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Grupo norueguês confirmou shows pelo
Brasil nesta segunda-feira (06).
A
banda de pop dinamarquesa A-ha, um
dos destaques da edição do Rock In Rio
deste ano, confirmou nesta segunda-feira (6), que fará uma pequena turnê pelo
país logo após o show no festival carioca. As apresentações vão ocorrer em
outubro, a partir do dia 6, em Brasília. A turnê seguirá para Recife (dia 8),
Fortaleza (dia 10), São Paulo (dia 14) e Curitiba (dia 15).
O
grupo formado em 1982 em Oslo, capital da Noruega, chegou ao sucesso mundial
com o hit "Take on Me",
lançado em 1985. O clipe da canção misturava animações com pessoas de verdade e
foi um marco para a indústria fonográfica da época.
Os
valores dos shows da turnê que o A-ha
vai fazer no Brasil ainda não foram divulgados. Segundo o site da banda, as
vendas de entradas começam no dia 15 de julho para quase todas as cidades.
Apenas em Brasília, a venda deverá ser feita a partir do dia 16 de julho.
Divertida Mente, novo filme da Pixar, ficou muito perto de Jurassic World: O Mundo Dos Dinossauros
e ambos fizeram as estreias do feriado de 4 de julho para trás, inclusive o
esperado O Exterminador Do Futuro:
Gênesis, que ficou em 3° lugar.
A
animação sobre as emoções de uma menina de 11 anos arrecadou US$ 30,1 milhões,
alcançando US$ 246,2 milhões em três semanas em cartaz. O filme sobre
dinossauros, por sua vez, faturou US$ 30,9 milhões e já fez um total de US$ 558
milhões em quatro semanas.
O Exterminador do Futuro: Gênesis estreou em 3° lugar, com US$ 28 milhões no fim de
semana, valor menor do que o esperado pelo estúdio. O longa teve orçamento de
US$ 155 milhões e a esperança agora é que as contas fechem com os números do
mercado internacional.
O
drama sobre strippers, Magic Mike 2,
com Channing Tatum, Joe Manganiello e Matt Bomer, arrecadou US$ 27 milhões, sendo que 96% do público foi
feminino, segundo informações dos exibidores do país. Como a sequência custou
apenas US$ 14,8 milhões, o filme já pode ser considerado um sucesso.
Confira
as dez maiores bilheterias de acordo com o BoxOfficeMojo:
1.
Jurassic World: O Mundo Dos Dinossauros
- US$ 30,9 milhões
2.
Divertida Mente - US$ 30,1 milhões
3.
O Exterminador Do Futuro: Gênesis -
US$ 28,7 milhões
4.
Magic Mike XXL - US$ 11,6 milhões
5.
Ted 2 - US$ 11 milhões
6.
Max - US$ 6 milhões
7.
A Espiã Que Sabia De Menos - US$ 5,5
milhões
8.
Terremoto: A Falha De San Andreas -
US$ 3 milhões
9.
Me and Earl and the Dying Girl - US$ 1,3 milhão
Por
semanas eu estive pensando em te escrever uma carta aberta aonde, até o momento
que eu escrevi, te pedir para mudar.
Seu
guarda-roupa, vídeos e palavras ligadas a sua turnê "Rebel Heart" que têm atraído
críticas negativas, e eu quase me juntei a maioria.
Eu
confesso que cresci com sua música. Desde vestir luvas de renda quando eu tinha
5 anos de idade até agora quando escuto suas músicas enquanto danço com os
amigos, sua voz tem sido bem representada na trilha sonora da minha vida. Mas
como eu cresci e você aparentemente não? Você é 22 anos mais velha do que eu.
Isso não parece ser um negócio tão grande quando eu tinha 5 anos e você tinha
27. Então, de alguma forma, eu cheguei aos 34 anos e você chegou aos 56, e eu
só queria dar-lhe um abraço e dizer: "Então,
talvez você devesse colocar suas meias arrastão sob uma saia lápis".
Eu estava errada.
Você
fez uma carreira chocando com sucessos como: "Like a Virgin", "Papa
Don't Preach", "Like a
Prayer", "Erotica",
"Justify My Love", para não
mencionar todos os relacionamentos que você já teve.
Todas
essas músicas chegaram ao topo das paradas.
E
os fãs estão pagando mais este ano para vê-la na turnê Rebel Heartdo
que eles fizeram há três anos. Rolling
Stone chamou você e sua arte de "uma
extravagância provocante."
Você
fez manchetes por várias outras coisas também: o beijo com Britney Spears, dizendo que queria ir a um encontro com Drake e ao cair do palco durante o
último Brit Awards. E essas são apenas algumas coisas que você fez nessa
década.
Há
uma abundância de coisas dos anos 80 e 90 que provam que você estava travando
uma guerra contra o racismo, o sexismo, crimes de ódio e intolerância muito
antes de os ouvintes tiveram a coragem de se levantar contra você.
Você
tem uma história de provar que se alguém na sala estiver desconfortável, não
vai ser você.
E
eu amo isso em você.
Eu
ainda acredito que um pouco de discrição caia bem, mas eu amo que alguém como
você esteja lá fora.
Eu
amo que você aos 56 anos, é muito corajosa e não tem medo de aparecer no Grammy
Awards com mulheres 30 anos mais novas do que você.
Me
parece que a sua mais recente guerra é contra o sexismo e o preconceito etário
- e justamente por isso. Ninguém faz alarde quando um astro do rock de 56 anos
namora uma mulher de 20 anos de idade. Não apenas é aceito, como se espera por
isso.
Mas
você é uma mulher de 56 anos de idade nos Estados Unidos. Isso significa que
você não pode namorar alguém tão jovem como Drake, que tem 28 anos. Ninguém escreve sobre como os Rolling Stones, Keith Richards e Mick Jagger
ambos com 71 anos, por ainda vestirem apertadas calças de couro - e, realmente,
quem é que vai dizer-lhes que não devem usar? Mas você é uma mulher de 56 anos
de idade nos Estados Unidos. Isso significa que o que veste sempre será alvo de
críticas pesadas.
Isso
significa que por ser mãe de quatro filhos, você não pode ser sexual.
Isso
significa que não importa se você construiu 10 escolas no Malawi.
Significa
que Piers Morgan pode dizer: "Quando Madonna caiu no palco, foi a maneira
de Deus dizer que você é velha demais para dançar como uma prostituta."
(Mas eu não me preocuparia com o Sr. Morgan. Ele sobreviveu por pouco tempo no
ar na CNN.)
Isso
significa que homens de meia-idade e mães suburbanas te julgam e dizem: "Caia fora. Está mostrando sua idade."
E
eu amo o fato de você continuar dizendo "Não".
Você
não será silenciada. Isso não é um golpe. Isso é quem você é. Isso é o que você
sempre foi.
Você
é a mulher que fez uma paródia do vestido de casamento, fez o sutiã de cone
famoso e nos ensinou Vogue. Claro que
você está vestindo meias arrastão e tangas em público aos 56. Eu não vou estar
fazendo isso, mas estou feliz por você estar.
Então,
para alterar o meu erro anterior ao julgá-la, deixe-me oferecer minhas sinceras
desculpas por tentar fazer você se encaixar em uma percepção severamente
ultrapassada.
Não
pare agora, Madonna.
Está mostrando o seu melhor.
Dois
mil e quinze. Os grandes estúdios de animação alcançaram um grau tão elevado de
sofisticação - tanto tecnologicamente, quanto em termos de roteiro - em suas
produções, que é preciso alguém fazer uma caquinha muito grande para que as
majors entreguem um filme "ruim". E mais: mantendo a base de
personagens fofos que habitam universos coloridos, para prender a audiência
infantil, eles acrescentaram às histórias um subtexto que vai da nostalgia
(saga Toy Story, da Disney/ Pixar) a
uma sutil inversão de valores (Shrek,
da Dreamworks) - às vezes, combinando os dois elementos (Uma Aventura Lego, Warner Bros.) -, de modo a tornar a tarefa de
levar os filhos ao cinema bem mais prazerosa.
Minions - Corta para 1968. Época da contracultura, da explosão
do movimento hippie, da pisada do homem na Lua, do auge dos Beatles e dos Rolling Stones e... da chegada dos minions a Nova York. Sim, muito
antes de Gru ou de mim e (da maioria de) vocês chegarmos à Terra, esses
bichinhos amarelos comedores de bananas já perambulavam pelo nosso planeta,
sempre em busca de um vilão para adorar, a justificativa de sua pequena
existência. Essa é a motivação inicial de Minions, o spin-off de Meu Malvado Favorito, que chega agora
aos cinemas.
A
abertura do filme acompanha, exatamente, a saga patronal dos minions, elencando
diversos momentos da História (com h maiúsculo) da humanidade - e até pré - e a
sequência é simplesmente hi-lá-ria. Quando chegam aos Estados Unidos, ficam
sabendo de uma tal convenção de vilões na qual estará presente a
"magnífica" Scarlet Overkill (voz de Sandra Bullock, no original, que, na versão brasileira, tem Adriana Esteves, em um excelente e consistente
trabalho, distante da super vilã Carminha, da novela hit Avenida Brasil).
Minions - A premissa é ótima, mas o roteirista Brian Lynch (autor do argumento de Gato de Botas) parece ter confiado
demais no (inegável) carisma dos minions para trazer uma história um pouco
preguiçosa. A começar por Scarlet (figura central no filme). A ela não cabe
nenhum tipo de dualidade, como no caso do malvado "original" Gru. Não
sobra nada de conflito ou motivação para a personagem além do exibicionismo
puro e simples, o que resulta em uma vilã mediana.
Partimos
então, para a ação: todo o (loooongo) embate entre os minions e a dita-cuja é
cheio de reviravoltas e, em cada uma delas, descamba para uma solução do tipo acidental,
ou seja, algo como fantástica, mirabolante, porém engraçada. Ponto alto para o
personagem de Bob, para mim, o melhor e mais engraçado dos Minions.
Não
posso deixar de citar que fui ver o filme com uma sessão lotada de crianças.
Ah, ri mais que elas, principalmente na parte em que Bob adota um rato como seu
animal de estimação.
Não
tem como não dar nota máxima para essa animação. Se você ainda tem dúvida sobre
ir ou não ir ver Os Minions nos
cinemas, não perca tempo. Corra que dá tempo!
Lançamentos
da semana nos Estados Unidos, "O Exterminador
do Futuro: Gênesis" e "Magic
Mike XXL" decepcionaram nas bilheterias americanas, deixando "Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros"
e "Divertida Mente" na
liderança de arrecadação no fim de semana do feriado de 4 de julho
(independência dos EUA).
O
novo blockbuster de Arnold
Schwarzenegger, o quinto da franquia " Exterminador do Futuro", ficou com o terceiro lugar ao
arrecadar US$ 28,7 milhões (US$ 44,2 milhões desde a estreia, na quarta-feira).
Enquanto isso, a sequência "Magic
Mike XXL", estrelada por Channing
Tatum, fez apenas US$ 12 milhões (US$ 27,1 milhões no total).
Em
sua quarta semana em cartaz, "Jurassic
World" arrecadou US$ 30,9 milhões. Já o novo filme da Pixar, lançado
uma semana depois, continuo seu bom desempenho nas bilheterias com US$ 30,1
milhões. Os números finais, incluindo a performance no domingo, serão
divulgados na segunda-feira.
Parceiro
de Cazuza (1958 - 1990) e de Ezequiel Neves (1935 - 2010) em Exagerado (1985), hit e marco inicial da
carreira solo de Cazuza, Leoni criou melodias para duas letras -
sem datas - do baú do cantor e compositor carioca.
Estranha Palavra e TochaAcesa foram musicadas por Leoni para o disco produzido com letras
inéditas deixadas por Cazuza.
O
time de intérpretes inclui Baby do
Brasil, Bebel Gilberto (parceira
e intérprete de Brazilian Prayer,
letra em inglês creditada ao ano de 1989), Caetano
Veloso, Seu Jorge e Rogério Flausino, entre outros.
O
álbum vai ser lançado pela gravadora Sony Music neste segundo semestre de
2015, lembrando os 25 anos da morte do
artista.
Como
é regra na discografia de Maria Gadú,
os álbuns de estúdio da cantora e compositora paulistana sempre ganham edição
em vinil na sequência do lançamento da edição em CD.
Com
Guelã, o elogiado terceiro álbum de
estúdio da artista, não está sendo diferente. Fabricada pela Polysom sob
licença do selo Slap, da Som Livre, a edição em vinil de Guelã chega ao mercado fonográfico até o fim desta primeira
quinzena de julho de 2015, precisamente entre os dias 10 e 15.
Eis,
na ordem do LP, a disposição das dez músicas na edição em vinil de 140 gramas
de Guelã:
Lado A
1.
Suspiro (Maria Gadú)
2.
Obloco (Maria Gadú e Maycon Ananias)
3.
Ela (Maria Gadú)
4.
Semivoz (Maria Gadú, Maycon Ananias e James McCollum)
BAÚ DE CDSé
uma coluna do Ponto
Zzeroque visa resgatar grandes obras
da música afim de apresentá-las para a nova geração e revive-las de forma
nostálgica e informativa. É escrita pelos colaboradores do blog, a ideia é que
nossos leitores conheçam e revivam grandes álbuns do passado.
Apesar
de todo o sucesso conquistado com o álbum Fever graças ao estrondoso hit "Can't Get You Out Of My Head" que
alcançou o primeiro lugar em mais de 140 países, de fato foi com o infelizmente
quase ignorado Body
Languageque Kylie Minogue chegou realmente perto
de conquistar o mercado americano.
O
álbum que tem uma sonoridade muito semelhante ao In The Zone da Britney
Spears (ambos lançados no mesmo ano com poucos meses de diferença) traz uma
Kylie dançante como sempre e sexualmente mais expressiva do que nunca. Muitos
não sabem, mas a faixa "Toxic"
da Britney deveria ter entrado para esse álbum caso não houvesse sido
descartada por Kylie que não acreditou que a música se encaixaria na proposta
do Cd.
O
primeiro single, "Slow",
teve boa repercussão em alguns países europeus e chegou à primeira posição no
Reino Unido e na Austrália, além de ter rendido uma indicação ao Grammy para a
artista. Seu vídeo clipe gravado na Espanha é um dos melhores da videografia da
cantora australiana.
O
álbum traz também a canção "Red
Blooded Woman", sem dúvidas um hit pop com muito potencial, mas
estranhamente subestimada, seguida do último single, “Chocolate”.
Segundo
o madonnarama.com, além de "Bitch I'm Madonna", a faixa "Devil Pray" também está sendo
enviada para a rádios como o quarto single promocional do álbum "Rebel Heart",
com o objetivo de agradar os adoradores mais velhos da Rainha do Pop.
A
Universal Music Itália e França também confirmaram a informação.
Madonna ainda não tem planos de dar um clipe para o novo single,
já que está ocupadíssima com os ensaios da "Rebel Heart Tour", prevista para setembro.
Channing Tatum é a capa desse mês da revista Vanity Fair e não por acaso. É agora em julho que finalmente chega
aos cinemas o aguardado “Magic Mike XXL”,
continuação do filme pra lá de sexy de 2012.
Na
capa e no conteúdo, o ator posou para as lentes de Annie Leibovitz em fotos incríveis numa chuva artificial nos
estúdios da Warner Bros. na Califórnia.
Mas
de longe não foram as fotos que chamaram a nossa atenção na entrevista do
Channing para a Vanity Fair. É que o
ator gravou um vídeo incrível fazendo, em 30 segundo, sete passinhos de dança
que não entrariam em “Magic Mike”.
Os
Anos 80 foram um período esquisito na história da música.
Estilos
como o Rock’n’Roll e o Punk haviam explodido na década anterior e interpretados
e ouvidos à exaustão, fazendo com que a sede por novos gêneros logo
popularizasse o surgimento e crescimento de tantos como o pós-punk e a new
wave.
Na
música pop, grandes nomes começaram a criar seus sons com as então tecnologias
revolucionárias para tanto e também fizeram bom uso da MTV, nascida em 1981 como uma baita plataforma para artistas com
grande apelo visual e canções que grudam na cabeça das pessoas.
Não
à toa, clipes e hits começaram a ser produzidos em massa e não é difícil
identificar uma música dos Anos 80 quando você a ouve ou assiste, já que
diversos elementos foram reutilizados por músicos, bandas, produtores e
diretores.
Ainda
assim, seja por nostalgia, apelo musical e/ou visual, muita gente ainda se
identifica com os Anos 80 e seus clichês, como é o caso do vocalista do The Killers, Brandon Flowers.
Em
seu novo disco solo, The Desired Effect, Flowers resolveu oferecer
aos ouvintes uma passagem pelo túnel do tempo com data marcada para a época
citada, tanto musicalmente quanto na aparência e nas artes utilizadas para a
divulgação do álbum.
Assim
como em seu primeiro disco, Flamingo, Flowers volta a falar da sua cidade,
Las Vegas, explorando os lados obscuros da cidade do pecado logo de cara, na
vibrante “Dreams Come True”.
Aqui,
Brandon faz muito bom uso de seus vocais e da grandiosidade instrumental que
utilizou em tantos grandes hits do The
Killers. A decisão da faixa como abertura do álbum foi bastante acertada.
Logo
na sequência, a volta ao passado começa em grande estilo com “Can’t Deny My Love”, suas batidas
eletrônicas e afro, vocais cheios de efeito, backing vocals femininos e uma
música pop de primeira que deixaria qualquer compositor dos Anos 80 com inveja
ao chegar no seu refrão cheio de energia, clichês de guitarra e teclados.
“I Can Change” começa como uma balada e
quando você acha que Flowers já diminuiu o ritmo das coisas, a canção se
transforma em uma declaração pessoal dançante que flerta com o pós-punk e
ícones dos Anos 80 como “Flashdance”.
A
percussão, os sintetizadores e as camadas dão o tom de “Still Want You”, canção cheia de climas diferentes e uma letra que
traça um paralelo de tudo que acontece no planeta enquanto o autor ainda quer o
seu amor: “O tempo está passando / ainda
quero você / o crime está aumentando / ainda quero você / mudanças climáticas e
dívidas / ainda quero você / mais do que antes”.
“Between Me And You” vem na forma de uma
canção que cresce ao passar do tempo enquanto Flowers conta uma história sobre
como o mundo está lhe pressionando de todas as formas, mas ele “faz seu melhor” para que nada entre “em nosso caminho.”
A
próxima canção, “Lonely Town”, volta
a falar sobre as dificuldades da vida adulta, compara a velocidade de como ela
gira a um brinquedo de parque de diversões e musicalmente faz uso de diversos
clichês da música pop de outros tempos: instrumentos de sopro, teclados,
autotune e até mesmo solos vocais.
É
aqui, na música que foi lançada inclusive como single, que Brandon mostra como
conseguiu reunir diversos clichês da música popular de décadas passadas sem
fazer com que o resultado final virasse uma piada, por exemplo. Há uma linha
tênue entre o que poderia ter sido um verdadeiro desastre e o que, de fato,
aconteceu na forma de um álbum pop cheio de boas influências que tem a sua cara
própria.
“Diggin’ Up The Heart” faz bom uso da
mistura de música country com pop que também marcou a história através de
teclados, guitarras marcantes e passos de dança que você pode imaginar assim
que a música começa a tocar.
Enquanto
“Never Get You Right” volta a apostar
na fórmula de verso e refrão, fazendo novamente bom uso da voz de Flowers, “Untangled Love” prepara os trabalhos
para a faixa que encerra o álbum na forma de “The Way It’s Always Been”.
A
mixagem da última música do álbum faz com que a voz se destaque em relação à
batida que dá o tom à boa parte da canção, e é como se o líder do The Killers estivesse cantando pra
você. Ao final, diversas camadas são adicionadas ao bolo para que The Desired
Effect seja finalizado como começou: de forma grandiosa.
São
menos de 40 minutos e 10 faixas em que Brandon Flowers irá te levar por uma viagem ao
tempo, pelas ruas de Las Vegas e por sua vida, de maneira bastante pessoal.
Para
isso, resolveu prestar uma verdadeira homenagem a uma época em que era fácil se
render aos clichês, abusar do que dava certo e limitar a criatividade. Ao
contrário disso, Flowers soube pescar muito bem o que utilizaria no álbum e fez
um disco solo muito superior ao anterior que mostra bem o seu talento como
cantor e compositor e o traz de volta aos momentos mais interessantes do The Killers.
Longa é a matéria de capa da revista
'Entertainment Weekly'.
O
aguardado filme "Batman vs.
Superman: A origem da justiça" é a matéria de capa da revista
americana "Entertainment Weekly"
de julho, que apresenta algumas novas imagens e novidades sobre produção. A
edição mostra os dois super-heróis se encarando como se fosse a imagem
promocional de uma luta de MMA, Bruce
Wayne interagindo com a Mulher-Maravilha
em roupas de gala e um Lex Luthor
cabeludo.
Na
matéria, Ben Affleck, que vive o
novo homem-morcego, explica um pouco mais sobre o personagem. "Ele está à beira de ser engolido pelo ódio e
pela raiva que nós vemos assombrá-lo", afirmou o ator à revista.
O
longa apresenta um Batman mais velho que aquele interpretado por Christan Bale na trilogia dirigida por Christopher Nolan. "Esse cara está um pouco mais maduro e se
tornou amargo e cínico", explicou Affleck, que compara o personagem a
um clássico de Shakespeare.
"Ele é basicamente a versão americana de
Hamlet", disse. "Nós
aceitamos que ele é vivido por atores com diferentes interpretações".
O
diretor da produção, Zack Snyder,
também falou à revista sobre a primeira vez em que deu a ideia do confronto aos
responsáveis pela franquia, Nolan e David S. Goyer."Eu disse: 'E se a gente, no final do filme,
fizesse uma cena em que uma caixa cheia de kryptonita é entregue na mansão
Wayne?'", contou.
"Todo mundo fez tipo: 'Okaay'. Quando você
diz algo em voz alta se torna um problema porque você não pode 'desfalar'",
afirmou Snyder, que dirigiu "O
Homem de Aço" (2013).
"Batman vs. Superman: A origem da justiça"
tem estreia prevista no Brasil no dia 24 de março de 2016. O longa apresenta Henry Cavill como o Superman, Ben Affleck como Batman, Gal Gadot ("Velozes & Furiosos 6") como a Mulher-Maravilha, Jason Momoa ("Game of Thrones") como o Aquaman e Jesse Eisenberg ("A
Rede Social") como Lex Luthor.
Eu
vi o clipe inteiro e não quis estragar a surpresa no título. Por isso ele vai
ficar assim mesmo, sem spoilers.
Mas…
Se você der play no mais novo clipe da Rihanna,
para a faixa bombante “Bitch Better Have
My Money”, vai notar que a cantora sequestra uma loira para conseguir pegar
a grana dela de volta.
O
que acontece depois disso a gente não vai dizer porque senão é spoiler!
Hahahaha!
Coisas
legais:
1)
as cenas em que Rihanna aparece se
divertindo com as amigas num iate que é praticamente um mini hotel flutuante.
São momentos de amizade entre elas antes do rolo com o dinheiro acontecer.
2)
os momentos dos peitinhos sendo mostrados livremente, como Rihanna e o povo gosta!
3)
a participação do excelente ator dinamarquês Mads Mikkelsen, que já fez um vilão de James Bond em “Cassino
Royale” e que também é conhecido mundialmente por conta do seriado “Hannibal” e dos filmes “O Amante da Rainha” e “A Caça”.
Depois
de 11 anos juntos, e um dia após o aniversário de 10 anos de casados, Ben Affleck e Jennifer Garner assumiram publicamente que estão se divorciando.
A
separação dos dois já vinha sendo especulada por site e revistas de fofoca, mas
agora é oficial. Os dois divulgaram um anúncio conjunto que explica a situação
(via US Magazine).
“Depois de muita reflexão e uma cuidadosa
ponderação, nós tomamos a difícil decisão de nos divorciar. Seguimos com amor e
amizade um pelo outro e um compromisso de criar nossas filhos, cuja privacidade
pedimos que seja respeitada neste momento difícil. Este será o nosso único
comentário sobre este assunto particular e familiar. Obrigado pela compreensão.”
O
casal vai dividir a guarda dos seus três filhos, Violet, de nove anos,
Seraphina, de seis, e Samuel, de apenas três aninhos.
Ben
e Jennifer se conheceram no set de “Pearl
Harbor”, ainda em 2001, mas foi em 2003 que eles começaram a ser altamente
“shippados” por viver o casal Matt Murdock e Elektra no filme “Demolidor”. O namoro, porém, só foi
assumido em 2004.
Os
rumores são de que o casal teria se separado pela ausência do Ben Affleck em casa nos últimos tempos,
já que ele estaria passando muito tempo no set dos seus filmes, como do
vindouro “Batman Vs Superman – A Origem
da Justiça”, em que viverá o Homem Morcego.
O
retorno da Janet Jackson está sendo
bem sucedido. Depois de ser homenageada no BET
Awards, em Los Angeles, a cantora esgotou ingressos para dois shows no
Havaí e teve que marcar uma apresentação extra devido à alta demanda. Ela fará
três shows em uma arena de Honolulu em novembro.
A
turnê da americana começará em agosto, e tem 38 shows marcados. Ela conta
apenas com apresentações marcadas na América do Norte, mas seu título, “Unbreakle World Tour”, indica que
haverá shows em outras partes do mundo. Essa é a primeira turnê da Janet em
quatro anos.
O
retorno aos palcos é motivado pelo lançamento de um disco novo – o primeiro
desde 2008. O álbum chegará às lojas americanas no último trimestre do ano, e o
primeiro single, “No Sleep”, já está
na parada R&B da Billboard.