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A atriz/cantora de 72
anos, Barbra
Streisandestá fazendo história
essa semana com seu novo disco de inéditas “Partners”. De acordo com a Billboard,
a norte-americana alcançou o topo da parada dos EUA com o lançamento do disco desbancando
nomes de peso da indústria musical do momento.
Ela se tornou a primeira
artista a debutar seus discos em primeira posição dos mais vendidos durante
seis décadas consecutivas.
A cantora gradeceu aos
seus fãs, em nota, pelo apoio.
“Ouvir que ‘Partners’ conquistou o primeiro lugar me trouxe uma
maravilhosa sensação de alegria. Saber que eu conquistei discos de sucesso nos
seis últimos anos me faz sentir verdadeiramente abençoada e agradecida por fãs
tão leias. Eu sinto vocês torcendo por mim e aprecio essa energia e apoio”,
afirmou.
O primeiro disco #1 da
cantora foi “People”, lançado há
quase 50 anos atrás. Outros discos que fizeram sucesso de Barbra foram “The Way We Were”, “A Star is Born”, “The Broadway
Album” e “Love is the Answer”.
Além disso alguns trechos da entrevista com o diretorChristopher
Nolan(“Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge“) foram
divulgados, onde o diretor fala sobre o filme e o compra com outro longa de
sucesso, “A Origem“. Veja:
“É uma obra com uma estrutura bem clássica, mas há novidades na narrativa
que realmente a elevam. Eu a comparo aos blockbusters com que cresci como uma
criança, filmes para a família no melhor sentido: nervoso, incisivo,
desafiador. É quase como uma imagem espelhada de ‘A Origem‘, ela se expande em uma maneira em que ‘A Origem‘ se contrai”.
A trama de “Interstellar”
contará a história de um grupo de exploradores que faz uso de uma nova
ferramenta para viajar no espaço. O grupo será liderado pelo personagem de
McConaughey e tem como integrantes os personagens de Matt Damon (“Terra Prometida“), Anne Hathaway (“Os Miseráveis“) e David Oyelowo (“O Mordomo da Casa Branca“).
Completam o elenco Jessica Chastain (“A Hora mais Escura“), Casey Affleck (“O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford”) e Michael Caine (“Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge“). O
compositor Hans Zimmer (do ainda
inédito“Batman
vs. Superman”), vencedor do Oscar, será o responsável pela trilha
sonora.
O terceiro single do
último disco de inéditas, “A.K.A.”
de Jennifer
Lopez, “Booty”, fez bonito
em sua estreia na parada da Billboard essa semana, fazendo jus ao prêmio de
Billboard Icon que a morena recebeu.
A música aportou na
posição de #18 na Hot 100, tornando-se a segunda melhor estreia da carreira da
cantora no ranking. “On The Floor”,
que debutou em #9, em 2011, chegando a #3, e continua sendo a melhor.
A faixa tem o poder de
levantar a moral e desempenho do novo disco da morena nas paradas do globo. “I Luh Ya Papi” e “First Love”, singles anteriores, alcançaram apenas os #77 e #87
lugares, respectivamente. Muitos críticos atribuem o sucesso de “Booty” ao remix com a participação de Iggy Azalea e as execuções do clipe
sensual no YouTube e no VEVO.
Além disso, o single se
tornou a melhor posição de Jennifer na Hot 100 desde “Dance Again”, de 2012, que chegou a posição de #17.
Em 1998 a ex-integrante
das Spice Girls, Geri Halliwellabandonou o grupo de forma abrupta, fazendo com que
os fãs e as próprias companheiras de um dos maiores fenômenos musicais dos anos
90 ficassem chocados. Eu também fiquei!!
Até os dias de hoje muita
gente e algumas das integrantes ainda não perdoaram a ruiva. Mel B
que o diga.
A Spice, que atualmente é
uma das juradas do Got Talent, relembrou
o ocorrido com tristeza para o entrevistador Larry King e expressou certa mágoa ao contar a história!
“Quando Geri deixou o grupo foi muito ruim. Ela saiu no meu aniversário
e não avisou a ninguém com antecedência. Simplesmente não apareceu mais e tivemos
que concluir o restante da turnê sozinhas”.
Mel
B
contou que levou bastante tempo para lidar com o fim do grupo e que apenas hoje
se sente mais tranquila em relação a isso, e que sim, houve mágoa durante um
longo período, pois fatalmente o projeto todo desandou a partir desse momento.
Geri deixou a girlband por
não suportar a contínua pressão midiática que estava sofrendo em relação a sua
imagem física e um começo de depressão.
O que começou
como uma brincadeira, cresceu e se tornou o maior projeto de samba da cidade do
Natal com direito a data para uma comemoração em grande estilo.
No próximo dia
27 de setembro, o Samba4Friends celebra quatro anos de sucesso e a
festa vai ser grande! Um time de grandes atrações animará a noite na Arena das Dunas.
Eu, Krisna Aquino, compareci as edições anteriores e, posso afirmar que
o Samba4Friends é sinônimo de
diversão, alegria, qualidade, amigos... Enfim, um clima muito gostoso, com
bandas potiguares em uma mistura de ritmos com samba, forró e axé.
ATRAÇÕES: Mesa Doze + Brenno Senna Som e Balanço + Cristiano Frois SamVibe + Caddu Rodrigues Dubê + Rodrigo Lira Preto no Branco + Bagadão Gota Elétrica + convidado VENDAS:
WM Collection (Midway) ou com os comissários oficiais. VALOR:
1º LOTE - R$ 80,00 (INTEIRA) E R$ 40,00 (MEIA)
Na última semana foram
divulgados os novos pôsteres de “Jogos
Vorazes: A Esperança – Parte 1” trazendo a protagonista Katniss, papel de Jennifer Lawrence. Anteriormente o estúdio
tinha soltado apenas um pôster com a estrela de costas.
Na nova trama, Katniss
terá que defender sua família e manter a postura de ícone do Distrito 13, já
que virou referencia de todos ao sobreviver por duas vezes aos Jogos Vorazes.
Com previsão de estreia
nos cinemas brasileiros no dia 20 de novembro, além de Jennifer Lawrence, o
longa traz Josh Hutcherson, Liam Hemsworth, Woody Harrelson, Philip
Seymour Hoffman, Donald Stherland,
Elizabeth Banks e Julianne Moore.
Daniela
Mercury revelou que já selecionou o repertório que estará em
seu próximo disco de inéditas. O disco deverá ser gravado no início de 2015 com
batidas que relembram o inicio de sua carreira.
O último álbum de estúdio
da baiana, “Daniela Mercury & Cabeça
de Nós Todos” (2013), passou despercebido pelo grande público e crítica
especializada. Culpa em parte da própria cantora e compositora, que não
investiu na divulgação do material.
Em 2013, o foco maior de
Daniela foi seu livro “Daniela & Malu
– Uma Historia de Amor” (Leya, 2013), de autoria da artista com sua esposa,
Malu Verçosa.
Vamos esperar que o 16º álbum da carreira da cantora seja melhor
divulgado.
Estreou mundialmente no dia 15 de maio de 2014 um
novo filme de Godzilla,
com nova roupagem pela Warner Bros e Legendary Pictures e direção de Gareth Edwards (Monstros, 2010).
Conferi o filme meses depois de sua passagem pelas
telonas. Há exatamente dois dias. Tentarei não soltar spoilers, caso escape me
desculpem. Como o estúdio também era americano, tal qual e versão de 1998,
o receio de que a mitologia do cultuado lagartão de 100 metros de altura fosse
novamente jogada no lixo.
RECUPERANDO UMA FRANQUIA DE SUCESSO
Como dito antes, o fato do filme de 1998 ter sido
um enorme fracasso nas telas e na recepção da crítica, a confiança em cima de
um novo longa com Godzilla estava
ameaçada. Poucos realmente sabiam o que esperar de um novo filme. Tudo sofreu
uma certa resistência, desde a direção até a equipe de produção escolhida pela
Warner. Bem, o resultado parece ter confirmado que Godzilla ainda pode e deve fazer muito barulho nos cinemas nos
próximos anos.
Com um orçamento estrondoso (cerca de 160 milhões
de dólares) o filme conseguiu se pagar logo no primeiro fim de semana da
estreia mundial. Só nos Estados Unidos o longa conquistou quase 100 milhões e
desbancou a estreia de filmes como Capitão
América 2, um feito inimaginável até então. No Japão, lar do gigante
monstruoso, a recepção também foi calorosa. O sucesso foi o suficiente para
confirmar uma continuação para o filme, ainda sem data programada.
O PAPEL DO SER HUMANO EM GODZILLA
Começando no ano de 1999 temos a abordagem de temas
atuais, como o medo de desastres em usinas nucleares, principalmente para os
japoneses nestes tempos pós-Fukushima; a fúria da natureza contra os humanos,
que pensam que podem controlá-la; e o surgimento de criaturas predadoras para a
civilização humana, como é largamente explorada em diversas mídias. Também é
interessante notar que fizeram uma ligação interessante com o filme original
japonês.
Godzilla não é o único monstro a aparecer na tela grande,
temos a presença de outros monstros gigantes que já estiveram nos filmes
japoneses, os humanos estão presentes nessa batalha de gigantes como
espectadores de um desastre que eles mesmos colaboraram para que
acontecesse. Os atores Bryan
Cranston (Breaking Bad), Aaron Taylor-Johnson (Kick-Ass) e Elizabeth Olsen (Old Boy)
retratam muito bem o papel da humanidade de determinação, desespero, luta e fé
de que existe uma solução frente a tamanho desastre ocorrendo em um mundo que
está “andando muito bem”.
Aqui fica uma nota que muitas pessoas que
assistiram o filme sentiram que a participação do lado “humano” da trama acabou
sendo cansativa e ofuscando a grande expectativa que se criava com o monstro em
si. Em partes não deixa de ser verdade. Realmente você quer mais monstros em
tela. Mesmo assim a participação do elenco é essencial para a criação de toda a
ambientação da trama e do desenvolvimento do filme como um todo.
A INCAPACIDADE HUMANA
Gosto de pensar que Godzilla retrata bem como a humanidade é tola ao se considerar os
grandes senhores do planeta e controladores de tudo ao mostrar a impotência da
humanidade frente a ameaças maiores.
Em muitos filmes, principalmente americanos, a
grande solução americana para resolver os problemas são bombas nucleares, mas e
quando a ameaça foi originada dos diversos experimentos nucleares essa solução
será realmente eficaz? Humanos não possuem Jaeger, tal qual em Pacific Rim, e nem tempo hábil para
criar algo semelhante só que em tamanho consideravelmente maior. Assista e
descubra qual foi a aposta da humanidade, dica: o poder é muito legal.
Lady
Gaga
vem enfrentando uma baixa em sua carreira desde que lançou o disco “ArtPop”. Em seis anos ela entrou em
turnê três vezes, fez diversas gravações, além de ter enfrentado problemas
estruturais com sua equipe.
A cobrança por parte dos
fãs e dos executivos de sua gravadora em relação ao último disco também a
deixou pra baixo.
Em entrevista para o Sunday Morning ao lado de seu novo
parceiro no projeto “Cheek To Cheek”,
Tony Bennet, Gaga falou sobre como
se sente cansada devido aos últimos anos de trabalho e cobranças.
Quanto ao “ArtPop”, ela lamentou as baixas vendas
e frustação de seus fãs em relação as faixas, consideradas “fracas” por muitos.
“Eles gritavam o porquê de e não ter vendido 20 milhões de discos desta
vez como fiz com o meu primeiro álbum. Não é fácil de replicar isso. Eu não
tenho uma fórmula!”
Os veteranos do Pink Floyd anunciou nesta segunda-feira
(22) a data de lançamento de seu próximo disco de inéditas, “The Endless River”, com direito a
divulgação da capa e tracklist.
Agendado pera chegar às
lojas no dia 10 de novembro e já disponível para pré-venda, o material será
praticamente todo instrumental, segundo o grupo inglês.
Baseado em gravações
feitas em 1993, que inspirariam o disco “The
Division Bell”, o álbum traz apenas alguns overdubs que foram feitos em
2013 pelo guitarrista David Gilmour
e o baterista Nick Mason,
acompanhados de outros instrumentistas. A única faixa que têm vocais é “Louder Than Words”, com letra escrita
por Polly Samson, esposa e
colaboradora de Gilmour.
“The Endless River” é um tributo ao tecladista Rick Wright, morto em 2008, segundo informação do site oficial da
banda.
O pai, além de ser um dos
maiores jogadores da Europa, é considerado um ícone fashion. A mãe é uma das
maiores estilista de todos os tempos e ex-Spice
Girl, grupo feminino de maior sucesso de todos os tempos. O que sobra para
o filho Romeo? Um espacinho na moda,
evidente!
Romeo, segundo
filho do casal famoso David e Victoria Beckham, fez sua incursão na
moda em um ensaio fotográfico para a Burberry, especialmente para a campanha de
Natal da grife.
De acordo com uma fonte
ouvida pelo Daily Mail, o menino de
12 anos, leva bastante jeito para a carreira de modelo, tanto que há dois anos
já tinha sido convidado para fotografar com Cara delevingne.
“Nós fotografamos em Londres, e Romeo é muito bom de trabalhar”.
Permitam-me uma rápida reflexão antes de entrarmos
nos pormenores de ”Vestido pra Casar”.
Nos últimos anos, nos acostumamos a comparar os longas nacionais de (aham)
“comédia” a especiais de TV produzidos por uma emissora brasileira apelidada
carinhosamente de Vênus Platinada. No entanto, tal comparação é um insulto,
visto que a telinha vem nos brindado com obras que, tecnicamente, não deixam a
desejar aos bons exemplares cinematográficos, vide “O Canto da Sereia” ou o recente “O Rebu”.
Mesmo voltando no tempo, temos episódios de “A Comédia da Vida Privada” que, em formato,
montagem, texto e atuação, se destacariam facilmente frente às obras que
inundam nossas telas de cinema passando-se por “comédia”. Então, é impossível
dizer que “Vestido pra Casar” tenha
um nível de produção televisivo, por qualquer ângulo que o filme de Gerson Sanginitto e Paulo Aragão seja visto.
O fato é que esta película não funciona. Seja
estética ou tematicamente falando, nada ali decola. O roteiro de Cláudio Torres Gonzaga, Audemir Leuzinger e Celso Taddei não passa de um punhado de gags recicladas amarradas por um fiapo de
história, usando o humor de constrangimento para tentar causar o riso.
Até o
“fiapo de história” que conecta as situações de humor é batido. O mentiroso
compulsivo Fernando (Leandro Hassum)
está prestes a se casar com a doce Nara (Fernanda
Rodrigues). Mas o atrapalhado homem acaba se envolvendo em uma confusão
crescente, envolvendo uma ex-BBB (Renata
Dominguez) e o amante dela (Marcos
Veras), que pode colocar tudo a perder.
Mesmo com as mentiras de Fernando atingindo níveis
insanos (algo que o próprio roteiro ressalta, em dado ponto), as piadas e seus
ganchos podem ser previstos a quilômetros de distância, até por se tornarem
repetitivas dentro da própria narrativa (“O casamento está acabado!”),
acabam por não ter graça. Com o nível rocambolesco das situações propostas pelo
filme, torna-se impossível uma conexão entre o público e aquelas figuras
cartunescas que surgem em cena, em qualquer nível.
O arco do personagem de Leandro Hassum aqui é idêntico àquele de seu Tino na franquia “Até Que a Sorte nos Separe”. Até mesmo os trejeitos do
ator não mudam. Aliás, ele coloca a mão na orelha toda vez que mente,
informação que o filme nos passa várias e várias vezes, chamando basicamente o
espectador de desatento (para não usar outra palavra).
Se já é complicado hoje em dia aguentar comediantes
usando do recurso do bordão em esquetes semanais, imagine ter de suportar o
mesmo bordão sendo usado repetidas vezes em um espaço curto de tempo. Pois é o
que André Mattos acaba tendo de
fazer aqui, em uma caracterização que remete a um mafioso meio paranaense, meio
italiano, que não decide qual sotaque usar para dizer “O casamento está acabado”ad nauseum.
Fernanda Rodrigues tem pouco a fazer além de falar de maneira
interiorana e parecer bonita na tela (um feito, considerando a fotografia
horrorosa do filme). Podemos ainda citar os “policiais” que surgem em tela, com
figurinos que mais parecem fantasias de festa infantil e atuações que remetem a
teatro amador, o Luan Santanna cover
na figura do primo Pompilho (George
Sauma) ou mesmo, no geral, a péssima direção de atores, que parecem mais
perdidos que cegos em tiroteio na tela.
No
final, o que temos é a prova de que o fundo do poço tem porão no que tange às
“comédias” nacionais. Sanginitto e Aragão entregaram um filme que não só é
visualmente feio, mas que também consegue torcer as leis da física,
transformando 90 minutos em quase 90 horas de tão insuportável.