terça-feira, 7 de julho de 2015

Destaque do Rock in Rio, A-Ha vai tocar em Curitiba e em quatro cidades

Grupo norueguês confirmou shows pelo Brasil nesta segunda-feira (06).

A banda de pop dinamarquesa A-ha, um dos destaques da edição do Rock In Rio deste ano, confirmou nesta segunda-feira (6), que fará uma pequena turnê pelo país logo após o show no festival carioca. As apresentações vão ocorrer em outubro, a partir do dia 6, em Brasília. A turnê seguirá para Recife (dia 8), Fortaleza (dia 10), São Paulo (dia 14) e Curitiba (dia 15).

O grupo formado em 1982 em Oslo, capital da Noruega, chegou ao sucesso mundial com o hit "Take on Me", lançado em 1985. O clipe da canção misturava animações com pessoas de verdade e foi um marco para a indústria fonográfica da época.

Os valores dos shows da turnê que o A-ha vai fazer no Brasil ainda não foram divulgados. Segundo o site da banda, as vendas de entradas começam no dia 15 de julho para quase todas as cidades. Apenas em Brasília, a venda deverá ser feita a partir do dia 16 de julho.


Veja as datas e locais dos shows:

Brasília - 6 de outubro - Net Live
Recife - 8 de outubro - Chevrolet Hall
Fortaleza - 10 de outubro - Aquaville Resort
São Paulo - 14 de outubro - Espaço das Américas
Curitiba - 15 de outubro - Master Hall

segunda-feira, 6 de julho de 2015

BILHETERIA EUA: JURASSIC WORLD VENCE E EXTERMINADOR DO FUTURO FICA EM 3° LUGAR

Divertida Mente, novo filme da Pixar, ficou muito perto de Jurassic World: O Mundo Dos Dinossauros e ambos fizeram as estreias do feriado de 4 de julho para trás, inclusive o esperado O Exterminador Do Futuro: Gênesis, que ficou em 3° lugar.

A animação sobre as emoções de uma menina de 11 anos arrecadou US$ 30,1 milhões, alcançando US$ 246,2 milhões em três semanas em cartaz. O filme sobre dinossauros, por sua vez, faturou US$ 30,9 milhões e já fez um total de US$ 558 milhões em quatro semanas.

O Exterminador do Futuro: Gênesis estreou em 3° lugar, com US$ 28 milhões no fim de semana, valor menor do que o esperado pelo estúdio. O longa teve orçamento de US$ 155 milhões e a esperança agora é que as contas fechem com os números do mercado internacional.

O drama sobre strippers, Magic Mike 2, com Channing Tatum, Joe Manganiello e Matt Bomer, arrecadou US$ 27 milhões, sendo que 96% do público foi feminino, segundo informações dos exibidores do país. Como a sequência custou apenas US$ 14,8 milhões, o filme já pode ser considerado um sucesso.

Confira as dez maiores bilheterias de acordo com o BoxOfficeMojo:

1. Jurassic World: O Mundo Dos Dinossauros - US$ 30,9 milhões
2. Divertida Mente - US$ 30,1 milhões
3. O Exterminador Do Futuro: Gênesis - US$ 28,7 milhões
4. Magic Mike XXL - US$ 11,6 milhões
5. Ted 2 - US$ 11 milhões
6. Max - US$ 6 milhões
7. A Espiã Que Sabia De Menos - US$ 5,5 milhões
8. Terremoto: A Falha De San Andreas - US$ 3 milhões
9. Me and Earl and the Dying Girl  - US$ 1,3 milhão
10. Dope - US$ 1 milhão

A jornalista Candy Woodall do jornal local PennLive da Pensilvânia, escreveu uma carta aberta a Madonna

Querida Madonna,

Devo-lhe um pedido de desculpas.

Por semanas eu estive pensando em te escrever uma carta aberta aonde, até o momento que eu escrevi, te pedir para mudar.

Seu guarda-roupa, vídeos e palavras ligadas a sua turnê "Rebel Heart" que têm atraído críticas negativas, e eu quase me juntei a maioria.

Eu confesso que cresci com sua música. Desde vestir luvas de renda quando eu tinha 5 anos de idade até agora quando escuto suas músicas enquanto danço com os amigos, sua voz tem sido bem representada na trilha sonora da minha vida. Mas como eu cresci e você aparentemente não? Você é 22 anos mais velha do que eu. Isso não parece ser um negócio tão grande quando eu tinha 5 anos e você tinha 27. Então, de alguma forma, eu cheguei aos 34 anos e você chegou aos 56, e eu só queria dar-lhe um abraço e dizer: "Então, talvez você devesse colocar suas meias arrastão sob uma saia lápis". Eu estava errada.

Você fez uma carreira chocando com sucessos como: "Like a Virgin", "Papa Don't Preach", "Like a Prayer", "Erotica", "Justify My Love", para não mencionar todos os relacionamentos que você já teve.

Todas essas músicas chegaram ao topo das paradas.

E os fãs estão pagando mais este ano para vê-la na turnê Rebel Heart do que eles fizeram há três anos. Rolling Stone chamou você e sua arte de "uma extravagância provocante."

Você fez manchetes por várias outras coisas também: o beijo com Britney Spears, dizendo que queria ir a um encontro com Drake e ao cair do palco durante o último Brit Awards. E essas são apenas algumas coisas que você fez nessa década.

Há uma abundância de coisas dos anos 80 e 90 que provam que você estava travando uma guerra contra o racismo, o sexismo, crimes de ódio e intolerância muito antes de os ouvintes tiveram a coragem de se levantar contra você.

Você tem uma história de provar que se alguém na sala estiver desconfortável, não vai ser você.

E eu amo isso em você.

Eu ainda acredito que um pouco de discrição caia bem, mas eu amo que alguém como você esteja lá fora.

Eu amo que você aos 56 anos, é muito corajosa e não tem medo de aparecer no Grammy Awards com mulheres 30 anos mais novas do que você.

Me parece que a sua mais recente guerra é contra o sexismo e o preconceito etário - e justamente por isso. Ninguém faz alarde quando um astro do rock de 56 anos namora uma mulher de 20 anos de idade. Não apenas é aceito, como se espera por isso.

Mas você é uma mulher de 56 anos de idade nos Estados Unidos. Isso significa que você não pode namorar alguém tão jovem como Drake, que tem 28 anos. Ninguém escreve sobre como os Rolling Stones, Keith Richards e Mick Jagger ambos com 71 anos, por ainda vestirem apertadas calças de couro - e, realmente, quem é que vai dizer-lhes que não devem usar? Mas você é uma mulher de 56 anos de idade nos Estados Unidos. Isso significa que o que veste sempre será alvo de críticas pesadas.

Isso significa que por ser mãe de quatro filhos, você não pode ser sexual.

Isso significa que não importa se você construiu 10 escolas no Malawi.

Significa que Piers Morgan pode dizer: "Quando Madonna caiu no palco, foi a maneira de Deus dizer que você é velha demais para dançar como uma prostituta." (Mas eu não me preocuparia com o Sr. Morgan. Ele sobreviveu por pouco tempo no ar na CNN.)

Isso significa que homens de meia-idade e mães suburbanas te julgam e dizem: "Caia fora. Está mostrando sua idade."

E eu amo o fato de você continuar dizendo "Não".

Você não será silenciada. Isso não é um golpe. Isso é quem você é. Isso é o que você sempre foi.

Você é a mulher que fez uma paródia do vestido de casamento, fez o sutiã de cone famoso e nos ensinou Vogue. Claro que você está vestindo meias arrastão e tangas em público aos 56. Eu não vou estar fazendo isso, mas estou feliz por você estar.

Então, para alterar o meu erro anterior ao julgá-la, deixe-me oferecer minhas sinceras desculpas por tentar fazer você se encaixar em uma percepção severamente ultrapassada.

Não pare agora, Madonna. Está mostrando o seu melhor.


Com amor,

Candy

Os Minions | Crítica

Dois mil e quinze. Os grandes estúdios de animação alcançaram um grau tão elevado de sofisticação - tanto tecnologicamente, quanto em termos de roteiro - em suas produções, que é preciso alguém fazer uma caquinha muito grande para que as majors entreguem um filme "ruim". E mais: mantendo a base de personagens fofos que habitam universos coloridos, para prender a audiência infantil, eles acrescentaram às histórias um subtexto que vai da nostalgia (saga Toy Story, da Disney/ Pixar) a uma sutil inversão de valores (Shrek, da Dreamworks) - às vezes, combinando os dois elementos (Uma Aventura Lego, Warner Bros.) -, de modo a tornar a tarefa de levar os filhos ao cinema bem mais prazerosa.

Minions - Corta para 1968. Época da contracultura, da explosão do movimento hippie, da pisada do homem na Lua, do auge dos Beatles e dos Rolling Stones e... da chegada dos minions a Nova York. Sim, muito antes de Gru ou de mim e (da maioria de) vocês chegarmos à Terra, esses bichinhos amarelos comedores de bananas já perambulavam pelo nosso planeta, sempre em busca de um vilão para adorar, a justificativa de sua pequena existência. Essa é a motivação inicial de Minions, o spin-off de Meu Malvado Favorito, que chega agora aos cinemas.

A abertura do filme acompanha, exatamente, a saga patronal dos minions, elencando diversos momentos da História (com h maiúsculo) da humanidade - e até pré - e a sequência é simplesmente hi-lá-ria. Quando chegam aos Estados Unidos, ficam sabendo de uma tal convenção de vilões na qual estará presente a "magnífica" Scarlet Overkill (voz de Sandra Bullock, no original, que, na versão brasileira, tem Adriana Esteves, em um excelente e consistente trabalho, distante da super vilã Carminha, da novela hit Avenida Brasil).

Minions - A premissa é ótima, mas o roteirista Brian Lynch (autor do argumento de Gato de Botas) parece ter confiado demais no (inegável) carisma dos minions para trazer uma história um pouco preguiçosa. A começar por Scarlet (figura central no filme). A ela não cabe nenhum tipo de dualidade, como no caso do malvado "original" Gru. Não sobra nada de conflito ou motivação para a personagem além do exibicionismo puro e simples, o que resulta em uma vilã mediana.

Partimos então, para a ação: todo o (loooongo) embate entre os minions e a dita-cuja é cheio de reviravoltas e, em cada uma delas, descamba para uma solução do tipo acidental, ou seja, algo como fantástica, mirabolante, porém engraçada. Ponto alto para o personagem de Bob, para mim, o melhor e mais engraçado dos Minions.

Não posso deixar de citar que fui ver o filme com uma sessão lotada de crianças. Ah, ri mais que elas, principalmente na parte em que Bob adota um rato como seu animal de estimação.

Não tem como não dar nota máxima para essa animação. Se você ainda tem dúvida sobre ir ou não ir ver Os Minions nos cinemas, não perca tempo. Corra que dá tempo!

domingo, 5 de julho de 2015

'O Exterminador do Futuro: Gênesis' e 'Magic Mike XXL' têm estreia decepcionante nas bilheterias

Lançamentos da semana nos Estados Unidos, "O Exterminador do Futuro: Gênesis" e "Magic Mike XXL" decepcionaram nas bilheterias americanas, deixando "Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros" e "Divertida Mente" na liderança de arrecadação no fim de semana do feriado de 4 de julho (independência dos EUA).

O novo blockbuster de Arnold Schwarzenegger, o quinto da franquia " Exterminador do Futuro", ficou com o terceiro lugar ao arrecadar US$ 28,7 milhões (US$ 44,2 milhões desde a estreia, na quarta-feira). Enquanto isso, a sequência "Magic Mike XXL", estrelada por Channing Tatum, fez apenas US$ 12 milhões (US$ 27,1 milhões no total).

Em sua quarta semana em cartaz, "Jurassic World" arrecadou US$ 30,9 milhões. Já o novo filme da Pixar, lançado uma semana depois, continuo seu bom desempenho nas bilheterias com US$ 30,1 milhões. Os números finais, incluindo a performance no domingo, serão divulgados na segunda-feira.

sábado, 4 de julho de 2015

Leoni faz 'Tocha acesa' e 'Estranha palavra' para disco de inéditas de Cazuza

Parceiro de Cazuza (1958 - 1990) e de Ezequiel Neves (1935 - 2010) em Exagerado (1985), hit e marco inicial da carreira solo de Cazuza, Leoni criou melodias para duas letras - sem datas - do baú do cantor e compositor carioca.

Estranha Palavra e Tocha Acesa foram musicadas por Leoni para o disco produzido com letras inéditas deixadas por Cazuza.

O time de intérpretes inclui Baby do Brasil, Bebel Gilberto (parceira e intérprete de Brazilian Prayer, letra em inglês creditada ao ano de 1989), Caetano Veloso, Seu Jorge e Rogério Flausino, entre outros.

O álbum vai ser lançado pela gravadora Sony Music neste segundo semestre de 2015,  lembrando os 25 anos da morte do artista.

Elogiado terceiro álbum de estúdio de Gadú, 'Guelã' já ganha edição em vinil

Como é regra na discografia de Maria Gadú, os álbuns de estúdio da cantora e compositora paulistana sempre ganham edição em vinil na sequência do lançamento da edição em CD.

Com Guelã, o elogiado terceiro álbum de estúdio da artista, não está sendo diferente. Fabricada pela Polysom sob licença do selo Slap, da Som Livre, a edição em vinil de Guelã chega ao mercado fonográfico até o fim desta primeira quinzena de julho de 2015, precisamente entre os dias 10 e 15. 

Eis, na ordem do LP, a disposição das dez músicas na edição em vinil de 140 gramas de Guelã:

Lado A
1. Suspiro (Maria Gadú)
2. Obloco (Maria Gadú e Maycon Ananias)
3. Ela (Maria Gadú)
4. Semivoz (Maria Gadú, Maycon Ananias e James McCollum)
5. Trovoa (Maurício Pereira, 2007)
Lado B
1. Sakédu (Maria Gadú e Mayra Andrade)
2. Tecnopapiro (Maria Gadú)
3. Há (Maria Gadú)
4. Vaga (Maria Gadú)
5. Aquária (Maria Gadú)

sexta-feira, 3 de julho de 2015

O Subestimado e excelente "Body Language" da Kylie Minogue

BAÚ DE CDS é uma coluna do Ponto Zzero que visa resgatar grandes obras da música afim de apresentá-las para a nova geração e revive-las de forma nostálgica e informativa. É escrita pelos colaboradores do blog, a ideia é que nossos leitores conheçam e revivam grandes álbuns do passado.

Apesar de todo o sucesso conquistado com o álbum Fever graças ao estrondoso hit "Can't Get You Out Of My Head" que alcançou o primeiro lugar em mais de 140 países, de fato foi com o infelizmente quase ignorado Body Language que Kylie Minogue chegou realmente perto de conquistar o mercado americano.

O álbum que tem uma sonoridade muito semelhante ao In The Zone da Britney Spears (ambos lançados no mesmo ano com poucos meses de diferença) traz uma Kylie dançante como sempre e sexualmente mais expressiva do que nunca. Muitos não sabem, mas a faixa "Toxic" da Britney deveria ter entrado para esse álbum caso não houvesse sido descartada por Kylie que não acreditou que a música se encaixaria na proposta do Cd.

O primeiro single, "Slow", teve boa repercussão em alguns países europeus e chegou à primeira posição no Reino Unido e na Austrália, além de ter rendido uma indicação ao Grammy para a artista. Seu vídeo clipe gravado na Espanha é um dos melhores da videografia da cantora australiana.

O álbum traz também a canção "Red Blooded Woman", sem dúvidas um hit pop com muito potencial, mas estranhamente subestimada, seguida do último single, “Chocolate”.

‘Devil Pray’ é leita 4º single do Rebel Heart

Segundo o madonnarama.com, além de "Bitch I'm Madonna", a faixa "Devil Pray" também está sendo enviada para a rádios como o quarto single promocional do álbum "Rebel Heart", com o objetivo de agradar os adoradores mais velhos da Rainha do Pop.

A Universal Music Itália e França também confirmaram a informação.

Madonna ainda não tem planos de dar um clipe para o novo single, já que está ocupadíssima com os ensaios da "Rebel Heart Tour", prevista para setembro.

Channing Tatum encarna a Madonna e faz passinhos de “Vogue” para a Vanity Fair

Channing Tatum é a capa desse mês da revista Vanity Fair e não por acaso. É agora em julho que finalmente chega aos cinemas o aguardado “Magic Mike XXL”, continuação do filme pra lá de sexy de 2012.

Na capa e no conteúdo, o ator posou para as lentes de Annie Leibovitz em fotos incríveis numa chuva artificial nos estúdios da Warner Bros. na Califórnia.

Mas de longe não foram as fotos que chamaram a nossa atenção na entrevista do Channing para a Vanity Fair. É que o ator gravou um vídeo incrível fazendo, em 30 segundo, sete passinhos de dança que não entrariam em “Magic Mike”.

Resenha: Brandon Flowers - The Desired Effect

Os Anos 80 foram um período esquisito na história da música.

Estilos como o Rock’n’Roll e o Punk haviam explodido na década anterior e interpretados e ouvidos à exaustão, fazendo com que a sede por novos gêneros logo popularizasse o surgimento e crescimento de tantos como o pós-punk e a new wave.

Na música pop, grandes nomes começaram a criar seus sons com as então tecnologias revolucionárias para tanto e também fizeram bom uso da MTV, nascida em 1981 como uma baita plataforma para artistas com grande apelo visual e canções que grudam na cabeça das pessoas.

Não à toa, clipes e hits começaram a ser produzidos em massa e não é difícil identificar uma música dos Anos 80 quando você a ouve ou assiste, já que diversos elementos foram reutilizados por músicos, bandas, produtores e diretores.

Ainda assim, seja por nostalgia, apelo musical e/ou visual, muita gente ainda se identifica com os Anos 80 e seus clichês, como é o caso do vocalista do The Killers, Brandon Flowers.

Em seu novo disco solo, The Desired Effect, Flowers resolveu oferecer aos ouvintes uma passagem pelo túnel do tempo com data marcada para a época citada, tanto musicalmente quanto na aparência e nas artes utilizadas para a divulgação do álbum.

Assim como em seu primeiro disco, Flamingo, Flowers volta a falar da sua cidade, Las Vegas, explorando os lados obscuros da cidade do pecado logo de cara, na vibrante “Dreams Come True”.

Aqui, Brandon faz muito bom uso de seus vocais e da grandiosidade instrumental que utilizou em tantos grandes hits do The Killers. A decisão da faixa como abertura do álbum foi bastante acertada.

Logo na sequência, a volta ao passado começa em grande estilo com “Can’t Deny My Love”, suas batidas eletrônicas e afro, vocais cheios de efeito, backing vocals femininos e uma música pop de primeira que deixaria qualquer compositor dos Anos 80 com inveja ao chegar no seu refrão cheio de energia, clichês de guitarra e teclados.

I Can Change” começa como uma balada e quando você acha que Flowers já diminuiu o ritmo das coisas, a canção se transforma em uma declaração pessoal dançante que flerta com o pós-punk e ícones dos Anos 80 como “Flashdance”.

A percussão, os sintetizadores e as camadas dão o tom de “Still Want You”, canção cheia de climas diferentes e uma letra que traça um paralelo de tudo que acontece no planeta enquanto o autor ainda quer o seu amor: “O tempo está passando / ainda quero você / o crime está aumentando / ainda quero você / mudanças climáticas e dívidas / ainda quero você / mais do que antes”.

Between Me And You” vem na forma de uma canção que cresce ao passar do tempo enquanto Flowers conta uma história sobre como o mundo está lhe pressionando de todas as formas, mas ele “faz seu melhor” para que nada entre “em nosso caminho.”

A próxima canção, “Lonely Town”, volta a falar sobre as dificuldades da vida adulta, compara a velocidade de como ela gira a um brinquedo de parque de diversões e musicalmente faz uso de diversos clichês da música pop de outros tempos: instrumentos de sopro, teclados, autotune e até mesmo solos vocais.
É aqui, na música que foi lançada inclusive como single, que Brandon mostra como conseguiu reunir diversos clichês da música popular de décadas passadas sem fazer com que o resultado final virasse uma piada, por exemplo. Há uma linha tênue entre o que poderia ter sido um verdadeiro desastre e o que, de fato, aconteceu na forma de um álbum pop cheio de boas influências que tem a sua cara própria.

Diggin’ Up The Heart” faz bom uso da mistura de música country com pop que também marcou a história através de teclados, guitarras marcantes e passos de dança que você pode imaginar assim que a música começa a tocar.

Enquanto “Never Get You Right” volta a apostar na fórmula de verso e refrão, fazendo novamente bom uso da voz de Flowers, “Untangled Love” prepara os trabalhos para a faixa que encerra o álbum na forma de “The Way It’s Always Been”.

A mixagem da última música do álbum faz com que a voz se destaque em relação à batida que dá o tom à boa parte da canção, e é como se o líder do The Killers estivesse cantando pra você. Ao final, diversas camadas são adicionadas ao bolo para que The Desired Effect seja finalizado como começou: de forma grandiosa.

São menos de 40 minutos e 10 faixas em que Brandon Flowers irá te levar por uma viagem ao tempo, pelas ruas de Las Vegas e por sua vida, de maneira bastante pessoal.

Para isso, resolveu prestar uma verdadeira homenagem a uma época em que era fácil se render aos clichês, abusar do que dava certo e limitar a criatividade. Ao contrário disso, Flowers soube pescar muito bem o que utilizaria no álbum e fez um disco solo muito superior ao anterior que mostra bem o seu talento como cantor e compositor e o traz de volta aos momentos mais interessantes do The Killers.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

'Batman vs Superman': super-heróis aparecem em novas imagens do filme

Longa é a matéria de capa da revista 'Entertainment Weekly'.

O aguardado filme "Batman vs. Superman: A origem da justiça" é a matéria de capa da revista americana "Entertainment Weekly" de julho, que apresenta algumas novas imagens e novidades sobre produção. A edição mostra os dois super-heróis se encarando como se fosse a imagem promocional de uma luta de MMA, Bruce Wayne interagindo com a Mulher-Maravilha em roupas de gala e um Lex Luthor cabeludo.

Na matéria, Ben Affleck, que vive o novo homem-morcego, explica um pouco mais sobre o personagem. "Ele está à beira de ser engolido pelo ódio e pela raiva que nós vemos assombrá-lo", afirmou o ator à revista.

O longa apresenta um Batman mais velho que aquele interpretado por Christan Bale na trilogia dirigida por Christopher Nolan. "Esse cara está um pouco mais maduro e se tornou amargo e cínico", explicou Affleck, que compara o personagem a um clássico de Shakespeare.

"Ele é basicamente a versão americana de Hamlet", disse. "Nós aceitamos que ele é vivido por atores com diferentes interpretações".

O diretor da produção, Zack Snyder, também falou à revista sobre a primeira vez em que deu a ideia do confronto aos responsáveis pela franquia, Nolan e David S. Goyer."Eu disse: 'E se a gente, no final do filme, fizesse uma cena em que uma caixa cheia de kryptonita é entregue na mansão Wayne?'", contou.

"Todo mundo fez tipo: 'Okaay'. Quando você diz algo em voz alta se torna um problema porque você não pode 'desfalar'", afirmou Snyder, que dirigiu "O Homem de Aço" (2013).

"Batman vs. Superman: A origem da justiça" tem estreia prevista no Brasil no dia 24 de março de 2016. O longa apresenta Henry Cavill como o Superman, Ben Affleck como Batman, Gal Gadot ("Velozes & Furiosos 6") como a Mulher-Maravilha, Jason Momoa ("Game of Thrones") como o Aquaman e Jesse Eisenberg ("A Rede Social") como Lex Luthor.

Em novo clipe, Rihanna chama as amigas pra se vingar da “bitch” que pegou o “money” dela

Eu vi o clipe inteiro e não quis estragar a surpresa no título. Por isso ele vai ficar assim mesmo, sem spoilers.

Mas… Se você der play no mais novo clipe da Rihanna, para a faixa bombante “Bitch Better Have My Money”, vai notar que a cantora sequestra uma loira para conseguir pegar a grana dela de volta.

O que acontece depois disso a gente não vai dizer porque senão é spoiler! Hahahaha!

Coisas legais:

1) as cenas em que Rihanna aparece se divertindo com as amigas num iate que é praticamente um mini hotel flutuante. São momentos de amizade entre elas antes do rolo com o dinheiro acontecer.

2) os momentos dos peitinhos sendo mostrados livremente, como Rihanna e o povo gosta!

3) a participação do excelente ator dinamarquês Mads Mikkelsen, que já fez um vilão de James Bond em “Cassino Royale” e que também é conhecido mundialmente por conta do seriado “Hannibal” e dos filmes “O Amante da Rainha” e “A Caça”.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Ben Affleck e Jennifer Garner assumem publicamente o divórcio

Depois de 11 anos juntos, e um dia após o aniversário de 10 anos de casados, Ben Affleck e Jennifer Garner assumiram publicamente que estão se divorciando.

A separação dos dois já vinha sendo especulada por site e revistas de fofoca, mas agora é oficial. Os dois divulgaram um anúncio conjunto que explica a situação (via US Magazine).

Depois de muita reflexão e uma cuidadosa ponderação, nós tomamos a difícil decisão de nos divorciar. Seguimos com amor e amizade um pelo outro e um compromisso de criar nossas filhos, cuja privacidade pedimos que seja respeitada neste momento difícil. Este será o nosso único comentário sobre este assunto particular e familiar. Obrigado pela compreensão.”

O casal vai dividir a guarda dos seus três filhos, Violet, de nove anos, Seraphina, de seis, e Samuel, de apenas três aninhos.

Ben e Jennifer se conheceram no set de “Pearl Harbor”, ainda em 2001, mas foi em 2003 que eles começaram a ser altamente “shippados” por viver o casal Matt Murdock e Elektra no filme “Demolidor”. O namoro, porém, só foi assumido em 2004.

Os rumores são de que o casal teria se separado pela ausência do Ben Affleck em casa nos últimos tempos, já que ele estaria passando muito tempo no set dos seus filmes, como do vindouro “Batman Vs Superman – A Origem da Justiça”, em que viverá o Homem Morcego.

Janet Jackson esgota ingressos para turnê de retorno e agenda shows extras

O retorno da Janet Jackson está sendo bem sucedido. Depois de ser homenageada no BET Awards, em Los Angeles, a cantora esgotou ingressos para dois shows no Havaí e teve que marcar uma apresentação extra devido à alta demanda. Ela fará três shows em uma arena de Honolulu em novembro.

A turnê da americana começará em agosto, e tem 38 shows marcados. Ela conta apenas com apresentações marcadas na América do Norte, mas seu título, “Unbreakle World Tour”, indica que haverá shows em outras partes do mundo. Essa é a primeira turnê da Janet em quatro anos.

O retorno aos palcos é motivado pelo lançamento de um disco novo – o primeiro desde 2008. O álbum chegará às lojas americanas no último trimestre do ano, e o primeiro single, “No Sleep”, já está na parada R&B da Billboard.