quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Crítica | Sully: O Herói do Rio Hudson

Às vezes é difícil para a ficção contar uma história real, ainda mais uma que pareça tão direta e simples. É um cenário onde facilmente o contador de histórias pode cair na velha armadilha da enrolação, de inventar elementos demais para preencher as lacunas e esticar a trama além do necessário, já que há também um serviço com a veracidade dos eventos. Com Sully: O Herói do Rio Hudson, o cineasta Clint Eastwood claramente tem problemas para manter o feito heroico do protagonista envolvente por seu curto tempo de duração, mas o resultado acaba pendendo mais para o positivo.

A trama dramatiza os eventos de Janeiro de 2009, quando o piloto Chesley ‘Sully’ Sullenberger (Tom Hanks) foi forçado a realizar um pouso de emergência no rio Hudson, logo após algumas aves danificarem as turbinas de seu avião. Carregando mais de 150 passageiros, o ato de Sully conseguiu deixar todos saírem com vida, em algo sem precedentes na história da aviação americana. Porém, a vida de Sully vira um tumulto com a pressão da mídia e da seguradora da companhia aérea, que acredita que o capitão poderia ter retornado ao aeroporto sem ter destruído a aeronave.

Eu sei o que você está pensando. Piloto de avião que faz uma manobra arriscada e sortuda para salvar um grupo de passageiros e depois ter sua atitude heroica questionada pela mídia e grandes corporações? Exato, é a mesmíssima premissa de O Voo, filme de Robert Zemeckis com Denzel Washington que foi claramente inspirado nos eventos do Milagre no Hudson. E ainda que tivesse seus problemas, o filme de 2013 é consideravelmente mais interessante do que Sully, já que ao menos beneficiava-se de um protagonista nada confiável e que no fundo sabíamos ser um canalha, enquanto Sully é inegavelmente uma boa pessoa, e vê-lo atravessar essa dor de cabeça de audiências e questionamentos da imprensa é um exercício de paciência, já que temos plena consciência de que todos ao redor estão errado.

É aí que o roteiro de Todd Komarnicki deixa a desejar, já que parece direto demais e sem muita criatividade na forma de elaborar a situação. Não temos muito diálogos memoráveis ou grandes insights sobre os personagens, ainda que o discurso final de Sully durante sua audiência com a empresa aérea seja de fato inspirada (assim como a bem-vinda piadinha do personagem de Aaron Eckhart). Porém, o fato de termos cenas de Sully aprendendo a voar quando criança, pousando um caça pela primeira vez ou todo o drama que o personagem passa pelo telefone com sua mulher – sem falar nas filhas que nunca vemos em cena – acrescentam em muito pouco.


O que torna a experiência interessante é o talento de Clint Eastwood, que mantém um bom controle da narrativa durante boa parte de sua duração de 90 minutos. O diretor acerta ao manter Sully isolado durante os momentos intimistas, apostando em planos abertos que diminuem o personagem em relação ao mundo, ou closes que tentam fazer o espectador literalmente entrar na cabeça do piloto. Porém, é mesmo a tal cena da queda do avião que deve interessar à maioria, e Eastwood faz um trabalho excelente ao manter a tensão e o perigo em uma escala crescente, algo que deve-se muito ao ótimo trabalho de mixagem de som do filme, cujos efeitos sonoros antecipam a queda da aeronave com realismo e imersão. Créditos também para o fato de que vemos essa sequência da queda durante três momentos diferentes, e Eastwood as dirige como se fossem diferentes, graças à troca de pontos de vista (em uma vemos os passageiros, na outra nunca deixamos a cabine do piloto, na terceira vemos a Marinha) e sua ótima condução.

O outro grande responsável por nos manter entretidos é o grande Tom Hanks. Com um visual marcante que inclui um bigode branco classudo, Hanks é eficiente ao trazer a calma e sabedoria de Sully até mesmo durante seus momentos mais tensos, jamais levando sua performance para algo grandiloquente ou dramático demais. Mesmo sofrendo tanta pressão e ciente de sua razão, Hanks mantém o nível de voz baixo quando a maioria das pessoas já estaria explodindo e quebrando paredes, rendendo esta que é uma de suas atuações mais sutis. Vale apontar também as ótimas cenas em que Hanks contracena com o subestimado Aaron Eckhart, onde podemos ver ali uma relação de camaradagem forte e divertida.

Prejudicado pela simplicidade da história e a dificuldade em torná-la atraente em níveis temáticos, Sully: O Herói do Rio Hudson torna-se competente graças ao ótimo trabalho em conjunto da performance de Tom Hanks e da direção de Clint Eastwood. Uma boa homenagem ao feito histórico do Capitão Sully, mas confesso que uma carreira de cocaína com Denzel Washington deixou a história bem mais interessante…


Sully: O Herói do Rio Hudson (Sully) – EUA, 2016
Direção: Clint Eastwood
Roteiro: Todd Komarnicki
Elenco: Tom Hanks, Aaron Eckhart, Laura Linney, Anna Gunn, Mike O’Malley
Duração: 96 min

Fifth Harmony compartilha primeira foto oficial como quarteto

O Fifth Harmony oficialmente virou a página. Cinco dias após a última apresentação (gravada) do grupo ainda como quinteto ir ao ar na televisão norte-americana, a girlband compartilhou com os fãs na redes social na noite desta quinta-feira (5) a primeira foto com nova formação: apenas quatro integrantes.

De vermelho, Lauren, Ally, Normani e Dinah aparecem sorridentes e celebram a chegada do novo ano e novos caminhos. “2017”, escreveram na legenda. A foto serve agora de avatar de todas as redes sociais do grupo, que até mais cedo usava ainda a capa do álbum “7/27” para divulgação.

Camila Cabello se desligou do Fifth Harmony no dia 18 de dezembro ao decidir não renovar o contrato com os donos da marca. Em estúdio há meses preparando o CD solo, a cantora prepara também para 2017 seu primeiro CD com single sendo lançado ainda neste primeiro semestre.

Mesmo com o Fifth Harmony preparando o terceiro CD em estúdio, Ally, Lauren, Dinah e Normani estão livres para lançarem projetos paralelos e vira e mexe liberam covers e faixas independentes na internet. A mais recente foi Normani com um trecho de “Cranes In The Sky”, da Solange, chamando atenção de Troye Sivan.

Gwen Stefani é o mais novo rosto da Revlon!

A cantora fala sobre abraçar a positividade, quando ela finalmente parou de passar sua própria maquiagem e porque ela estaria “morta sem a música.”

Assim que atendo a ligação posso perceber que ela está sorrindo. A joie de vivre de Gwen Stefani – seja transmitida através de um single arrasador ou de um batom vermelho eletrizante – radia de sua voz telefônica também. Recém saída de um ensaio fotográfico para seu novo projeto como embaixadora global da marca Revlon, Stefani me conta sobre sua “simple kind of life.“


Como é ser a nova embaixadora para Revlon?É muito empolgante. Estar neste ponto em minha vida e isso acontecer – você nunca acredita, mas então sua carreira vai progredindo, você pensa que já está grata, mas então começa a ficar mais tenso quando você começa a se questionar. Tipo, ‘como eles podem me querer agora?’

Qual foi sua reação quando isso foi oferecido para você?
Eu fiquei tipo ‘você está falando sério!?’ Porque nunca pensei que alguma coisa dessas aconteceria comigo. Sabe? Eu sou de Anaheim, Califórnia. Sou apenas uma garota normal! Mas também acho que eles são muito espertos, porque eu amo maquiagem. Então é genuíno e real.

E como você se identifica com a campanha?
A campanha “escolha amor” é tão de acordo com a positividade e o momento em que estou em minha vida. É uma combinação perfeita. E eu amo, amo gravar campanhas. Eu pude trabalhar com a Revlon nesta semana por três dias seguidos e gravar três comerciais nos quais falo sobre escolher amor. Então é um cruzamento entre algo que amo, que é a maquiagem, e também em ser positiva e pensar, ‘OK, vou passar essa mensagem para mim mesma’. E isso é algo em que eu trabalhei muito, muito nos últimos anos na minha vida pessoal, então é empolgante.

Você se considera uma pessoa positiva?
Eu sempre fui uma pessoa positiva – ingenuamente – e acho que no passar dos anos houve uma certa tensão, sabe? Houve um período – e eu falei muito sobre isso no ano e meio passado – que fiquei um pouco pra baixo e perdi parte da minha confiança. Minha voz interior começou a soar um pouco malvada, mas através de amor, música e espiritualidade eu me puxei para fora daquele poço. Tem sido uma vida incrível e cheia de bênçãos desde então.

Com certeza. Qual era seu relacionamento ou associação com a Revlon antes disso, você tem lembrança de usar produtos específicos da Revlon?
Tenho. Eu era aquela sonhadora que ficava na farmácia enquanto minha mãe fazia compras, sentada naqueles corredores, literalmente no chão, experimentando cada coisa que tinham na prateleira, o que é totalmente estranho agora que pensei sobre isso – mas eu não conseguia evitar! E mesmo quando adolescente eu me tornei muito, muito obcecada com cabelos e maquiagens da antiga Hollywood. Eu simplesmente amava tanto aquela estética retrô, que a adaptei no meu visual, você sabe, desde uma idade muito nova.

Você se lembra quando começou a usar maquiagem?
Eu me lembro de ver James Dean e Marilyn Monroe em alguns filmes antigos – tipo, não juntos, mas separadamente – e então subir na minha bicicleta e correr até a loja de posters a algumas quadras de distância. Eu comprei quantos posters deles eu consegui e cobri todo meu quarto com eles de papel de parede. Eu passava horas analisando seus rostos e pensando, ‘Como eles criaram essa maquiagem? Como fizeram esse penteado?’

Você teve algum mentor te ajudando com isso, tipo, você conhecia algum maquiador?
Não. Eu estava mesmo em uma banda só com garotos; eu não tinha ninguém. Fiz meu próprio caminho. Eu tinha uma amiga chamada Amy Hunter e a mãe dela tinha um monte de maquiagem. Então eu a forçava a dizer para a mãe que deixasse a gente brincar com a maquiagem dela, e aí eu passava na Amy. Ela não passava em mim; eu fazia em mim mesma e nela.

E você sempre fez sua própria maquiagem no início de No Doubt?
Eu fiz minha própria maquiagem provavelmente até meus álbuns solo [Love. Angel. Music. Baby foi lançado em 2004]. Ainda passo minha própria maquiagem na turnê. Adoro o ritual de passar maquiagem, é um processo que eu realmente amo.

Então, a referência de Marilyn Monroe que você mencionou mais cedo – é dali que seus lábios vermelhos característicos surgiram?
É, acho que sim. Mas eu costumava assistir a I Love Lucy e a cada programa do [canal de TV] Turner Classic Movies. Não sei porque, mas sabe quando você fica obcecado por algo? Acho que era meu destino. Quem diria que eu seria reconhecida por isso e influenciaria as pessoas? É difícil de acreditar, mas muito incrível.

Acho que é uma combinação natural porque, como mencionou antes, você é conhecida como uma garota da maquiagem. E você tem uma aparência que é muito reconhecível, e se manteve a isso. Há quanto tempo você diria que usa o batom vermelho e o delineador preto?
Quero dizer… no ensino médio eu curtia bastante parecer bem moderninha; eu usei os lábios congelados por um tempo. Então minha avó me deu aqueles tubos de batom no Natal – sabe quais? Eles tinham cinco ou seis cores de batom e eram quase como uma bengala doce? Havia um tom bordô nele. E eu me lembro de me sentar em meu Honda Prelude que comprei por dois mil dólares, olhar no espelho retrovisor e passar. Não enquanto estava dirigindo – eu estava provavelmente no estacionamento. E pensei, tipo, ‘Uau! Nossa, isso ficou bom, garota. Você vai usar isso pelo resto de sua vida.’ E naquela época parecia um pouco rebelde porque nem todo mundo estava usando.

Certo. Lábios totalmente pintados não estavam muito na moda naquela época…
Naquela época, uma das primeiras cores que eu costumava usar – e eu a usei na campanha, o que é bizarro – é um rosa. Não é bem o que eles usavam nos anos 90, mas era como fúcsia. Tem como um pouquinho de roxo nele. Então isso era bem na moda, naquele tempo.

Mais alguém em seu círculo social usava os lábios pintados?
Não. Em meu pequeno, estranho mundo, meus pais eram muito rigorosos e eu estava em uma banda com meu irmão e meus amigos, e eu ia para a escola e era muito passiva. Então, como você falou, é estranho quando eu olho para trás e percebo que não havia outra garota em minha volta. Crescendo em Anaheim, a única influência que tive veio da vizinhança hispânica. As garotas naquela comunidade pintavam seus rostos como o estilo Chola. Elas usavam batons bem escuros e muito pó facial. Elas tinham cílios muito grossos porque nunca tiravam o rímel. Eu me lembro de vê-las aplicando sua maquiagem na aula e pensar que estavam perfeitas, como lindas bonecas. Sempre fui atraída por isso.

Agora que os anos 90 estão de volta na moda e beleza, como você se sente sabendo que foi uma dessas influenciadoras? Como se sente agora ao ver as pessoas adotarem algumas dessas tendências novamente?
Acho demais. É incrível ter qualquer tipo de efeito em alguém, ainda mais fazer parte de uma tendência. É um grande elogio quando você se vê em outra pessoa. Sei que durante aquela época eu estava experimentando muitas coisas em diversos níveis. Estava nos meus vinte e poucos anos e é aí quando você realmente começa a se avaliar. E acho que quando obtive sucesso no primeiro álbum, senti muita pressão para evoluir. Eu estava evoluindo porque pude viajar o mundo pela primeira vez – eu vi como as garotas passavam maquiagem em Londres, Japão e Israel, então havia muita experimentação. Eu olho de volta para isso e me constranjo um pouco, mas, ao mesmo tempo, sei exatamente quem era aquela garota e porque eu estava fazendo isso. Eu me diverti, e é incrível ver a evolução. Aquele período foi como uma transformação… Não uma transformação, mas um período de crescimento.

Com certeza, e se você não tivesse experimentado essas coisas, mesmo que se constranja, pelo menos você se aventurou, certo?
Sim, sinto que, quando olho para trás, gostaria que tivesse tido mais ajuda. Eu queria que tivesse conhecido algumas das pessoas que conheci mais tarde e que me ajudaram a refinar meu visual. Mas acho que se isso tivesse acontecido, não seria o que você falou – eu não teria influenciado as pessoas.

Você mencionou mais cedo a conexão entre música e beleza, você poderia falar um pouco sobre como essa relação está agora para você?
A música para mim é algo que nunca nem imaginei que faria parte, mas ela se tornou em uma parte muito grande da minha vida. Ela me curou nesse ano; eu estaria morta sem a música. E então sair em turnê e ver como ela ajudou pessoas que eu não conheço – essa relação – essa troca de amor através da música, é algo que nem consigo tentar compreender. Sou tão abençoada por isso. É tão poderoso e não é algo que eu posso ligar e desligar. Eu nem sei se conseguiria escrever uma canção agora! Quero dizer, claro que provavelmente conseguiria, mas é algo tão mágico quando acontece. Acho que maquiagem, moda e beleza são mesmo uma recompensa disso. Quando estou me preparando para subir no palco, é como uma pintura de guerra: ‘Esta é quem eu vou me tornar bem aqui, e vou lá fora compartilhar esta versão de mim’ – mas eu preciso me apresentar assim. É como Halloween, entrar no papel, mas o personagem é outro lado seu. E eu faço isso todo santo dia sem falhar. Eu acordo de manhã e faço.

Mas às vezes fico brava comigo mesma porque eu gosto muito disso e acabo perdendo tempo. Como ontem. Eu estava me arrumando e sabia que iria fazer os lábios claros, mas queria experimentar cílios postiços também. Então eu comecei cortando uns cílios e os colocando individualmente. E isso leva tempo, entende o que estou falando? Mas eu tinha essa ideia na cabeça. Usei dois tipos diferentes de tiras e pensei ‘Aí sim, isso ficou muito bom, boa ideia Gwen Stefani.’ Então eu até recebi elogio pelos meus cílios por uma mulher no elevador. Eu falei para ela que eram falsos e ela disse, “Eu sei, mas eles estão ótimos porque são todos diferentes.” Meu ponto é que eu faço experimentos doidos. Amo experimentar e transformar. Não sei o que vou fazer hoje ainda, mas sei que quando eu sair do telefone com você, vou fazer as unhas e colocar uma maquiagem.

Tommy Mottola publica carta aberta sobre situação de Mariah Carey no Ano Novo

Tommy Mottola, ex-presidente da Sony Music e ex-marido de Mariah Carey, escreveu uma carta aberta sobre a cantora, publicada pelo jornal New York Post. No texto, o empresário, que cuidou da carreira dela nos tempos áureos, comenta sobre a performance desastrosa no Ano Novo e diz que a diva precisa de uma equipe mais qualificada de profissionais. Mottola também desaprova essa ideia dela virar estrela de reality show no canal E!: decadente.

Leia o texto na íntegra:

Mariah Carey é indiscutivelmente a maior voz pop das últimas três décadas. Ela teve mais singles nº1 do que qualquer outro artista pop na história!!! Ela é um ícone global e um tesouro, não apenas como cantora, mas também como compositora. O que aconteceu no Ano Novo poderia ter acontecido com qualquer um! Sim, a equipe técnica dela deveria tê-la ajudado a prestar mais atenção a tudo, para não dar chance disso acontecer.

Meu único conselho é que ela deveria contratar profissionais mais qualificados e respeitados para rodeá-la e ajudá-la com sua carreira! Eu nunca a teria encorajado ou a guiado a fazer algo como um reality show de TV!!!! Não compreendo!! Isso não ajuda em nada para sua integridade, credibilidade, ou enorme talento!! Ela deveria ter dado um passo para trás, pensado cuidadosamente e descoberto o que fazer em seguida. É o que ela faz melhor… certamente nenhum desses problemas ou falhas existiram no início de sua carreira na Sony Music, pelos primeiros dez anos, quando ela se tornou uma superestrela global!! Havia atenção metódica e absolutamente meticulosa a cada detalhe e nuance de sua carreira!

Mas isso poderia ter acontecido com qualquer um, e aconteceu, então todos deveriam deixá-la em paz. Esperançosamente, ela vai encontrar o caminho certo, com profissionais para guiá-la. Não importa a queda, o que importa é a recuperação”.

Stella Bulochnikov, a empresária atual de Mariah, não gostou da carta de Tommy Mottola, obviamente. Ela reafirma que os problemas foram culpa da equipe do evento, que deixaram a cantora exposta para toda a audiência americana ao vivo.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Michael Keaton revela por que largou os filmes de ‘Batman’

Michael Keaton revelou a razão por trás da sua saída da franquia do Batman após dois filmes. Keaton fez o super-herói em Batman (1989) e Batman: O Retorno (1992), ambos dirigidos por Tim Burton. Joel Schumacher foi contratado para dirigir Batman Eternamente (1995), e Keaton decidiu passar o papel para frente.

O ator disse numa entrevista ao The Hollywood Reporter que o roteiro para filme “nunca foi bom”. Ele disse que não entendeu por que Schumacher “queria fazer aquilo” com o filme, que tinha um tom mais leve do que os dois antecessores.

Val Kilmer assumiu o papel do homem morcego.

Keaton está em cartaz nos EUA com o filme The Founder (Fome de Poder), uma biopic sobre um dos criadores do McDonald’s, Ray Kroc.

Ludmilla faz fã mirim chorar

Ludmilla, também conhecida como Kátia, perdeu a paciência com os fãs.

Não bastasse ter mentido seu nome para alguns garotos que tentaram fazer fotos com ela numa praia do Rio de Janeiro — para se defender, ela gravou um vídeo dizendo que ficou com medo de ser assaltada —, agora Katia aprontou outra.

Ela fez uma fã mirim chorar! Segundo o colunista Ancelmo Gois, a menina de 11 anos tentou abordar a funkeira em Angra dos Reis, num barco ao lado a da cantora. Ludmilla teria fingido não ver a fã. A menina ficou aos prantos.

“The Voice EUA” pode ter Christina Aguilera, Jennifer Lopez e Miley Cyrus no painel de jurados

Até o ciclo de número 12, as mulheres ou foram minoria ou dividiram meio a meio o painel de jurados do “The Voice EUA”. No entanto, para a temporada prevista para o segundo semestre deste ano a NBC pode estar preparando uma mudança radical. Mulheres em maioria!
Rumores circulam nas redes sociais que além de Miley Cyrus (já nome confirmado para o 13º ciclo), Christina Aguilera retornaria como jurada ao lado também de Jennifer Lopez! Imagina esse trio!

Até o momento tudo é especulação. Não há nem indícios de que o “bromance” Blake Shelton e Adam Levine, juntos desde o início do reality show, será interrompido com apenas um seguindo em frente. Até o nome de Pharrell é citado nos rumores. Adam e Blake podem ter folga dupla do programa com o produtor dividindo a atenção com as três cantoras, segundo outras mensagens. Será?

A única coisa certa até o momento é o quadro de mentores para a temporada que se inicia em breve: Adam LevineBlake SheltonAlicia Keys e o retorno de Gwen Stefani.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Mariah Carey concede primeira entrevista após problemas em show de Ano Novo; veja o que ela disse

Mariah Carey concedeu a sua primeira entrevista após o caos na apresentação no “Dick Clark’s New Year’s Rockin’ Eve with Ryan Seacrest”, o “Show da Virada” americano. Para o site do Entertainment Weekly, a cantora disse que o episódio não irá afastá-la das apresentações ao vivo e agradeceu o apoio dos verdadeiros fãs.

Tudo o que eu posso dizer é que Dick Clark era uma pessoa incrível e eu tive a sorte de trabalhar com ele quando eu comecei na indústria da música. Tenho a opinião que Dick Clark não deixaria um artista passar por aquilo e ele se sentiria tão humilhado quanto eu”, comentou.
Isso não vai me impedir de fazer uma apresentação ao vivo no futuro, mas vai me deixar mais desconfiada de qualquer pessoa fora da minha equipe”, desabafou.

Meus fãs verdadeiros tem me dado apoio e eu agradeço o carinho de todos eles e de todos da mídia que me apoiaram depois do fato porque foi realmente uma temporada de natal incrível que terminou em uma horrível véspera de ano novo”, disse.

A “culpa” do playback problemático de Mariah Carey está sendo empurrada de uma parte para outra. A equipe da cantora afirma categoricamente que a produção do especial promoveu uma sabotagem ao permitir que a cantora subisse ao palco ciente de problemas com o ponto. Sem retorno, Mariah não conseguia se ouvir ou ouvir a música.

Já a produção do “Dick Clark’s New Year’s Rockin’ Eve with Ryan Seacrest” nega que houve intenção de prejudicar a estrela. Mariah não teria passado o som mais cedo naquela véspera de ano novo.

Janet Jackson dá à luz ao primeiro filho, Eissa

Janet Jackson iniciou o ano de 2017 com um novo papel: o de mãe. A revista People anunciou nesta terça-feira (3) o nascimento de Eissa Al Mana, primeiro filho da cantora com o marido Wissam Al Mana.

Janet e o marido estão felizes em dar boas vindas ao filho Eissa Al Mana ao mundo”, disse um representante do casal à publicação. “Janet teve um parto saudável e tranquilo e está descansando confortavelmente”, continuou a nota oficial.

Janet tem 50 anos e precisou cancelar compromissos do seu álbum de retorno, “Unbreakable”, lançado em 2015, para cuidar da saúde.

Jennifer Lopez curte piada sobre playback desastroso de Mariah Carey e revolta fãs

Jennifer Lopez não resistiu e deu like em um post no Instagram tirando sarro da performance de Mariah Carey na noite de Ano Novo. Obviamente, seus seguidores viram e rapidamente um printscreen se disseminou pelas redes sociais. O post curtido era um vídeo de Mariah fora de sincronia com o playback, com o seguinte comentário: “já viu um acidente do qual não conseguiu tirar os olhos? Isso foi ela nessa noite”.

É sabido que Mariah Carey e Jennifer Lopez não têm bom relacionamento, por disputas internas na Sony Music nos anos 1990. Há aquele “i don’t know her” (eu não a conheço), que é um meme atemporal. JLo, no entanto, sempre foi cordial ao falar sobre Mariah nas entrevistas. Já chegou a dizer que era fã.

Os verdadeiros fãs de Mariah, porém, não curtiram a brincadeira no Instagram. Várias críticas pipocam nas redes sociais. 

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Empresária de Mariah Carey acusa produção do evento de Ano Novo de sabotagem

A história de Mariah Carey exposta com um playback problemático ao vivo para todo os Estados Unidos pela TV não vai ficar por isso mesmo. Sua empresária Stella Bulochnikov emitiu um comunicado, publicado pela Billboard, acusando a produção do “Dick Clark’s New Year’s Rockin’ Eve with Ryan Seacrest” de sabotagem. Durante a apresentação, Mariah teve problemas no ponto de ouvido, e não tinha retorno.

Nós falamos para a produção que os retornos não estavam funcionando 10 minutos antes da performance. Eles mudaram as baterias, e os pontos continuaram sem funcionar na frequência por quatro minutos antes do show”, ela narra, “Nós os informamos novamente, e eles continuaram a contagem regressiva, assegurando-a de que tudo funcionaria assim que ficassem ao vivo, o que nunca aconteceu – ao ponto que ela teve que tirar o retorno do ouvido, e não conseguia ouvir a música na multidão”. Como disse o tweet de Mariah, “merdas acontecem”.

Foi uma exposição constrangedora, no entanto. E culpa da produção do evento. “Depois do show, liguei para Mark Shimmel [produtor] e disse ‘o que aconteceu?’, ele disse ‘já te ligo’, depois me retornou, confirmando que o ponto de ouvido não funcionava, e sugerindo fazermos um comunicado juntos. Eu disse ‘de forma alguma!’. Eu pedi para não passar na Costa Oeste, e ele disse que não poderia fazer isso. Perguntei porque eles iriam querer transmitir uma performance com problemas técnicos, a menos que seja para prejudicá-la. Não é artisticamente amigável, especialmente quando o artista parou suas férias para presenteá-los no Ano Novo”.

A produção do evento diz, no entanto, que Mariah teve tempo de ensaio e chance de desistir se apresentar. Mas ela usou uma dublê de corpo para o ensaio e “tudo estava funcionando”. Em comunicado da Dick Clark Productions (DCP), lê-se: “em casos muito raros, existem erros técnicos na TV ao vivo, no entanto, uma investigação inicial indiciou que a DCP não tem qualquer envolvimento com os desafios associados à performance de Mariah Carey. Queremos deixar claro que temos todo o respeito por ela como artista, e reconhecemos suas tremendas conquistas na indústria”.

De fora da reunião da Spice Girls, Mel C e Victoria Beckham cantam juntas em show

Mel C e Victoria Beckham não quiseram fazer parte do reencontro de 20 anos das Spice Girls – e até deram algumas declarações contrárias à formação “GEM” (Geri, Emma, Mel B). Mas as duas se reuniram despretensiosamente no Ano Novo. Mel C cantou na festa de Réveillon da família Beckham e, na hora de “2 Become 1”, convidou a Posh Spice para dividir microfone.

Mel C divulgou um pequeno vídeo desse momento, além de uma foto, dizendo que esse foi “um maravilhoso começo de 2017”. Geri, Emma e Mel B não estavam no evento, por isso não participaram da apresentação improvisada.

domingo, 1 de janeiro de 2017

O que matou George Michael?

A essa altura Fadiz Fawaz, suposto namorado de George Michael, já retirou os twitters do ar. Mas o fato é que logo cedo, numa série deles, o rapaz (na foto acima, com o cantor), que o encontrou morto, escreveu que ele se matou na manhã de Natal após várias tentativas frustradas. Michael, eu já disse aqui, era uma pessoa, digamos assim, problemática. E a autópsia feita após sua morte revelou-se “inconclusiva”.

O fato de Fadiz ter retirado os twitters do ar indicam que ele foi aconselhado, talvez juridicamente, a fazê-lo para evitar um futuro processo. Mas, como nada que se diz na internet pode ser apagado, os tais twitters continuam a ser reproduzidos pelo mundo afora.

George Michael morreu de morte morrida ou se matou? Pelo menos para ele a pergunta já não tem a menor importância.

2017 começa com playback furado de Mariah Carey: veja o vídeo

O ano mal começou e já tem sua primeira polêmica pop. A cantora Mariah Carey teve problemas em sua apresentação no “Dick Clark’s New Year Rockin’ Eve 2017”, espécie de “Show da Virada” da TV americana. Ela perdeu o timing do playback, desistiu de dublar e ficou parada no palco, falando coisas aleatórias, tentando enrolar o público. Botou o microfone pra plateia e tudo, enquanto sua voz era ouvida cantando nos alto-falantes. Foi embaraçoso.

No Twitter, a popstar comentou o ocorrido em tom debochado: “merdas acontecem. Tenham todos um ano novo feliz e saudável! Um brinde para mais manchetes em 2017”.

Confira o número desastroso:

“Quando esses anormais do terceiro mundo vão parar?”: Azealia Banks ataca fãs brasileiros e questiona se tem internet na favela

Limite é algo que a Azealia Banks não tem. Já sabemos. Agora, a cantora resolveu atacar seus seguidores brasileiros.

Para começar o ano, a rapper fez um post dedicado nada amigável: “Quando esses anormais do terceiro mundo vão parar de fazer spam com esse inglês errado falando sobre algo que não sabem? É hilário ser chamada de “black whore” por brasileiros brancos. Eles deveriam se preocupar com a economia primeiro”.

As respostas continuaram nos comentários: Azelia chegou a postar que “não sabia que tinha internet na favela”. Em pouco mais de três horas, a publicação no Facebook já passa de mais de 1 mil comentários.

Em junho, Azelia Banks veio ao Brasil para apresentação única. Ela cantou em São Paulo no dia dos namorados.