sábado, 16 de setembro de 2023

Prisão, agressão, treta com famoso e dívida familiar: As polêmicas dos participantes de “A Fazenda 15”

 

Rodrigo Carelli não mentiu sobre “A Fazenda 15” ser uma edição explosiva! Nesta quinta-feira (14) a Record TV anunciou os participantes da nova edição do reality show rural, previsto para estrear dia 19. E o que podemos dizer? Sem dúvidas vamos lidar com um dos elencos mais caóticos da história do programa… Isso porque polêmica não falta no currículo dessa galera!

Logo pela manhã, os primeiros participantes do reality rural foram divulgados. Os nomes foram divididos em sete horários para que os anúncios dos peões acontecessem em diferentes lugares. Até agora, podemos dizer que a nova temporada promete!

Kamila Simioni, por exemplo, adora um barraco! A influenciadora e empresária deu o que falar após se envolver com Tony Salles enquanto a esposa dele, Sheila Carvalho, participava do reality. De quebra, já arrumou confusão com Deolane Bezerra e Jojo Todynho — confusão que lhe rendeu uma queixa-crime!

Outra pessoa que também vive brigando é Cariúcha! Assim como Kamila, ela brigou com a vencedora de “A Fazenda 10”, que entrou com um processo na justiça. Jojo pede que a rival seja proibida de mencionar seu nome em redes sociais, além de uma indenização, por danos morais, no valor de R$50 mil.

O ator André Gonçalves não tem muitos projetos recentes, mas polêmicas em compensação… Ele já foi preso por não pagar a pensão de uma das filhas, alegando dificuldades financeiras após a pandemia da Covid-19. A briga judicial foi exposta pela ex-mulher, Cynthia Benini, e ele até usou tornozeleira eletrônica. Ademais, terminou o casamento com Danielle Winits e a atriz afirmou “estar muito feliz” com o fim da relação.

Darlan Cunha, ator e rapper, ganhou notoriedade no papel de Filé no filme Cidade de Deus e Laranjinha na série Cidade dos Homens, onde contracenou ao lado de Douglas Rodrigues. Em 2018 ele foi preso por lesão corporal e cumpriu pena em regime semi-aberto.

O músico Sander Mecca, famoso por liderar a boyband Twistter, também foi preso por porte de drogas em 2003. Ele chegou a dividir cela com os irmãos Cravinho, responsáveis pela morte de Marísia e Manfred von Richthofen, os pais de Suzane von Richtofhen. Vale dizer que a relação dele com entorpecentes também é delicada e chegou a se internar em uma clínica de reabilitação para enfrentar o vício.

O elenco também conta com rompimento por talaricagem, isso porque WL Guimarães, que era namorado de Ingrid Ohara, ficou com MC Mirella no “De Férias com o Ex” e as duas amigas brigaram logo depois. O jogador Radamés também brigou por dinheiro após se separar de Vivianne Araújo e a influencer Nathália Valente dá o que falar pelas fotos reveladoras e tatuagens contraditórias.

Para completar a jornalista Rachel Sheherazade — demitida do SBT após tretar com Silvio Santos, Luciano Hang e Jair Bolsonaro — e o modelo Yuri Meirelles, que ganhou notoriedade por protagonizar a trilogia de clipes do projeto “A FAVELA LOVE STORY” de Anitta. Sabe a simulação de sexo oral? Então…

Enquanto a sede do programa não fica pronta em Itapecerica da Serra, no interior de São Paulo, a produção do “A Fazenda” já se prepara para a estreia do programa. A emissora revelou que 18 participantes já estão definidos e com contrato assinado para a 15ª temporada do reality.

Além desses, mais dez pessoas terão a chance de garantir uma das últimas quatro vagas do programa. Afinal, a nova edição do reality será a maior em número de participantes, com 22 peões confinados.

Para isso, eles enfrentarão dinâmicas e uma votação aberta ao público dentro do Paiol. Vale lembrar que, no ano passado, foram cinco pessoas que participaram do confinamento especial. No entanto, apenas Bia Miranda entrou oficialmente no reality rural.

Além disso, o programa já tem data prevista para estrear. Em setembro, Adriane Galisteu assume novamente seu chapéu de cowboy para comandar o reality por mais uma edição.

Vale lembrar que MC Pipokinha é um dos fortes nomes para fazerem parte de “A Fazenda 15“. Será que teremos a funkeira, que já se envolveu em uma polêmica de zoofilia, cuidando dos animais dentro do programa?

Dance Club Songs | Conheça a lista dos artistas com mais #1 na parada

 

A Dance Club Songs (também conhecida por Hot Dance Club Songs, Club Play Singles, Hot Dance Club Play, Hot Dance/Disco e Disco Action) é a parada semanal das canções mais populares nas casas noturnas dos Estados Unidos, publicada pela revista musical Billboard.

Madonna lidera a para com 50 músicas no topo da parada, seguida por Rihanna e Beyoncé.

De acordo com a Billboard, nunca antes um artista havia conseguido tantos #1 em suas tabelas. O mais próximo disso aconteceu com George Strait, que alcançou a primeira posição 44 vezes na parada Hot Country.

Para uma casa noturna contribuir para a pesquisa, é necessário aplicar e cumprir certos critérios supervisionados por uma equipe da revista.

 

Artistas com mais canções que ficaram em primeiro lugar:

50 singles - Madonna
33 singles - Rihanna
22 singles - Beyoncé
19 singles - Janet Jackson
19 singles - Pet Shop Boys
19 singles - Katy Perry
17 singles - Donna Summer
17 singles - Mariah Carey
16 singles - Kristine W
15 singles - Whitney Houston
15 singles - Lady Gaga
12 singles - Kylie Minogue
11 singles - Jennifer Lopez
11 singles - Depeche Mode
11 singles - Britney Spears
10 singles - Christina Aguilera
10 singles - Deborah Cox

“A Pequena Sereia”, com Halle Bailey, quebra recorde no Disney+

 

A Disney anunciou para imprensa que a versão live-action de “A Pequena Sereia”, estrelada por Halle Bailey, bateu recorde de audiência em sua estreia no streaming. Segundo a empresa, o filme teve 16 milhões de visualizações em seus cinco primeiros dias no Disney+, superando a estreia de “Abracadabra 2” (2022).

A plataforma não costuma divulgar seus índices de audiência, mas “A Pequena Sereia” é uma questão para a Disney. Estima-se que a produção do live-action custou US$ 250 milhões para o estúdio, fora o investimento em marketing. E, desde que Halle Bailey foi anunciada como protagonista, o longa-metragem foi alvo de ataques racistas.

Houve um movimento virtual, inclusive, para avaliar o filme negativamente no IMDB. A plataforma identificou atividade suspeita na ocasião e contornou a situação. Mesmo com esses boicotes, “A Pequena Sereia” faturou US$ 569,5 milhões em venda de ingressos, tornando-se uma das maiores bilheterias de 2023.

“A Pequena Sereia” traz Melissa McCarthy como Úrsula, Javier Bardem como Rei Triton, e Jonah Hauer-King como Príncipe Eric. A direção é de Rob Marshall (de “Chicago”). A trilha sonora conta com as músicas famosas da animação de 1989 e mais três inéditas. 

Diretor de “A Pequena Sereia” explica escolha por Halle Bailey

Em entrevista, o diretor Rob Marshall admitiu que a produção não estava pronta para enfrentar o caso de racismo envolvendo a escalação de Halle Bailey. “Estávamos apenas procurando a melhor atriz para o papel, ponto final. Fim. É só isso. Fizemos testes com atrizes de todas as etnias. Estávamos procurando alguém que fosse incrivelmente forte, apaixonada, bonita, inteligente, alegre e feroz”, destaca.

“E Bailey tem tudo isso dentro dela. Sua voz é algo tão único, tão etéreo e tão bonito que captura o coração de Eric, e ele a procura durante todo o filme. Era essa a sensação que estávamos buscando em uma atriz”, o diretor disse ao site Entertainment Weekly.

Rob Marshall achou muito triste perceber como existe tanto preconceito ainda hoje. “Não estava prevendo isso, porque, de certa forma, sentia que já tínhamos superado esse tipo de coisa. Infelizmente, você percebe que não”, comentou.

BMG assina parceria de gravação e edição com Jennifer Lopez

 

Jennifer Lopez assinou uma nova parceria global de gravação e edição musical com a BMG para lançar seu nono álbum de estúdio “This is Me… Now”.

O primeiro álbum de estúdio de J.Lo em nove anos, e a sequência de “This Is Me… Then”, de 2002, será lançado pela Nuyorican/BMG.

“Jennifer Lopez é uma artista superstar global, artista… um fenômeno. Estamos entusiasmados por ter a oportunidade de trabalhar com ela e sua equipe para lançar seu primeiro álbum em quase uma década”, disse Thomas Coesfeld, CEO da BMG.

“Estamos entusiasmados e orgulhosos da parceria com Jennifer Lopez nesta tão esperada sequência de ‘This is Me… Then’. Claramente escrito com amor e através da experiência, ‘This Is Me..Now’ é edificante e inspirador. ‘Jenny From The Block’ está de volta a um ponto de sua carreira em que sua mensagem é maior do que nunca”, declarou Thomas Scherer, presidente de repertório e marketing do BMG, Los Angeles e Nova York.

Escrito e gravado em seu estúdio caseiro convertido em Los Angeles durante 2022 e 2023, “This Is Me… Now” conta com a produção de Rogét Chahayed, Jennifer Lopez, Angel Lopez e Jeff “Gitty” Gitelman. Outros produtores de compositores estão presentes no álbum, como Hitboy, Ink, Tay Keith, Yeti Beats, Carter Lang, Kim “Kaydence” Krysiuk. Brandon Riester, da BMG, é o A&R responsável pelo projeto.

Até o momento, Jennifer Lopez vendeu mais de 80 milhões de discos em todo o mundo, com 15 bilhões de streams globais e mais de 18 bilhões de visualizações de seus videoclipes de álbuns anteriores.

Nesta era do streaming, Jennifer Lopez, em 2023, consolidou seu status como estrela de cinema global nas plataformas de streaming. Seu último filme, “The Mother”, é o filme de maior sucesso da Netflix em 2023 até agora, com mais de 239 milhões de horas assistidas globalmente. “Shotgun Wedding”, lançado em janeiro, foi o filme número um no Amazon Prime Video.

Além disso, Jennifer Lopez é a única artista feminina a ter um álbum e um filme número um simultaneamente e tem uma bilheteria mundial acumulada de mais de US$ 3 bilhões. Em 2019, “Hustlers”, produzido e estrelado pela artista, superou US$ 32 milhões e arrecadando mais de US$ 100 milhões em todo o mundo.

sexta-feira, 15 de setembro de 2023

“Back For More”: Anitta se joga no K-pop em clipe com TXT

 

Depois de ter entregue uma performance mega coreografada de “Back For More” no VMA’s 2023, o grupo de K-pop TXT lançou, nesta sexta-feira (15), o videoclipe oficial da parceria com Anitta.

Os meninos como sempre arrasando na dança recebem a brasileira com um toque de funk no instrumental. A gata canta em inglês e espanhol, além de entregar coreo também!

Com o lançamento de “​Back For More”​, diversos pontos turísticos do mundo adotaram a cor azul para a divulgação do single, incluindo o Empire State Building, em Nova York, e o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro. Brasília​ também entrou na onda e botou o azul no Congresso Nacional e no Palácio do Planalt​o.

Vale lembrar que popstar se tornou, nesta terça-feira (12), a primeira brasileira a vencer DUAS VEZES o prêmio VMA. Em 2023, ela levou pra casa o troféu de “Melhor Clipe Latino”, uma categoria disputadíssima.

Um ano antes, em 2022, ela não apenas apresentou o hit “Envolver” (número 1 do mundo naquele momento), como também levou a melhor na disputa pelo astronauta prateado na mesma categoria.

Conheça “Rotting in the Sun”, da MUBI, que chega amanhã no streaming

 

Está estreando amanhã um filme na MUBI que olha… Sem exageros, é polêmico! “Rotting in the Sun” consegue reunir muita safadeza explícita, suspense e comédia de uma forma que dá tão certo que não dá nem para acreditar. A produção estreia exclusivamente na plataforma de streaming e vamos te contar agora o porquê desse filme entrar nos seus planos para o final de semana!

“Rotting in the Sun” é estrelado, dirigido e escrito por Sebastián Silva, cineasta chileno responsável por filmes como “A Criada”, “Crystal Fairy e o Cactus Mágico”, “Nasty Baby” e outros. Aqui, ele interpreta ele mesmo, Sebastián, um diretor em crise que entra em depressão e viaja até o México pensando em cometer suicídio. Então, um amigo recomenda uma praia de nudismo para relaxar e lá ele conhece o influenciador Jordan Firstman. Agora uma pausa: o ator realmente se chama Jordan Firstman e tem até o mesmo @ mostrado no filme. Todo mundo interpreta a si mesmo!

Coincidentemente, Jordan adora os filmes do Sebastián e fica muito empolgado (e ao mesmo tempo com tesão) ao conhecê-lo na praia todo pelado. O influenciador começa a conversar sobre uma ideia de série que tem em mente e tenta convencer o diretor a assumir o projeto. Ele fica tão obcecado por Sebástian que começa a ficar em cima, chamar para festas, fazer ligações em vídeo até que, no desespero, o diretor topa.

No dia seguinte, Sebastián some e nunca mais é visto. Jordan viaja até a casa dele para saber o que aconteceu e percebe que existe um grande mistério sobre o paradeiro do seu novo parceiro de trabalho. O que rolou? Só assistindo ao filme para saber!

O filme tem muita sacanagem explícita!

Dá pra dizer com absoluta certeza de que esse é um filme bem alternativo. O que vocês acham que aconteceria com um protagonista indo para uma praia de nudismo cheio de outras gays. Isso mesmo, sexo! E explicito, viu? E sem próteses que normalmente a gente vê em produções hollywoodianas.

Além disso, a gente vê muita coisa que principalmente as gays de cidade grande vão reconhecer: tem homem de calcinha, muita festa, não-monogamia e até poppers! Hahahaha. Fazia tempo que a gente não via um filme queer sem medo de escancarar e ainda trazendo uma história tão boa.

Uma forma inusitada de contar como funciona a internet hoje em dia

Jordan Firstman é um influenciador bombado que quer expandir a relevância dele para além das redes sociais. Porém, como quase todos os creators, ele também é efusivo além da conta e tem uma forma de encarar as coisas um pouco fora da realidade. Ele mostra a vida dele de forma espontânea e caótica nos stories, taca a câmera do celular na frente de todo mundo, filma o que não devia e não fica afastado de uma tela.

Esse é outro elemento que faz com que o filme, que já é feito para parecer algo mais caseiro, fique ainda mais próximo da realidade e é muito engraçado como você com certeza vai assistir, ver algum personagem e pensar “Olha aí o fulano”. Recomendamos assistir em grupo de amigos!

Personagens coadjuvantes também brilham

Além de Jordan e Sebastián, a gente amou e riu muito com outros rostinhos do filme. Destaque para Catalina Saavedra, que interpreta a Veronica, que cuida da limpeza e da manutenção do lugar onde Sebastián está hospedado. Ela é parte central de todo o mistério do filme e o cinismo dela e o drama novelesco fazem parte do lado cômico! Também temos Mateo, que é o dono do lugar, e casado, mas não sabemos muito bem se ele é um enrustido, temos Juan é o irmão de Sebastián no filme e na vida real e vários outros rostos rotineiros que podem aparecer pouco, mas entregam entretenimento quando chegam a hora deles.

Talvez você já esteja ansioso para assistir “Rotting in the Sun” ou conheceu agora só por nossa causa. Mas, independente disso, a gente sabe que você vai terminar o filme amando! Estreia hoje (15), na MUBI.

quarta-feira, 13 de setembro de 2023

Resumo do VMA 2023: Taylor Swift faz a rapa, Shakira brilha e Anitta ganha de novo

 

Se você não aguentou até o fim da premiação da MTV norte-americana, a gente te conta tudo que rolou de mais legal. Na noite desta terça-feira (12), aconteceu a anual entrega dos melhores da música mundial.

O evento rolou diretamente de New Jersey, nos Estados Unidos, e contou com um mundinho de celebridades bem quente e fervido.

Apresentado pela rapper Nicki Minaj, a grande vencedora da noite foi Taylor Swift, levando nove astronautas de prata para casa. A loirinha igualou o recorde de maior número de estatuetas em uma única noite de VMA e superou as oito vitórias de Lady Gaga, em 2010, e de Beyoncé, em 2016.

Fora isso, a cantora — que em breve virá ao Brasil — bateu o próprio recorde ao se tornar a primeira e única artista a ganhar pela 4ª vez o prêmio de “Videoclipe do Ano”, um dos mais cobiçados.

Ela, inclusive, roubou a cena ao aproveitar bastante a noitada proporcionada pela MTV gringa. Ela e seu copinhos vibraram muito em cada apresentação e os momentos, por óbvio, viralizaram na internet.

Anitta, a nossa Girl From Rio, fez história ao levar para a casa mais um VMA e se tornar a primeira brasileira a ter dois astronautas prateados em sua prateleira.

Ela desbancou Rosalía, Karol G, Bad Bunny, Shakira e mais ao vencer a categoria de melhor videoclipe latino por “Funk Rave”. É o segundo ano consecutivo que ela abocanha essa estatueta.

Fora isso, ela se apresentou na premiação com um medley de funk que botou o mundo todo pra rebolar. O show teve a estreia de uma música inédita chamada “Grip”, que foi feita em parceria da cantora com os produtores brasileiros da Brabo Music.

Shakira provou ser a maior latina do mundo todo e fez um medley de sucessos, antes de receber o prêmio VMA Video Vanguard, dado para quem tem uma videografia memorável para o mundo musical.

Ela subiu ao palco, incendiou a plateia, dançou com espadas e se jogou no grande público com a faixa que fez para o ex-companheiro que a traiu.

Fora isso, a noite foi marcada por uma suposta treta entre Meghan Thee Stallion e Justin Timberlake. Mas tudo não passou de uma interpretação da web. 

Veja a lista completa!

Clipe do Ano - Taylor Swift – “Anti-Hero”

Artista do Ano - Taylor Swift

Música do Ano - Taylor Swift – “Anti-Hero”

Artista Revelação - Ice Spice

Melhor Colaboração - Karol G & Shakira – “TQG”

Melhor Clipe de Música Pop - Taylor Swift – “Anti-Hero”

Melhor Clipe de Hip-hop - Nicki Minaj – “Super Freaky Girl”

Melhor Clipe de R&B - SZA – “Shirt”

Melhor Clipe de Música Alternativa - Lana Del Rey & Jon Batiste – “Candy Necklace”

Melhor Clipe de Rock - Måneskin – “The Loneliest”

Melhor Clipe de Música Latina - Anitta – “Funk Rave”

Melhor Clipe de K-pop - Stray Kids – “S-Class”

Melhor Clipe de Afrobeats - Rema & Selena Gomez – “Calm Down”

Melhor Clipe com Mensagem Social - Dove Cameron – “Breakfast”

Melhor Performance do Ano - TOMORROW X TOGETHER – “Sugar Rush Ride”

Melhor Direção - Taylor Swift – “Anti-Hero”

Melhor Fotografia - Taylor Swift – “Anti-Hero”

Melhores Efeitos Visuais - Taylor Swift – “Anti-Hero”

Melhor Direção de Arte - Doja Cat – “Attention”

Melhor Edição - Olivia Rodrigo – “vampire”

Show do Verão - Taylor Swift

Grupo do Ano - BLACKPINK

Álbum do ano - Taylor Swift – Midnights

Música do Verão - Jung Kook ft. Latto – “Seven”

domingo, 10 de setembro de 2023

Biografia | Janet Jackson

 

Nascida na cidade de Gary, Indiana, nos Estados Unidos, Janet Jackson, cantora, compositora, dançarina, atriz e produtora musical começou a carreira ainda jovem, quando tinha apenas 22 anos, em 1982.

A norte-americana já vendeu mais de 160 milhões de discos e 70 milhões de singles. A irmã mais nova de Michael Jackson também detém sete prêmios Grammy e diversos recordes.

Em 1993, lançou seu álbum janet., que se tornou um dos mais vendidos da história. Desde então, a fim de separar sua imagem à de sua família, após ter sua própria identidade artística definida, Jackson assina como "Janet". Conhecida como The R&B Queen, teve cinco álbuns consecutivos listados como os mais vendidos da história dos Estados Unidos.

Rhythm Nation, o quarto álbum da artista, foi classificado pela revista Rolling Stone como um dos 50 melhores discos da história. Fora isso, a cantora acumula 10 singles na primeira posição da Billboard Hot 100.

No início de 2015, após anos de hiato, a norte-americana lançou seu 11º disco de estúdio, nomeado Unbreakable, e deu início a uma turnê de mesmo nome.

Durante a série de apresentações, ela teve de anunciar uma nova pausa na turnê e na carreira, o que causou estranheza nos fãs e gerou especulações. Janet já estava, na verdade, preparando-se para receber seu filho.

Retornou aos palcos em setembro de 2017 e, após 56 apresentações, encerrou a Unbreakable Tour.

Inspiração para outros artistas como Jennifer Lopez, Janet Jackson foi considerada a sétima maior artista e dançarina de todos os tempos. Em 2013, a Forbes anunciou que fortuna de Janet alcançou a marca de US$ 1,2 bilhão de dólares, fazendo dela a única cantora e atriz negra bilionária da história do entretenimento.


Xuxa | Documentário é cheio de emoção e com edição na velocidade 2x do zap

Você já parou para pensar que os baixinhos de hoje devem estar lá, quase com seus 40, 50 anos? É preciso, porém,  “ler” o documentário que retrata a vida de Xuxa não com os olhos de um eterno baixinho, mas, sim, como espectador interessado, ao longo de cinco episódios, em saber mais sobre a sua história. O blog assistiu e começa esta crítica com essa dica. Xuxa é exposta nos seus momentos de glória e de fracasso, em trajetória que conseguiu condensar um movimento inteiro com seus passos, além de polarizar opiniões. 

Xuxa, O Documentário, é um projeto que celebra os 60 anos de uma das artistas pop mais importantes da história da cultura brasileira, completados em março. Teve a estreia do seu primeiro episódio no dia 13 de julho deste ano. Com produção original da Globoplay, revive a vida e obra da apresentadora Maria da Graça Meneghel, nome de batismo. O documentário é sucesso na plataforma. 

Episódio 1. Super Nova

Para começar o primeiro episódio, observamos o surgimento de Xuxa, além de toda nostalgia e memória, pode-se dizer que até afetiva. No início de sua carreira como modelo, no fim da década de 70, Xuxa era requisitada para estampar as capas de revistas do Brasil, até ingressar, de paraquedas na TV Manchete, e se desenrola como apresentadora a partir do “Clube da Criança”. Quem não lembra do clássico “Aham, Cláudia! Senta lá”? Um dos momentos mais icônicos do seu início de carreira, onde Xuxa falava de igual para igual com as crianças.

A transferência para a TV Globo foi em 1986, com o “Xou da Xuxa”, um dos programas infantis mais populares que a televisão já presenciou e que ultrapassou barreiras. A memória afetiva, visual e emocional, em seus primeiros minutos, relembrar Praga e Dengue, que eram amigos da Xuxa, a comoção dos fãs que a cercavam onde estivesse (há quem diga que Xuxa lançou pela primeira vez a palavra seguidores). O fenômeno era tão grande, que causava histeria, e talvez para quem nunca viu como surgiu a Xuxa, o documentário seja algo a despertar uma curiosidade. Pedro Bial com sua equipe do Conversa Com Bial, talvez, em seus rascunhos do documentário, não imaginaram que trazer quem um dia foi baixinho e descolar quem não foi, tenha sido relevante para chamar atenção neste primeiro episódio. Enfim, temos a Xuxa nas telas! 


Episódio 2. O Mundo Aos Seus Pés

Xuxa ganhou o mundo! O famoso e polêmico filme de Walter Hugo Khouri, “Amor Estranho Amor”, lançado em 1982, com grandes atores no elenco como Vera Fischer, Tarcísio Meira e Mauro Mendonça, traz Xuxa com seus 19 anos na época, contracenando com um menino de 12. Xuxa relembra a história do filme, quando as pessoas assistem (e é uma verdade) apenas a cena onde aparece nua com o menino, e a polêmica por ser acusada de pedofilia, por reproduzir a famosa cena de sexo. No reencontro com o ator, Marcelo Ribeiro, há uma revelação curiosa para Xuxa, Marcelo revela que após o filme, nunca mais conseguiu emprego nas mídias, por ter sua imagem atrelada a ela. 

O episódio passa para a  explosão  que foi o “Xou da Xuxa” sua reprodução em países como Espanha, o sucesso astronômico na Argentina e sua passagem meteórica pelos Estados Unidos. Xuxa embarca no  american dream e aprende a língua inglesa em tempo recorde. Mas sua ida para os Estados Unidos teve conotação sensual e sexual, devido às vestimentas de Xuxa na época. E foi nos Estados Unidos que Xuxa teve sua diversidade de Paquitas ou as Pixies, tendo uma paquita negra no elenco, contrariando sua empresária Marlene Mattos. Nessa mesma época, por excesso e intoxicação de analgésicos, o corpo de Xuxa entrou em colapso devido ao grande volume de programas que realizava na época, desenvolvendo um problema de hérnia de disco. 

A história da Maria da Graça chega a um dos seus grandes sucessos das telonas “Lua de Cristal”, com certeza é um divisor de águas na carreira de apresentadora e atriz de  Xuxa. Porém, neste episódio a carreira cinematográfica, musical e o sucesso do Xuxa Só Para Baixinhos é muito pouco explorada pelo documentário. Dois fatos, um deles inusitado, chamam atenção no decorrer do episódio: por que Marlene Mattos vendeu diversas fotos de Xuxa para os tabloides? Seria para dar mais projeção para Xuxa ou foi por pura maldade? E Michael Jackson, que do nada, ao conhecê-la, queria ter um filho por contrato. Enfim, somente Xuxa saberia nos responder os trâmites e cláusulas do contrato.

Episódio 3. Amor, Morte. Vida e Fogo

A vida de Xuxa é marcada, neste episódio, por amor, muito trabalho e as perdas de pessoas queridas pela morte. Mostra o começo arrebatador do namoro com o saudoso Ayrton Senna, passando o sentimento de saudade ao rever o grande ídolo do Brasil na tela, até a cena da sua morte. No entanto, o episódio traz um erro bem grande ao não mencionar o relacionamento que Ayrton teve com Adriane Galisteu, na época. E que  Xuxa se vestiu, literalmente, de viúva, por ele ser o grande amor de sua vida até a chegada de Juno.  

Mais uma vez temos um corte. Com o desenrolar do episódio, surge o questionamento: Marlene gostava de Xuxa? A resposta é não. O que ela mais queria era o poder sob Xuxa, o que a impedia de viver. Marlene não parou por aí, ainda exigiu que escolhesse entre amor e trabalho. Se ela escolhesse o amor, o projeto todo pararia e ela nunca mais a veria. Com isso, o trabalho foi escolhido. Marlene isolou a Xuxa do mundo. 

Esse sentimento de solidão que pairava, fez com que o desejo de ser mãe aflorasse. Caso não tivesse ninguém, chegou a cogitar em fazer inseminação artificial. Mas com o relacionamento avassalador com Luciano Szafir o sonho foi realizado. Luciano aceitou ter um filho sem se casar, o que não era o sonho de Xuxa.

O ano era 1997, a capa da revista Veja diz o seguinte: “Gravidez sem Casamento. Xuxa anuncia que terá um filho com o namorado”. Pois bem, hoje vemos que a revista foi super antiquada ao trazer tal manchete. O sensacionalismo em cima de Sasha, a venda de imagens pela Marlene, Xuxa queria essa exposição toda? 


Episódio 4. Encontros e Despedidas

Um dos momentos mais aguardados do documentário certamente é o frente a frente de Xuxa e Marlene, após 19 anos de separação. A relação abusiva de trabalho ficou muito evidente com as opiniões fortes de Marlene como, por exemplo, de que “ídolo tem que morrer cedo”, quando Marlene se refere ao fato de Xuxa não beber e não fumar.  Até pode-se entender, um pouco, o porquê tanta rigidez e frieza, por se tratar de uma época em que as emissoras eram ainda mais machistas, ter um programa comandado por uma mulher jovem era uma quebra de padrões para a época na TV Globo.

Episódio 4, de frente com Marlene Mattos. | Foto: Blad Meneghel

Porém, quando a conversa se desenrola entre as duas que estavam desconfortáveis naquele momento, a obsessão pelo produto Xuxa como forma de negócio era visível. Xuxa era um brinquedo na mão de Marlene. Perguntas vazias e respostas marcantes, como quando Marlene diz que as duas eram um casal sem sexo, o que deixou Xuxa petrificada, e a quem assiste também. Marlene chegou a dizer que não gostava de crianças e que tinha nojo de crianças especiais. 

No relacionamento abusivo e tóxico, Marlene ia muito além. Xuxa ficava cega para esses abusos, talvez por ter sido abusada quando pequena e por ter um certo medo ou receio de perder alguém, não sabemos. Marlene era um general! Trancava Xuxa e as Paquitas nos quartos dos hotéis onde se hospedaram para ninguém sair e ter contato com o mundo externo. Aliás, há uma controvérsia nesse episódio: afinal quem mandou pintar os cabelos das Paquitas de loiro, Marlene ou Xuxa? Sobre isto, Xuxa afirma que Marlene havia realizado uma pesquisa e que os telespectadores do Xou da Xuxa, preferiam ver loiras na televisão.

Marlene não parou, armou um encontro surpresa com o pai de Xuxa (quando a mesma já não falava com o pai há um tempo), mas apesar de tudo foi por meio de Marlene que os programas nunca foram comandados por homens.  

Mais um corte. Nesse momento vemos a vulnerabilidade da mãe de Xuxa, quando ficou doente até falecer. Foi uma sequência de perdas, o irmão, o pai e a irmã faleceram nessa ordem. Há um retorno para Santa Rosa, sua cidade natal, no Rio Grande do Sul. Aqui começa a vivência e os relatos dos primeiros abusos sexuais sofridos por Xuxa. 


Episódio 5. Uma Velha Chocante

Ninguém nasce sabendo o significado da palavra abuso, um tema delicado, porém necessário. O ano era 2012, Xuxa contou a um quadro do Fantástico que sofreu abuso na infância. Um choque para os telespectadores. Aqui podemos observar a grande vulnerabilidade de Xuxa. Nos atentamos aos detalhes dessa história.

Ao revelar para o Brasil esse segredo guardado ao longo de décadas, Xuxa abre um parêntese em sua carreira. Sofrer qualquer tipo de abuso é crime, que deve ser levado às autoridades competentes.  Mas nas décadas de 60 e 70 era bastante diferente. O que fica bem claro é que um amigo de seu pai, chamado Álvaro, e o namorado de sua avó e primos cometeram os abusos. 

O que se sabe até o momento é que o capítulo possui diversas falhas, muitas camadas e uma boa acelerada. Reviver o abuso não é fácil para ninguém! Xuxa conversa com o irmão Blad, ao qual o abuso é retratado, o mesmo perguntou porque ela não contou na época, Xuxa então diz que sentia medo e vergonha. Medo porque achava que a família não iria acreditar e que o irmão pudesse matar alguém, e vergonha por passar por tudo isso em silêncio. Após, Xuxa fala da perda da virgindade aos 19 anos, quando revela que queria ter relações sexuais logo.

No mundo das modelos, ter 19 anos e ser virgem era visto como “idiota”, e as meninas não falavam muitas coisas sobre sexo perto de Xuxa. Sua “primeira vez” foi com Pelé. Um homem que, na época, tinha 42 anos, o seu “amigo colorido”, como conta no documentário.


O que Xuxa não contou no documentário:

Papo de Segunda, no canal fechado GNT, Xuxa conta que a edição cortou pedaços e juntou com outros. O olhar do outro ao contar sua história, e Xuxa conta que poderia ter feito um pouco mais no documentário. Além de revelar que assinava papéis em branco e que não sabia quanto ganhava. Outro detalhe sobre a relação com Marlene Mattos chamou atenção: quando se viu sozinha e queria alguém para namorar, tinha que ter aprovação de Marlene, por ela os homens teriam que ser famosos e com dinheiro. Outro momento foi quando Xuxa comenta sobre uma vez que, na relação sexual, o rapaz pediu para ela cantar “Quem quer Pão”. Dito isto, percebe-se que a pessoa não estava querendo a Maria da Graça e sim a personagem Xuxa;

Quem Pod, Pode! Marlene volta a ser assunto sobre relacionamento tóxico e que escrevia tudo para Xuxa falar.

Biografia | Lívia Andrade

Lívia Andrade é uma modelo e atriz conhecida por particiar de vários programas no SBT. Nascida em 20 de junho de 1983 em São Paulo, Lívia Regina Sorgia de Andrade estreou na carreira como modelo de comerciais. No final dos anos 1990, fez seu primeiro trabalho na TV no programa 'Fantasia'.

Em seguida, integrou o grupo Mallandrinhas de Sérgio Mallandro. Na sequência, retornou para o SBT no programa 'A Praça é Nossa'. A partir de 2008 começa a participar do quadro 'Jogo dos Pontinhos' do 'Programa Silvio Santos'. Um ano mais tarde, atuou em sua primeira novela: 'Vende-se Um Véu de Noiva'. Posteriormente, esteve em outras tramas, como 'Corações Feridos' (2012), 'Carrossel' (2012, vivendo a professor Suzana), e 'Chiquititas' (2014).

Também no SBT, foi uma das apresentadoras do 'SBT Folia' e do 'Arena SBT', além de ter substituído Eliana em sua primeira licença-maternidade. Acumula ainda passagens por teatro, rádio e cinema. Em dezembro de 2017 passa a apresentar o "Fofocalizando" até maio de 2020 quando a atração chega ao fim.

Na vida pessoal, Lívia foi casada por uma década com o empresário Fagnani Nilton Júnior. A apresentadora também é figura frequente no carnaval nos desfiles da Gaviões da Fiel Torcida, em São Paulo.

sábado, 9 de setembro de 2023

Biografia | Leo Dias

Nascido no Rio de Janeiro, Leonardo Antônio Lima Dias, mais conhecido somente como Leo Dias, é jornalista, apresentador e colunista. Se formou em jornalismo em 1996, teve passagem pelo jornal Extra e nas revistas Contigo, Amiga e Chics e Famosos, além do portal Yahoo! Brasil, onde teve um blog chamado Pronto, falei!.

Na televisão foi repórter do programa Muito+ apresentado por Adriane Galisteu. Em 2013 foi convidado para integrar o time do programa TV Fama na Rede TV, onde ficou até 2016. Após a saída da emissora, migrou para o SBT para ser repórter no Fofocalizando.

O jornalista é homossexual assumido desde os dezesseis anos de idade. Em reportagens, contou que se relacionou e ainda se relaciona com diversos homens do meio artístico, mas o jornalista revelou que eles não são assumidos e que por isso não poderia falar os nomes. Em entrevistas revelou ser usuário de cocaína desde 2001. Época em que vivia na Austrália, e que sempre está em tratamento psicoterápico, e de desintoxicação, mas às vezes recai no uso. Contou já ter sido usuário de ecstasy e cannabis durante a adolescência. Também revelou ter tido diversas overdoses.

Em 27 de março de 2019 publicou a bibliografia não autorizada da cantora Anitta, um livro escrito por ele próprio, intitulado Furacão Anitta, que causou polêmica no Brasil inteiro, por revelar detalhes extremamente íntimos da vida da cantora, que é colega de Léo, e pediu para ele não contar mentiras e respeitar sua família. 

Criador de “Pânico” quer Neve Campbell de volta à franquia: “Paguem a ela”

O criador de “Pânico”, Kevin Williamson, espera ver Neve Campbell como Sidney Prescott mais uma vez. Durante uma entrevista ao podcast “Happy Horror Time”, ele comentou a saída da atriz da franquia.

Em junho do ano passado, Campbell anunciou que não estaria no sexto filme do Ghostface por não ter recebido a devida proposta salarial.

Williamson disse que “respeita totalmente” a postura de Campbell e espera que algo possa ser feito.

“Eu conheço ela muito bem, amo ela, adoro ela, e foi o que ela quis e isso é ótimo. Eu amo todos os envolvidos em ‘Pânico’ e tudo que eu posso dizer é: paguem o dinheiro! Sim, vocês ouviram, todos. É isso que eu faria. Eu daria”, afirmou o roteirista.

“Tenho certeza de que há um número com o qual todos concordam, que os deixará felizes, então espero que um dia eles descubram tudo isso, e quem sabe…”, acrescentou.

Ao anunciar a saída da franquia, Neve apontou sexismo e disse ter sido “uma decisão muito difícil”.

“Como mulher, tive que trabalhar muito duro em minha carreira para estabelecer meu valor, especialmente quando se trata de ‘Pânico’. Senti que a oferta que foi apresentada para mim não equivale ao valor que eu trouxe para a franquia”, disse a atriz, em entrevista ao Deadline.

“Foi uma decisão muito difícil seguir em frente. Para todos os meus fãs de Pânico, eu amo vocês. Vocês sempre me apoiaram incrivelmente. Sou eternamente grata a vocês e ao que essa franquia me deu nos últimos 25 anos”, finalizou.

“Pânico 6”, sem Neve Campbell, chegou aos cinemas em março deste ano e acompanhou os sobreviventes do Ghostface tentando recomeçar as próprias vidas.

O elenco conta com nomes como Courteney Cox, Melissa Barrera, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding e Jenna Ortega.

Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett são os diretores, enquanto o roteiro fica por conta de James Vanderbilt e Guy Busick.

Biografia | Jacob Elordi

Mais conhecido por sua atuação no filme "A Barraca do Beijo", Jacob Elordi é um ator australiano que, desde pequeno, demonstrou interesse pelas artes cênicas. Participou de diversas peças na escola e apareceu em alguns curtas-metragens antes de se juntar a Johnny Depp e Javier Bardem em "Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar" (2017). No ano seguinte à sua estreia, integrou o elenco da comédia dramática "Swinging Safari", dirigida por Stephan Elliott (de "Priscilla, A Rainha do Deserto").

Ainda em 2018, conseguiu o papel que lhe traria reconhecimento internacional: Noah Flynn, o crush de Elle Evans (Joey King) em "A Barraca do Beijo". A relação de Elordi e King se estendeu para além das telinhas, e os dois engataram um breve romance. O sucesso da produção foi tanto que, dois anos depois, a Netflix lançou uma sequência, intitulada "A Barraca do Beijo 2".

Nesse meio-tempo, o astro deu vida a Nate Jacobs na série "Euphoria" (2019), estrelada por Zendaya. O drama da HBO possui duas temporadas onde ele deu vida ao problemático quarterback que se envolve com Rue Bennett.

Seus demais trabalhos nas telonas incluem o romance "2 Hearts" (2020) e a comédia "The Very Excellent Mr. Dundee" (2020), protagonizada por Paul Hogan (de "Crocodilo Dundee", 1986). Em 2021, Elordi vai dividir a cena com Ben Affleck e Ana de Armas no longa "Deep Water", além de retornar para a terceira parte de "A Barraca do Beijo".

quarta-feira, 6 de setembro de 2023

“Gen V”: trailer final do spin-off de “The Boys” tem mistério, caos universitário e Marco Pigossi

 

O Prime Video disponibilizou o trailer final de “Gen V”, spin-off de “The Boys”, na tarde desta quarta-feira (06). Na prévia, jovens super-heróis colocam seus limites físicos e morais à prova quando ingressam na prestigiosa Universidade Godolkin.

Os estudantes tentam alcançar popularidade e boas notas para entrar no ranking dos melhores da instituição da Vought International, mas logo notam eventos sinistros e precisam descobrir se são os heróis ou vilões de suas histórias.

O elenco tem um representante brasileiro, Marco Pigossi, ao lado de Jaz Sinclair, Chance Perdomo, Lizze Broadway, Patrick Schwarzenegger, London Thor, Maddie Phillips, Derek Luh, Asa Germann, Sean Patrick Thomas, Shelley Conn e mais nomes.

Jessie T. Usher, Colby Minifie, P.J. Byrne e Claudia Doumit também participam da série nova, reprisando seus papéis de “The Boys”. Eric Kripke, Seth Rogen, Evan Goldberg, Michele Fazekas e outros embarcam como produtores executivos.

“Gen V” estreia em 29 de setembro deste ano, no Prime Video, com três episódios. Os restantes são liberados semanalmente, sempre às sextas-feiras, até o dia 3 de novembro.

terça-feira, 5 de setembro de 2023

Barbie é uma excelente crítica social com requintes de deboche

Barbie é um filme debochado. Uma obra criativa, surreal, colorida e espalhafatosamente debochada. Greta Gerwig mostra como tem aprimorado suas principais qualidades como diretora e construiu aqui, em pouco mais de 100 minutos, uma espécie de manual com tópicos básicos de como dar voz a mulheres contra a hipocrisia de uma sociedade patriarcal sustentada pelo consumo.

E como “básico” entenda que realmente são as coisas mais óbvias sobre o assunto. Ideias e, principalmente, sentimentos que dificilmente conseguem se fazer entendidos. O diferencial para que Barbie não seja um filme chato e previsível, então, veio da criatividade com a qual expõe contradições do patriarcado, tornando-se uma crítica bem-humorada dos valores deturpados que teimam em ser tratados como normais.

Antes de qualquer coisa, Barbie é um filme de fantasia e comédia com uma estrutura similar a grandes clássicos da Sessão da Tarde. Gerwig, que assina o roteiro ao lado de Noah Baumbach (História de um Casamento), apresenta um universo próprio, com regras bem estabelecidas e rapidamente explicadas. É fácil entender o que faz sentido ali na Barbielândia, mesmo que não faça sentido aqui na vida real.

A história acompanha a Barbie Estereotípica, que vive em um lugar perfeito, na companhia de amigas perfeitas (as outras Barbies), fazendo coisas divertidas e imersa na certeza de que a sua invenção fez bem para meninas no mundo real. No entanto, começam a acontecer mudanças de comportamento que a levam a uma inevitável crise existencial.

Para superar toda essa confusão, ela embarca em uma jornada incrível de descobertas sobre si, sobre o mundo ao qual pertence e, acima de tudo, sobre o mundo onde foi criada para servir de exemplo e faturar milhões.

Crítica nada sutil

Apesar de não apostar muito na sutileza para cutucar o status quo, Barbie se aprofunda no comentário social e político por meio da sagacidade dos diálogos e atuações irônicas, propositalmente exageradas.

A crítica é o coração desse filme, utilizando doses consideráveis de metalinguagem para manifestar-se contra o sistema no qual está inserido. O posicionamento quanto à Mattel é até surpreendente, batendo firme nas supostas boas intenções ao lançar a boneca como um brinquedo que inspiraria crianças de todo o mundo, mas que se tornou o reflexo de um padrão de beleza inalcançável e o motivo do colapso da autoestima de várias gerações.

Apenas um Ken

Enquanto conversa diretamente com meninas e mulheres por meio de referências nostálgicas ligadas à boneca, despertando sensações comuns – sejam positivas ou negativas -, Barbie pisa no calo de homens em muitos níveis.

As críticas logicamente alcançam aqueles que são misóginos, homofóbicos, conservadores e retrógrados, mas também os queridos progressistas que se colocam em posição de aliados, mas acabam apenas buscando um tipo diferente de protagonismo.

O fato de todos os Kens serem estúpidos não busca atingir homens de uma forma literal, mas, ao deixar muitos deles irritados com o retrato genérico, cumpre perfeitamente seu objetivo. Ryan Gosling tem uma atuação fisicamente muito expressiva e parece ter entendido perfeitamente o que estava representando ali. Se o espectador tiver uma masculinidade um pouco frágil que seja, provavelmente vai ficar ofendido em algum momento do filme. E, adivinha, é exatamente essa a piada.


Entre amigas

O filme é uma grande conversa de bar entre amigas. Greta Gerwig se diz incrédula depois que a Warner aprovou o roteiro escrito por ela e Baumbach, mas o resultado foi incrivelmente natural.

Margot Robbie é a melhor encarnação possível para a Barbie clássica e podemos agradecer a ela por ter adquirido os direitos de adaptação da personagem por meio da sua produtora, a LuckyChap Entertainment, e produzido o filme junto da Warner.

Um dos aspectos mais importantes que dá para retirar de Barbie é que não dá para definir as mulheres pelos seus papéis pré-estabelecidos por alguém em algum momento da história. Também não é correto defini-las pelas suas mazelas, pelo seu sofrimento. Inclusive, se puder não definir as mulheres sob nenhuma perspectiva, para qualquer fim ou com qualquer boa intenção envolvida, seria ainda melhor.

Assista ao filme com amigas, namoradas, esposas, filhas, sobrinhas. Leia, ouça e assista influenciadoras mulheres sobre o filme. Há uma perspectiva diferente que Greta Gerwig e Margot Robbie disseram existir diversas vezes e, no fim das contas, vai mesmo atingir o público feminino de uma forma diferente.

Esse não é um impeditivo que restrinja a audiência às mulheres, mas quem não gostar dessa perspectiva já não fazia parte do público-alvo que assistiria ao filme de qualquer jeito.