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Anitta e Jojo era
uma combinação que estávamos esperando há tempos desde uma virou amiga da
outra. Elas finalmente estão juntas graças ao duo Seakret, que trouxe elas no funk “Perdendo a Mão”.
A
faixa lembra bastante o que Anitta
fazia no começo da carreira. Além de ser um funk melody chiclete, ela e Jojo
cantam sobre uma amiga que tá presa num relacionamento completamente errado!
“Perdendo a Mão” tá divertida para
dançar, tem uma letra para se identificar e é só ouvir uma vez que aquela nota
de piano fica na sua cabeça pra sempre!
O
Seakret é a combinação de dois
produtores, Pedro Dash e Dan Valbusa. Eles também já fizeram
parcerias com Micael, MC Zaak e Rael. Eles também participaram da produção do recente “Lobos” do Jão.
Em
janeiro deste ano, fãs do rock clássico foram pegos de surpresa com a notícia
da morte de Dolores O’Riordan,
vocalista dos Cranberries. Quase
oito meses depois, as causas da morte da artista foram reveladas e dão conta
que Dolores teria se afogado acidentalmente.
O
resultado da autópsia foi divulgado nesta quinta-feira (6) pela BBC e afirma que Dolores teria se
afogado na banheira do hotel em que estava hospedada após ter ingerido uma alta
quantidade de álcool.
No
corpo da cantora não havia qualquer sinal de hematomas ou de cortes, tendo sido
constatando ainda em seu sangue 330mg de álcool a cada 100 ml – taxa quatro
vezes superior ao permitido no Reino Unido.
Após
a publicação do laudo, os Cranberries,
que planejam o lançamento de um disco de inéditas com a participação de Dolores
para o próximo ano, se pronunciaram por meio de uma carta.
“Dolores viverá eternamente na música. Ver o
tamanho do impacto positivo que ela teve na vida das pessoas tem sido um grande
conforto para nós. Gostaríamos de agradecer todos os nossos fãs pelas diversas
mensagens e pelo seu apoio contínuo durante esse momento difícil”.
Sabe
lá aquele símbolo que apareceu no BIP, na cena pós-créditos de Vingadores: Guerra Infinita? Se você
não fazia ideia do que se tratava, talvez olhando para a capa da nova edição da
revista Entertainment Weekly consiga
ligar o nome à pessoa, já que ela traz as primeiras imagens reais oficiais de Brie Larson como a CAPITÃ MARVEL! AAAA!
E
TAMBÉM DOS SKRULLS! E DO NICK FURY SEM O TAPA OLHO! JUDE LAW COMO O MAR-VELL! AAAA!
Esse
é o 21o primeiro filme da Marvel Studios,
o primeiro protagonizado por uma mulher. E essa mulher É A BRIE LARSON. E ELA TÁ VESTIDA DE CAPITÃ MARVEL. ESSE MOMENTO É
MEUUUU!
Capitã Marvel estreia em 08 de Março de 2019, Dia Internacional da
Mulher, lá nos EUA.
Aaaaa,
gente que notícia triste! Morreu na tarde desta quarta-feira (5) aos 92 anos a
atriz Beatriz Segall. Uma das
gigantes da dramaturgia brasileira, Segall, foi a responsável por dar vida a
uma das vilãs de maior sucesso da história da TV, nível Carminha, Bia Falcão: a
temida Odete Roitman.
Antagonista
da novela Vale Tudo, exibida em
1988, a personagem parou o país com um enigma naquele ano após ter sido
assassinada. Todo mundo queria saber quem matou Odete Roitman.
Vem
relembrar com a gente. Que cena, viu?!
As
causas da morte não foram divulgadas, mas nós enviamos condolências à família
:( Descanse em paz!
O
clima ficou meio conturbado no fim de semana após o vazamento de um áudio em
que Anitta criticaria os altos
gastos no clipe de Sua Cara,
supostamente pago por ela sozinha. No conteúdo, não há menção a nenhum nome
específico, mas a internet foi logo acusando a cantora de se referir a Pabllo Vittar, com quem ela teria
rompido relações algum tempo depois do lançamento.
Eis
que na tarde desta terça-feira (4), o caso teve uma reviravolta. Durante sua
participação no programa Fofocalizando,
o jornalista Léo Dias disse que o
alvo das indiretas do áudio não seria Pabllo, mas sim ele próprio!
De
acordo com Dias, o apelido de pão dura teria surgido em conversas do jornalista
com pessoas próximas à cantora, que disseram que ela se recusou a pagar um
jatinho para sua equipe durante as filmagens do vídeo, feitas no Marrocos.
Com
a decisão, todos os membros foram obrigados a fazer um trajeto que, de van,
durou nove horas. Até agora Anitta
não se pronunciou sobre o vazamento.
Alô,
Lambily! Ao que tudo indica, não só Madonna
volta com lançamento ainda este ano – quem também deve dar as caras por aqui
com material inédito é Mariah Carey!
Com
o retorno da butterfly para uma residência em Las Vegas ~recentemente
estendida, graças ao sucesso da cantora~, um grupo de fãs começou a suspeitar
que talvez o lançamento de um novo disco pudesse sofrer um certo atraso, graças
à grande quantidade de compromissos da artista.
A
gente lembra que desde 2017 Mariah vem fazendo visitas regulares ao estúdio,
como aparece na foto acima.
Porém,
um anúncio recente feito na Amazon fez com que uma galera mais antenada
entrasse em estado de alerta. Todo esse frenesi aconteceu porque foi anexado um
novo item à discografia da artista. A peça, ainda envolta em mistério e
disponível somente em pré-venda, tem lançamento previsto para o próximo dia 26
de outubro.
A julgar
pelo preço ~que se convertido em reais contabiliza aproximadamente 110
golpinhos~, o anúncio não seria lá muito convincente. Por outro lado, há quem
diga que o material chegará antes mesmo do fim das datas da residência, já que
Mariah vem fazendo cada vez mais sigilo a respeito do assunto em suas
entrevistas. Por enquanto o assunto é só uma especulação, mas será, gente?
O
último lançamento da cantora, Me… I Am
Mariah, aconteceu em 2014. Diante de tanta espera, nós só sabemos de uma
coisa: queremos você de volta logo, Mimi!
A Billboard Hot 100 está cheia de
novidades nesta semana! Dois nomes são destaques na nova atualização da parada:
Drake e Normani. O rapper completou oito semanas no topo com “In My Feelings”, alcançando um recorde
histórico: 47 semanas de liderança no total, juntando todos seus singles que
foram nº1. Ele está empatado com Usher
como os artistas masculinos com mais tempo de liderança na Hot 100. Só perdem
para cantoras e bandas: Mariah Carey
(79 semanas), Rihanna (60), Beatles (59) e Boyz II Men (50).
Já
Normani… A cantora alcançou pela
primeira vez o Top 10 em sua carreira solo. O single “Love Lies”, um dueto com Khalid,
saltou do 11º para o 9º. A música cresceu 7% nas rádios e registrou 13 mil
downloads e 13,3 milhões de streams no mercado americano na última semana. Para
Khalid, “Love Lies” representa seu segundo Top 10 (o primeiro foi “1-800-273-8255”).
Confira
como está a parada:
01)
“In My Feelings” – Drake (-)
02)
“Girls Like Yu” – Maroon 5 feat. Cardi B (-)
03)
“I Like It” – Cardi B, Bad Bunny e J Balvin (-)
A
declaração dada por Zilu Camargo
neste domingo (02) não pegou nada bem. Em entrevista ao canal do Matheus Mazzafera, a mulher disparou
contra os homens e generalizou dizendo que todos são infiéis. Até Igor Camargo, filho da ex de Zezé, se
pronunciou criticando o posicionamento da mãe. Em “textão” no Instagram, ele revelou que não gostou nada da
generalização da loira que, o atingiu.
“Em uma entrevista, minha mãe expôs a sua
opinião de que todo homem é infiel. Nesse contexto ela argumentou que tem
irmãos, filho e amigos, e que por isso pode afirmar que não existe homem fiel.
Sobre isso, discordo 100%. Eu sou fiel, sou fiel a 10 anos. Conheço outros
homens que também são. Realmente, fidelidade é mais raro que infidelidade, mas
existe, e muito de vocês sabem que existe”, disparou o rapaz, que revelou
ter conversado com a mãe sobre o assunto.
“Eu conversei com a minha mãe ontem, ela
disse que não queria me usar de exemplo, mas que na verdade quis dizer que ela
não acredita em fidelidade, e quis dar a entender que conhece muito homens. Eu
ainda não entendi pq ela me incluiu na fala dela. Existem tipos de
relacionamento e acordos diferentes, mas o meu relacionamento é baseado no
AMOR, CONFIANÇA e AMIZADE, NÓS temos ZERO tolerância para traição, pois isso
quebraria a confiança para SEMPRE”, disse ele.
Na
postagem, o rapaz reiterou que é fiel à noiva, Amabylle Eiroa. “Tenho muitos
defeitos, já errei e até magoei a Amabylle por outros motivos, mas não sou e
nunca fui infiel. Somos felizes do jeito que somos. Somos noivos e ainda nem
casamos, pois nem nos importamos com papel, simplesmente queremos curtir o amor
e a amizade. Eu confio nela 100% e ela em mim. Nunca quebraria essa confiança.
Eu honro a minha mulher do mesmo jeito que ela me honra”, escreveu.
O
clipe do single “Promises”, do Calvin Harris com o Sam Smith, já está entre nós! Com muita
celebração às boates gays dos anos 80/90, “Promises”
é uma homenagem maravilhosa à comunidade LGBT, vem ver:
O
vídeo, dirigido por Emil Nava, abre
com entrevistas de alguns dos frequentadores dos clubes gays de Nova York,
dando depoimentos sobre como comparecer aos bailes os ajuda a se libertarem.
Entre erros e acertos, o filme
se destaca pela tentativa dedicada de se aproximar da franquia, mas perde-se
com uma direção confusa e mal executada.
Cinema
e videogames têm uma relação pouco positiva. Os jogos eletrônicos dispõem de
mais tempo para o desenvolvimento da história, além da interação com o jogador.
Para resolver esse problema, um filme que se propõe a adaptar a trama de um
game, precisa saber aproveitar o conceito, o enredo, as personagens, tudo o que
já foi estabelecido e transpor para um novo formato. “Tomb Raider” é eficiente na adaptação, mesmo sofrendo com alguns
problemas técnicos.
A
trama apoia-se no reboot da franquia nos videogames para contar a origem de
Lara Croft (Alicia Vikander de “Submersão”). A jovem precisa decidir se
irá aceitar a morte do pai, Richard Croft (Dominic
West de “The Square: A Arte da
Discórdia”), quando descobre indícios de uma pesquisa na qual ele havia
trabalhado. Na esperança de encontrá-lo ainda vivo, Lara decide partir numa
aventura que a fará lidar com uma antiga maldição.
Desde
a primeira sequência, quando somos apresentados ao conflito principal, o longa
deixa claro que é preciso lidar com a suspensão de descrença para poder se
envolver com o que está acontecendo na tela. Da mesma forma, há uma preparação
simples, mas funcional, para a aventura que será o foco deste filme. Lara não
tem medo de enfrentar desafios, pouco importando as consequências – logo na
primeira cena em que aparece, leva um soco durante uma luta de boxe -, e seu
desenvolvimento será completado com flashbacks, numa estrutura narrativa
simples e, por vezes, preguiçosa, mas que justifica algumas tomadas de decisões
da protagonista (como a habilidade com o arco, por exemplo).
Essa
relação com a descrença é importante para que o filme possa se aproveitar de
elementos comuns em jogos, mas que podem parecer forçados para uma narrativa
fílmica. Assim, quando Lara, mesmo ferida e cansada, consegue escalar um
penhasco durante uma tempestade noturna, isso não deve soar estranho, afinal, é
uma habilidade esperada para a personagem no contexto já estabelecido. O filme
lida bem com esses detalhes, justamente por saber tratá-los de forma natural. Lara
não parece ter super poderes, apenas utiliza habilidades desenvolvidas ao longo
de sua trajetória.
Esses
detalhes também permitem cenas que aproximam o filme ainda mais dos jogos. São
visualmente interessantes para os que nunca tiveram contato com a franquia nos
videogames, e aos fãs de longa data devem soar de forma mais íntima. E mesmo
nos exageros, como na tentativa de clímax final, quando Lara precisa escapar da
tumba, a protagonista tem ações tão inspiradas nos videogames, que fica
evidente a preocupação do estúdio em beber diretamente da fonte.
Alicia Vikander também se esforça para se aproximar da personagem
recriada nos jogos e sua caracterização é igualmente fiel. Longe de qualquer
tipo de sexualização, ela é uma adaptação interessante ao não ser retratada com
estereótipos forçados, nem precisando se provar o tempo todo. Seu objetivo é
apenas descobrir o que aconteceu com seu pai. Mesmo tendo uma evolução fraca ao
final do filme, sua apresentação e a forma como foi utilizada convencem. Algo
que não acontece com o vilão, Mathias Vogel (Walton Goggins de “Maze
Runner: A Cura Mortal”). A tentativa de humanizá-lo enfraquece seu
desenvolvimento na narrativa e a ambiguidade sugerida é pouco crível.
Porém,
o que realmente prejudica o filme é a direção confusa e mal executada de Roar Uthaug (“Fuga”). A cenas de luta são confusas, com uma câmera excessivamente
tremida (seja para criar uma noção de desordem ou pela coreografia mal
executada) que prejudica demais em determinados momentos. Sua forma de contar a
história também é previsível, algo que se torna incômodo no terceiro ato,
quando é possível adivinhar o que irá acontecer na cena seguinte à partir da
forma como as personagens agem (e aqui também é possível notar uma certa
preguiça no roteiro em trabalhar melhor os acontecimentos).
Entre
adaptações inconstantes, que pouco fazem para honrar a mídia original, “Tomb Raider: A Origem” é uma aventura
divertida, com algumas cenas empolgantes que podem ser mais prazerosas aos que
conhecem os jogos da franquia, mas que também podem funcionar com o público não
iniciado, que apenas espera um filme sem grandes pretensões. Certamente não é a
adaptação definitiva de um videogame, ao mesmo tempo que não é (mais uma)
tentativa frustrada.
Parece
irônico que um single chamado Perdendo a
Mão seja lançado no Dia da
Independência do Brasil, mas é exatamente isso o que Anitta, Jojo Maronttinni
e o duo Seakret farão no fim dessa
semana, quando a collab sair nas plataformas digitais.
O
single ganhou uma capa, toda trabalhada no VINTAGE, no lance de VHS que,
aparentemente, o clipe — gravado em Honório Gurgel — também terá. Se liga!
“Sabemos que falta muito para as mulheres
conquistarem, de fato, a sua independência. Mas nada é impossível. O que precisamos
é manter o foco e nos empoderarmos cada vez mais, lutando por direitos iguais e
respeito”, disse Anitta.
Ver
Deus é para poucos, e Sir Paul McCartney
disse ter conseguido! O ex-Beatle revelou como uma experiência particularmente
vívida de tomar drogas o deixou convencido de que ele havia visto sim a
entidade que pode ou não existir.
Discutindo
a espiritualidade em uma entrevista com o Sunday
Times, o ícone afirmou que havia “algo
maior” quando tomou Dimetiltriptamina (DMT) com Robert Fraser em seu auge nos Beatles.
“Fomos imediatamente grudados no sofá. E eu
vi Deus, essa incrível coisa imponente, e fiquei humilde. E o que estou dizendo
é que esse momento não mudou minha vida, mas era uma pista. Era enorme. Uma
parede maciça que eu não podia ver o topo, e eu estava no fundo. E qualquer
outra pessoa diria que é apenas a droga, a alucinação, mas tanto Robert quanto
eu pensamos: ‘Você viu isso?’ Nós sentimos que tínhamos visto algo mais
importante.”
A
droga viveu uma onda de popularidade durante a década de 1960 como uma
alternativa mais eficaz para substâncias como o LSD e os cogumelos mágicos.
No
mês passado, Paul também descreveu como ele se auto-medicou com o Whiskey após
a separação dos Beatles. O músico
deve lançar seu último álbum solo Egypt
Station no dia 7 de setembro e nele canta sobre seus últimos hábitos de
bebida na faixa Happy With You. A
letra conta com a frase: “Eu costumava
beber demais / esquecer de voltar para casa”.
Ele
comentou sobre a música aqui, mas a canção ainda não foi divulgada.
Gracyanne Barbosa decidiu causar na web neste domingo (2). Depois de
publicar uma foto em que aparece abaixando a calça e mostrando sua marquinha de
biquíni e seu bronzeado em dia, a musa fitness resolveu ser ainda mais ousada.
No Instagram, ela publicou uma imagem em que aparece de lingerie e um micro fio
dental, abusando do famoso 'bumbum na nuca'.
Os
seguidores foram ao delírio com a imagem e muitas mulheres passaram a perguntar
como a musa fitness consegue manter a boa forma. "Miga pode começar a dar dica desse bumbum perfeito por favor, pareço
uma tábua kkkkk linda muita luz para você, você merece", disse uma fã
da mulher do Belo.
Nicki Minaj ficou pê da vida porque seu álbum “Queen” foi barrado no topo da parada americana por “Astroworld” do Travis Scott. Ela soltou alfinetadas por vários dias e o tema
rendeu por mais de uma semana. Mas ela pode ficar tranquila. Às vezes um disco
não lidera a Billboard 200 e não se
torna menos relevante por conta disso. O PontoZzero
separou uma lista de dez álbuns históricos na música pop, por razões diversas,
e todos eles têm algo em comum: nunca foram nº1 nos Estados Unidos.
Michael
Jackson: “Off the Wall” (1979)
O
disco alcançou apenas a 3ª posição na parada americana, mas rendeu hits
atemporais como “Don’t Stop ‘Til You Get
Enough” e “Rock With You”.
Tornou-se 8x platina nos Estados Unidos e se tornou um dos discos mais vendidos
da história, com mais de 20 milhões de cópias comercializadas a nível global.
Também rendeu um Grammy ao Michael
no ano seguinte e entrou para o Hall da
Fama do Grammy em 2008. Está nas
principais listas dos melhores álbuns de todos os tempos.
Madonna: “Erotica” (1992)
A
Rainha do Pop ficou com a vice-liderança na Billboard 200, mas deu bastante material para o mundo falar – por
décadas. Estudada seriamente em mestrados acadêmicos, a cantora foi pioneira em
tratar de fantasias e desejos sexuais femininos, promovendo uma revolução
sexual na cultura pop. Especialistas apontam que esse disco abriu portas para
gerações sucessoras e que, sem a coragem de Madonna, não existiriam muitas popstars. “Erotica” é visto como influência para Beyoncé, Britney Spears,
Christina Aguilera e Lady Gaga, entre outras. Vendeu mais de
seis milhões de cópias.
Mariah Carey: “Merry Christmas” (1994)
“All I Want For Christmas Is You” é um
clássico natalino e sobreviveu a três décadas seguidas com grande força. Só por
isso, esse álbum já é histórico. Apesar disso, o disco que apresentou a música
ao mundo ficou em 3º lugar na parada americana. As críticas ao álbum também não
foram muito favoráveis na época. Apesar disso, ele vendeu 15 milhões de cópias
e é considerado o disco natalino mais vendido da história. Foi relançado em
2005 e ganhou um segundo volume em 2010.
Backstreet Boys: “Backstreet Boys”
(1997)
“As Long As You Love Me”, “Everybody”,
“I’ll Never Break Your Heart”, “All I Have To Give”, “Quit Playing Games (with My Heart)” e “We’ve Got It Goin’ On”: todos esses
estouros fazem parte do álbum de estreia do grupo nos Estados Unidos. No entanto, seu pico na parada americana foi na 4ª
posição. Mesmo longe do nº1, provou-se um sucesso atemporal, ultrapassando o
certificado de diamante no país. As músicas são cantadas até hoje nos shows: os
Backstreet Boys estão em atividade
há mais de 20 anos. Não é para qualquer boyband.
Christina Aguilera: “Stripped” (2002)
“Beautiful” é desse álbum e só por isso
ele já vale a pena: a música é uma das queridinhas da própria artista. Mas tem
também “Dirrty”, “Can’t Hold Us Down” e “Fighter”, música que deu nome aos fãs da
cantora. “Stripped” ficou em 2º
lugar na Billboard 200, foi
certificado como 4x platina nos Estados Unidos e vendeu cerca de 10 milhões de
cópias mundialmente. Esse trabalho valeu a Christina várias indicações ao Grammy, e ela levou um troféu
justamente por “Beautiful”.
Kelly Clarkson: “Breakaway” (2004)
O
álbum que popularizou Kelly Clarkson
no Brasil a deixou em 2º lugar na Billboard
200. Platina em 17 países, o disco é considerado um dos melhores de todo os
tempos pela própria Billboard e
recebeu certificado de 6x platina nos Estados Unidos. Hits como “Since U Been Gone”, “Behind
These Hazel Eeyes” e “Because Of You”
saíram dali. Kelly também ganhou seus
dois primeiros Grammys com esse
disco.
Britney Spears: “Blackout” (2007)
Para
muitos, o melhor álbum da carreira de Britney
Spears, de onde saíram os singles “Gimme
More” e “Piece of Me”. Ficou com
o 2º lugar na parada americana, mas ganhou certificado de platina e foi
considerado um dos melhores discos do ano por vários jornais, revistas e sites.
O álbum foi muito prejudicado pela má fase na vida pessoal da cantora: o mundo
acompanhava diariamente sua imagem ruindo em flagras de paparazzi enquanto ela
aparecia belíssima nos clipes na MTV.
A fase conturbada prejudicou também a divulgação do disco, que contou apenas
com uma performance no VMA, aquela
que é gif usado até hoje.
Rihanna:
“Good Girl Gone Bad” (2007)
Cerca
de nove milhões de cópias vendidas. Segure essa sequência de singles: “Umbrella” (#1 na Hot 100), “Shut Up and Drive”, “Hate That I Love You”, “Don’t Stop the Music” e “Rehab”. Sem
contar “Take a Bow” (#1) e “Disturbia” (#1) do relançamento do
disco. Foi o álbum que marcou a transição de Rihanna de cantora teen para estrela sexy e quente. Seu pico foi na
vice-liderança na Billboard 200. Com
esse disco, ela fez sua primeira turnê mundial e recebeu sete indicações ao Grammy (venceu uma).
Lady Gaga: “The Fame” (2008)
O
primeiro álbum da cantora é também o único dela que nunca liderou a Billboard 200. Seu pico foi o 2º lugar,
mas está ali naquela tracklist muito do repertório emblemático de Gaga: “Just Dance” e “Poker Face”, dois singles nº1 na Hot 100, e também “LoveGame” e “Paparazzi”. O disco liderou a parada Dance/Electronic Albums por
107 semanas não-consecutivas e ganhou o Grammy
nesta mesma categoria. É considerado pela Rolling
Stone um dos melhores álbuns de estreia de todos os tempos. Junto com o
relançamento “The Fame Monster” (que
trouxe ainda os hits “Bad Romance” e
“Telephone”), o disco vendeu mais de
15 milhões de unidades em todo o mundo.
Lorde: “Pure Heroine” (2013)
A
cantora tinha só 17 anos quando lançou o disco que lhe rendeu quatro indicações
ao Grammy – incluindo duas vitórias
por “Royals”. O mundo inteiro cantou
“Royals” e quis saber quem era essa
menina nova: só esse single vendeu 10 milhões de cópias mundialmente. Ele ficou
nove semanas no topo da Hot 100. O disco foi considerado o melhor de 2013 por
vários veículos, incluindo o New York
Times. Ele vendeu mais de duas milhões de cópias e ganhou elogio até de David Bowie que chamou Lorde de “música do futuro”. Críticos consideram que esse disco influenciou
nomes como Alessia Cara e Halsey e fez com que outras artistas
alterassem suas imagens ou sonoridades, como Miley Cyrus, Lady Gaga, Katy Perry e Taylor Swift.
Eita,
gente… Na noite deste sábado (1), Anitta
ficou no olho do furacão após ter sido vazado um áudio supostamente seu. No
conteúdo, a cantora faz uma série de reclamações em relação ao custeamento das
despesas de um de seus videoclipes.
No
material, Anitta não chega a citar
qualquer nome, mas fãs acusaram a artista de se referir a Sua Cara, parceria com os caras do Major Lazer e Pabllo Vittar
– que seria uma das pessoas a quem ela se refere.
Corre
um boato desde o ano passado de que as duas artistas praticamente romperam
relações algum tempo depois do lançamento da música. As versões são múltiplas,
mas Anitta teria dito à época que
Pabllo era “mal-agradecida”.
“Eu vou ficar alugando jato e helicóptero?
Pra ficar mostrando que eu sou rica? Eu não! O jato era caríssimo, o clipe eu
tava pagando sozinha, ram. Muito pão dura, entendi. Pão dura ia ser se eu
pegasse e falasse assim: “Não, não vou pagar clipe nenhum, faz de qualquer
jeito”.
Ela
ainda fala sobre o valor da produção, que teria recebido um investimento de
setenta mil dólares. A quantia é considerada bem alta se comparada a outros
lançamentos da cantora.
“Clipe caro pra cacete, setenta mil dólares!
setenta mil dólares, amor! Sou pão dura pra ficar pagando jato pra galera ir
com a bunda no sol? Não preciso, meu filho, sou de Honório Gurgel, meu filho.
Passei muito perrengue na vida”.
Nenhuma
das duas se pronunciou sobre o ocorrido ou sobre a veracidade do conteúdo. A
gente espera que tudo fique bem e que as coisas se esclareçam.