo, embora estejam, sem sombra de dúvidas, mais equilibrados com todas as cenas épicas do filme. Também ficam mais fáceis de serem compreendidos, outro ponto que deixava muita gente confusa no longa de 2021.
"Duna: Parte 2" abre muito espaço para desenvolver o romance entre Paul Atreides e Chani (Zendaya), que teve tão pouco tempo de tela no primeiro filme. A química entre Chalamet e Zendaya, nesse segundo longa, funciona à perfeição: toda a construção do longa te influencia a suspirar nas cenas em que estão juntos, muito alternadas entre takes distantes e close-ups no rosto dos atores.
Contudo, ao mesmo tempo em que é fácil torcer pelo casal, é aflitivo se apegar ao amor deles — algo que o roteiro trabalha muito bem. Não é spoiler dizer que, em condições tão desfavoráveis, diante de uma guerra inevitável e da ascensão de Paul como líder dos fremen, Chani assume uma posição angustiante.
Aqui vão as apreciações do brilhante trabalho de Zendaya no filme. Enquanto a atriz mergulha na interpretação de uma personagem mais "dura" e carrancuda, com fortes convicções e problemas de confiança, Chalamet tem desenvoltura para cativar interesse nas cenas em que se apresenta mais humilde, na mesma medida em que mantém postura para abocanhar os momentos em que é líder. O ator nova-iorquino, de 28 anos, confirma que é a escolha ideal para o papel. Zendaya, por outro lado, comprova sua maestria para desenvolver papéis de drama.
Somados a eles estão Javier Barden, Stellan Skarsgård e Rebecca Ferguson, atores já consolidados na indústria, que são peças-chave para o desenvolvimento deste segundo filme e não deixam nada a desejar. Também são apresentados Florence Pugh, que revela na fisionomia todas as reações e pensamentos da Princesa Irulan — personagem que, nos livros, acompanha os leitores desde o início da trama — e Austin Butler, que encara o desafio de trazer à vida o ambicioso e violento Feyhd-Rautha. São artistas que preenchem a tela com talento: E é só o que pode ser dito sem spoilers.
O deserto que te engole — e encanta
Já desde os trailers é perceptivo o quanto a fotografia de "Duna: Parte 2" é suntuosa. São vários os takes mais abertos, que aproveitam a magnitude de Arrakis. As cenas na areia foram gravadas no deserto da Jordânia e Abu Dhabi, o que abre margem para uma filmografia muito mais realista, distante dos CGIs exagerados. As dunas, verdadeiras montanhas de areia, recriam aquilo que Frank Herbert tanto se esforçou para transpassar em seu manuscrito: a força irrevogável do deserto.
O enquadramento mais distante dos personagens, que os mostra tão pequenos em relação a essas dunas, expressa muito bem o quanto a natureza pode ser esmagadora. Ali, tudo tem mais poder do que os humanos, seja pelos vermes de areia, seja pela sobrevivência em um local tão inóspito. E ao mesmo tempo, esse perigo eminente tem uma beleza viciante: o deserto assusta na mesma medida que emociona. É difícil tirar os olhos da tela e a vontade de querer passar mais tempo lá dentro sufoca os pulmões com ansiedade.
Épico que reverbera no peito
Por fim, se tem uma coisa que um bom filme de ficção-científica precisa, sem exceções, é causar impacto. Não existe nova realidade, universo ou probabilidade que se preze sem isso. A estratégia, nesse gênero, vem muito pelo conjunto da fotografia com a mixagem de som— ela mesma, aquela categoria que todo mundo ignora nas premiações do cinema.
Veja, é um fato que são muitos os componentes para tirar um roteiro do papel e transformá-lo em filme, e também é claro que a filmagem é uma das partes mais importantes do todo (senão, não se chamaria filme, né?). Mas muita gente dá pouca importância ao som, que tem esse poder (delicioso) de causar sensações. É aquele silêncio que antecede o susto em "Psicose", o conforto do preparo dos pratos em "Ratatouille", a ansiedade da explosão da bomba em "Oppenheimer", o desespero dos tiros de "Dunkirk" e por aí vai.
Em "Duna", o trabalho do som é um dos pontos mais importantes, porque é por meio dele que toda a sensação de magnitude — tanto dos personagens quanto do deserto — se forma e se apoia. É aquele ponto que reverbera no peito: o som atravessa o público e carrega, consigo, uma porção de sensações. O poder do deserto mora em seus barulhos e silêncios, nos vermes que fazem a cadeira do cinema tremer e o espectador se arrepiar.
Não à toa, o diretor ganhou o Oscar de mixagem de som no primeiro filme, de 2021, e deve ter a atenção da Academia também neste segundo longa. Minha única ressalva é que toda a atenção ao som engoliu um pouco do trabalho brilhante de Hans Zimmer, que foi premiado três anos atrás na categoria de melhor trilha sonora. Não acho que a música esteja perdida na trama, mas ela sem dúvidas recebeu mais atenções no filme de 2021.
Ainda seguindo nas partes que poderiam ser melhores, outro ponto que deixa a desejar é o desenvolvimento de Feyd-Rautha (Austin Butler). Novo à trama, apesar de bem interpretado, o personagem chega às telas com fama da psicopata, mas não convence tanto nas ações demonstradas. Em conjunto dele, na verdade, noto que os "vilões" da vez tiveram pouco destaque: senti falta de uma construção melhor dos personagens.
Tem diferença dos livros?
Como toda adaptação, é necessário fazer escolhas. Aqui não foi diferente: "Duna Parte 2" fez algumas escolhas narrativas diferentes da obra original, mas chega aos mesmo lugares. A parte boa de quem é um leitor fiel do livro de Herbet é que há bastante conteúdo para identificar, e uns bons easter eggs para aquecer o coração dos fãs.
Na visão da crítica que vos fala, que tem a ficção-científica no topo de seus gêneros favoritos do cinema, tenho uma teoria. Existem filmes sci-fy que te impactam, alguns te atravessam, muitos fazem grandes alertas, mas poucos (bem poucos, mesmo) são aqueles que te consomem. Desde o primeiro "Duna" me senti consumida pelo trabalho de Villeneuve. Nesse segundo filme, no entanto, de alguma forma, ele conseguiu também me soterrar na emoção — o que é uma boa analogia, já que a maior parte do filme se passa na areia. Então, sim, vale muito ver no cinema. De preferência na sala IMAX.
Quem está no elenco de "Duna: Parte 2"?
O elenco é composto por Timothée Chalamet, Zendaya, Austin Butler, Florence Pugh, Javier Barden, Christopher Walken, Josh Brolin, Rebecca Ferguson, Dave Bautista e Stellan Skarsgård.
“Deadpool & Wolverine” deve ser um prato cheio de piadocas, referências de cultura pop e ação, como indica o inédito trailer divulgado pela Marvel Studios nesta segunda-feira (22).
Ao som de “Like A Prayer”, de Madonna, a prévia mostra Wade Wilson/Deadpool (Ryan Reynolds) e Logan/Wolverine (Hugh Jackman), agora na mira da Autoridade de Variância Temporal (AVT), juntos. Os dois trocam porrada, aprendizados e humor.
Os personagens também estampam os novos pôsteres do filme. Cada um aparece empunhando sua respectiva arma, que, em seu brilho, reflete a imagem do outro.
Nomes como Matthew Macfadyen, Jennifer Garner, Emma Corrin, Morena Baccarin, Rob Delaney, Leslie Uggams e Karan Soni formam o elenco com Reynolds e Jackman.
Reynolds ainda assina o roteiro em parceria com Shawn Levy, Rhett Reese, Paul Wernick e Zeb Wells, além de atuar como produtor. O mesmo Levy é o responsável pela direção. “Deadpool & Wolverine” estreia em 25 de julho.
Orgulho nacional! A estreia de “Guerra Civil”, novo filme do premiadíssimo estúdio norte-americano A24, chamou a atenção do Brasil e do mundo a Wagner Moura.
No país de origem do ator, seu nome disparou no Google e cresceu em 600% só nos últimos sete dias. Seus personagens e projetos também tiveram picos de buscas. Veja os dados reunidos pelo Google Trends, em primeira mão.
“Guerra Civil” e Wagner Moura estão entre os assuntos com maior crescimento no Brasil nos últimos sete dias. O longa-metragem foi 2º assunto com maior alta na categoria de entretenimento nesse período, ficando atrás apenas de “Fallout”.
Abril de 2023 já é o mês com mais pesquisas por Wagner Moura desde 2019. Ou seja, este é o patamar de buscas mais alto dos últimos cinco anos.
As pesquisas por Wagner Moura aumentaram seis vezes na comparação dos últimos sete dias com o período anterior (+600%), superando as feitas por “Guerra Civil”.
Capitão Nascimento, em “Tropa de Elite”, foi o personagem de Wagner Moura mais buscado desde o início da série histórica, em 2004. Pablo Escobar, em “Narcos”, foi o 2º personagem do ator mais buscado.
Logo depois, os filmes “Elysium” (2013) e “VIPs” (2010) foram muito buscados ao lado do nome de Wagner Moura. Já a novela mais pesquisada foi “ParaísoTropical”, da TV Globo, que foi ao ar em 2007.
Em cartaz nos cinemas brasileiros desde a última quinta-feira (18), o thriller distópico acompanha um grupo de jornalistas durante uma guerra civil nos Estados Unidos.
Nomes como Kirsten Dunst, Jesse Plemons, Cailee Spaeny, Nick Offerman e Stephen McKinley Henderson integram o elenco com Moura. Alex Garland, conhecido por “Ex_Machina: Instinto Artificial” (2014), assume a direção e o roteiro.
Dentre todas as adaptações de games para o cinema ou TV, Fallout talvez fosse uma das que teriam o trabalho mais fácil para dar certo, mas ao mesmo tempo, a que poderia desandar com o menor deslize. O Amazon Studios abraçou a possibilidade e colocou a produção nas mãos de Jonathan Nolan e Lisa Joy, responsáveis por Westworld, que conseguiram entregar uma das adaptações mais fiéis e divertidas de um jogo de videogame até hoje.
Fugindo da armadilha de tentar recontar a história de um dos jogos da franquia, Fallout, a série, se dá bem por andar com as próprias pernas em um universo criado ainda na década de 1990, pela Interplay, e popularizado para novas gerações pela Bethesda Softworks.
Fallout entrega uma bela representação do que é jogar um dos games da franquia, com todos os seus acertos, mas não sem os tropeços. Basicamente, até os bugs típicos dos títulos da Bethesda que sempre marcam os lançamentos de novos jogos estão presentes nos erros da adaptação. É jogar sem precisar de um joystick na mão.
I don't want to set the world on fire
Fallout se passa 229 anos após a guerra nuclear que devastou os Estados Unidos. A história se divide em três personagens principais: Lucy MacLean, jovem moradora do Vault 33 e interpretada por Ella Purnell (Yellowjackets); Maximus, um escudeiro da Irmandade do Aço, interpretado por Aaron Moten; e Cooper Howard, um ator de Hollywood que sobreviveu por mais de 200 anos como um Ghoul, um ser mutante que agora é um caçador de recompensas, interpretado por Walter Goggins (Justified).
Os três personagens conseguem cobrir praticamente tudo o que Fallout pode oferecer em uma série de TV. Lucy é, de certa forma, inocente, já que nunca saiu do abrigo subterrâneo e não tem noção dos perigos do mundo exterior. Maximus já conhece o mundo através da dor e da devoção à Irmandade do Aço, que tenta limpar o país de alguma forma. E Cooper já perdeu e viveu tempo suficiente para compreender como as coisas realmente funcionam.
Ao focar nesses três personagens, a série permite que os fãs da franquia possam reconhecer elementos e caçar easter eggs enquanto aproveitam a nova trama, ao mesmo tempo em que aqueles que nunca colocaram um controle de videogame na mão ou sentaram na frente de um PC para jogar podem aproveitar completamente a adaptação e conhecer todas as facetas desse rico universo.
Apesar de boa parte da trama ter Lucy, em um trabalho bastante competente e que deve dar ainda mais destaque à Ella Purnell, como ponto principal, quase servindo como uma protagonista, Maximus e Cooper são igualmente importantes para o andamento da trama da temporada.
Assim como acontece com outros jogos da franquia de games, Fallout, a série, conta uma história inédita, inclusive fazendo parte da cronologia da franquia, se passando alguns anos após Fallout 4. Isso deu liberdade a Jonathan Nolan e Lisa Joy de olhar para frente sem medo de ser feliz, sem qualquer tipo de amarra relacionada a acontecimentos de jogos passados.
A escolha do elenco, principalmente com Purnell (a mais nova estrela de olhos grandes e franjinha de Hollywood) e Goggins é muito inspirada e faz o espectador ter vontade de ver mais deles. Lucy é uma personagem que funciona exatamente pela sua ingenuidade em relação ao mundo exterior, fazendo com que você torça por ela.
Já Cooper é o exato oposto disso. É típico personagem durão, mas que tem um passado trágico que o torna muito interessante. O ator brilha no papel do mutante caçador de recompensas, novamente mostrando por que é um dos atores mais interessantes de Hollywood nos últimos 15 anos, trabalhando em produções como Os Oito Odiados e The Righteous Gemstones.
Confesso ter achado Maximus, interpretado por Aaron Moten, o elo mais fraco do trio, apesar de ter alguns bons momentos ao longo da temporada. Parece faltar algo no personagem para que ele se destaque. Pelo menos a armadura que ele usa é pura doideira.
Um mundo devastado e fascinante
Como jogador, eu sempre fui bastante fascinado pelo universo da franquia Fallout. Nunca fui muito fã da outra grande série da Bethesda, The Elder Scrolls, mas os jogos pós-apocalípticos sempre me chamaram atenção.
Fallout 3, mesmo com suas falhas, ainda é um dos meus jogos favoritos até hoje, seguido por Fallout: New Vegas. Quase todos os jogos seguem caminhos distintos, tendo apenas o mundo pós-apocalíptico como ponto comum. A série segue exatamente esses passos, servindo como uma aventura assistida da franquia.
Essa certamente foi a maior sacada da produção, já que permitiu aproveitar um cenário rico, cheio de elementos interessantes, já devidamente desenvolvidos e prontos para colocar na tela. Com tudo isso já esquematizado, bastou colocar uma história que fosse envolvente e ainda conseguisse apresentar novos elementos para ter sucesso.
Fallout consegue tudo isso, principalmente ao trazer a sensação dos games, com encontros com figuras bizarras e uma constante aura de perigo e vontade de explorar todos os cantos dos lugares apresentados.
Até os bugs estão presentes
Como comentamos, a experiência da série Fallout se assemelha bastante a dos jogos — inclusive em seus tropeços. A franquia da Bethesda, assim como praticamente tudo o que a empresa faz, é bastante conhecida pelos bugs encontrados pelo caminho. É impossível que um título seja lançado sem que alguma coisa esteja quebrada ou que funcione de um jeito que não deveria. É algo que já virou uma característica da empresa e que é esperado a cada novo Fallout.
A sua adaptação se sai um pouco melhor em relação a isso, mas alguns problemas são bastante notáveis. O ritmo da temporada me incomodou um pouco, com um início muito corrido, tentando apresentar tudo o que precisa sobre a trama de uma vez só, enquanto outros episódios são demasiadamente longos, causando uma certa fadiga.
Assim como nos jogos, esses bugs podem ser tratados como coisas boas por algumas pessoas, já que esses episódios mais longos também ajudam alguns personagens e situações terem um pouco mais de espaço e tempo para respirarem e serem mais desenvolvidos.
Por se tratar de uma série de streaming com todos os episódios lançados de uma vez só, isso talvez seja sentido por aqueles que vão maratonar a temporada, como eu fiz. Por outro lado, se você assistir os capítulos no seu próprio tempo, talvez não perceba tanto esse "problema".
O futuro pode ser caótico, mas muito divertido
A temporada de Fallout consegue apresentar muito bem a ideia da franquia, sendo uma ótima história de ficção científica, aliada a uma das melhores adaptações de games para outra mídia. A sua história é relativamente fechada nos oito episódios, mas um gancho fenomenal e os envolvidos na produção já falando que têm tudo planejado caso a série ganhe mais uma temporada, me deixam empolgado com o que está por vir.
Emma Stone foi anunciada como a vencedora do Oscar de melhor atriz em 2024 na noite de domingo (10/3), por seu papel na fantasia cômica Pobres Criaturas. É seu segundo prêmio na categoria: em 2017, recebeu a estatueta por La La Land.
A categoria foi a maior surpresa da noite. A disputa estava acirrada entre Emma e Lily Gladstone, de Assassinos da Lua das Flores, pendendo mais para a segunda. Mas a plateia vibrou: Emma concebeu uma das melhores interpretações da temporada ao viver a peculiar Bella Baxter, moldando com destreza sua linguagem verbal e corporal para acompanhar o amadurecimento da personagem.
Pobres Criaturas, do cineasta grego Yorgos Lanthimos, estava indicado a 11 categorias, das quais venceu quatro. Adaptado de um romance do britânico Alasdair Gray, o filme é uma versão do clássico Frankenstein. Bella Baxter (Stone) é uma mulher trazida de volta à vida graças às artimanhas do cientista Dr. Godwin (Willem Dafoe): com um cérebro de bebê, ela vai conhecer o mundo, evoluindo com velocidade. É através das esquisitices de suas descobertas que o longa discute temas como existencialismo, sexualidade e liberdade feminina.
A vitória veio com gostinho especial para Emma, já que a atriz também assina como produtora do longa. Na campanha pelo Oscar, ela vinha exaltando o projeto enquanto uma parceria criativa com Lanthimos. "É sobre uma equipe que se uniu para fazer algo maior que a soma das partes. E essa é a melhor parte de fazer filmes, estamos todos juntos", ressaltou em seu discurso de agradecimento.
O que a atriz disse sobre Pobres Criaturas
Pobres Criaturas é o que costumam chamar de "polêmico": recheado de cenas de sexo e nudez, o filme recebeu críticas, e, por bancar tais passagens, Emma Stone foi considerada destemida. Em entrevista, a atriz disse não concordar com o rótulo.
"As pessoas falam muito do sexo e da nudez como se isso fosse a coisa mais corajosa que um ator pode fazer. Mas eu não concordo com isso, neste caso. O que é inspirador na personagem e intrigante de interpretá-la é que cada aspecto de sua vida é novo, e ela aprende com cada um deles, seja o sexo, a dança, a política, a filosofia ou a comida. Para mim, o sexo é parte do que acontece a uma pessoa que está se desenvolvendo rapidamente."
Outra discussão que o filme promoveu leva em conta que o longa tem uma protagonista feminina que esbanja liberdade sexual, mas é dirigido e escrito por homens. Por isso, há quem considere que Pobres Criaturas explore o corpo feminino para deleite das plateias masculinas.
Emma confessou ficar irritada com tal visão. "Porque isso tira a minha agência. Eu produzi o filme. Participei de cada etapa. Para mim era importante contar a história exatamente da maneira como fizemos. Sim, Yorgos é homem. Mas eu gostaria que as pessoas não desprezassem a minha participação na criação de Pobres Criaturas", disse. Segundo Emma, Bella Baxter é a personagem favorita que fez até o momento.
Relembre a trajetória de Emma Stone
Aos 35 anos, Emma ostenta um currículo extenso e, por que não, diverso. É uma atriz que todo mundo identifica por pelo menos uma produção. No começo da carreira, ela se destacou em filmes que tendiam ao besteirol, voltados ao público adolescente, como Superbad - É Hoje (2007), Zumbilândia (2009) e A Mentira (2010), além de ter vivido Gwen Stacy na franquia O Espetacular Homem-Aranha, protagonizada por Andrew Garfield. Também investiu em comédias românticas, como Amor a Toda Prova (2011). Espirituosa, já conquistava o público desde então.
Logo passou a integrar o elenco de filmes premiados, como Histórias Cruzadas (2012) e Birdman (2014). Em 2017, ganhou o Oscar de melhor atriz pelo papel em La La Land: Cantando Estações. No musical, ela interpreta uma aspirante à atriz, contracenando com Ryan Gosling e provando que sabe dançar e cantar. Mais recentemente, deu vida à vilã Cruella de Vil no filme Cruella, da Disney, que deve ganhar uma sequência em breve.
A parceria com o cineasta Yorgos Lanthimos começou em A Favorita (2018), que também foi indicado ao Oscar. Naquele ano, Emma concorreu como melhor atriz coadjuvante, mas não levou. OliviaColman, sua parceira de cena, faturou a estatueta de melhor atriz.
O longa é ambientado na Grã-Bretanha do século 18, sob o comando da rainha Anne (Colman), já numa fase da sua vida em que estava doente e com dificuldades. A atenção da rainha passa a ser disputada por Sara Churchill (RachelWeisz), a duquesa de Marlborough, com quem mantinha uma relação íntima em segredo, e a recém-chegada Abigail Masham (Stone), determinada a tomar o posto de favorita da monarca.
Com sua bizarrice particular, Lanthimos extrai uma performance saborosa e divertidíssima de Emma, inaugurando uma nova fase de sua carreira. Foi justamente naquela época que os dois começaram a conversar sobre Bella Baxter.
Em 2023, além de brilhar no cinema com Poor Things, Emma também apostou no streaming. Ela estrelou a série The Curse (disponível na Paramount+), uma comédia ácida sobre um casal de apresentadores de um programa de TV sobre reforma de casas que precisam lidar com uma maldição.
Atriz de "True Dectetive", da HBO Max, trocou a Princesa Leia de "Star Wars" para atuar em “Sexta-Feira Muito Louca”
A atriz norte-americana Jodie Foster revelou que por pouco não interpretou a Princesa Leia em “Star Wars” de 1977. A personagem acabou sendo feita por Carrie Fisher, mas Foster poderia ter aceitado o icônico papel se não fosse a Disney.
Na época, a Disney ainda não tinha os direitos da franquia — o que aconteceu apenas em 2012, com a compra da Lucasfilm –, mas Jodie Foster já estava escalada para um filme do estúdio e não quis deixar a produção. Ela confirmou a história no programa “The Tonight Show”, apresentado por Jimmy Fallon.
“Eles queriam uma Princesa Leia mais jovem, mas eu tive um conflito. Eu estava fazendo um filme da Disney e simplesmente não queria desistir do filme da Disney porque já estava sob contrato.”
A atriz não contou qual filme era, mas, segundo a Variety, pela proximidade de datas, era possivelmente a primeira versão de “Freaky Friday” — que depois se tornou “Sexta-Feira Muito Louca” no remake de 2003.
Jodie Foster ainda opinou se a escolha por Carrie foi a correta. “Eles fizeram um trabalho incrível. Não sei quão bom eu teria sido. Eu poderia ter tido um cabelo diferente”, disse.
Posteriormente, Carrie ainda reprisaria a Princesa Leia nos filmes “Império Contra-Ataca”, “O Retorno de Jedi”, “O Despertar da Força” e “Os Últimos Jedi”. A Lucasfilm também incluiu cenas da atriz em “Ascensão Skywalker”, gravado após a morte dela em 2016.