quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Mariah Carey confirma residência em Las Vegas

Tudo confirmado! Mariah Carey vai sim estrelar sua própria residência em Las Vegas no The Colosseum at Caesars Palace. A informação foi oficializada pela própria cantora em entrevista ao programa da apresentadora Ellen Degeneres.
“Este é um evento especial para mim”, disse Mariah explicando que o show foi inspirado no disco “#1′s” – apenas com hits em sua tracklist.
“Serão 18 músicas que chegaram ao topo. Espero que as pessoas gostem. Nunca fiz nada parecido antes”, lembrou a cantora.
“We Belong Together”, “Vision of Love”, “Emotions”, “Dreamlover”, “Touch My Body”, “One Sweet Day”, “Don’t Forget About Us” e “Fantasy” foram algumas das músicas citadas pela cantora na entrevista.
De acordo com a imprensa americana, Mariah irá substituir Celine Dion que pediu afastamento da sua residência no Caesars Palace para cuidar da família. A canadense deve retornar aos palcos em março, mas ainda não há data definida.
Informações sobre os shows da Mariah como datas e o setlist devem ser anunciadas muito em breve.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Taylor Swift confirma “Style” como 3º single do álbum “1989″

Taylor Swift e sua equipe bateram o martelo e “Style” foi anunciada oficialmente como o terceiro single do álbum “1989″ na noite desta segunda-feira (12).
A faixa será enviada às rádios mundiais a partir do dia 10 de fevereiro, mas em se tratando de Taylor não é surpresa da música já estar nas paradas.
No iTunes, por exemplo, “Style” está entre as 35 mais vendidas dos Estados Unidos e entre os 90 do Reino Unido.
“Style” já foi apresentada na televisão. Taylor cantou a faixa no “Victoria’s Secret Fashion Show 2015″, exibido em dezembro. 

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Sony corrige erros da coletânea de raridades incluída na caixa de Djavan


Lançada no mercado fonográfico em novembro de 2014, a caixa Djavan - que reúne 18 álbuns e duas coletâneas com gravações avulsas da obra do artista alagoano, chegou às lojas com três graves erros na compilação intitulada Raridades.

A relação das 15 faixas da coletânea, tanto na contracapa quanto no libreto, não correspondia ao que era ouvido no CD embalado na caixa. Mas a gravadora Sony Music corrigiu o erro, fabricando nova tiragem da coletânea com as faixas certas.

Antes, a contracapa da edição original indicava que a nona faixa é “Eu te amo” (Antonio Carlos Jobim e Chico Buarque, 1980) quando, na realidade, ouvia-se “Aboio blues” (André Luiz), fonograma de 1998 (corretamente creditado no libreto).

Da mesma forma, contracapa e libreto relacionavam entre as 15 faixas as gravações de “Melodia sentimental” (Floresta do Amazonas) (Heitor Villa-Lobos) e “Sorriso de luz” (Nelson Wellington e Gilson Peranzetta), feitas por Djavan em 2003 e 1996, respectivamente.

Só que, no lugar dessas faixas, o CD tocava “Calmaria e Vendaval” (Toquinho & Vinicius de Moraes) e o “Samba Presunçosa” (Antonio Carlos & Jocáfi), músicas gravadas em 1974 pelo então iniciante cantor para as novelas Fogo sobre Terra e Supermanoela, respectivamente.

A edição correta da coletânea foi produzida com a mesma tiragem, três mil cópias, da desatenta edição original de Raridades.

Os consumidores deverão poder fazer a troca.

Boyhood é o grande premiado do Globo de Ouro 2015


Todo ano é a mesma coisa, a gente fica esperando ansiosamente pela temporada de premiações para ficar reclamando durante as três horas de duração das cerimônias.

Bom, aconteceu na noite deste domingo, 11/01, em Los Angeles, uma das maiores premiações de Hollywood, o Globo de Ouro, que premia os melhores da TV e do Cinema.

Entre os filmes de Drama, sem surpresas, o maior vencedor foi o longa “Boyhood – Da Infância à Juventude”, que recebeu o prêmio máximo de Melhor Filme de Drama, além dos troféus de Atriz Coadjuvante em Filme para Patricia Arquette e de direção, pelo trabalho de 12 anos, de Richard Linklater.

Nos filmes de comédia ou musicais, por sua vez, os destaques foram “O Grande Hotel Budapeste”, que levou o prêmio de Melhor Filme de Comédia ou Musical, e “Birdman”, que levou os troféus de Melhor Roteiro e Melhor Ator em Filme de Comédia ou Musical para Michael Keaton.

Já entre as categorias de TV, as grandes vencedoras foram as estreantes “Transparent”, “Fargo” e “The Affair”, com dois troféus para cada. “Transparent” merecidamente ganhou como Série de Comédia e pela atuação de Jeffrey Tambor; “Fargo” venceu “The Normal Heart” e “True Detective” na categoria Minissérie ou Telefilme, além de render uma estatueta de Melhor Ator em Minissérie ou Filme para Bob Thornton; e “The Affair” desbancou a favorita “The Good Wife” nas categorias de Melhor Série de Drama e Atriz de Drama, com Ruth Wilson vencendo Julianna Margulies.

A cerimônia começou com um gosto agridoce, afinal, essa foi a terceira e última vez que Tina Fey e Amy Poehler apresentaram a premiação. Mas olha, o discurso de abertura, mais uma vez, foi memorável e vai ficar na história.

Confira a lista completa de vencedores:

Cinema
Melhor filme – Drama
“Boyhood”
Melhor filme – Comédia ou musical
“O Grande Hotel Budapeste”
Melhor atriz – Drama
Julianne Moore – “Still Alice”
Melhor ator – Drama
Eddie Redmayne (“A teoria de tudo”)
Melhor atriz – Comédia ou musical
Amy Adams – “Big Eyes”
Melhor ator – Comédia ou musical
Michael Keaton – “Birdman”
Melhor ator coadjuvante
J.K. Simmons – “Whiplash”
Melhor atriz coadjuvante
Patricia Arquette – “Boyhood”
Melhor diretor
Richard Linklater  - “Boyhood”
Melhor roteiro
Alejandro González Iñárritu - “Birdman”
Melhor animação
“Como Treinar Seu Dragão 2″
Melhor filme estrangeiro
“Leviatã” (Rússia)
Melhor trilha original
Johann Johannsson – “A Teoria de Tudo”
Canção original
“Glory” – “Selma” (John Legend e Common)

Televisão
Melhor série de TV – Drama
“The Affair”
Melhor série de TV – Musical ou comédia
“Transparent”
Melhor atriz em série de TV – Drama
Ruth Wilson (“The Affair”)
Melhor ator em série de TV – Drama
Kevin Spacey (“House of cards”)
Melhor atriz em série de TV – Comédia ou musical
Gina Rodriguez (“Jane the virgin”)
Melhor ator em série TV – Comédia ou musical
Jeffrey Tambor (“Transparent”)
Melhor minissérie ou filme para TV
“Fargo”
Melhor atriz em minissérie ou filme para a TV
Maggie Gyllenhaal (“The Honorable Woman”)
Melhor ator em minissérie ou filme para a TV
Bob Thornton (“Fargo”)
Melhor atriz coadjuvante em série, minissérie ou filme para TV
Joanne Froggatt (“Downton Abbey”)
Melhor ator coadjuvante em série, minissérie ou filme para a TV
Matt Bomer (“The Normal Heart”)

domingo, 11 de janeiro de 2015

PORQUÊ JE SUIS CHARLIE?


No calor dos momentos, em que sentimos o perigo e o horror perto de nós, assim como, os atentados aos valores que tanto queremos na vida, leva-nos às afirmações mais sentimentais e revoltadas como forma de defesa daquilo que somos. O atentado em França contra o jornal Charlie Hebdo revoltou muita gente por esse mundo fora e, por isso, muitos assumiram a frase "Je suis Charlie". Quando vi a faixa negra em muitos perfis do Facebook parei para pensar se também deveria substituir a minha imagem por aquela palavra de ordem. Preferi antes partilhar no meu mural. Partilhar no mural para me associar à revolta que os franceses estavam a sentir porque enquanto bloguer, desejo ter liberdade de opinião em relação aos assuntos que me interessam comentar, independentemente dos visados.

Não substitui a fotografia do mural porque continuo a ser quem sou - um ser individual como qualquer um de nós. No entanto, conjugar o verbo être (que se utiliza para ser/estar) e afirmar "je suis Charlie" significa que defendo uma liberdade de expressão em todas as direções; significa a condenação do silêncio e a submissão às ideias que quero contrariar; significa querer ser critico, ainda que sarcástico, ao mundo que rodeia.

É certo que se isto não acontecesse meio mundo, como eu, não se lembrava de ser Charlie e é preciso que o pior aconteça para defender aquilo que afinal custa tão caro - a liberdade.

Criticar, debater, desenhar são tudo formas de expressão. Charlie Hebdo criticava sem olhar a quem - não apenas o Islamismo. Dessa forma, não entendo que seja tendencioso. Na sua mira esteve sempre a política, religião a sociedade. As suas publicações em nada se relacionam com o fato da França ter atitudes menos democráticas com algumas minorias - acredito que as tenha. Acredito que exista muito trabalho a fazer na integração. Mas integrar e acolher implica silenciar opiniões como Charlie Hebdo? Ou implica outro trabalho como igualdade de direito para os cidadãos e a possibilidade de viverem segundo as suas tradições, desde que não ponham em causa a vida dos outros?

O que significa Avohai? Qual a história dessa música?

 
Zé Ramalho


“Quando eu fiz esta música eu criei esta palavra. Ela significa avô e pai. É uma espécie de homenagem ao meu avô, que foi a pessoa que me criou. Ele fazia o papel de avô e de pai. Meu pai morreu muito jovem, nos açudes do sertão, morreu afogado quando eu era garotinho. Então foi meu avô que me educou, foi quem me ensinou a seguir o caminho do bem, a batalhar minhas coisas. Eu me inspirei na imagem dele. E me chegou a palavra [avohai]... Ao mesmo tempo ela é interpretada pelas pessoas que a ouvem das mais diversas formas. É uma coisa muito mística também, representa a continuidade da espécie, ou seja, passar a sabedoria de uma geração para a outra... O avô passa para o pai, que passa para o filho e aí por diante...”

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Nicole Scherzinger pede desculpas às integrantes do Pussycat Dolls em entrevista

Nicole Scherzinger já falou de momentos bastante pessoais em entrevistas anteriores. A depressão após um dos muitos finais de relacionamento com o piloto de Fórmula 1 Lewis Hamilton, a bulimia e a amizade com as demais Pussycat Dolls. No entanto, para a revista Event, Nicole abriu ainda mais o coração.
Para a cantora, manter a sua bulimia em segredo pode ter sido uma das principais razões do afastamento das Pussycat Dolls.
“Houve momentos que eu era bastante distante. Nunca me abri com elas sobre meus problemas. Eu me afastava e as afastava porque estava lutando contra essa doença horrível”, desabafou dizendo ainda que gostaria de pedir desculpas as ex-companheiras de girlband.
A primeira vez que Nicole falou sobre a bulimia abertamente foi em 2012.
“É triste lembrar como eu desperdicei a minha vida. Tinha uma vida maravilhosa, as Dolls estavam no topo do mundo, mas eu me sentia bastante infeliz”, comentou anteriormente para a revista Cosmopolitan britânica. Segundo a própria cantora, ela lutou contra a doença dos 18 aos 30 anos.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Mark Ronson e Bruno Mars tiram Taylor Swift do topo da parada americana de singles com “Uptown Funk”

A nova atualização da principal parada de singles norte-americana foi divulgada na tarde desta quarta-feira (7).
Após sete semanas consecutivas, Taylor Swift não é mais dona do 1º lugar da Hot 100. Mark Ronson e Bruno Mars destronaram a queridinha do pop/country americano com o hit “Uptown Funk”. A dupla estava em segundo lugar na semana passada. De acordo com a Billboard esta é a primeira vez em 19 semanas que uma mulher não lidera a lista dos singles mais vendidos/ouvidos dos EUA.
Além disso, esta é a primeira vez que Mark entra para a Hot 100 como artista principal apesar de já ter estado na parada anteriormente como compositor e produtor de hits de Amy Winehouse (“Rehab”, em 2007), Bruno Mars (“Locked Out Of Heaven”, 2013) e Christina Aguilera (“Hurt”, 2006).
Apesar de manter a liderança da Billboard 200 com “1989″, Taylor Swift caiu para a segunda colocação enquanto “Take Me to Church”, do Hozier, fecha o Top 3.

Confira quem mais está no Top 10 da Hot 100 esta semana:
01) Uptown Funk – Mark Ronson feat. Bruno Mars (2-1)
02) Blank Space – Taylor Swift (1-2)
03) Take Me to Church – Hozier (-)
04) Thinking Out Loud – Ed Sheeran (7-4)
05) Lips Are Movin’ – Meghan Trainor (4-5)
06) All About That Bass – Meghan Trainor (5-6)
07) Shake It Off – Taylor Swift (9-7)
08) I’m Not The Only One – Sam Smith (6-8)
09) Jealous – Nick Jonas (10-9)
10) Animals – Maroon 5 (8-10)

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Madonna: “Uma Rebelde Constrangida?” – Tradução da crítica escrita por Liz Smith para o site BostonHerald.com


No site BostonHerald.com foi publicado a crítica da jornalista Liz Smith, conhecida pela personalidade autoritária e por sua renomada influência nas críticas em que publica.

Entretanto, a jornalista fala sobre o novo álbum de Madonna, Rebel Heart, e defende a Rainha do Pop sobre as recentes acusações de racismo:

"Madonna pode ser muitas coisas, mas racista é algo que certamente ela não é."


Confira a tradução completa da crítica:

Madonna: uma rebelde constrangida?
Por Liz Smith


"É um fato: o público odeia" reconhecer "o que lhe é familiar. Odeia ser incomodado. Se choca com surpresas. O pior que pode acontecer a uma obra de arte é não ter nenhuma falha, de modo que o seu autor não é obrigado a assumir uma atitude de enfrentamento."

Mas, diante da afirmação de Cocteau, lembrei-me do fim de semana, quando nossa amiga Madonna, de forma absolutamente "artística", encontrou-se envolvida em mais uma polêmica.


A capa do seu próximo álbum, "Rebel Heart", que foi lançado em formato demo - forçando Madonna a divulgar seis músicas com meses de antecedência - mostra a Rainha com um barbante amarrado no rosto, enfatizando sua opinião sobre si mesma, como uma "rebelde" que foi reprimida e desacreditada (ela o conseguiu de modo mais convincente em seu famoso vídeo "Human Nature", alguns anos atrás).

Seus fãs, em seguida, fizeram sua própria "rebel art" enviando fotos de Martin Luther King e Nelson Mandela com cordas em seus rostos. Madonna postou essas colaborações na rede e imediatamente se viu acusada de ser "racista" e, claro, uma egomaníaca, ousando comparar-se a King e a Mandela.



Madonna pode ser muitas coisas, mas racista é algo que certamente ela não é. Ela já teve namorados africanos e latino americanos e adotou duas crianças do Malauí, David e Mercy, crianças, aliás, que Madonna não usou como acessórios em um desfile, como seus críticos insistiram que ela faria na época dessas adoções.

Outros que Madonna tem "amarrado" são a princesa Diana, Marilyn Monroe, Bob Marley e Jesus, os quais, na sua opinião, combateram o bom combate contra todas as adversidades.

Sobre as canções, três delas são verdadeiramente lindas, com muitos traços românticos da Madonna dos anos 80 e 90 (Ghosttown é particularmente comovente.). As outras três são dançantes . Não é minha praia. Há mais seis faixas para vir em março.


Quem disse isso foi o dramaturgo, desenhista, artista e cineasta Jean Cocteau, em 1923. Encontrei esta observação, e dezenas de outras, no fabuloso livro "Bohemians, Bootleggers, Flappers & Swells: The Best of Early Vanity Fair". Falarei mais sobre esta coleção de ensaios no final da semana.

Egomaníaca? Digamos que ela tem uma boa dose de ego, misturada com um sentimento de vitimização. Isso a torna exatamente igual a todas as grandes estrelas (ela também é surpreendentemente vulnerável - mas você teria que conhecê-la muito bem para saber isso). E neste mundo em que não se pensa antes de postar algo no Facebook, Instagram ou Twitter, Madonna não é mais cautelosa do que centenas de outras personalidades e milhões de pessoas comuns. Madonna agora  tem que lidar com o ultraje falso de críticos, desculpando-se por qualquer ofensa, refutando a acusação de ser racista e negando que ela compara-se de alguma forma com King ou Mandela.

Alguns fãs de Madonna gostariam que ela mantivesse suas expressões artísticas em segredo no estúdio de gravação. Que bobagem! Por que ela deveria confinar-se ou confinar seu trabalho? As seis músicas que ela foi forçada a liberar foram direto para o #1 do iTunes em 40 países. Ela conseguiu fazer limonada dos limões.

Eu desejo que Madonna supere esse negócio de auto-referência, canções de caráter pessoal. Uma das novas é intitulada, "Bitch, I'm Madonna! Querida, sabemos que você é Madonna. E é provável que ninguém se esqueça, nunca. Relaxe.