terça-feira, 9 de setembro de 2014

Gwen Stefani fala sobre trabalho solo e possível disco do No Doubt para a MTV News


Gwen Stefani vem diminuindo a carga horária de trabalho na sua grife L.A.M.B. para se dedicar mais às gravações de seu novo disco de inéditas. Em entrevista para a MTV News, a loira contou que tem trabalhado em canções do projeto solo e também para um possível novo disco do No Doubt.

Durante sua passagem pelo tapete vermelho do New York Fashion Week, a cantora conversou com a MTV, onde revelou que uma parceria com Pharrell Williams seria gravada naquela noite ainda.

Eu estou escrevendo músicas no estúdio e gravando posteriormente. Venho colocando em palavras coisa boas que vem acontecendo na minha vida”, disse ela.

O último trabalho musical de Gwen Stefani foi com o No Doubt e o lançamento do disco “Push and Shove”, de 2012. A cantora tem dois discos solo de sucesso lançados, sendo “The Sweet Scape”, de 2006, o último.

Atualmente Gwen Stefani é uma das 4 técnicas do The Voice EUA.

“Pele de cordeiro”: Katy Perry publica indireta no Twitter para Taylor Swift


Após a polêmica gerada pela matéria de Taylor Swift para a revista Rolling Stone, onde conta que a música “Bad Blood” é baseada numa situação ruim vivida recentemente por ela e sua equipe vítimas de uma cantora de sucesso do cenário pop atual, Katy Perry vai ao Twitter alertar seus fãs.

Por anos nunca tive certeza se éramos amigas ou não. Ela vinha até mim em premiações, falava algo e saia e eu pensava ‘nós somos amigas ou ela acaba de me dar o maior insulto da minha vida?’. Ai ano passado, ela fez algo terrível. E eu pensei ‘oh, somos inimigas’. E nem foi sobre um garoto. Tem a ver com negócios. Ela basicamente tentou boicotar uma turnê”, revelou Taylor.

Claro que os fãs correram logo para as redes sociais para especular quem seria essa cantora sacana que fez isso com a pobre da dona do hit #1 da Billboard do momento.

Em meio as especulações, a cantora de “This Is How We Do”, Katy Perry, foi a sua conta do Twitter tentar se defender.

Cuidado com Regina George em pele de cordeiro”.

Regina George é a antagonista do filme “Meninas Malvadas, interpretada por Rachel McAdams.

Agora ninguém tem mais dúvidas sobre quem seria o alvo de Taylor, não é?!

Taylor Swift estampa capa da nova edição da revista Rolling Stone


Taylor Swift é a nova capa da Revista Rolling Stone EUA. Além de aparecer em fotos feitas na praia e em sua nova mansão, em Nova York, a cantora fala sobre o sucesso de “Shake It Off”, primeiro single, #1, do seu 4 disco de inéditas “1989” e o sucesso que vem ele vem fazendo.

Na entrevista, Taylor divaga sobre amizade, desilusões, decepções, segurança e a nova fase, madura, de sua carreira musical.



Tornando-se mais consciente de si mesma e levando a vida de cabeça erguida, de uma maneira qual ela se identifica, a loira brinca e revela que chegou a esse estágio da vida, embora não tenha fumado acidentalmente craque em uma festa e corrido sem calças pelo Brooklyn.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Adam Levine, Gwen Stefani, Pharrell Williams e Blake Shelton estampam capa da Billboard para promover a 7ª edição do The Voice EUA


A edição desse mês da revista Billboard traz em sua capa os quatro novos técnicos do The Voice EUA: Adam Levine, Gwen Stefani, Pharrell Williams e Blake Shelton.

No recheio, os 4 falaram sobre a importância do programa para a sobrevivência da indústria fonográfica nos tempos de hoje.

Se você é Tom Petty e quer tocar sua música para os americanos, você vai se apresentar no The Voice. Você não vai à MTV. Talvez ao Grammy. Mas é aqui que a música está agora. É onde estamos”, ressaltou Gwen stefani.

Miranda Lambert foi uma candidata do ‘Nashville star’. Foi assim que ela conseguiu um contrato com uma gravadora. Então, qualquer um que critica as pessoas por estarem nesses programas podem beijar a bunda de alguns artistas mais importantes que vemos na música”, apontou Blake Shelton, falando da esposa.

Pharrell Williams falou sobre a importância dos artistas serem genuínos para conseguirem um espaço dentre tantos outros. Muitos cantam com perfeição, mas terminam trabalhando de backing vocals porque não conseguem firmar seu nome no mercado. Só consegue um lugar no tão concorrido mundo da música quem tem algo a dizer.

Show de Roberto Carlos em Las Vegas será lançado em CD e DVD


O show de Roberto Carlos na MGM Grand Garden Arena, em Las vegas (EUA), realizado no último dia 6/9, vai ser editado e lançado em CD e DVD no final de 2014, pela Sony Music.

Emoções em Las Vegas” segue roteiro poliglota trazendo músicas cantadas em português, espanhol, italiano e inglês, para ser comercializado em outros mercados internacionais.

Com disco de inéditas já finalizado, Lulu Santos grava outro DVD trazendo seus grandes sucessos


Aproveitando a grande exposição que o The Voice Brasil, da Rede Globo trouxe para sua carreira, Lulu Santos finalizou seu próximo disco de inéditas e já agendou o registro ao vivo que trará seus grandes sucessos celebrando os 34 anos de carreira.

Toca + Lulu” está programado para os dias 3 e 4 de outubro de 2014, na Fundição Progresso, do Rio de Janeiro.

Entre as faixas, os destaques ficam por conta dos sucessos autorais “Adivinha o Que” (1983), “Como Uma Onda” (1983), “Tudo Azul” (1984), “Último Romântico” (1984) e “Já É” (2003).

O material chegará às lojas nas versões CD e DVD.

Marisa Monte celebra os 70 anos de Nelson Motta com faixa inédita


Programado para ser lançado em outubro de 2014, pela Som Livre, o especial do Canal Brasil, “Nelson 70” traz faixa inédita de Marisa Monte gravada com o piano de João Donato.

É de conhecimento de todos que os primeiros passos na carreira musical da estrela da MPB brasileira se deu graças a Nelson Motta, em 1989, com a versão de “E Po’ Che Fa”, do compositor italiano Pino Daniele, que ganhou o nome de “Bem Que Se Quis” e se transformou no carro chefe do primeiro disco da cantora, “MM”, lançado em 1989, pela EMI.

Orquestrado por Adriana Penna, Tatiana Issa e Guto Barra para festejar os 70 anos do compositor, jornalista e escritor carioca, o programa traz Marisa como a cereja do bolo e atrativo para a nova geração de consumidores de Motta.

O QUE ACHAMOS DE: ‘Amante a Domicílio’


Todo serviço parte de uma demanda. Logo, mesmo que a prostituição não seja a profissão mais antiga do mundo, especula-se que coletores de alimentos, caçadores e guerreiros tenham vindo antes, sempre existiram certas necessidades físicas e emocionais. Ao descobrir que podia trocar comida ou abrigo por “amor”, ao invés de forçar alguém a atender suas carências, a humanidade deu importantes passos em direção à civilização.
A profissionalização do sexo, porém, não costuma ser retratada com tanto otimismo. O cinema, por exemplo, tende a mostrar o lado negro do ofício, quando alguém é forçado (pela vida ou por outros) a vender a si mesmo, ao invés de fazê-lo por vontade própria. Em seu quinto filme como diretor, John Turturro decidiu seguir o caminho menos trilhado, mostrando as vantagens terapêuticas da prostituição.

Em Amante a Domicílio, Fioravante, o personagem do diretor/roteirista/protagonista, é um florista talentoso e solitário que aceita se tornar um “Don Juan profissional” para ajudar seu amigo Murray (Woody Allen), em sua plena forma como ator. O mote é introduzido sem floreios. Passados alguns segundos da cena de abertura, o aspirante a cafetão faz sua proposta e Fioravante ensaia rejeitá-la. Algumas curtas cenas depois, a trama se define e ele segue para encontrar a primeira cliente, uma rica médica interpretada por Sharon Stone.


É tudo tão franco e rápido que o potencial do filme se perde. Falta esmero na construção dos personagens. Não conhecemos Fioravante para nos importarmos com sua história. O que o torna um bom amante aos olhos de Murray? Ele não é bonito. Não há menção aos seus dotes físicos. Turturro esboça alguns traços interessantes do seu protagonista, como na cena em que ele cuidadosamente monta um arranjo de flores ou nos livros que compõem a sua estante, mas para aí. Durante o filme, o ator/roteirista/diretor parece perdido, como se não compreendesse o papel que ele mesmo concebeu.

Murray é outro desperdício. Allen, que raramente trabalha para outros diretores, rouba a cena muitas vezes, mas falta sustância ao seu personagem. Torturro apresenta um judeu, dono de uma livraria falida de livros raros, inserido na cultura negra nova-iorquina, que decide prostituir seu velho amigo. Um personagem interessante no papel, mas que não vai além dessa descrição. Como agravante, a presença física de Allen leva à expectativa por um filme de Woody Allen. Turturro tenta, emulando abertamente o estilo do cineasta, da trilha de jazz da abertura, passando pelos cenários de Nova York, citações de literatura e a presença da cultura judaica na trama. Allen, porém, não parecia disposto a ensinar o amigo a como ser Woody Allen.
A clientela do Don Juan, formada apenas por mulheres, chega a tornar questionáveis as intenções artísticas do diretor. Afinal, ele se escalou para encarar, ao mesmo tempo, Sharon Stone e Sofía Vergara e para seduzir a doce Vanessa Paradis, uma viúva judia ortodoxa que encontra no gigolô um terapeuta para a sua solidão.  Ainda assim, Turturro foi ousado ao retratar a prostituição de forma positiva. Quis mostrar que a importância desses profissionais vai muito além do sexo. Porém, bons roteiros precisam de mais do que boas intenções.

NOTA: 70

O QUE ACHAMOS DE: ‘300 – A Ascensão do império’


Se no primeiro filme, 300, de Zack Snyder, nós estivemos por dentro do exército espartano, acompanhando a vida de Leônidas (Gerard Butler) e a fatídica Batalha das Termópilas contra o exército persa, sob o comando de Xerxes (Rodrigo Santoro), em “300 – A Ascensão do Imperio”, de Noam Murro, o foco é no exército formado pelo restante da Grécia, com ênfase nos atenienses e no seu comandante, Temístocles (Sullivan Stapleton).

Os persas continuam sendo os inimigos da vez, mas agora o confronto é no mar contra a tropas de Artemísia, uma assassina nascida na Grécia, criado na Pérsia e lindamente interpretada pela Eva Green, ponto alto do filme. Antes de qualquer coisa é bom deixar claro que enquanto o primeiro filme foi inspirado na HQ de Frank Miller, que por sua vez foi inspirada num episódio verídico da história mundial, o roteiro do segundo foi inspirado também num episódio verídico da história mundial (mas sem adaptações para as HQs), com as devidas intervenções e licenças poéticas da obra de Frank Miller e da adaptação de Snyder.


No entanto, o que teria grande potencial para ser uma boa história, mostrando um pouco do antes, o durante e o depois dos acontecimentos de 300, como o “nascimento” do deus-rei Xerxes, dá lugar a uma sequência cansativa de discursos bélicos e diálogos enfadonhos e falas idiotas, como aquela em que, nitidamente, os barcos são atingidos por formações rochosas e alguém grita “Rochas!”… (sério? sério? se ninguém tivesse dito seria impossível perceber ¬¬ ), além de imitações de cenas clássicas de 300 e falta de foco em elementos mais atrativos da trama, apelando, inclusive, para repetições completamente desnecessárias, como a da cena em que Temístocles atinge o pai de Xerxes com uma flecha.


Justiça seja feita, as cenas de luta são muito bem coreografadas, com bastante sangue (o que muitas vezes vira um defeito) e slow-motion, e junto como a cena de hot-hard-sex e os “pulmões” da Eva Green, representam, basicamente, toda a ação e o ápice do filme. A direção de arte continua muito boa, mas, na minha opinião, não é mérito nenhum da atual equipe, pois o único trabalho foi de manter a linha criada no filme anterior, o que, inclusive, não deve ter sido tão complicado, já que A Ascensão do Império contou com a supervisão do próprio Zack Snyder.


Acredito que os grandes erros no roteiro foram não ter dado mais destaque ao Xerxes (como todos esperavam) e não ter criado uma história mais significativa para Temístocles, para que o público pudesse se apegar mais ao personagem, como foi o caso de Leônidas, que, ao contrário do líder ateniense, pudemos acompanhar, praticamente, toda a sua história desde a infância. Particularmente me pareceu um filme bem descartável, daqueles que torna quase impossível ter um poster pendurado na parede, ao contrário do seu antecessor. Na verdade, 300 – A Ascensão do Império, tem inúmeras cenas bonitas, não conseguiu agradar nem 70% dos críticos de cinema do planeta


NOTA: 5.0

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

As 10 Playboys mais vendidas no Brasil


Não adianta tentar descer goela abaixo as musas das edições do BBB Brasil que o público não aceita. A lista das capas mais vendidas da Playboy brasileira continua nas mãos das ex-dançarinas do É o Tchan! das personagens mascaradas do antigo programa do Luciano Huck, Marisa Orth, e claro, Adriane Galisteu.


Contando com os números de circulação nas bancas de jornal, varejo e assinantes, a campeã de vendas é a edição do primeiro ensaio nú da Feiticeira, de dezembro de 1999, figurando no topo da lista com 1.247.000 há cerca de 15 anos!! Mas a verdadeira campeã é conhecida como Scheila Carvalho. A morena figura nas posições 4, 5 e 10 lugar. É mole ou quer mais?

Popularização da internet? Aparecimento de outros hobbies? Mulheres menos “atraentes”? O que será que mudou?

Seja lá qual for o motivo porque o recorde não é batido há tanto tempo, confiram o Top 10 das Playboys mais vendidas no Brasil.

1.    Feiticeira – Dezembro de 1999 – 1.247.000
2.    Tiazinha – Março de 1999 – 1.223.000
3.    Adriane Galisteu – Agosto de 1995 – 961.527
4.    Scheila Carvalho – Fevereiro de 1998 – 845.168
5.    Scheila Carvalho e Sheila Melo – setembro de 1999 – 838.206
6.    Marisa Orth – Agosto de 1997 – 835.806
7.    Tiazinha (Sem máscara) – Março de 2000 – 828.627
8.    Feiticeira (Sem Véu) – Agosto de 2000 – 804.866
9.    Carla Perez – Outubro de 1996 – 778.026
10. Scheila Carvalho – Novembro de 1998 – 725.924

‘Sin City – A Dama Fatal’ na capa da Preview


Dois “monstros sagrados” invadem as páginas de PREVIEW em setembro. O primeiro é o gênio dos quadrinhos Frank Miller, que volta a se reunir com Robert Rodriguez na direção de SIN CITY – A DAMA FATAL, sequência do grande sucesso de 2005 e que conta com um elenco estelar que inclui nomes como Jessica Alba, Eva Green, Mickey Rourke e Bruce Willis.

O segundo é o mais conhecido dos vampiros, que renasce nas telas em DRÁCULA: A HISTÓRIA NUNCA CONTADA. A publicação visitou o set de filmagem desta superprodução e relembra as diferentes encarnações do personagem ao longo dos anos.

A edição ainda traz reportagens especiais de MAZE RUNNER – CORRER OU MORRER – talvez o grande candidato a se tornar o novo “Jogos Vorazes”, e também de TRASH: A ESPERANÇA VEM DO LIXO, dirigido por Stephen Daldry (de O Leitor), filmado no Brasil e estrelado por Martin Sheen, Rooney Mara, Wagner Moura e Selton Mello.

A lista continua com O DOADOR DE MEMÓRIAS, a animação CAVALEIROS DO ZODÍACO, o terror LIVRAI-NOS DO MAL e muito mais.


A partir do dia 12, nas bancas!

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Gwen Stefani explica o “aplauso de dois dedos”, no VMA 2014


Gwen Stefani em entrevista ao programa do Seth Meyers ontem, dia 04/09, explicou porque aplaudiu a performance de Taylor Swift usando apenas dois dedinhos. A atitude causou polêmica chegando a ser um dos assuntos mais comentados na noite da premiação.

Segundo a cantora, o gesto não foi nada relacionado a deboche ou qualquer coisa do tipo.


Foi necessário”, já que a produção trazia dezenas de drinks para eles durante o show e, entre aplaudir ou largar o drink, todo mundo sabe o que qualquer um escolheria, né? Hahahahaha

Tem mulher mais “cool” que a Gwen Stefani galera!!!!!

A loira se prepara para estrear como jurada do The Voice USA ao lado de Adam Levine, Pharrell Williams e Blake Shelton no dia 22 de setembro.

Joan Rivers morre aos 81 anos


A comediante e apresentadora do Fashion Police, do canal E! Joan Rivers, faleceu hoje em Nova York, EUA.

É com grande tristeza que anuncio a morte de minha mãe, Joan Rivers. Ela se foi tranquilamente às 13h17 rodeada pela família e pelos amigos próximos. Meu filho e eu gostaríamos de agradecer aos doutores, enfermeiros e pessoal do hospital Mout Sinai pelo incrível tratamento dado a minha mãe”.

Joan deu entrada na UTI na ultima quinta-feira, quando deixou de respirar durante uma cirurgia nas cordas vocais em uma clínica do Upper East Side. Ontem, dia 03/09, os fãs e admiradores se animaram com a notícia de que ela havia deixado a UTI e sido transferida para o quarto, onde permaneceu em observação.

A apresentadora deixa o mundo menos alegre e mais politicamente correto, já que seus comentários sempre foram ácidos, divertidos e sem nenhum pudor.

Dupla infalível - As Sheilas!!


É quase unanimidade nacional quando o assunto é a melhor dupla de dançarinas do Brasil. Claro que o país curtiu muito a Carla Perez e Débora Brasil. Mas foi com as Sheilas que se rendeu ao grupo É o Tchan! definitivamente.

A trupe do Compadre Washington conseguiu aumentar ainda mais sua a popularidade, vendendo disco até para os mais conservadores.

Scheila Carvalho e Sheila Melo até hoje formam uma dupla arrebatadora em todos os sentidos: dançam muito, simpáticas, gostosas e lindas!


Estrelas de capas de revistas, eleitas as mais sex por algumas publicações, protagonistas dos clipes mais comentados na época do auge da banda, elas posaram juntas para a revista Playboy, capa considerada uma das melhores por muitos leitores da publicação.


Nós, do Ponto Zzero, torcemos para que o novo projeto das meninas cresça cada vez mais e que o sucesso sempre esteja ao lado delas.

Para quem não vai viajar nesse “7 de Setembro” sem feriado... Vamos ter muitas opções de samba por aqui!


Na sexta, 06/09, tem Samba Preto no Branco na praça do samba no Shopping Seaway às 20h, em Ponta Negra (Natal/RN). 


O sabadão começa de feijoada com samba no terraço do castelo Taverna Pub, ao som do grupo Arquivo Vivo! Dizem que a feijoada é uma delícia e eu vou lá para confirmar!


A noite ainda tem o novo projeto (Rio a Rio) do cantor e compositor, André da Mata, com participação especial de Toninho Gerais (diretamente do Rio de Janeiro). Para finalizar o domingão ainda tem a opção de comer um caranguejo no Balada bar às 15h ao som do grupo Arquivo Vivo!


Por krisna Aquino