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Paolla Oliveira chama a atenção não só pelo seu talento como atriz,
mas também por sua beleza. A musa publicou na tarde deste domingo uma foto em
que aparece relaxando em cima de rochas, vestindo um biquíni e mostrando o
corpo enxuto.
Os
fãs imediatamente elogiaram a beleza da musa. "Uma das mulheres mais lindas do Brasil", declarou um seguidor
de Paolla. "Se eu pudesse pedir só
uma coisa no mundo, seria ter um corpo assim", brincou outra fã.
Deborah Secco vai sentir falta de Fernando de Noronha. Neste domingo (7), a atriz dividiu com seus
seguidores no Instagram uma foto em que aparece de biquíni - e em ótima forma -
em uma praia na ilha, que fica em Pernambuco. "Saudade já", escreveu ela na legenda da imagem.
A
atriz viajou para Noronha no fim do ano passado com o marido, o ator e
engenheiro Hugo Moura, e a filha, Maria Flor, de 2 anos.
Estrelas
da nova campanha de uma marca de lingerie, as irmãs Simone e Simaria aproveitaram a divulgação das fotos para fazerem
revelações sobre suas preferências na hora de comprar lingerie, tanto as
básicas como as preferidas na hora de seduzir o boy.
Para
o Réveillon, por exemplo, Simaria,
de 35 anos, contou à coluna F5, da Folha
de S. Paulo, que não abriu mão da sua cor favorita, a bege, que não
interfere em tons de roupa. Já Simone disse que passou a virada do ano com
lingerie branca “para trazer muita paz
para 2018”, revelou.
As
peças do dia a dia, no entanto, variam mais. Simone diz que prefere tons claros, como o bege e o azul bebê,
enquanto a sua dupla não abre mão das cores mais fortes, como preto e vermelho.
Já
para ocasiões especiais, as irmãs investem em modelos mais ousados. "No meu armário tenho várias lingeries
'babado', coloco um salto poderoso, que acho que valoriza muito e chego
chegando”, brincou Simaria.
Simone, por sua vez, diz apostar em acessórios como a
cinta-liga nas noites mais quentes e contou o que dispensa nessas ocasiões:
tons de pele. “Se for para namorar, eu
evito cor ‘base'”, entregou.
Neste
sábado (06/01), Marilene Saade
publicou uma foto um tanto quanto ousada em seu perfil no Instagram. Na imagem,
a mulher do ator Stênio Garcia
aparece completamente nua praticando ioga.
Com
o corpo em forma, Marilene foi bastante elogiada pelos seus seguidores. “Maravilhosa, show! Muitos aplausos à sua
beleza. Queria fazer igual kkkkk, marido não deixa”, escreveu uma
seguidora.
Marilene
respondeu a moça: "Meu marido adora
o empoderamento da mulher, enfim, do homem e do ser humano. Ele me incentiva
muito a conquistar, a ter liberdade e direitos iguais. Mas a maioria não é
assim... Faça para ele então!"
A
internauta respondeu que já fez para ele, mas nunca postou. E Marilene conversou
com ela novamente. "Cada um é de um
jeito, né? Stênio é ator e já ficou pelado no teatro, cinema e TV . Eu sou
atriz e já fiquei semi nua num filme. Então a visão é diferente. Stenio não tem
ciúmes. Cada pessoa é única", respondeu a mulher de Stênio.
Em
setembro do ano passado, Marilene ficou entre a vida e a morte. A atriz teve
síndrome da angústia respiratória aguda (SARA) em decorrência da complicação de
uma cirurgia para a retirada do útero e chegou a ficar em coma induzido.
Turnê é lançada em CD, DVD, Blu-Ray e em
versão digital
Em
um mundo onde o noticiário surpreende a cada segundo com a sucessão de
tragédias, crimes ecológicos, atos políticos surreais, o terrorismo explode
bombas, a violência vira lugar comum e a onda de ódio parece inundar os
corações da humanidade, servir de antídoto e remédio é tarefa difícil até para
a rainha do Pop Mundial.
Após
atravessar mais de 3 décadas como a principal figura feminina da cena musical
mundial, Madonna chega para entregar
o resultado daquilo que construiu genuinamente em seus quase 60 anos de vida.
Madonna não vive de contar seus dias em vão, tão pouco das
glórias do passado, e não deixa de quebrar ou manter seus recordes. A Rebel Heart Tour fez 82 shows, viajou
para 4 continentes, 25 países, foi vista por mais de um milhão de pessoas e
rendeu 170 milhões de dólares. Mas o que a “Material
Girl” vende, ela entrega e quando se presta a fazer alguma coisa, se
envolve de tal maneira que, seja o que for feito, é genuíno, digno e único.
Não
é fácil se manter por tanto tempo no cenário da música pop, sempre cheio de
novidades e modismos de “último minuto”,
em terreno minado pelas críticas e comparações com as novas “divas” do momento. Bom lembrarmos que
foi Madonna a primeira mulher a fazer
um show teatral para grandes plateias, a criar e desenvolver a comunicação de
massa através dos vídeos clipes da era MTV,
que ajudou a solidificar e transformar gerações.
Mas
o tempo é soberano, a fila sempre anda e os fantasmas da impermanência assombram
qualquer ser humano, até mesmo os que alcançaram o status de super estrela ou
de ícone, como Madonna se auto
proclama – e definitivamente é.
Ao
final do show da “Rebel Heart Tour”,
que agora chega às plataformas digitais e nas versões DVD, CD e Blu-Ray, Madonna sabiamente conclui que tudo
pode mudar em um piscar de olhos, ou num estalar de dedos, que não podemos
esquecer que nada é garantido e que devemos agradecer por termos sorte e sermos
abençoados. Ela certamente é grata por despertar sorrisos e a consciência em
seus fãs, seu exército de corações rebeldes.
Em
sua décima turnê e nona excursão mundial, Madonna
celebra os 30 anos da expressão de sua arte nos palcos com um show repleto de
símbolos, suas sempre presentes controvérsias, cenários tecnológicos de última
geração, figurinos e coreografias mirabolantes, a costumeira mistura de
segmentos de diferentes “sabores”
que, reunidos, formam uma ópera pop que somente ela sabe fazer.
A
“jornada”, como a cantora gosta de
chamar seus shows, começa com imagens no telão de uma Madonna “reloaded”,
vestida a la Marilyn com o figurino
que usou na apresentação do Oscar, quando defendeu a canção “Sooner or Later”, do filme Dick Tracy, quando compareceu à maior
premiação do cinema ao lado de Michael
Jackson. O tempo passou, Michael já se foi, mas na abertura do show, Madonna aparece “enjaulada” em seu papel de ícone pop, ela “sangra”, se debate em seu cárcere glamouroso e castigante. O vídeo
de abertura é dividido com Mike Tyson.
O pugilista que foi condenado e preso por estupro endossa a mensagem do peso e
preço da fama e sobre o julgamento e perseguição constante que sofrem as “personas” públicas.
Madonna em “carne e osso”
aparece em cena vinda do alto em uma gaiola cheia de lanças, vestida de samurai
e entoa “Iconic”. Icônica, dona de
sua fama e carreira, a cantora do Michigan é cercada por guerreiros samurais,
que trazem em seus capacetes símbolos da Cabala que simbolizam ”Força”.
A
partir daí, a plateia está em suas mãos e o desfile de 24 canções em duas horas
de show é uma viagem fantástica que a edição conseguiu deixar melhor do que sua
representação ao vivo.
O
primeiro round de canções embala diversas músicas do último álbum em uma
talagada só, entremeando com velhos hits, como “Bitch I’m Madonna”, “Burning
up”, “Holy Water + Vogue”, “Devil Pray”, “Messiah”.
O
show é carregado das velhas referências religiosas misturadas com a
sexualidade, ambas presentes em diversos momentos da carreira de Madonna e que parecem não ter sido
exorcizadas ainda. O palco, que tem a forma de uma cruz, onde também se vê um
coração flechado, recebe suas provocações, como freiras vestidas de calcinha e
sutiã, dançando em pole dance, uma reprodução da santa ceia com apóstolos sem
camisa e um “Jesus” negro, padres, rabino, pais de santo dançando, imagens
sacras no telão… e Madonna assumindo
e pagando seus pecados em cena, interpretando sua agonia em um exorcismo
teatral.
Sem
deixar o espectador se entediar, Madonna
logo encaixa um bloco com visual meio “rock”
meio “retrô”, dentro de uma oficina
onde exibe o físico de seus bailarinos em “Body
Shop”. À essa altura, Madonna dá
o primeiro sinal de que, neste show, ela está mais solta e “humana”, que embala o público cantando “True Blue” e tocando seu Ukulele faz a plateia,
emocionada, cantar junto. Sem deixar cair o pique, engata coreografia enérgica
com o hit “Deeper and deeper” e
consegue a proeza de colar duas “baladas”
em sequência: “Heart Break City”, um
dos momentos mais marcantes do show, e o hino decano “Love don’t live here anymore” do disco Like a Virgin, a canção que apresenta na sequência em uma versão
deliciosamente repaginada em um dos momentos mais bacanas do show.
Para
as trocas de bloco e tema, Madonna
sempre recorre aos “interlúdios”, seu
balé apresenta um momento o sensual e quente sobre camas, em “S.E.X”.
O
clima esquenta ainda mais quando ela carrega nas tintas e temática latina –
outra “fissura” recorrente em sua
carreira – no segmento seguinte, que abre com “Living for Love”. Do universo das touradas e do flamenco gitano da
Espanha às cores mexicanas de Frida
Kahlo, Madonna parece se
divertir e se solta de vez. Nesse momento, ela está mais interativa e mais “fofa” com seu público como nunca esteve,
faz piadas, brinca e enfileira hits como “Dress
you up/ Into the Groove”, “La Isla
Bonita”, arrematando a “fofurice”
festiva com “Rebel Heart”.
Quando
todo mundo acha que o ápice havia chegado, homens de cartola parecem cair do
céu e evoluem feito mágica sobre barras flexíveis em “Illuminati”. Chegou a vez de Madonna
encarnar a diva do “cabaré” e viaja
até a década de 20 do século passado no melhor estilo “melindrosa”, com direito a muita franjas e cristais swarovsky. Abre
o último set com “Music”, uma das
suas composições preferidas, em um momento belíssimo com gostinho de cinema
mudo. A folia continua com a açucarada “Candy
Shop”, seguida do clássico-mor “Material
Girl”, que ela ainda consegue “espremer”
cenicamente, vestida de noiva para um novo e divertido número de plateia.
Sentadinha
novamente com seu ukulele em punho, homenageia Edith Piaf em momento intimista, cantando a singela “La vie en rose”.
Soltinha,
safada e sapeca, Madonna encerra o
show de “mentirinha” com a divertida
“Unapologetic Bitch”, tira alguém da
plateia, dá uma “banana” para a
formalidade, zoa com o “sequestrado”
da vez para pagar mico e encerra o espetáculo de maneira divertida e nonsense…
quase.
Para
um bis festivo, a “bitch queen” volta
vestida de “Tio Sam”, cercada por
bandeiras de países do mundo, incluindo a do Brasil, e celebra seus 30 anos de serviços
prestados ao entretenimento planetário cantando “Holiday”, é içada para o alto e avante e ninguém duvida que ela não
seja a estrela feminina mais brilhante desse céu.
As
fotografias da capa – e o material do novo lançamento – são assinadas pelo
fotógrafo de moda brasileiro, radicado na Inglaterra, Josh Brandão, que a fotografou em Praga, Barcelona e Paris. Joshua
é desses muitos filhos que a Nossa Senhora do Pop criou, inspirou e que
acreditaram em seus lemas “Dreams come
true”, “Express yourself”, “Open your heart”, entre tantos outros.
Com talento e um coração rebelde, nada parece ser impossível para ela ou para
quem está conectado a seu “Rebel Heart”.
Songs Of Experience chegou com um ano de atraso. Idealizado como uma
sequência ao último álbum Songs Of
Innocence, lançado em 2014, e que buscava retratar a infância do grupo, o
novo trabalho pretendia demonstrar o U2
amadurecido, após anos de “experiência”.
Mas segundo o grupo, o mundo mudou tanto desde o primeiro capítulo, que o
atraso foi inevitável. A banda de Bono
retrabalhou o que tinha no estoque para refletir o novo mundo: um lugar pós Brexit, e liderado por Donald Trump, temas que combinaram bem
com o que já era planejado.
Retrabalhar
o álbum foi a melhor coisa que o U2
poderia ter feito. O novo disco está muito à frente do último que o conjunto
entregou. Com uma produção mais sólida, Songs
Of Experience demonstra o talento do rock do grupo irlandês, que entregou
músicas mais pesadas, pegajosas e relevantes do que no primeiro capítulo.
O
álbum abre com a sentimental “Love Is All
We Have Left”, a única faixa em que a produção erra a mão e solta vocais
cheios de auto-tune ao fundo, que se perdem sem motivo. Mas depois o disco
melhora muito; a segunda música “Lights
Of Home” tem uma melodia ótima, e é definitivamente uma das melhores do
álbum. A faixa ainda ganhou uma versão com orquestra excelente, “St. Peter’s String Version”, que é uma
das melhores composições lançadas pelo U2
nesta década.
Depois
disso, o single “You’re The Best Thing
About Me” exemplifica o espírito do U2
que o mundo conhece e não tinha atingido seu melhor em Songs Of Innocence. As seguintes fortalecem ainda mais o poder da
banda: a tríade “American Soul”, “Summer of Love” e “Red Flag Day” são o auge do álbum. Além de ganchos cativantes, elas
tocam no político de um jeito poético e certeiro. “American Soul” fala sobre refugiados e mentiras políticas,
simbolizando bem a música do U2 para
a era Trump.
Durante
todo o disco, um fator é evidente: a influência do U2 na música atual. Faixa por faixa, o grupo se assemelha a muitas
sonoridades que estão em alta hoje, do pop ao rock: dá pra ouvir Coldplay, The Killers e até Taylor
Swift (“Get Out Of Your Own Way”
poderia ter sido gravada na voz da popstar). Mas nada soa descolado da som que
a banda sempre apresentou, comprovando que o que o U2 desenvolveu nos últimos 30 anos continua relevante. “Songs Of Experience” é uma prova de que
o grupo de Bono ainda reina, e que
seu legado para a música é inegável.
O
fim do disco, bem exemplificado por “The
Blackout” e “Ordinary Love”, é
grandioso e traz uma produção mais semelhante ao predecessor, e por isso perde um pouco o ritmo, amenizando a
predominância de guitarras. O trabalho, no entanto, não perde a coesão, baseada
principalmente no tom das letras de Bono.
“Songs Of Experience” é um álbum
otimista em todos os sentidos; até quando critica o mundo, os temas buscam
deixar claro que o amor é maior que a desesperança. O ápice da tese chega em “Love is Bigger Than Anything In Its Way”.
Ter
parado para tomar tempo e retrabalhar as faixas foi uma ótima ideia. “Songs Of Experience” é um sucesso do U2 em todos os sentidos: eles
conseguiram entregar um álbum que reflete o melhor pop e rock que a banda sabe
fazer, com as letras politizadas que Bono
gosta, e que exemplifica perfeitamente a importância que os irlandeses tiveram
para a música.
O
disco estreou direto no topo da parada da Billboard.
Após
o fim da turnê do disco Revolution Radio,
lançado em 2016, o Green Day acaba
de lançar nas lojas o disco “God’s Favorite Band”, álbum esse que se trata do
mais novo “Greatest Hits” da banda
(primeiro após o “International Super
Hits”, lançado em 2001) onde são apresentadas as principais faixas de toda
a trajetória da banda com o adendo de uma inédita (Back In The USA) e uma nova versão para a canção “Ordinary World” (do Revolution Radio) com a cantora Miranda Lambert.
A
partir daí você pode estar pensando: “Para
que fazer uma resenha sobre uma coletânea de hits?”.
Bom,
lhe respondo dizendo que mesmo o álbum tendo 99% das canções já conhecidas por
todos aqueles que acompanham a banda, vale a pena analisar como o mesmo foi
montado, sendo uma das coisas que me chamou a atenção para fazer esse texto.
Começando
então com a música de abertura, ficando por conta da faixa “2000 Light Years Away” do disco “Kerplunk”, mostrando um pouco dos
primórdios da banda, onde os mesmo ainda soavam bastante underground. Claro que
foi uma ótima forma de iniciar o trabalho, já começando com uma linha
cronológica do grupo indo do seu começo nos submundos de Oakland até os dias
atuais.
Mas,
ressalto que eles ficaram devendo pelo menos uma música do primeiro disco (1,039/Smoothed Out Slappy Hours), pois
esse representa muito mais os primórdios do Green Day do que o “Kerplunk”
por contar com músicas da época em que eles ainda se chamavam “Sweet Children” e por ter faixas
gravadas por Al Sobrante, o primeiro
baterista do grupo.
Mas
enfim, seguindo com as faixas, vamos com uma sequência de cinco músicas da
época do “Dookie”, o disco que
colocou o Green Day em evidência no
mercado fonográfico mundial, representado pelas canções “Longview”, “Welcome to
Paradise”, “Basket Case”, “When I Come Around” e “She”.
Acho
que não preciso explicar o porquê o “Dookie”
teve mais “representantes” no álbum, né? Esse foi simplesmente o primeiro marco
do Green Day, dono de um dos
principais hits da banda até hoje (Basket
Case), se não fosse por esse CD, talvez a banda estivesse até hoje tocando
nos submundos de Oakland.
Em
seguida, vamos para a música “Brain Stew”,
a única representante do disco “Insomniac”,
que para mim poderia ter tido pelo menos mais uma representante (e podia muito
bem ser “Jaded”, por ser basicamente
uma “continuação” de “Brain Stew”).
Seguindo
para o “Nimrod”, as músicas “Hitchin’ a Ride” e “Good Riddance (Time of Your Life)” são as escolhidas para
representar essa fase da banda, que em minha opinião foram escolhas acertadas,
pois dos singles do disco, foram os de maior destaque.
Representando
o álbum “Warning”, temos a
faixa-título (Warning) e a aclamada “Minority”, que também foram escolhas
acertadas, principalmente se tratando do disco que dividiu as opiniões dos fãs
e da crítica na época.
Chegando
finalmente ao Green Day dos dias
atuais, o consagrado “American Idiot”
foi o segundo disco mais representado no álbum com quatro músicas (atrás apenas
do “Dookie”, com cinco), que com
certeza seriam a faixa-título (American
Idiot), “Boulevard Of Broken Dreams”,
“Holiday” e “Wake Me Up When September Ends”, as mais conhecidas por todos
aqueles telespectadores da MTV entre
os anos de 2004 e 2005.
A
lógica para o “American Idiot” ter
mais músicas no álbum do que outros discos é a mesma utilizada para o “Dookie”, o trabalho foi o segundo marco
da história da banda, pois foi por causa dele que o Green Day voltou a ser uma banda relevante no mercado musical, e
marcou também a nova fase deles tanto em questão de sonoridade quanto em
questão de atitudes (detalhe que divide os fãs até hoje).
Do
álbum “21st Century Breakdown” foram
escolhidas apenas as músicas “Know Your
Enemy” e “21 Guns”, as que mais
se destacaram entre os singles lançados na época, escolhas que eu também não
faria diferente caso a definição da tracklist dependesse de mim (mesmo gostando
muito mais de outras músicas do disco).
Agora,
devo chamar a atenção pelo fato da música “Oh
Love” ser a ÚNICA representante da trilogia “Uno”, “Dos” e “Tre”. Vale ressaltar, nessa época a
banda lançou três discos com mais ou menos 12 músicas cada, e dessas 36 músicas,
apenas uma foi selecionada para compor o “God’s
Favorite Band”. Detalhe esse mostra o como a trilogia passou longe de ser
um destaque no repertório do Green Day,
sendo então os discos menos aclamados do grupo na sua era atual.
Aproximando
um pouco do fim do disco, “Bang Bang”,
“Still Breathing” e “Ordinary World” foram as selecionadas do
“Revolution Radio”, último
lançamento da banda. Dessas, a única que questiono a escolha é a “Still Breathing”, sendo essa, em minha
opinião, a faixa mais chata do último CD, podendo ser facilmente substituída
pela faixa-título (Revolution Radio).
A
única razão para eu não questionar a presença de “Ordinary World” na coletânea, é o fato da mesma se tratar de uma
nova versão da música, contando além do vocalista Billie Joe, também com a cantora “Miranda Lambert”, que conseguiu fazer uma boa participação na
música deixando muito bem a sua marca.
Por
último, mas não menos importante, encerramos com a inédita “Back In the USA”, onde a banda faz uma
clara crítica ao governo de Donald Trump
nos Estados Unidos, mostrando mais uma vez a veia politizada que a banda tem
desde o “American Idiot”.
No
geral, os fãs que reservarem um pouco do seu tempo para ouvirem o “God’s Favorite Band” por completo terão
aquele agradável sensação de estarem viajando no tempo através dos principais
hits do Green Day.
Anunciada
como nova apresentadora fixa do "Fofocalizando",
do SBT, Lívia Andrade recebeu alfinetadas de Antonia Fontenelle. Isso porque ex-esposa de Jonathan Costa comentou em um post da modelo que haviam muitas
pessoas apresentando o vespertino.
"Agora é oficial! O Silvio Santos técnico
dessa seleção do SBT me botou para jogo [risos]. Do banco de reservas fui para
o campo e virei titular, minha camisa é #13 e vocês aquela torcida que empurra
e faz toda diferença para o time ganhar!", comemorou a contratada do SBT.
A
mãe de Salvatore, então, decidiu criticar: "Gente,
vocês não acham que é gente demais para só um programa de fofocas, não? Essa
bancada está maior que o elenco de 'Carinha de Anjo'. Eu estou é morta".
Lívia,
é claro, fez questão de rebater o comentário ácido. "Pode até ser, mas eu cheguei agora e garanto que vou batalhar pelo meu
lugar. Melhor apresentar com muitos do que não apresentar nada sozinha",
disse.
A
viúva de Marcos Paulo não se calou. "Alguém
avisa a desavisada da Lívia Andrade que eu tenho um canal explodido de
audiência, que me banca, que eu entrevisto quem eu quero, sozinha. Ela não sabe
por que parou no 'Jogo dos Pontinhos', é esse o nome? Desde que me entendo por
gente ela está lá, por isso tanta alienação. Mas, enfim, dona Lívia, retiro
aqui a boa impressão que o Leo Dias fez me fez ter de você",
argumentou.
E
completou: "Só mais um adendo: você
tira onda de que fala a verdade e coisa e tal, tira onda com a cara da Patricia
Abravanel e Helen Ganzarolli, mas você não está podendo não. Quer que eu diga o
motivo? Ou vamos deixar para lá? Afinal, eu tenho profundo respeito por homens
de idade".
O
elenco já incrível de “The Crown”
está perto de ganhar mais um nome aclamado. A terceira temporada está
confirmada e Helena Bonham Carter
está perto de assinar o contrato para entrar na série.
Segundo
o EW, as negociações estão quase
completas para a atriz viver a Princesa
Margaret mais velha. A irmã da Rainha
Elizabeth II foi até agora interpretada por Vanessa Kirby, mas o salto temporal da série mudará o elenco.
Claire Foy também deixará de viver a rainha Elizabeth II, que será interpretada por Olivia Colman. A temporada atual termina em 1964, quando Elizabeth II completou 38 anos.
Vale
lembrar que não é a primeira vez que Helena
Bonham Carter interpreta alguém da família real. Em “O Discurso do Rei”, ela fez a Rainha-Mãe
Elizabeth, mãe da personagem que fará agora.
Atriz
da realeza, né não? A 2ª temporada de “The
Crown” está disponível na Netflix!
A
nossa rainha do bumbum chegou a um dos jornais mais aclamados do mundo. O New York Times fez um grande especial
sobre como diversos países reagem de formas diferentes ao mesmo sentimento
usando GIFs e usou Gretchen como um dos casos mais
interessantes.
“No Brasil, a celebridade mais ‘GIFável’ é
Gretchen, um ícone onipresente da cultura pop do país que já foi estrela pop,
atriz pornô, candidata política e estrela de reality show”, diz na
descrição. E termina com “Como cantora
nos anos 70, ela foi chamada de Rainha do Bumbum, 40 anos depois, ela ganha o
título de “Rainha dos Memes da Internet Brasileira”.
Ícone
reconhecidíssimo mundialmente! Mas não só isso, a publicação também descreve
toda a repercussão internacional dela.
Gretchen tem curtido sua fama internacional na internet. Em
março, Nicki Minaj tuítou sobre ela
“Alguém me diz que mulher é esse? Ela tem
aparecido em todos os GIFs nos últimos seis meses”. […] Gretchen é, simultaneamente, fonte de
orgulho e de risada.
Esqueceram
de falar que ela foi a grande estrela do clipe de “Swish Swish” da Katy Perry,
né? Mas tudo bem, o orgulho a gente demonstra por nós mesmos! Hahaha.
A
gente talvez tenha o primeiro casal de Hollywood formado em 2018. Segundo o
site americano Radar Online, Nick Jonas
e Demi Moore estão namorando
escondido e foram unidos pela filha da atriz, Rumer Willis.
“Rumer sabe que Demi gosta de caras mais
novos, e como Nick está solteiro e já se envolveu com mais velhas, ele estaria
disposto a uma relação amorosa”, disse uma fonte ao site.
“Nick (25 anos) é o homem mais novo que Demi
(55 anos) já ficou, mas ele é o mais maduro”, diz. A fonte também afirma
que eles têm ficado juntos escondidos na casa de um amigo.
Nick Jonas já saiu diversas vezes com Kate Hudson, 13 anos mais velha, apesar de nenhum namoro ter sido
confirmado.
O
ator Cauã Reymond entrou em detalhes
e falou como foi gravar cenas quentes ao lado do ator Matheus Nachtergaele, para o filme “Piedade”.
No
longa, que ainda não tem data de estreia, Cauã interpreta um homem gay dono de
um cinema erótico. Em conversa com a revista Claudia, o galã falou sobre as cenas de sexo com Matheus: “Não quero dar spoiler, mas foi tranquilo
transar com Matheus”.
Cauã
falou ainda sobre a sua relação com a filha Sofia, fruto de seu relacionamento com Grazi Massafera e como foi a reação dela quando ele interpretou uma
travesti para um videoclipe musical: “Ela
me viu provando as perucas loiras, usando make. No início, estranhou, mas eu
contei que era o trabalho do papai. Espero que a Sofia sinta orgulho de mim e
dos meus papéis. E que a sexualidade de cada um esteja mais bem resolvida na
cabeça de todas as pessoas”, declarou o ator.
A
atriz Carolina Dieckmann já não mora
mais no Brasil. A loira deixou o solo brasileiro e se mudou para os Estados
Unidos com a família. Lá, ela consegue levar uma vida mais “normal” e apenas tomar conta do marido e
dos filhos.
Por
conta disso, Carolina tem recusado alguns convites para atuar em novelas.
Recentemente ela disse ‘não’ para um convite do autor Aguinaldo Silva e causou um certo mal estar na Globo. A moça não
quer ficar presa no Brasil por muito tempo.
De
acordo com informações da jornalista Fabíola
Reipert, do quadro Hora da Venenosa
do Balanço Geral SP, a fama de
antipática dela na Globo só aumentou. Carolina é conhecida pelos chiliques, que
sempre fizeram parte de sua carreira.
O
colunista Leo Dias já passou por
situações perigosas por conta das fofocas envolvendo famosos publicadas em seu
blog.
O
apresentador do Fofocalizando
revelou em entrevista ao Morning Show,
da rádio Jovem Pan, que ao contar
uma fofoca envolvendo o jogador Adriano
Imperador e sua ex-namorada Joana
Machado, acabou atingindo a família da atriz Deborah Secco.
“O jogador Adriano era namorado da Joana
Machado, tá? Eles separaram e eu tinha publicado quem era pivô dessa separação.
Só que era o cunhado da Deborah e eu não sabia. E ele, ele era policial, já
tinha sido preso, tava em Bangu, tinha sido solto pela própria irmã da Deborah,
que é advogada. Uma advogada renomada. E aí ele ficou revoltado, saiu de casa e
disse: ‘Estou indo matar o Leo Dias'”, revelou o jornalista.
“Aí a Deborah me liga: ‘Leo, onde você está’.
‘Cara, eu to na redação’. ‘Não sai daí. Eu estou indo pro Rio, tô indo agora!
Fica aí’. E ela conseguiu impedir'”, contou Leo.
A
gente sempre ouviu boatos ali e aqui que a temporada final de “Game of Thrones” só retornaria no
próximo ano. Muitos duvidavam, já que nunca houve uma pausa de um ano na série.
Mas a própria HBO acaba de
confirmar.
“É oficial: Game of Thrones vai retornar com
seis episódios, na oitava e final temporada, em 2019”, disse a conta
oficial no Twitter.
O
que sabemos é que o elenco já está de volta ao trabalho, com as gravações
retomadas em outubro do ano passado.