segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Paolla Oliveira exibe belas curvas de biquíni deitada em rochas

Paolla Oliveira chama a atenção não só pelo seu talento como atriz, mas também por sua beleza. A musa publicou na tarde deste domingo uma foto em que aparece relaxando em cima de rochas, vestindo um biquíni e mostrando o corpo enxuto.

Os fãs imediatamente elogiaram a beleza da musa. "Uma das mulheres mais lindas do Brasil", declarou um seguidor de Paolla. "Se eu pudesse pedir só uma coisa no mundo, seria ter um corpo assim", brincou outra fã.

De biquiní, Debora Secco exibe boa forma em Fernando de Noronha

Deborah Secco vai sentir falta de Fernando de Noronha. Neste domingo (7), a atriz dividiu com seus seguidores no Instagram uma foto em que aparece de biquíni - e em ótima forma - em uma praia na ilha, que fica em Pernambuco. "Saudade já", escreveu ela na legenda da imagem.

A atriz viajou para Noronha no fim do ano passado com o marido, o ator e engenheiro Hugo Moura, e a filha, Maria Flor, de 2 anos.

Simone e Simaria revelam que lingerie preferem para seduzir

Estrelas da nova campanha de uma marca de lingerie, as irmãs Simone e Simaria aproveitaram a divulgação das fotos para fazerem revelações sobre suas preferências na hora de comprar lingerie, tanto as básicas como as preferidas na hora de seduzir o boy.

Para o Réveillon, por exemplo, Simaria, de 35 anos, contou à coluna F5, da Folha de S. Paulo, que não abriu mão da sua cor favorita, a bege, que não interfere em tons de roupa. Já Simone disse que passou a virada do ano com lingerie branca “para trazer muita paz para 2018”, revelou.

As peças do dia a dia, no entanto, variam mais. Simone diz que prefere tons claros, como o bege e o azul bebê, enquanto a sua dupla não abre mão das cores mais fortes, como preto e vermelho.

Já para ocasiões especiais, as irmãs investem em modelos mais ousados. "No meu armário tenho várias lingeries 'babado', coloco um salto poderoso, que acho que valoriza muito e chego chegando”, brincou Simaria.

Simone, por sua vez, diz apostar em acessórios como a cinta-liga nas noites mais quentes e contou o que dispensa nessas ocasiões: tons de pele. “Se for para namorar, eu evito cor ‘base'”, entregou.

domingo, 7 de janeiro de 2018

Mulher de Stênio Garcia posta foto fazendo ioga completamente nua

Neste sábado (06/01), Marilene Saade publicou uma foto um tanto quanto ousada em seu perfil no Instagram. Na imagem, a mulher do ator Stênio Garcia aparece completamente nua praticando ioga.

Com o corpo em forma, Marilene foi bastante elogiada pelos seus seguidores. “Maravilhosa, show! Muitos aplausos à sua beleza. Queria fazer igual kkkkk, marido não deixa”, escreveu uma seguidora.

Marilene respondeu a moça: "Meu marido adora o empoderamento da mulher, enfim, do homem e do ser humano. Ele me incentiva muito a conquistar, a ter liberdade e direitos iguais. Mas a maioria não é assim... Faça para ele então!"

A internauta respondeu que já fez para ele, mas nunca postou. E Marilene conversou com ela novamente. "Cada um é de um jeito, né? Stênio é ator e já ficou pelado no teatro, cinema e TV . Eu sou atriz e já fiquei semi nua num filme. Então a visão é diferente. Stenio não tem ciúmes. Cada pessoa é única", respondeu a mulher de Stênio.

Em setembro do ano passado, Marilene ficou entre a vida e a morte. A atriz teve síndrome da angústia respiratória aguda (SARA) em decorrência da complicação de uma cirurgia para a retirada do útero e chegou a ficar em coma induzido.

Madonna mostra a força de sua “Rebel Heart Tour” e do mito que criou

Turnê é lançada em CD, DVD, Blu-Ray e em versão digital

Em um mundo onde o noticiário surpreende a cada segundo com a sucessão de tragédias, crimes ecológicos, atos políticos surreais, o terrorismo explode bombas, a violência vira lugar comum e a onda de ódio parece inundar os corações da humanidade, servir de antídoto e remédio é tarefa difícil até para a rainha do Pop Mundial.

Após atravessar mais de 3 décadas como a principal figura feminina da cena musical mundial, Madonna chega para entregar o resultado daquilo que construiu genuinamente em seus quase 60 anos de vida.

Madonna não vive de contar seus dias em vão, tão pouco das glórias do passado, e não deixa de quebrar ou manter seus recordes. A Rebel Heart Tour fez 82 shows, viajou para 4 continentes, 25 países, foi vista por mais de um milhão de pessoas e rendeu 170 milhões de dólares. Mas o que a “Material Girl” vende, ela entrega e quando se presta a fazer alguma coisa, se envolve de tal maneira que, seja o que for feito, é genuíno, digno e único.

Não é fácil se manter por tanto tempo no cenário da música pop, sempre cheio de novidades e modismos de “último minuto”, em terreno minado pelas críticas e comparações com as novas “divas” do momento. Bom lembrarmos que foi Madonna a primeira mulher a fazer um show teatral para grandes plateias, a criar e desenvolver a comunicação de massa através dos vídeos clipes da era MTV, que ajudou a solidificar e transformar gerações.

Mas o tempo é soberano, a fila sempre anda e os fantasmas da impermanência assombram qualquer ser humano, até mesmo os que alcançaram o status de super estrela ou de ícone, como Madonna se auto proclama – e definitivamente é.

Ao final do show da “Rebel Heart Tour”, que agora chega às plataformas digitais e nas versões DVD, CD e Blu-Ray, Madonna sabiamente conclui que tudo pode mudar em um piscar de olhos, ou num estalar de dedos, que não podemos esquecer que nada é garantido e que devemos agradecer por termos sorte e sermos abençoados. Ela certamente é grata por despertar sorrisos e a consciência em seus fãs, seu exército de corações rebeldes.

Em sua décima turnê e nona excursão mundial, Madonna celebra os 30 anos da expressão de sua arte nos palcos com um show repleto de símbolos, suas sempre presentes controvérsias, cenários tecnológicos de última geração, figurinos e coreografias mirabolantes, a costumeira mistura de segmentos de diferentes “sabores” que, reunidos, formam uma ópera pop que somente ela sabe fazer.


A “jornada”, como a cantora gosta de chamar seus shows, começa com imagens no telão de uma Madonna “reloaded”, vestida a la Marilyn com o figurino que usou na apresentação do Oscar, quando defendeu a canção “Sooner or Later”, do filme Dick Tracy, quando compareceu à maior premiação do cinema ao lado de Michael Jackson. O tempo passou, Michael já se foi, mas na abertura do show, Madonna aparece “enjaulada” em seu papel de ícone pop, ela “sangra”, se debate em seu cárcere glamouroso e castigante. O vídeo de abertura é dividido com Mike Tyson. O pugilista que foi condenado e preso por estupro endossa a mensagem do peso e preço da fama e sobre o julgamento e perseguição constante que sofrem as “personas” públicas.

Madonna em “carne e osso” aparece em cena vinda do alto em uma gaiola cheia de lanças, vestida de samurai e entoa “Iconic”. Icônica, dona de sua fama e carreira, a cantora do Michigan é cercada por guerreiros samurais, que trazem em seus capacetes símbolos da Cabala que simbolizam ”Força”.

A partir daí, a plateia está em suas mãos e o desfile de 24 canções em duas horas de show é uma viagem fantástica que a edição conseguiu deixar melhor do que sua representação ao vivo.
O primeiro round de canções embala diversas músicas do último álbum em uma talagada só, entremeando com velhos hits, como “Bitch I’m Madonna”, “Burning up”, “Holy Water + Vogue”, “Devil Pray”, “Messiah”.
O show é carregado das velhas referências religiosas misturadas com a sexualidade, ambas presentes em diversos momentos da carreira de Madonna e que parecem não ter sido exorcizadas ainda. O palco, que tem a forma de uma cruz, onde também se vê um coração flechado, recebe suas provocações, como freiras vestidas de calcinha e sutiã, dançando em pole dance, uma reprodução da santa ceia com apóstolos sem camisa e um “Jesus” negro, padres, rabino, pais de santo dançando, imagens sacras no telão… e Madonna assumindo e pagando seus pecados em cena, interpretando sua agonia em um exorcismo teatral.
Sem deixar o espectador se entediar, Madonna logo encaixa um bloco com visual meio “rock” meio “retrô”, dentro de uma oficina onde exibe o físico de seus bailarinos em “Body Shop”. À essa altura, Madonna dá o primeiro sinal de que, neste show, ela está mais solta e “humana”, que embala o público cantando “True Blue” e tocando seu Ukulele faz a plateia, emocionada, cantar junto. Sem deixar cair o pique, engata coreografia enérgica com o hit “Deeper and deeper” e consegue a proeza de colar duas “baladas” em sequência: “Heart Break City”, um dos momentos mais marcantes do show, e o hino decano “Love don’t live here anymore” do disco Like a Virgin, a canção que apresenta na sequência em uma versão deliciosamente repaginada em um dos momentos mais bacanas do show.

Para as trocas de bloco e tema, Madonna sempre recorre aos “interlúdios”, seu balé apresenta um momento o sensual e quente sobre camas, em “S.E.X”.


O clima esquenta ainda mais quando ela carrega nas tintas e temática latina – outra “fissura” recorrente em sua carreira – no segmento seguinte, que abre com “Living for Love”. Do universo das touradas e do flamenco gitano da Espanha às cores mexicanas de Frida Kahlo, Madonna parece se divertir e se solta de vez. Nesse momento, ela está mais interativa e mais “fofa” com seu público como nunca esteve, faz piadas, brinca e enfileira hits como “Dress you up/ Into the Groove”, “La Isla Bonita”, arrematando a “fofurice” festiva com “Rebel Heart”.

Quando todo mundo acha que o ápice havia chegado, homens de cartola parecem cair do céu e evoluem feito mágica sobre barras flexíveis em “Illuminati”. Chegou a vez de Madonna encarnar a diva do “cabaré” e viaja até a década de 20 do século passado no melhor estilo “melindrosa”, com direito a muita franjas e cristais swarovsky. Abre o último set com “Music”, uma das suas composições preferidas, em um momento belíssimo com gostinho de cinema mudo. A folia continua com a açucarada “Candy Shop”, seguida do clássico-mor “Material Girl”, que ela ainda consegue “espremer” cenicamente, vestida de noiva para um novo e divertido número de plateia.

Sentadinha novamente com seu ukulele em punho, homenageia Edith Piaf em momento intimista, cantando a singela “La vie en rose”.

Soltinha, safada e sapeca, Madonna encerra o show de “mentirinha” com a divertida “Unapologetic Bitch”, tira alguém da plateia, dá uma “banana” para a formalidade, zoa com o “sequestrado” da vez para pagar mico e encerra o espetáculo de maneira divertida e nonsense… quase.

Para um bis festivo, a “bitch queen” volta vestida de “Tio Sam”, cercada por bandeiras de países do mundo, incluindo a do Brasil, e celebra seus 30 anos de serviços prestados ao entretenimento planetário cantando “Holiday”, é içada para o alto e avante e ninguém duvida que ela não seja a estrela feminina mais brilhante desse céu.

As fotografias da capa – e o material do novo lançamento – são assinadas pelo fotógrafo de moda brasileiro, radicado na Inglaterra, Josh Brandão, que a fotografou em Praga, Barcelona e Paris. Joshua é desses muitos filhos que a Nossa Senhora do Pop criou, inspirou e que acreditaram em seus lemas “Dreams come true”, “Express yourself”, “Open your heart”, entre tantos outros. Com talento e um coração rebelde, nada parece ser impossível para ela ou para quem está conectado a seu “Rebel Heart”.

Bom show !


Set list:
Blu-ray / DVD

Rebel Heart Tour Intro
Iconic
Bitch I’m Madonna
Burning Up
Holy Water / Vogue
Devil Pray
Messiah (Video Interlude)
Body Shop
True Blue
Deeper and Deeper
HeartBreakCity
Like A Virgin
S.E.X. (Video Interlude)
Living For Love
La Isla Bonita
Dress You Up / Into The Groove
Rebel Heart
Illuminati (Video Interlude)
Music
Candy Shop
Material Girl
La Vie En Rose
Unapologetic Bitch
Holiday


NOTA: 9.5

U2 - Songs Of Experience | Crítica

Songs Of Experience chegou com um ano de atraso. Idealizado como uma sequência ao último álbum Songs Of Innocence, lançado em 2014, e que buscava retratar a infância do grupo, o novo trabalho pretendia demonstrar o U2 amadurecido, após anos de “experiência”. Mas segundo o grupo, o mundo mudou tanto desde o primeiro capítulo, que o atraso foi inevitável. A banda de Bono retrabalhou o que tinha no estoque para refletir o novo mundo: um lugar pós Brexit, e liderado por Donald Trump, temas que combinaram bem com o que já era planejado.


Retrabalhar o álbum foi a melhor coisa que o U2 poderia ter feito. O novo disco está muito à frente do último que o conjunto entregou. Com uma produção mais sólida, Songs Of Experience demonstra o talento do rock do grupo irlandês, que entregou músicas mais pesadas, pegajosas e relevantes do que no primeiro capítulo.

O álbum abre com a sentimental “Love Is All We Have Left”, a única faixa em que a produção erra a mão e solta vocais cheios de auto-tune ao fundo, que se perdem sem motivo. Mas depois o disco melhora muito; a segunda música “Lights Of Home” tem uma melodia ótima, e é definitivamente uma das melhores do álbum. A faixa ainda ganhou uma versão com orquestra excelente, “St. Peter’s String Version”, que é uma das melhores composições lançadas pelo U2 nesta década.


Depois disso, o single “You’re The Best Thing About Me” exemplifica o espírito do U2 que o mundo conhece e não tinha atingido seu melhor em Songs Of Innocence. As seguintes fortalecem ainda mais o poder da banda: a tríade “American Soul”, “Summer of Love” e “Red Flag Day” são o auge do álbum. Além de ganchos cativantes, elas tocam no político de um jeito poético e certeiro. “American Soul” fala sobre refugiados e mentiras políticas, simbolizando bem a música do U2 para a era Trump.

Durante todo o disco, um fator é evidente: a influência do U2 na música atual. Faixa por faixa, o grupo se assemelha a muitas sonoridades que estão em alta hoje, do pop ao rock: dá pra ouvir Coldplay, The Killers e até Taylor Swift (“Get Out Of Your Own Way” poderia ter sido gravada na voz da popstar). Mas nada soa descolado da som que a banda sempre apresentou, comprovando que o que o U2 desenvolveu nos últimos 30 anos continua relevante. “Songs Of Experience” é uma prova de que o grupo de Bono ainda reina, e que seu legado para a música é inegável.
O fim do disco, bem exemplificado por “The Blackout” e “Ordinary Love”, é grandioso e traz uma produção mais semelhante ao predecessor, e  por isso perde um pouco o ritmo, amenizando a predominância de guitarras. O trabalho, no entanto, não perde a coesão, baseada principalmente no tom das letras de Bono. “Songs Of Experience” é um álbum otimista em todos os sentidos; até quando critica o mundo, os temas buscam deixar claro que o amor é maior que a desesperança. O ápice da tese chega em “Love is Bigger Than Anything In Its Way”.

Ter parado para tomar tempo e retrabalhar as faixas foi uma ótima ideia. “Songs Of Experience” é um sucesso do U2 em todos os sentidos: eles conseguiram entregar um álbum que reflete o melhor pop e rock que a banda sabe fazer, com as letras politizadas que Bono gosta, e que exemplifica perfeitamente a importância que os irlandeses tiveram para a música.


O disco estreou direto no topo da parada da Billboard.

NOTA: 9.0

Green Day: Um passeio cronológico pelos principais hits

Após o fim da turnê do disco Revolution Radio, lançado em 2016, o Green Day acaba de lançar nas lojas o disco “God’s Favorite Band”, álbum esse que se trata do mais novo “Greatest Hits” da banda (primeiro após o “International Super Hits”, lançado em 2001) onde são apresentadas as principais faixas de toda a trajetória da banda com o adendo de uma inédita (Back In The USA) e uma nova versão para a canção “Ordinary World” (do Revolution Radio) com a cantora Miranda Lambert.

A partir daí você pode estar pensando: “Para que fazer uma resenha sobre uma coletânea de hits?”.

Bom, lhe respondo dizendo que mesmo o álbum tendo 99% das canções já conhecidas por todos aqueles que acompanham a banda, vale a pena analisar como o mesmo foi montado, sendo uma das coisas que me chamou a atenção para fazer esse texto.

Começando então com a música de abertura, ficando por conta da faixa “2000 Light Years Away” do disco “Kerplunk”, mostrando um pouco dos primórdios da banda, onde os mesmo ainda soavam bastante underground. Claro que foi uma ótima forma de iniciar o trabalho, já começando com uma linha cronológica do grupo indo do seu começo nos submundos de Oakland até os dias atuais.

Mas, ressalto que eles ficaram devendo pelo menos uma música do primeiro disco (1,039/Smoothed Out Slappy Hours), pois esse representa muito mais os primórdios do Green Day do que o “Kerplunk” por contar com músicas da época em que eles ainda se chamavam “Sweet Children” e por ter faixas gravadas por Al Sobrante, o primeiro baterista do grupo.

Mas enfim, seguindo com as faixas, vamos com uma sequência de cinco músicas da época do “Dookie”, o disco que colocou o Green Day em evidência no mercado fonográfico mundial, representado pelas canções “Longview”, “Welcome to Paradise”, “Basket Case”, “When I Come Around” e “She”.

Acho que não preciso explicar o porquê o “Dookie” teve mais “representantes” no álbum, né? Esse foi simplesmente o primeiro marco do Green Day, dono de um dos principais hits da banda até hoje (Basket Case), se não fosse por esse CD, talvez a banda estivesse até hoje tocando nos submundos de Oakland.

Em seguida, vamos para a música “Brain Stew”, a única representante do disco “Insomniac”, que para mim poderia ter tido pelo menos mais uma representante (e podia muito bem ser “Jaded”, por ser basicamente uma “continuação” de “Brain Stew”).

Seguindo para o “Nimrod”, as músicas “Hitchin’ a Ride” e “Good Riddance (Time of Your Life)” são as escolhidas para representar essa fase da banda, que em minha opinião foram escolhas acertadas, pois dos singles do disco, foram os de maior destaque.

Representando o álbum “Warning”, temos a faixa-título (Warning) e a aclamada “Minority”, que também foram escolhas acertadas, principalmente se tratando do disco que dividiu as opiniões dos fãs e da crítica na época.

Chegando finalmente ao Green Day dos dias atuais, o consagrado “American Idiot” foi o segundo disco mais representado no álbum com quatro músicas (atrás apenas do “Dookie”, com cinco), que com certeza seriam a faixa-título (American Idiot), “Boulevard Of Broken Dreams”, “Holiday” e “Wake Me Up When September Ends”, as mais conhecidas por todos aqueles telespectadores da MTV entre os anos de 2004 e 2005.

A lógica para o “American Idiot” ter mais músicas no álbum do que outros discos é a mesma utilizada para o “Dookie”, o trabalho foi o segundo marco da história da banda, pois foi por causa dele que o Green Day voltou a ser uma banda relevante no mercado musical, e marcou também a nova fase deles tanto em questão de sonoridade quanto em questão de atitudes (detalhe que divide os fãs até hoje).

Do álbum “21st Century Breakdown” foram escolhidas apenas as músicas “Know Your Enemy” e “21 Guns”, as que mais se destacaram entre os singles lançados na época, escolhas que eu também não faria diferente caso a definição da tracklist dependesse de mim (mesmo gostando muito mais de outras músicas do disco).

Agora, devo chamar a atenção pelo fato da música “Oh Love” ser a ÚNICA representante da trilogia “Uno”, “Dos” e “Tre”. Vale ressaltar, nessa época a banda lançou três discos com mais ou menos 12 músicas cada, e dessas 36 músicas, apenas uma foi selecionada para compor o “God’s Favorite Band”. Detalhe esse mostra o como a trilogia passou longe de ser um destaque no repertório do Green Day, sendo então os discos menos aclamados do grupo na sua era atual.

Aproximando um pouco do fim do disco, “Bang Bang”, “Still Breathing” e “Ordinary World” foram as selecionadas do “Revolution Radio”, último lançamento da banda. Dessas, a única que questiono a escolha é a “Still Breathing”, sendo essa, em minha opinião, a faixa mais chata do último CD, podendo ser facilmente substituída pela faixa-título (Revolution Radio).

A única razão para eu não questionar a presença de “Ordinary World” na coletânea, é o fato da mesma se tratar de uma nova versão da música, contando além do vocalista Billie Joe, também com a cantora “Miranda Lambert”, que conseguiu fazer uma boa participação na música deixando muito bem a sua marca.

Por último, mas não menos importante, encerramos com a inédita “Back In the USA”, onde a banda faz uma clara crítica ao governo de Donald Trump nos Estados Unidos, mostrando mais uma vez a veia politizada que a banda tem desde o “American Idiot”.

No geral, os fãs que reservarem um pouco do seu tempo para ouvirem o “God’s Favorite Band” por completo terão aquele agradável sensação de estarem viajando no tempo através dos principais hits do Green Day.


TRACKLIST:

1. 2000 Light Years Away
2. Longview
3. Welcome to Paradise
4. Basket Case
5. When I Come Around
6. She
7. Brain Stew
8. Hitchin’ a Ride
9. Good Riddance (Time of Your Life)
10. Minority
11. Warning
12. American Idiot
13. Holiday
14. Boulevard of Broken Dreams
15. Wake Me Up When September Ends
16. Know Your Enemy
17. 21 Guns
18. Oh Love
19. Bang Bang
20. Still Breathing
21. Ordinary World (feat. Miranda Lambert)
22. Back in the USA


NOTA: 8.0

sábado, 6 de janeiro de 2018

Lívia Andrade e Antonia Fontenelle trocam farpas em rede social

Anunciada como nova apresentadora fixa do "Fofocalizando", do SBT, Lívia Andrade recebeu alfinetadas de Antonia Fontenelle. Isso porque ex-esposa de Jonathan Costa comentou em um post da modelo que haviam muitas pessoas apresentando o vespertino.

"Agora é oficial! O Silvio Santos técnico dessa seleção do SBT me botou para jogo [risos]. Do banco de reservas fui para o campo e virei titular, minha camisa é #13 e vocês aquela torcida que empurra e faz toda diferença para o time ganhar!", comemorou a contratada do SBT.

A mãe de Salvatore, então, decidiu criticar: "Gente, vocês não acham que é gente demais para só um programa de fofocas, não? Essa bancada está maior que o elenco de 'Carinha de Anjo'. Eu estou é morta".

Lívia, é claro, fez questão de rebater o comentário ácido. "Pode até ser, mas eu cheguei agora e garanto que vou batalhar pelo meu lugar. Melhor apresentar com muitos do que não apresentar nada sozinha", disse.

A viúva de Marcos Paulo não se calou. "Alguém avisa a desavisada da Lívia Andrade que eu tenho um canal explodido de audiência, que me banca, que eu entrevisto quem eu quero, sozinha. Ela não sabe por que parou no 'Jogo dos Pontinhos', é esse o nome? Desde que me entendo por gente ela está lá, por isso tanta alienação. Mas, enfim, dona Lívia, retiro aqui a boa impressão que o Leo Dias fez me fez ter de você", argumentou.

E completou: "Só mais um adendo: você tira onda de que fala a verdade e coisa e tal, tira onda com a cara da Patricia Abravanel e Helen Ganzarolli, mas você não está podendo não. Quer que eu diga o motivo? Ou vamos deixar para lá? Afinal, eu tenho profundo respeito por homens de idade".

Helena Bonham Carter deve interpretar a Princesa Margaret em “The Crown”

O elenco já incrível de “The Crown” está perto de ganhar mais um nome aclamado. A terceira temporada está confirmada e Helena Bonham Carter está perto de assinar o contrato para entrar na série.

Segundo o EW, as negociações estão quase completas para a atriz viver a Princesa Margaret mais velha. A irmã da Rainha Elizabeth II foi até agora interpretada por Vanessa Kirby, mas o salto temporal da série mudará o elenco.

Claire Foy também deixará de viver a rainha Elizabeth II, que será interpretada por Olivia Colman. A temporada atual termina em 1964, quando Elizabeth II completou 38 anos.

Vale lembrar que não é a primeira vez que Helena Bonham Carter interpreta alguém da família real. Em “O Discurso do Rei”, ela fez a Rainha-Mãe Elizabeth, mãe da personagem que fará agora.

Atriz da realeza, né não? A 2ª temporada de “The Crown” está disponível na Netflix!

New York Times chama Gretchen de “meme queen” em matéria especial

A nossa rainha do bumbum chegou a um dos jornais mais aclamados do mundo. O New York Times fez um grande especial sobre como diversos países reagem de formas diferentes ao mesmo sentimento usando GIFs e usou Gretchen como um dos casos mais interessantes.

“No Brasil, a celebridade mais ‘GIFável’ é Gretchen, um ícone onipresente da cultura pop do país que já foi estrela pop, atriz pornô, candidata política e estrela de reality show”, diz na descrição. E termina com “Como cantora nos anos 70, ela foi chamada de Rainha do Bumbum, 40 anos depois, ela ganha o título de “Rainha dos Memes da Internet Brasileira”.

Ícone reconhecidíssimo mundialmente! Mas não só isso, a publicação também descreve toda a repercussão internacional dela.

Gretchen tem curtido sua fama internacional na internet. Em março, Nicki Minaj tuítou sobre ela “Alguém me diz que mulher é esse? Ela tem aparecido em todos os GIFs nos últimos seis meses”. […] Gretchen é, simultaneamente, fonte de orgulho e de risada.


Esqueceram de falar que ela foi a grande estrela do clipe de “Swish Swish” da Katy Perry, né? Mas tudo bem, o orgulho a gente demonstra por nós mesmos! Hahaha.

Site diz que Nick Jonas e Demi Moore estão namorando

A gente talvez tenha o primeiro casal de Hollywood formado em 2018. Segundo o site americano Radar Online, Nick Jonas e Demi Moore estão namorando escondido e foram unidos pela filha da atriz, Rumer Willis.

“Rumer sabe que Demi gosta de caras mais novos, e como Nick está solteiro e já se envolveu com mais velhas, ele estaria disposto a uma relação amorosa”, disse uma fonte ao site.

“Nick (25 anos) é o homem mais novo que Demi (55 anos) já ficou, mas ele é o mais maduro”, diz. A fonte também afirma que eles têm ficado juntos escondidos na casa de um amigo.

Nick Jonas já saiu diversas vezes com Kate Hudson, 13 anos mais velha, apesar de nenhum namoro ter sido confirmado.

Será que esse namoro vem ao público, gente?

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Cauã Reymond conta detalhes sobre cenas quentes com Matheus Natchtergaele

O ator Cauã Reymond entrou em detalhes e falou como foi gravar cenas quentes ao lado do ator Matheus Nachtergaele, para o filme “Piedade”.

No longa, que ainda não tem data de estreia, Cauã interpreta um homem gay dono de um cinema erótico. Em conversa com a revista Claudia, o galã falou sobre as cenas de sexo com Matheus: “Não quero dar spoiler, mas foi tranquilo transar com Matheus”.

Cauã falou ainda sobre a sua relação com a filha Sofia, fruto de seu relacionamento com Grazi Massafera e como foi a reação dela quando ele interpretou uma travesti para um videoclipe musical: “Ela me viu provando as perucas loiras, usando make. No início, estranhou, mas eu contei que era o trabalho do papai. Espero que a Sofia sinta orgulho de mim e dos meus papéis. E que a sexualidade de cada um esteja mais bem resolvida na cabeça de todas as pessoas”, declarou o ator.

Após recusar novela, fama de antipática de Carolina Dieckmann aumenta na Globo

A atriz Carolina Dieckmann já não mora mais no Brasil. A loira deixou o solo brasileiro e se mudou para os Estados Unidos com a família. Lá, ela consegue levar uma vida mais “normal” e apenas tomar conta do marido e dos filhos.

Por conta disso, Carolina tem recusado alguns convites para atuar em novelas. Recentemente ela disse ‘não’ para um convite do autor Aguinaldo Silva e causou um certo mal estar na Globo. A moça não quer ficar presa no Brasil por muito tempo.

De acordo com informações da jornalista Fabíola Reipert, do quadro Hora da Venenosa do Balanço Geral SP, a fama de antipática dela na Globo só aumentou. Carolina é conhecida pelos chiliques, que sempre fizeram parte de sua carreira.

Cunhado de Deborah Secco já foi preso e tentou matar Leo Dias

O colunista Leo Dias já passou por situações perigosas por conta das fofocas envolvendo famosos publicadas em seu blog.

O apresentador do Fofocalizando revelou em entrevista ao Morning Show, da rádio Jovem Pan, que ao contar uma fofoca envolvendo o jogador Adriano Imperador e sua ex-namorada Joana Machado, acabou atingindo a família da atriz Deborah Secco.

“O jogador Adriano era namorado da Joana Machado, tá? Eles separaram e eu tinha publicado quem era pivô dessa separação. Só que era o cunhado da Deborah e eu não sabia. E ele, ele era policial, já tinha sido preso, tava em Bangu, tinha sido solto pela própria irmã da Deborah, que é advogada. Uma advogada renomada. E aí ele ficou revoltado, saiu de casa e disse: ‘Estou indo matar o Leo Dias'”, revelou o jornalista.

“Aí a Deborah me liga: ‘Leo, onde você está’. ‘Cara, eu to na redação’. ‘Não sai daí. Eu estou indo pro Rio, tô indo agora! Fica aí’. E ela conseguiu impedir'”, contou Leo.

HBO confirma: “Game of Thrones” só volta em 2019

A gente sempre ouviu boatos ali e aqui que a temporada final de “Game of Thrones” só retornaria no próximo ano. Muitos duvidavam, já que nunca houve uma pausa de um ano na série. Mas a própria HBO acaba de confirmar.

“É oficial: Game of Thrones vai retornar com seis episódios, na oitava e final temporada, em 2019”, disse a conta oficial no Twitter.

O que sabemos é que o elenco já está de volta ao trabalho, com as gravações retomadas em outubro do ano passado.

A gente não aguenta esperaaaaaar!