quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

“Todo Dia”: música de Pabllo Vittar alcança 3º lugar na lista Viral 50 Global do Spotify

Todo Dia”, single de Pabllo Vittar com participação do rapper Rico Dalasam, caiu no gosto do povo. Além de acumular 710 mil acessos no clipe no Youtube em uma semana, a música alcançou o 3º lugar na lista Viral 50 Global do Spotify. A drag comemorou a repercussão no Twitter.

Essa música sucede “Nêga” como single do álbum “Vai Passar Mal”, lançado neste mês. O disco também traz uma participação de Matheus Carrilho, da Banda Uó, e uma música com produção do americano Diplo, que quis trabalhar com a drag após ouvir “Open Bar”, paródia de “Lean On”, do Major Lazer.

O álbum inteiro está disponível para stream no Youtube.

Cyndi Lauper fala sobre discurso de Madonna: “Raiva não é melhor do que clareza e humanidade”

O discurso de Madonna na Women’s March, marcha das mulheres, em Washington D.C na semana passada ainda está rendendo. A cantora Cyndi Lauper esteve no programa “Watch What Happens Live” nesta quarta-feira (25) e apontou um certo “defeito” na fala da colega, apesar de ter dito que ficou feliz por Madonna ter ido à manifestação.

Eu não acho que [o discurso] serviu ao nosso propósito, porque a raiva não é melhor do que a clareza e a humanidade. É isso que abre a mente das pessoas. Quando você quer fazer isso, precisa compartilhar sua própria história.”

Cyndi continuou, dando o exemplo de Scarlett Johansson, atriz que também discursou na marcha e falou sobre sua experiência com a Planned Parenthood, instituição sem fins lucrativos voltada a serviços de saúde sexual e reprodutiva.

Ela contou sua história. Foi clara e eloquente. Gritar não é isso. Só atrapalha as pessoas, mas não comunica qualquer tipo de humanidade ou qualquer tipo de história que possa abrir a mente de outra pessoa.”

Nina Dobrev estará sim no último episódio de “The Vampire Diaries”!

Para quem já estava se conformando com a ausência de Nina Dobrev na temporada final de “The Vampire Diaries”, pode parar! É que a atriz confirmou nesta quinta-feira (26) que vai aparecer sim na fase final — mais especificamente, na series finale, o último episódio EVER da série!

Nina soltou a notícia em seu Instagram, publicando uma foto do roteiro do episódio (o 16º) com seu nome.

A atriz interpretou Elena Gilbert e Katherine Pierce durante seis temporadas, saindo da série antes de começar a sétima fase. Aparentemente ela só vai participar desse episódio mesmo.

O último episódio de “The Vampire Diaries” vai ao ar nos Estados Unidos no dia 10 de março.

Obrigada, Nina! <3

Crítica | The Crown – 1ª Temporada

Normalmente, a adjetivação excessiva em textos, especialmente críticos, tendem a disfarçar a falta de rigor técnico do redator e depõe contra a qualidade geral do que se quer comunicar. No entanto, às vezes, por mais que o crítico se esforce, determinadas manifestações artísticas exigem uma adjetivação maior, talvez até mesmo exagerada para quem ainda não tiver saboreado a obra sob comento.

E é exatamente isso que acontece com The Crown, série produzida pela prolífica Left Bank Pictures (Outlander, Wallander) para o Netflix, que, já em sua magnífica e irretocável 1ª temporada, demonstra que talvez não existam adjetivos elogiosos suficientes para classificá-la, desde já colocando-se como forte candidata a uma chuva de prêmios. Afinal, seu criador e roteirista, Peter Morgan, não costuma brincar em serviço, tendo em seu currículo obras do mais alto gabarito como O Último Rei da Escócia, Frost/Nixon, A Rainha e Rush: No Limite da Emoção, todas, vale ressaltar, cinebiografias de variadas personalidades.

The Crown é, provavelmente (mas sei que é cedo demais para dizer), o ponto alto da capacidade narrativa de Morgan, que aborda a vida da Rainha Elizabeth II a partir de seu casamento, aos 21 anos, com Philip, que viria a ser o Duque de Edimburgo. Mais do que isso, na verdade, o objetivo do ambicioso trabalho de Morgan é a abordagem, como o título deixa muito claro, da Coroa, da Monarquia acima de tudo, acima mesmo dos coroados e monarcas, emprestando fortíssimo significado ao ditado de origem shakespeariana “pesada é a cabeça que segura a coroa” e variações e desvelando e justificando sua existência aparentemente anacrônica em pleno século XX.
Situada entre os acontecimentos vistos em O Discurso do Rei e A Rainha, a série foi projetada para ter 60 episódios em seis temporadas de 10 cada uma, com a primeira lidando com os primeiros poucos anos da coroação precoce de Elizabeth Windsor (Claire Foy) depois da morte de seu pai, o Rei George VI (Jared Harris) não muito tempo após seu casamento em 1947 – por amor – com Philip (Matt Smith), membro da família real “estendida”, mas originário da Grécia. A estrutura narrativa escolhida não poderia ser mais acertada, com cada episódio lidando com um tema em particular costurados em sucessão que, quando vistos em conjunto, ganham perfeita cadência e fluidez, contando uma grande e espetacular história maior.

Para lidar com a estranheza que uma visão “no microscópio” poderia causar a pessoas pouco acostumadas com a estrutura de governo britânica, uma monarquia constitucional, Morgan esconde o didatismo ao nos aproximar em close de Elizabeth – ou Lilibet, como é chamada carinhosamente –  e todas as suas dúvidas e problemas que têm que lidar no dia-a-dia, sejam questões de estado, sejam questões familiares. É uma visão da monarquia direcionada à monarquia, enfronhando o espectador nesse meio de forma surpreendentemente natural ao humanizar os membros da Coroa, ao desnudá-los completamente de toda a pompa e circunstância, somente para tornar ainda mais patente e literal o peso que cada um tem que carregar em suas cabeças e ombros.

Mesmo quando a série lida com aspectos exteriores ao da estrutura do Palácio de Buckingham, ela de certa forma lida com símbolos também, já que o Primeiro Ministro britânico, à época e pela terceira vez (não consecutiva), era ninguém menos do que Winston Churchill (John Lithgow), um dos maiores estadistas do século XX e que quase sozinho foi o responsável por manter o mundo livre dos nazistas. Já idoso, o Churchill que vemos é alguém que há muito passou do ponto alto de sua carreira e sua manutenção no cargo se dá por uma espécie de orgulho intransigente que seria melhor qualificado como uma obsessão. É um homem de grande inteligência que, mesmo sabendo de suas limitações físicas, recusa-se a reconhecê-las e a deixar o tempo correr seu curso, mas que nutre um profundo e inequívoco respeito pela Coroa. Com isso, Morgan acaba criando um magnífico embate entre o antigo e o novo, entre a tradição e a necessidade de reforma, entre a ancestralidade firme e o futuro incerto.
E o embate se dá, sobretudo, na pesada cabeça de Elizabeth II, ela mesmo ciente de que pode representar o futuro – jovem, bonita, inteligente -, ao mesmo tempo que precisa manter o passado intacto. Suas dúvidas, sua ignorância dos meandros políticos e sua ingenuidade inicial são manobradas discretamente por todos ao seu redor, colocando-a em rota de colisão com seu marido, cada vez mais castrado, e com sua irmã, a Princesa Margaret (Vanessa Kirby), que perigosamente começa a caminhar pelos mesmos passos de seu tio, o Duque de Windsor (Alex Jennings) que abdicara ao trono por amor à uma mulher divorciada, algo inadmissível para a Igreja. E é particularmente arrebatador e esclarecedor ver o frágil equilíbrio da Coroa, como se ela todo o tempo andasse na corda bamba e que, com uma leve brisa ou uma distração boba, pudesse vir abaixo, tornando as escolhas de Elizabeth ainda mais dolorosas e contundentes.

Mas a história privada da monarquia britânica é entrelaçada não só por questões políticas vindas do Gabinete de 10 Downing Street, como também pela geopolítica da época, com uma Inglaterra recém saída da guerra e completamente em frangalhos e gradativamente perdendo o status de sede do Império Britânico que não tão vagarosamente começa a deixar de existir. É como ver o começo do fim de uma tradição milenar ou um estudo antropológico de uma instituição que parece ter sempre existido debaixo de regras tão complexas que, como Churchill deixa bem claro, empresta um caráter mítico, de lenda, de uma história construída e pensada para inspirar e apaziguar ânimos.

E toda essa majestade se faz presente por um design de produção primoroso que parece não ter sofrido qualquer tipo de limitação orçamentária, além de ter recebido toda a bênção da Família Real (algo muito improvável diante das questões que a série aborda sem pudores). Cada detalhe é suntuoso, cada cenário é detalhado ao limite e cada filmagem em locação parece capturar o incomensurável tamanho de toda aquela estrutura que parece sair diretamente de lendas arturianas ou da pena de um J. R. R. Tolkien.

Os quatro diretores encarregados de traduzir toda essa magnificência em uma obra coesa e inteligente – Stephen Daldry, Philip Martin, Julian Jarrold e Benjamin Caron – utilizam a câmera como nosso olhar para dentro do coração de Elizabeth, coração que só pode ser compreendido quando vivenciamos, ao seu lado, toda sua vida regrada por agendas e compromissos dos mais importantes aos mais triviais, por uma vida de aparências que sufoca e esmaga sem piedade sua vida pessoal. As lentes são impiedosas aqui, com uma fotografia que poderia se perder com as cores e vastidão de exteriores e interiores, mas que nos transmite exatamente o que cada personagem sente, em uma constante espiral de restrição e sacrifícios dos mais variados e dos mais inimagináveis para alguém “de fora”.
Reparem, por exemplo, como a iluminação é trabalhada de maneira não a nos deslumbrar com o ambiente, mas sim ao nos apontar para os gestos e movimentos dos atores. Se o contra-luz é usado – e ele é maravilhosamente bem usado – é para às vezes nos passar a sensação de superioridade do personagem que fica enegrecido e outras para lidar com suas fraquezas, tudo dependendo da altura que o diretor posiciona sua câmera. Ainda, se a luz inunda um ambiente, ela tem sempre mais força no ponto focal da narrativa daquele momento, reduzindo um enorme ambiente a um pequeno espaço sem o uso de planos mais fechados que são utilizados cirurgicamente apenas para mergulhar na psiquê dos personagens. E o mesmo vale para o abundante uso de luz natural – ou uma excelente e crível mimetização da luz natural – que não esconde, mas também não glorifica essa monarquia que vemos de dentro em cada detalhe, para o bem ou para o mal.

E a música tema composta por Hans Zimmer que assombra a abertura e cresce no encerramento de cada episódio é, arriscaria dizer, um de seus melhores trabalhos dos últimos anos (e isso não quer dizer pouca coisa), ao mesmo tempo simples e grandioso, comunicando a dúvida e elevando a tensão e a emoção quando necessário. O restante da música da série, que ficou ao encargo de Rupert Gregson-Williams (responsável pela trilha de A Lenda de Tarzan), também não desaponta ao usar os motifs de Zimmer e expandindo-os para lidar com os diversos personagens que povoam a série.

Mas deixei o mais importante por último, a verdadeira alma de toda a temporada. Ou as almas para ser justo. O elenco de The Crown é, em uma palavra apenas, irretocável. Mas não me limitarei a uma palavra. Seria desrespeitoso.

Claire Foy, jovem atriz britânica com um currículo inexpressivo até aqui, tem, na série, o papel de sua vida. A juventude e a vida alegre em família que vive é bruscamente interrompida pela morte do pai, que a obriga a tomar a coroa e o cetro de Rainha da Inglaterra e do Império Britânico, cada vez mais levando-a a abrir caminho para Elizabeth II e o que ela representa em detrimento a Elizabeth Windsor, mulher, mãe, esposa, irmã e filha. Sua atuação contida, mas incrivelmente expressiva – pequenos movimentos no rosto e nas mãos, postura ao andar e sentar, hesitação na voz – nos convence de seu crescimento como soberana que precisa desumanizar-se e tornar-se o símbolo que todos esperam que seja. Sua transformação é de deixar qualquer espectador aturdido e ela só tende a melhorar em temporadas vindouras.

Mas Foy não está sozinha. Ainda no departamento de “atores jovens e com carreiras razoavelmente incipientes”, há Matt Smith, o 11º Doutor na cinquentenária série Doctor Who, que, com seu jeito desengonçado, enorme queixo e ar blasé, entrega um Philip apaixonado que testemunha a transformação de sua esposa e sofre com isso. Cada vez mais jogado para escanteio, ele vê a vida que ele gostaria de ter abrir espaço para algo pré-estabelecido e engessado que o obriga a funcionar como um peão sem vontade própria e com cada vez menos relevância. Assim como no caso de Foy, Smith nos faz crer em seu sofrimento e tem um trabalho transformativo de se tirar o chapéu.

E o mesmo vale para Vanessa Kirby como a Princesa Margaret que tem sua vida como um espelho dos eventos envolvendo seu tio marginalizado pela família, o Duque de Windsor. Aliás, Kirby e Jennings têm os papéis que mais explicitamente lidam com sentimentos “normais” e que mais se prendem a uma utopia de vida que não combina com os ditames da Coroa. Jennings é particularmente brilhante no papel, casando uma atitude de playboy entendiado – mas genuinamente apaixonado – com uma profunda tristeza por não mais poder ser rei ou mesmo fazer parte da família. Suas privações, assim como as demais do restante da família em graus diferentes, mais do que evidenciam que a Coroa vem com um preço altíssimo: a alma.

É claro, porém, que não poderia encerrar esta já longa crítica sem falar de John Lithgow. O ator americano simplesmente é Winston Churchill em uma emocionante atuação como um homem que não sabe quando parar e que se recusa a largar uma vida de mais de 50 anos de serviço público. Curvado, corcunda, sempre carrancudo e com um sotaque britânico na medida, Lithgow brilha em um personagem complexo que reúne o restante de força que sua versão mais nova um dia teve e uma subserviência belíssima à estrutura monárquica de seu país. É por meio de seus olhos e de seus diálogos que realmente entendemos a importância da Monarquia – essa mesmo, com M maiúsculo – sobre o monarca, da Coroa sobre o coroado. Ele vê o símbolo. Ele entende seu poder. Ele respeita a instituição que jurou servir acima de tudo. E o ator deixa isso transparecer em cada linha de diálogo, em cada passo arrastado e difícil que dá fardado com o usual fraque preto do personagem. Os episódios focados nele, sobretudo o penúltimo – Assassins – são os mais emocionantes da temporada, capazes de arrancar lágrimas de espectadores incautos.


Poucas séries mostram todo seu potencial apenas na primeira temporada. Em menor quantidade ainda são as séries que prendem logo no primeiro episódio, especialmente em se tratando de biografias. The Crown é uma que, independente das próximas temporadas, já merece destaque como uma das mais excepcionais da última década e que realmente faz jus a todo tipo de adjetivação positiva que críticos puderem derramar sobre ela. Um começo estupendo em mais um acachapante acerto de Peter Morgan e, claro, do Netflix.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Matthew Goode vai entrar para a segunda temporada de “The Crown”

Boas notícias para quem amou “The Crown”! A primeira notícia sobre a segunda temporada da série acabou de sair nesta terça-feira, dia 24, e é uma adição ao elenco.

Segundo o RadioTimes, lá do Reino Unido, Matthew Goode, conhecido por “O Jogo da Imitação”, “Downton Abbey” e “The Good Wife”, interpretará o Lorde Snowdon, fotógrafo britânico que foi casado com a Princesa Margaret, irmã da Rainha Elizabeth II, de 1960 a 1978.

Ainda segundo o site, a segunda temporada de “The Crown” já começou a ser filmada e terá início em 1956, perto da Guerra de Suez, terminando por volta de 1960.
Tanto Lorde Snowdon quanto a Princesa Margaret já morreram; o primeiro faleceu em janeiro deste ano, no dia 13, enquanto Margaret morreu em 2002.

A segunda temporada de “The Crown” está prevista para estrear no fim deste ano. Queremos! Queremos!

“Queer Eye for the Straight Guy” vai voltar com novos episódios na Netflix

Que demaaaaais! A Variety informou na terça-feira (24) à noite que o programa “Queer Eye for the Straight Guy” retornará com oito novos episódios produzidos e exibidos pela Netflix! <3

Sucesso a partir de 2003, quando estreou, “Queer Eye for the Straight Guy” mostrava cinco homens gays, cada um especializado em algo (moda, comida, relacionamentos e etc), dando uma repaginada na vida de um homem hétero.

O reality durou cinco temporadas com Carson Kressley, Ted Allen, Kyan Douglas, Thom Filicia e Jai Rodriguez. Agora, a Netflix vai encontrar outro quinteto para comandar os episódios inéditos; o criador original, David Collins, continua.

Olha só o comunicado dos produtores (via Entertainment Weekly):

Em uma época em que a América está dividida e o futuro parece incerto, um time de cinco homens corajosos tentará nos aproximar com risos, sentimentos e a quantidade certa de hidratante.”

Hahahaha, que ótimo! <3

Os produtores ainda disseram que a série não será mais focada só em Nova York, como era anteriormente; agora vão expandir para outros estados. Ainda não há previsão de estreia.

Vocês assistiam? No Brasil, “Queer Eye for the Straight Guy” era exibida no canal pago Sony e depois passou para a Fox Life.

“X-Men”: Fox encomenda piloto de série no universo dos mutantes

Segundo a Variety, a Fox encomendou oficialmente o piloto de uma nova série relacionada aos X-Men, feita em conjunto pela Marvel Television e a 20th TV.

O piloto de uma série é um episódio escrito justamente para apresentar a série a emissoras e produtoras (no caso dessa ideia, a própria Fox) que possam eventualmente encomendar uma temporada completa do projeto.

De acordo com o site, a série será focada num pai e numa mãe que descobrem que seus filhos são mutantes. A família então será forçada a fugir de um governo anti-mutante, unindo-se a um grupo clandestino para sobreviverem.

Esse é o segundo projeto da Marvel Entertainment na Fox – o primeiro é “Legion”, co-produção da Marvel com a FX, com estreia marcada para 8 de fevereiro (9 no Brasil).

A intenção é que essa nova série se aproxime mais do universo “X-Men”, tanto nos quadrinhos quanto no cinema; esse último a gente fica meio incerto, porque cada filme está num tempo diferente.

Matt Nix (“Burn Notice”) vai escrever o piloto, além de ser produtor executivo.

Paris Jackson, filha de Michael Jackson, fala sobre abuso sexual, suicídio e “assassinato ao pai” em entrevista

Paris Jackson, a filha de Michael Jackson, está na capa da nova edição da revista Rolling Stone, com uma entrevista profunda, em matéria intitulada “Paris Jackson: a vida após Neverland”. A menina já tem 18 anos, mais de 50 tatuagens e, segundo seu irmão mais velho, Prince Michael, “é basicamente quem seu pai era: a única coisa diferente seria sua idade e seu gênero”. Sua força e sua fragilidade são associadas ao Rei do Pop.

Sobre a morte do pai, ela fala com dor. “Dizem que o tempo cura, mas não é verdade. Você apenas se acostuma. Eu vivo a vida com a mentalidade de ‘ok, perdi a única coisa que era importante para mim’, então, seguindo em frente, nada pode ser tão ruim quanto foi antes. Então, posso lidar com isso. Eu o sinto comigo o tempo todo”, diz a adolescente, que sonha com o pai regularmente.

Ela é convencida de que Michael foi assassinado. “Absolutamente. Porque é óbvio. Todos indícios apontam para isso. Soa totalmente como uma teoria da conspiração e uma besteira, mas os faz reais e todos da família sabem. Foi uma armadilha”. Quem queria matar Michael? “Um monte de gente”.

Entre suas tatuagens, uma é uma figura da capa do álbum “Dangerous”, outra é o logo de “Bad” e tem uma escrita à mão por pai, retirada de uma carta: “queen of my heart”. John Lennon, David Bowie, Prince e Van Hallen também estão entre as tattoos.

Na entrevista, Paris também falou sobre suas tentativas de suicídio – no plural. Antes do caso que ficou conhecido pela mídia, ela já havia tentado “múltiplas vezes”, em suas próprias palavras. Na última tentativa, o hospital a convenceu de fazer um programa de terapia domiciliar. Os motivos de sua vontade de morrer são vários… entre seus traumas, um abuso sexual, por parte de um cara muito mais velho, quando ela tinha 14 anos. “Não quero dar muitos detalhes, mas não foi uma boa experiência. Foi realmente duro para mim e, na época, não contei para ninguém.”

Sóbria e “mais feliz do que nunca”, a jovem agora tem como principal vício o cigarro. Quando fez 18 anos, se mudou da casa da avó Katharine. Passa quase o tempo integral com seu namorado Michael Snoddy, um baterista de 26 anos. Ainda está se descobrindo profissionalmente, mas gosta de fazer fotos como modelo.

Eu nasci com essa plataforma. Vou desperdiçá-la e fugir? Ou vou torna-la ainda maior e usá-la para coisas importantes?”. Paris conta que, um dia, seu pai a falou: “se você quiser ser maior do que eu, você pode, e se você não quiser também, você pode. Mas quero que seja feliz”. Ela conta que, por muito tempo, não sabia que seu pai era famoso mundialmente. “Eu pensava que seu nome era Pai, Papai. Não sabíamos quem ele era. Mas ele era nosso mundo. E nós éramos o mundo dele”.

Confirmado: álbum novo de James Blunt traz material inédito de Ed Sheeran

Quando o álbum novo de James Blunt sair, no dia 24 de março, o mundo conhecerá também mais música escrita por Ed Sheeran. Isso porque o disco, “The Afterlove”, traz o cantor na lista de colaboradores – ao lado de Ryan Tedder, Amy Wadge, Johnny McDaid, MoZella e Stephan Moccio. A informação é da revista britânica NME.

Em junho do ano passado, já havia sido revelado que Ed e James estavam compondo juntos. É uma parceria natural: eles se tornaram amigos e tem estilo parecido – se você pensar no formato composição-voz-violão-e-guitarra. Além disso, tem o facilitador de serem da mesma gravadora.

Composições de Ed Sheeran já foram gravadas por vários artistas. Olly Murs, One Direction, Rixton, Jessie Ware, Hilary Duff, Tori Kelly, The Weeknd, Justin Bieber, Major Lazer e Robbie Williams estão nessa lista. Sucessos como “Love Yourself” e “Cold Water”, por exemplo, são de sua autoria.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Oscar 2017: “La La Land” empata com “Titanic” e recebe 14 indicações!

E enfim saiu a lista dos indicados ao Oscar 2017, a maior premiação de cinema de Hollywood! Como era de se esperar, o queridinho da crítica e público “La La Land – Cantando Estações”, com Emma Stone e Ryan Gosling, se destacou, concorrendo em 14 categorias!

Sabe o que isso significa? Que “La La Land” empatou com “Titanic” e “A Malvada”, filmes com o maior número de indicações na premiação! Muito poder, hein?

 “A Chegada” e “Moonlight: Sob a Luz do Luar” concorrem em oito categorias cada, seguidos de “Manchester à Beira-Mar”, “Até o Último Homem” e “Lion – Uma Jornada para Casa”, com seis indicações cada.

Na categoria de melhor ator estão Casey Affleck, Andrew Garfield, Ryan Gosling, Viggo Mortensen e Denzel Washington. Já em melhor atriz concorrem Isabelle Huppert, Ruth Negga, Natalie Portman, Emma Stone e Meryl Streep.

Vamos falar de Meryl? Com esse Oscar ela completa 20 indicações! Isso mesmo! Rainha da atuação! Se vencer, será sua quarta estatueta.

Ah, vale lembrar que a cerimônia será apresentada pelo Jimmy Kimmel! A 89ª edição do Oscar acontece no dia 26 de fevereiro.


Confira os principais indicados abaixo!

MELHOR FILME
“A Chegada”
“Fences”
“Até o Último Homem”
“A Qualquer Custo”
“Estrelas Além do Tempo”
“La La Land – Cantando Estações”
“Lion – Uma Jornada para Casa”
“Manchester à Beira-Mar”
“Moonlight: Sob a Luz ao Luar”

MELHOR DIRETOR
Dennis Villeneuve, “A Chegada”
Mel Gibson, “Até o Último Homem”
Damien Chazelle, “La La Land – Cantando Estações”
Kenneth Lonergan, “Manchester à Beira-Mar”
Barry Jenkins, “Moonlight: Sob a Luz do Luar”

MELHOR ATOR
Casey Affleck, “Manchester à Beira-Mar”
Andrew Garfield, “Até o Último Homem”
Ryan Gosling, “La La Land – Cantando Estações”
Viggo Mortensen, “Capitão Fantástico”
Denzel Washington, “Fences”

MELHOR ATRIZ
Isabelle Huppert, “Elle”
Ruth Negga, “Loving”
Natalie Portman, “Jackie”
Emma Stone, “La La Land – Cantando Estações”
Meryl Streep, “Florence: Quem é Essa Mulher?”

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Mahershala Ali, “Moonlight: Sob a Luz do Luar”
Jeff Bridges, “A Qualquer Custo”
Lucas Hedges, “Manchester à Beira-Mar”
Dev Patel, “Lion – Uma Jornada para Casa”
Michael Shannon, “Animais Noturnos”

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Viola Davis, “Fences”
Naomie Harris, “Moonlight: Sob a Luz do Luar”
Nicole Kidman, “Lion – Uma Jornada para Casa”
Octavia Spencer, “Estrelas Além do Tempo”
Michelle Williams, “Manchester à Beira-Mar”

MELHOR FILME ESTRANGEIRO
“Land of Mine” (Dinamarca)
“A Man Called Ove” (Suécia)
“The Salesman” (Irã)
“Tanna” (Austrália)
“Toni” (Alemanha)

MELHOR ANIMAÇÃO
“Kubo e as Cordas Mágicas”
“Moana”
“Minha Vida de Abobrinha”
“The Red Turtle”
“Zootopia”

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
“A Chegada”
“Fences”
“Estrelas Além do Tempo”
“Lion – Uma Jornada para Casa”
“Moonlight: Sob a Luz do Luar”

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
“A Qualquer Custo”
“La La Land – Cantando Estações”
“A Lagosta”
“Manchester à Beira-Mar”
“20th Century Woman”

MELHOR TRILHA SONORA
“Jackie”
“La La Land – Cantando Estações”
“Lion – Uma Jornada para Casa”
“Moonlight: Sob a Luz do Luar”
“Passageiros”

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
Audition (The Fools Who Dream), “La La Land – Cantando Estações”
Can’t Stop the Feeling, “Trolls”
City of Stars, “La La Land – Cantando Estações”
The Empty Chair, “Jim: The James Foley Story”
How Far I’ll Go, “Moana”

MELHOR CURTA-METRAGEM
“Ennemis Intérieurs”
“La Femme et le TGV”
“Silent Nights”
“Sing”
“Timecode”

MELHOR MONTAGEM
“A Qualquer Custo”
“La La Land – Cantando Estações”
“Moonlight: Sob a Luz do Luar”

MELHOR FOTOGRAFIA
“A Chegada”
“La La Land – Cantando Estações”
“Lion – Uma Jornada para Casa”
“Moonlight: Sob a Luz do Luar”
“Silence”

MELHOR FIGURINO
“Aliados”
“Animais Fantásticos e Onde Habitam”
“Florence: Quem é Essa Mulher?”
“Jackie”
“La La Land – Cantando Estações”

MELHOR DOCUMENTÁRIO EM LONGA-METRAGEM
“Fire at Sea”
“Eu Não Sou Seu Negro”
“Life, Animated”
“O.J.: Made in America”
“A 13ª Emenda”

MELHOR DOCUMENTÁRIO EM CURTA-METRAGEM
“Extremis”
“4.1 Miles”
“Joe’s Violin”
“Watani: My Homeland”
“Os Capacetes Brancos”

MELHOR MAQUIAGEM E CABELO
“A Man Called Ove”
“Star Trek: Sem Fronteiras”
“Esquadrão Suicida”

MELHOR MIXAGEM DE SOM
“A Chegada”
“Até o Último Homem”
“La La Land – Cantando Estações”
“Rogue One: Uma História Star Wars”
“13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi”

MELHOR EDIÇÃO DE SOM
“A Chegada”
“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”
“Até o Último Homem”
“La La Land – Cantando Estações”
“Sully – O Herói do Rio Hudson”

MELHORES EFEITOS VISUAIS
“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”
“Doutor Estranho”
“Mogli”
“Kubo e as Cordas Mágicas”
“Rogue One: Uma História Star Wars”

MELHOR CURTA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO
“Blind Vaysha”
“Borrowed Time”
“Pear Cider and Cigarettes”
“Pearl”
“Piper”

E aí, quais filmes vocês já assistiram? Estão torcendo para algum em especial? 

Meryl Streep é indicada ao Oscar pela vigésima vez e bate recorde

A atriz Meryl Streep foi indicada ao Oscar de melhor atriz por seu papel na comédia musical “Florence: Quem é Essa Mulher?". Esta foi a vigésima vez que ela recebeu uma indicação ao prêmio, sendo que levou a estatueta três vezes. Com isso, Meryl amplia seu recorde de mais indicações, contando apenas as categorias de atuação.

O seu mais recente prêmio de melhor atriz veio por sua interpretação da primeira-dama britânica Margaret Thatcher no filme “A dama de ferro” (2011).

As duas vitórias anteriores aconteceram em 1980, quando levou o prêmio de atriz coadjuvante por “Kramer vs. Kramer”; e em 1983, quando venceu a categoria de melhor atriz por seu trabalho em “A escolha de Sofia”.

Desta vez, ela concorre pelo papel em um filme baseado em uma história real, a de Florence Foster Jenkins (1868-1944), uma cantora amadora. A atriz de 67 anos já foi indicada 29 vezes ao Globo de Ouro.

Morre aos 86 anos o artista plástico potiguar Dorian Gray Caldas

Faleceu na noite desta segunda, 23, no Natal Hospital Center, o artista plástico Dorian Gray Caldas, de 86 anos, vítima de um infarto agudo do miocárdio.

Diriam já estava internado há 12 dias tratando uma pneumonia e passando por hemodiálise.
Ele também integrava a Academia Norte-Riograndense de Letras.

Dorian estreou na arte em 1950, junto com os primeiros e grandes amigos Newton Navarro e Ivon Rodrigues, no 1º Salão de Arte Moderna de Natal. Seu primeiro livro se deu 11 anos depois, em 1961, intitulado “Instrumento de Sonho”.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

“Rogue One” bate a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria no mundo

Sucesso demais! Segundo o The Hollywood Reporter, “Rogue One: Uma História Star Wars” ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria no mundo todo no último domingo, dia 22.

Rogue One” arrecadou no fim de semana US$ 7 milhões – somando com a bilheteria de US$ 512,2 milhões nos Estados Unidos e de US$ 449,1 nos cinemas de outros países, o filme atingiu a marca de US$ 1,011 bilhão, após 39 dias em cartaz.

Assim, o longa se tornou o quarto filme da Disney a conseguir o feito em 2016, além de “Capitão América: Guerra Civil”, “Procurando Dory” e “Zootopia”.

Lembrando que “Rogue One” já está no top 10 de maiores bilheterias dos Estados Unidos, ultrapassando “Vingadores: Era de Ultron” e “Star Wars: Episódio IV – Uma Nova Esperança”.

Disney é mesmo poderosa hein?

Zoolander 2 e Batman vs. Superman lideram indicações ao Framboesa de Ouro; veja lista completa

Os indicados ao Oscar 2017 só devem sair nesta terça-feira (23). Enquanto a academia não mata a nossa curiosidade, a galera de Hollywood liberou os candidatos ao melhor prêmio que ninguém quer ganhar: o Framboesa de Ouro, que reconhece os piores filmes do ano!

Para a edição de 2017, Zoolander 2 e Batman vs. Superman concorrem em 8 categorias cada e lideram as nomeações. Outro destaque entre os indicados é “Tirando o Atraso”, com Zac Efron e Robert De Niro, que pode levar até cinco troféus pra casa.


Confira abaixo a lista completa de indicados:

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PIOR FILME
Batman Vs Superman – A Origem da Justiça
Tirando o Atraso
Deuses do Egito
Hillary’s America: The Secret History of the Democratic Party
Independence Day: O Ressurgimento
Zoolander 2

PIOR ATOR
Ben Affleck / Batman Vs Superman – A Origem da Justiça
Gerard Butler / Deuses do Egito & Invasão à Londres
Henry Cavill / Batman Vs Superman – A Origem da Justiça
Robert de Niro / Tirando o Atraso
Dinesh D’Souza [as Himself] / Hillary’s America: The Secret History of the Democratic Party
Ben Stiller / Zoolander 2

PIOR ATRIZ
Megan Fox / As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras
Tyler Perry / BOO! A Medea Halloween
Julia Roberts / O Maior Amor do Mundo
Becky Turner [as Hillary Clinton] / Hillary’s America: The Secret History of the Democratic Party
Naomi Watts / A Série Divergente: Convergente & Shut-In
Shailene Woodley / A Série Divergente: Convergente

PIOR ATRIZ COADJUVANTE
Julianne Hough / Tirando o Atraso
Kate Hudson / O Maior Amor do Mundo
Aubrey Plaza / Tirando o Atraso
Jane Seymour / Cinquenta Tons de Preto
Sela Ward / Independence Day: O Ressurgimento
Kristen Wiig / Zoolander 2

PIOR ATOR COADJUVANTE
Nicolas Cage / Snowden
Johnny Depp / Alice Através do Espelho
Will Ferrell / Zoolander 2
Jesse Eisenberg / Batman Vs Superman – A Origem da Justiça
Jared Leto / Esquadrão Suicida
Owen Wilson / Zoolander 2

PIOR COMBO EM CENA
Ben Affleck & seu BFF Henry Cavill / Batman Vs Superman – A Origem da Justiça
Qualquer Dupla de Deuses Egípcios ou Mortais / Deuses do Egito
Johnny Depp & seu figurino brilhante que dá vontade de vomitar / Alice Através do Espelho
Um Elenco Cheio de Atores que Um Dia Foram Respeitados / Beleza Oculta
Tyler Perry & Aquela Mesma Peruca Velha e Usada de Sempre / BOO! A Medea Halloween
Ben Stiller e seu BFF (Barely Funny Friend [“Amigo Pouco Engraçado”]) Owen Wilson / Zoolander 2

PIOR DIRETOR
Dinesh D’Souza and Bruce Schooley / Hillary’s America: The Secret History of the Democratic Party
Roland Emmerich / Independence Day: O Ressurgimento
Tyler Perry / BOO! A Medea Halloween
Alex Proyas / Deuses do Egito
Zack Snyder / Batman Vs Superman – A Origem da Justiça
Ben Stiller / Zoolander 2

PIOR PRÓLOGO, REMAKE, PLÁGIO OU SEQUÊNCIA
Alice Através do Espelho
Batman Vs Superman – A Origem da Justiça
Cinquenta Tons de Preto
Independence Day: O Ressurgimento
As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras
Zoolander 2

PIOR ROTEIRO
Batman Vs Superman – A Origem da Justiça
Tirando o Atraso
Deuses do Egito
Hillary’s America: The Secret History of the Democratic Party
Independence Day: O Ressurgimento
Esquadrão Suicida