domingo, 30 de junho de 2024

Relembre as maiores estreias nas bilheterias dos filmes que completam 10 anos em 2023!


Super-heróis, continuações, sagas, animações e marcas muito conhecidas. Ao olharmos as maiores produções de hoje, notaremos muita semelhança com o que era feito há dez anos. Bem, há vinte, trinta e quarenta anos também. Mas isso não quer dizer que não possa existir originalidade e qualidade, e que também tais filmes não possam passar um atestado, uma mensagem. Nesta nova matéria falaremos de um tema específico que conta muito para o sucesso de um filme, sua abertura no fim de semana. Embora muitos possam confundir, a estreia de um filme no fim de semana e sua bilheteria total obviamente não são a mesma coisa, embora estejam sim interligadas.

Certamente você já viu algum ator brasileiro pedindo para que seu filme seja assistido no primeiro fim de semana de estreia, pois isso conta muito para a sua longevidade nas telonas. E isso é real. Se um filme vai mal em sua estreia, na semana seguinte suas salas de exibição podem ser reduzidas pela metade, e na semana seguinte quem sabe ele poderá ser cortado por completo dos cinemas. Isso acontece com filmes pelo mundo todo, pois o mercado exibidor funciona através da análise dos números. Embora a arte seja subjetiva, tudo que a cerca é pura matemática. É quando a área de humanas se choca com a de exatas.

Não necessariamente um filme que obteve uma estreia maravilhosa viverá para se tornar um dos maiores sucessos do ano – como alguns casos que veremos na lista. E por outro lado, muitas vezes um filme faz uma estreia modesta ou boa, mas não fenomenal, mas adquire “pernas” como dizem, sendo capaz de caminhar longas distâncias para se tornar um sucesso estrondoso. Sendo assim, trazemos para vocês mais uma matéria nostálgica, relembrando as maiores estreias nos cinemas dos EUA que completam dez anos de lançamento em 2023. 

Confira.

10) O Hobbit – A Desolação de Smaug
US$73 milhões

Ninguém duvida que a franquia ‘O Senhor dos Anéis’ é um dos maiores fenômenos de nossos tempos, seja nos cinemas ou até mesmo nas telinhas (não mais tão telinhas assim), como o sucesso da Amazon Prime VideoOs Anéis de Poder’ (2022). E isso é verdade mesmo com um produto não tão abraçado pelos fãs raiz como a trilogia ‘O Hobbit’. Esse foi o segundo capítulo da nova saga, que obteve uma abertura menor em seu fim de semana de estreia nas bilheterias que o antecessor, mesmo assim foi significativa o suficiente para entrar no top 10.

09) Oz – Mágico e Poderoso
US$79 milhões

E se o item acima tinha o fenômeno de ‘O Senhor dos Anéis’ para se escorar (mesmo com dez anos de diferença entre eles), este aqui ousava pertencer ao mesmo universo de um dos maiores clássicos da sétima arte, ‘O Mágico de Oz’, de 1939. Aqui a pegada do diretor Sam Raimi para a Disney tinha mais a ver com os blockbusters modernos e repletos de efeitos especiais em tela verde. No fim das contas, ‘Oz – Mágico e Poderoso’ não foi o que podemos chamar de um grande sucesso e caiu no esquecimento, porém, sua marca associada ao querido clássico atemporal foi o suficiente para garantir uma abertura em nono lugar do ranking.

08) Universidade Monstros
US$82 milhões

Com a Disney não se brinca. E com uma de suas primeiras e mais queridas animações criada por computadores também não. Imagina o dia que o estúdio resolver tirar do papel da sequência de ‘Vida de Inseto’, sua segunda animação no segmento. Aqui falamos da quinta animação no estilo da casa do Mickey, que também se tornou uma das preferidas dos fãs. É claro que uma sequência de tal filme mais de dez anos depois, mesmo se tratando de uma pré-sequência, iria sacudir as coisas. E assim foi feito, com o longa garantindo a oitava posição das maiores estreias de dez anos atrás.

07) Meu Malvado Favorito 2
US$83.5 milhões

Agora temos mais uma animação na lista, mas esta vinda de um estúdio rival da Disney, a Universal / Illumination – também conhecida como a casa dos Minions. As criaturinhas amarelas haviam surgido três anos antes, no primeiro ‘Meu Malvado Favorito’, uma das grandes surpresas daquele ano (e sim, animações podem fracassar feio). ‘Meu Malvado Favorito 2’ foi a segunda maior estreia de uma animação há 10 anos, derrotando e ao mesmo tempo sendo derrubado pela Disney – como veremos abaixo. Ainda mais popular, o segundo filme teve uma estreia maior em quase US$30 milhões em relação ao filme original.

06) Thor – O Mundo Sombrio
US$85.7 milhões

A altura que o segundo ‘Thor’ estreava nos cinemas, a Marvel já havia construído a primeira etapa de seu plano de dominação mundial – também conhecida como Fase 1 do MCU (seu universo compartilhado). O primeiro ‘Thor’ foi um sucesso, mas não um fenômeno. Mesmo assim conseguiu colocar as peças no lugar para ‘Os Vingadores’ (2012), esse sim um fenômeno de crítica e principalmente bilheteria. De uma hora para outra, as propriedades da Marvel se tornavam puro ouro, e ‘Thor 2’, mesmo hoje sendo considerado um dos esforços mais fracos da casa, garantiu uma enorme abertura por ter sido o segundo longa da nova leva.

05) Frozen – Uma Aventura Congelante
US$93.9 milhões

Agora chegamos ao top 5 da lista das maiores estreias de dez anos atrás nas telonas. ‘Frozen’ foi um verdadeiro fenômeno e a maior estreia de uma animação daquele ano. Diferentemente de ‘Universidade Monstros’ e ‘Meu Malvado Favorito 2’ não garantiu seu sucesso sendo a continuação de um filme já famoso, mas sim construiu sua mitologia do zero – o que é um feito ainda mais impressionante. ‘Frozen’ foi a quinta maior abertura de dez anos atrás, mas demonstrou enorme durabilidade, a cada semana aumentando o burburinho em torno do filme – e assim foi caminhando em sua jornada sem “let it go” até se tornar a produção mais rentável de seu respectivo ano.

04) Velozes & Furiosos 6
US$97 milhões

Em seu lançamento nos cinemas, o sexto ‘Velozes & Furiosos’ se tornava então a maior abertura de um filme da franquia, elevando o jogo a um novo patamar. O astro Vin Diesel conquistou o que estava planejando e transformou a franquia em uma das mais rentáveis da atualidade, tudo depois de seu retorno no quarto filme em 2009. E as coisas foram aumentando a partir dali. Podemos considerar o sexto filme um verdadeiro marco para a franquia. Mesmo que atualmente, em especial no nono e décimo exemplares, a marca já não esteja mais tão reluzente, dando boas derrapadas.

03) O Homem de Aço
US$116.6 milhões

Nada como o maior super-herói da DC e dos quadrinhos de forma geral para sacudir as coisas nas bilheterias. A promessa de uma nova versão para o Superman, mais sombria e realista, seguindo os moldes da trilogia de Christopher Nolan para o Batman, sem dúvida foi algo ousado e despertou a atenção de todos os fãs. Não por menos, o midas Nolan foi o produtor de ‘O Homem de Aço’. Hoje, muitos clamam que o tom talvez não tenha servido ao herói. De qualquer forma, na época, a curiosidade de todos foi aguçada com sucesso – e o último filme solo do Superman nas telonas garantiu o top 3 das maiores aberturas daquele ano, subindo ao pódio com a medalha de bronze.

02) Jogos Vorazes – Em Chamas
US$158 milhões

E quem poderia tirar a vaga do Superman no ranking você pergunta? Bem, duas grandes produções o fizeram. A primeira foi o segundo ‘Jogos Vorazes’. Talvez os bem mais novos não saibam, e muitos podem não lembrar muito bem, mas ‘Jogos Vorazes’ se tornou uma verdadeira febre mundial há 11 anos, finalmente conseguindo pegar a vaga de uma adaptação literária infanto juvenil de tremendo sucesso deixada em aberto após o encerramento da saga de Harry Potter na década anterior. ‘Crepúsculo’ também havia encerrado suas atividades a esta altura.

Os produtores de Hollywood estavam desesperados pelo novo sucesso do gênero. Muitos foram tentados sem sucesso. Mas ‘Jogos Vorazes’ fez de Jennifer Lawrence uma estrela mundial, e foi capaz de arrastar verdadeiras multidões, dominando os cinemas. O segundo filme não apenas repetiu o sucesso do original, como também aumentou um pouco mais sua bilheteira. A pergunta que fica é: será que a franquia ainda tem gás atualmente para fazer do derivado (que estreia esse ano) um sucesso no mesmo nível?

01) Homem de Ferro 3
US$174 milhões

Subindo ao lugar mais alto do pódio com a medalha de ouro, o filme de maior abertura há dez anos foi ‘Homem de Ferro 3’. E se mencionamos acima que ‘Thor 2’ se beneficiou muito de ter saído logo no rastro de ‘Os Vingadores’, o que dirá o terceiro ‘Homem de Ferro’ – que foi o filme a estrear no MCU após o citado fenômeno. E não apenas isso, como também o personagem vivido por Robert Downey Jr. era o mais popular do estúdio. Aliás, ainda hoje o herói de Downey certamente goza deste status, e muitos especulam que em algum determinado momento ele será trazido de volta. Bons tempos em que a Marvel ainda gozava de tais sucessos retumbantes.

Pabllo Vittar é aclamada pelo NY Times em perfil: “Próxima grande drag queen mundial”

Pabllo Vittar, que já dialoga com uma carreira internacional desde que estourou no Brasil, em 2017, foi destaque no The New York Times neste domingo (30). No fim de semana do Dia do Orgulho LGBTQIAPN+, o influente jornal estadunidense publicou um perfil em que destaca a passagem de Pabllo pela Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, no último dia 2, sua figura política para a comunidade e feitos expressivos da carreira.

A publicação se referiu à artista como a “próxima grande drag queen mundial”, destacando a potência da apresentação de Pabllo na 28ª Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo. Na ocasião, ela ajudou no resgate de significado da bandeira do Brasil e empilhou sucessos para um público aproximado de 3,5 milhões de pessoas.

Pabllo Vittar se tornou uma estrela pop A-List e uma ativista dos direitos LGBT+ no Brasil […]. É uma das maiores estrelas pop nessa nação de 203 milhões de pessoas”, pontuou o NY Times.

Foram elencados, ainda, grandes feitos da carreira da cantora. Ela, que já cantou em espanhol e inglês em várias de suas músicas, já passou pelo Coachella, foi premiada pelo EMA como “Melhor Artista Brasileira”, aparece em parcerias com nomes como Lady Gaga, Charli XCX, Rina Sawayama e Thalia, e já dividiu o palco com artistas como Madonna, Karol G, Lil Nas X e Fergie.

RuPaul ainda pode ser a queen das queens, mas a herdeira da coroa global já chegou”, destaca o jornal, em referência à anfitriã do famoso reality show “RuPaul Drag’s Race”.

O NY Times reforça, também, a importância que a figura de Pabllo tem para toda a comunidade LGBTQIAPN+ do Brasil. A publicação contextualiza com o cenário político do país à época da presidência de Jair Bolsonaro, e o papel que a artista desempenhou na virada de chave política do Brasil.

Desde 2008, mais de 1.840 pessoas transexuais foram assassinadas no Brasil, mais que o dobro do próximo país mais mortal, o México, de acordo com o monitoramento da Transgender Europe, um grupo de defesa. O Brasil lidera o ranking todos os anos desde o início do rastreamento”, ressalta a publicação.

Malu Mader volta às novelas depois de 8 anos: 'Tomada por uma vontade'

Na segunda quinzena de julho, Malu Mader vai retornar às novelas com um papel em Renascer. Em entrevista ao gshow nesta sexta, 28, ela afirmou que a carreira dedicada ao formato televisivo a havia atrelado à "figura da atriz de novela."

Em Renascer, ela atuará ao lado do ator Marcos Palmeira, que interpreta José Inocêncio. Na trama, ela será uma empresária que irá confundir o coração do personagem.

"Quando eu recebi o convite para essa participação na novela Renascer imediatamente fiquei tomada de novo por uma vontade de fazer novela, algo que não me passava mais pela cabeça", acrescentou.

O distanciamento havia gerado questionamentos dos fãs. "Minha identidade se confunde um pouco com essa figura da atriz de novela. É algo muito forte. Então, ao longo desses anos todos afastada, eu ouvia muito do público em geral: 'e aí, não vai mais fazer novela?'. Agora vou poder falar: 'Vou, vou fazer, sim", disse em entrevista ao site, que pertence à Rede Globo.

Neste mês, Mader afirmou ter perdido o hábito de assistir e atuar em novelas. "Eu não tinha mais aquele desejo incandescente de quando eu era mais nova. Aquele fogo. E a gente fica com vontade de fazer aquilo que inspira a gente, aquilo que a gente também está gostando de assistir", disse em entrevista ao site F5.

De acordo com a mesma publicação, a artista deve aparecer em cinco capítulos e participação teria sido acertada após uma recusa de Paolla Oliveira por problemas de agenda.

O último trabalho de Mader na emissora foi em Haja Coração, de 2016. Em 2018, ela encerrou o contrato fixo com a Globo.

Em 2023, migrou para o streaming como parte do elenco da série Mila no Multiverso, exibida pela Disney+. "Tudo me pareceu bem diferente do que eu tinha feito. Então fiz, foi super legal. Já fizemos a segunda temporada", disse na ocasião.

sábado, 29 de junho de 2024

Confira a primeira imagem de Malu Mader em “Renascer”


Malu Mader
está de volta ao mundo das novelas, após um hiato de oito anos. Na segunda quinzena de julho, ela estreará em “Renascer” (TV Globo), interpretando uma empresária que mexerá com o coração de José Inocêncio, papel de Marcos Palmeira.

Em entrevista ao gshow, publicada nesta sexta-feira (28), a atriz revelou que se sentiu novamente motivada a participar de uma novela, algo que não considerava há muito tempo.

Desde 2016, Mader não aparecia em folhetins. Seu último trabalho na televisão foi em “Haja Coração”. Agora, com as primeiras cenas da atual novela das 21h, já gravadas nesta semana, ela comentou o próprio comeback:

Quando eu recebi o convite para essa participação na novela Renascer imediatamente fiquei tomada de novo por uma vontade de fazer novela, algo que não me passava mais pela cabeça

Malu também falou sobre como a carreira televisiva a marcou profundamente, levando o público a associá-la diretamente com novelas.

Minha identidade se confunde um pouco com essa figura da atriz de novela. É algo muito forte. Então, ao longo desses anos todos afastada, eu ouvia muito do público em geral: ‘E aí, não vai mais fazer novela?’. Agora vou poder falar: ‘Vou, vou fazer, sim’”, disse.

Crítica | "O Dublê" com Ryan Gosling e Emily Blunt


Depois de chamar atenção do mundo com sua performance carismática de Ken, o boneco de plástico no live-action da Barbie (2023), Ryan Gosling encarou outro desafio na sua carreira: viver o personagem Colt Seavers, um dublê cheio de habilidades que conquistou o público na série Duro na Queda, sucesso dos anos 1980, e que agora volta no remake O Dublê. Na época, o herói ficou eternizado com Lee Majors e chega agora às telonas com mais sexy appeal e carisma do que nunca.

Gosling é talentoso e usa sua beleza a seu favor, sem se levar a sério demais. No filme, seu Colt é um cara divertido e alto astral que se afasta de tudo e de todos depois de sofrer uma queda e fraturar a coluna em uma cena de ação. Como dublê, ele sente que fracassou e, como homem, não consegue mais encarar a amada Judy (Emily Blunt) depois do fiasco.

Isso faz com que ele abandone o cinema e passe a trabalhar como manobrista em um restaurante local — até o dia em que uma produtora lhe oferece a chance de voltar a atuar, desta vez em um filme dirigido pela própria Judy. O problema é que o que parecia ser um enredo substituir

Mesmo com um início mais romântico do que o esperado, O Dublê não erra nas proporções e consegue dosar perfeitamente romance, comédia e ação. Isso faz com que o filme siga uma fórmula bastante simples, mas entregue tudo o que o público quer ver em cena. E ao contrário do que possa parecer, este é um grande acerto, uma vez que encontrar as medidas certas de cada gênero é um desafio que muitos diretores não conseguem cumprir.

Aqui, David Leitch (Trem-Bala) dá tempo de tela para que Colt e Judy construam química em cena por meio de diálogos engraçadinhos, típicos de quem acabou de começar um romance. Não soa bobo e dá ao filme momentos muito divertidos, como quando o dublê se isola em uma picape para sentir dor de cotovelo enquanto chora ouvindo Taylor Swift.

A comédia, aliás, é um ponto alto da trama. Ela abandona o tom pastelão e investe em trocadilhos divertidos e atuais, em piadinhas com o cinema e em personagens diferentõe,s como o cachorro que só obedece ordens em francês. Mas é a ação (claro!) que ganha o público. Usando da metalinguagem — afinal é um filme mostrando como fazer outro —, o enredo não poupa esforços (e nem dinheiro) para explodir carros, criar tomadas de perseguição, incendiar os dublês, suspender personagens em helicópteros e tudo mais que manda a cartilha.

O erro, no entanto, acontece nos efeitos especiais, principalmente nas cenas de fogo. Fica nítido que elas não são verossímeis e é neste momento em que o público se desconecta da trama.


Elenco de estrelas marca o sucesso do filme

Já quando olhamos para o elenco, fica fácil entender por que o longa é tão divertido. Além de Gosling, completam o time Stephanie Hsu (Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo) como a assistente pessoal de Ryder e Hannah Waddingham (Ted Lasso) como a sua produtora. Ambas acertam o timing da comédia sem muitas dificuldades.

Já Emily Blunt (Oppenheimer) é genérica demais. Apesar de carismática, ela imprime pouca personalidade à sua personagem que deveria ter mais força na trama. O filme, no entanto, compensa o público com duas participações para lá de especiais e que fazem valer ficar até o fim dos créditos.


Hollywood pelo avesso

Outro ótimo acerto de O Dublê é que ele mostra a indústria dos filmes pelo lado avesso, focando em quem faz um longa sair do papel e ganhar vida. Assim, a trama cumpre com o objetivo de Gosling e do diretor de homenagear o trabalho de tantos profissionais que se arriscam em cenas de ação, mas nunca são reconhecidos.

Uma fala do filme provoca: “existe Oscar para dublê?”. E a resposta é que “não”, já que o trabalho desses profissionais raramente é reconhecido na mídia. Ainda sobre o assunto, é importante lembrar que essa não é a primeira vez do protagonista vivendo um dublê, ele já tinha feito algo similar em Drive (2011). O diretor David Leitch também tem experiência no assunto, já que iniciou sua carreira trabalhando como um.


Sendo assim, de fato o filme fala de algo que o diretor entende e não comete erros bobos ou soa presunçoso. Além disso, é interessante ver os créditos finais do filme, que mostram como as principais cenas de ação foram gravadas e dá o devido destaque para a equipe de dublês. Da mesma forma, esses profissionais ganham muito mais destaque nos próprios créditos, sendo os primeiros nomes a aparecerem na tela e não escondidos na parte final das letrinhas que passeiam pela tela quando todo mundo está indo embora.

O Dublê é uma opção divertida para assistir com a família e certamente se firmará como um daqueles filmes que vale a pena ver de novo quando passarem na Sessão da Tarde.

sexta-feira, 28 de junho de 2024

Taís Araujo aceita convite e será protagonista do remake de “Vale Tudo”, diz jornal

A atriz Taís Araujo vai interpretar a mocinha Raquel no remake de “Vale Tudo“, em produção pela TV Globo. Quem adianta a informação é o portal F5, do jornal Folha de S. Paulo. O convite partiu do diretor Paulo Silvestrini no início da semana e deve ser o maior desafio de sua carreira desde que foi contratada pela TV Globo, em 1997.

Na versão original, a personagem foi de Regina Duarte. A ideia é que a novela chegue às telas em 2025, quando o canal completa 60 anos. Autora da novela, Manuela Dias também aprovou a escolha de Taís para a releitura da produção de Gilberto Braga — as duas, vale lembrar, trabalharam juntas na trama “Amor de Mãe” (2019-2021).

O anúncio oficial, entretanto, deve demorar um tempinho para acontecer. Pelo menos, é o que diz a Folha, uma vez que “a atriz só poderá confirmar que será protagonista de “Vale Tudo” durante a exibição de “Mania de Você”, próxima novela das nove que estreia em setembro, no lugar de “Renascer”. A Globo não pretende divulgar nenhum nome antes disso para não atrapalhar o retorno de João Emanuel Carneiro ao horário nobre.”

Além dela, Cauã Reymond também deve integrar o elenco como César, vilão que foi personagem de Carlos Alberto Riccelli. Outros nomes devem ser definidos a partir de agosto.

A versão original, disponível no Globoplay, está abaixo do padrão estabelecido pela emissora por conta de suas imagens escuras. Esse fator travou sua circulação pelo mercado de televisão estrangeiro e impossibilitou reprises. A ideia agora é aproveitar o apelo da trama em horário nobre.

Em “Vale Tudo”, conhecemos um drama de família. Enquanto a mãe solo Raquel (Regina Duarte), uma mulher simpática, franca e muito simples, luta como guia turística para dar uma vida digna à filha, Maria de Fátima (Gloria Pires). Ainda em Foz do Iguaçu, ela é roubada pela própria filha, que ambiciosa parte rumo ao Rio de Janeiro, onde inicia uma escalada social. Enquanto a mãe — que eternizou o bordão “Sangue de Jesus tem poder" — trata de refazer a própria vida, expõe-se o principal conflito da novela: honestidade versus desonestidade.

É na cidade maravilhosa onde também vai se apaixonar por Ivan (Antonio Fagundes), galã que disputa com Helena (Renata Sorrah), uma das herdeiras da empresa de aviação TCAA. A trama também trouxe um dos maiores enigmas do Brasil no ano de 1988: quem matou Odete Roitmann?

quinta-feira, 27 de junho de 2024

“The Celebration Tour”: Madonna teve a turnê com a maior arrecadação do ano até agora

Um relatório da Pollstar divulgado pela revista Variety dá conta que a turnê “Celebration”, da rainha Madonna, conquista até o momento o posto de turnê com a maior arrecadação do ano. Em maio, ela encerrou o espetáculo nas areias da praia de Copacabana, no Rio, com um show gratuito.

No total, foram embolsados mais de R$ 15 milhões (US$ 2,7 mi) em ingressos, que tiveram como preço médio R$ 1.126 (US$ 208). Estima-se que 856.247 entradas tenham sido vendidas nas 65 datas realizadas.

O balanço também mostra que o primeiro semestre de 2024 marcou um período de estabilidade, após recordes sucessivos terem sido registrados no período que sucedeu a pandemia de Covid-19. Não houve grandes aumentos, mas tampouco quedas.

Os fãs da loirinha Taylor Swift devem estar se questionando, claro, onde ela entra nessa conta. Conforme a própria Variety, o estudo passa por constantes atualizações e há o caso de produtoras que não divulga seus números — é o caso da artista, que no momento passa pela Europa com o show “The Eras”.

Atrás de Madonna estão (#2 (R$ 941 milhões) Bad Bunny, (#3, R$ 911 milhões) Luis Miguel, (4#, R$ 727 milhões) U2 e (#5, R$ 598 milhões) Karol G. Para conferir o levantamento completo, que ainda cita os nomes de Bruno Mars, Coldplay e Nicki Minaj.

Jodie Foster revela em entrevista que nunca foi muito fã de atuar

Em conversa com a revista Interview, a atriz Jodie Foster afirmou que “nunca foi apaixonada pela atuação”. Segundo ela, seus interesses estão muito mais alinhados aos aspectos técnicos da arte cinematográfica, ainda que seu nome seja um dos mais cultuados da geração.

Eu nunca fui, naturalmente, uma atriz. Eu simplesmente fiquei presa nisso quando tinha três anos. Provavelmente, eu teria sido uma advogada ou uma professora universitária. Não tem a ver com o meu jeito. Então, eu passei a adorar os aspectos técnicos da produção de filmes, mas nunca me apaixonei pela parte de atuar. Isso era contra a minha natureza, mas acho que me tornou uma pessoa mais rica também.”

Em seguida, a atriz afirmou que com o passar dos anos seu jeito de encarar as produções também foi mudando. Se antes ela trabalhava de forma bem individual, depois passou a se interessar em um entrosamento maior.

Sempre fiz filmes de forma muito solitária, minha personagem era tudo o que importava e eu não precisava lidar muito com os demais atores. Conforme fui ficando mais velha, entendi que isso é meio egoísta da minha parte, e passei a chegar nos sets querendo compartilhar. Chego perguntando ‘Como vamos fazer essa dinâmica aqui?’. Deixou de ser só algo ao meu respeito, e isso tornou as coisas mais interessantes”.

O trabalho mais recente da atriz é a série “True Detective: Terra Noturna”, da plataforma de streaming Max.

domingo, 26 de maio de 2024

Madonna e o boxeador Josh Popper terminam namoro após um ano, diz site

A Material Girl está de volta às pistas!

Madonna e o boxeador Josh Popper terminaram o namoro após um ano de relacionamento. A informação foi dada pelo tabloide The Sun US, em matéria publicada nesta sexta-feira (24).

Um fonte revelou ao site que eles seguem amigos, mas a agenda de compromissos da “The Celebration Tour“, que acabou no Rio em show apoteótico em 4 de maio, dificultou o relacionamento.

Madonna mal vê Josh há meses porque sua agenda estava muito agitada. As coisas simplesmente não deram certo. Realmente não há rancor – eles ainda gostam um do outro. No momento, o relacionamento deles não parece viável e as coisas esfriaram, mas continuam amigos

Ao que se sabe, a rainha Madonna conheceu o boxeador de 35 anos quando ele passou a dar aulas, em Nova York, para um dos filhos da estrela, David Banda — que participou ativamente dos shows de celebração à carreira da mãe.

O tabloide afirmou, ainda, que Josh esteve presente ao lado da família, quando a grande estrela enfrentou uma forte infecção em meados do ano passado que fez com que os shows fossem adiados.

Ele teria ido, inclusive, para Portugal, em agosto passado, comemorar o aniversário da voz de “Vogue” ao lado de filhos e, ao que tudo tudo indica, ficou próximo de Rocco Ritchie.

A passagem de Madame X pelas areias de Copacabana, com um público estimado de 1,6 milhão de pessoas, gerou mais de 300 milhões de reais para o Rio de Janeiro.

O show foi transmitido pela TV Globo, Multishow e Globoplay e acumulou um pico de audiência para a emissora carioca, batendo números que ela não alcançava há anos.

Luciano Huck, apresentador e amigo pessoal da estrela, revelou, antes da apresentação, que a própria cantora injetou dinheiro para fazer o espetáculo acontecer.

sábado, 25 de maio de 2024

Apple Music elege disco da Lauryn Hill como melhor álbum de todos os tempos: veja os cem eleitos

Imagina você ter apenas um disco e ser eleito o melhor do mundo?

A Apple Music vem, há alguns dias, divulgando a lista dos 100 Melhores Álbuns de Todos os Tempos. Nesta quarta-feira (22), o streaming de música da companhia da maça soltou o Top 10 discos que eles elegeram como melhores.

Lauryn Hill e seu “The Miseducation of Lauryn Hill” pegaram o lugar mais alto do pódio. Além dela, as dez melhores posições ainda incluem Beyoncé, Amy Winehouse, Kendrick Lamar, Michael Jackson, Nirvana e muito mais.


Veja o top 10 aqui:

#1. Lauryn Hill — The Miseducation of Lauryn Hill
#2. Michael Jackson — Thriller
#3. The Beatles — Abbey Road
#4. Prince & The Revolution — Purple Rain
#5. Frank Ocean — Blonde
#6. Stevie Wonder — Songs in the Key of Life
#7. Kendrick Lamar — good kid, m.A.A.d city
#8. Amy Winehouse — Back to Black
#9. Nirvana — Nevermind
#10. Beyoncé — Lemonade

A grande estrela do hip hop, inclusive, recebeu um jantar exclusivo em Nova York no qual foi exaltado seu legado para o ritmo, para a população preta e para a música. Ela recebeu o prêmio e agradeceu a todos da equipe, família e sua mãe.

Este é o meu prêmio, mas é uma narrativa rica e profunda e envolve tantas pessoas, e tanto sacrifício, e tanto tempo, e tanto amor coletivo.”

Na lista, não há discos do Brasil. O único latino é o cantor Bad Bunny com seu “Un Verano Sin Ti”, na posição número 76.

Vale lembrar que Lauryn Hill vem ao Brasil em 13 de julho para ser a headliner do festival “Chic Show – 50 anos de Black Music”, que acontecerá no Allianz Parque, em São Paulo. Ela cantará com o filho, YG Marley, e Wyclef Jean, parceiro no Fugees.

Além deles, estrelas brasileiras também integram o line-up, formado apenas por artistas pretos. São eles: Mano Brown, Criolo, Sandra de Sá e Rael.

O nome “Chic Show” remete ao baile que movimentou as noites e a juventude afro-brasileira na capital paulistana há cinquenta anos. Em 2023, foi produzido um documentário homônimo, disponível no Globoplay, a fim de resgatar os bastidores e os principais acontecimentos do evento, que contou diversas vezes com discotecagem em vinil e shows de Tim Maia, Gilberto Gil e James Brown, além de integrantes do chamado Pagode 90.


Veja aqui a lista completa dos cem melhores álbuns de todos os tempos — segundo a Apple Music:

#1. Lauryn Hill — The Miseducation of Lauryn Hill
#2. Michael Jackson — Thriller
#3. The Beatles — Abbey Road
#4. Prince & The Revolution — Purple Rain
#5. Frank Ocean — Blonde
#6. Stevie Wonder — Songs in the Key of Life
#7. Kendrick Lamar — good kid, m.A.A.d city
#8. Amy Winehouse — Back to Black
#9. Nirvana — Nevermind
#10. Beyoncé — Lemonade
#11. Fleetwood Mac — Rumours
#12. Radiohead — OK Computer
#13. Jay-Z — The Blueprint
#14. Bob Dylan — Highway 61 Revisited
#15. Adele — 21
#16. Joni Mitchell — Blue
#17. Marvin Gaye — What’s Going On
#18. Taylor Swift — 1989 (Taylor’s Version)
#19. Dr. Dre — The Chronic
#20. The Beach Boys — Pet Sounds
#21. The Beatles — Revolver
#22. Bruce Springsteen — Born to Run
#23. Daft Punk — Discovery
#24. David Bowie — The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders From Mars
#25. Miles Davis — Kind of Blue
#26. Kanye West — My Beautiful Dark Twisted Fantasy
#27. Led Zeppelin — Led Zeppelin II
#28. Pink Floyd — The Dark Side of the Moon
#29. A Tribe Called Quest — The Low End Theory
#30. Billie Eilish — WHEN WE ALL FALL ASLEEP, WHERE DO WE GO?
#31. Alanis Morissette — Jagged Little Pill
#32. The Notorious B.I.G. — Ready to Die
#33. Radiohead — Kid A
#34. Public Enemy — It Takes a Nation of Millions to Hold Us Back
#35. The Clash — London Calling
#36. Beyoncé — BEYONCÉ
#37. Wu-Tang Clan — Enter the Wu-Tang (36 Chambers)
#38. Carole King — Tapestry
#39. Nas — Illmatic
#40. Aretha Franklin — I Never Loved a Man the Way I Love You
#41. OutKast — Aquemini
#42. Janet Jackson — Control
#43. Talking Heads — Remain in Light
#44. Stevie Wonder — Innervisions
#45. Björk — Homogenic
#46. Bob Marley & The Wailers — Exodus
#47. Drake — Take Care
#48. Beastie Boys — Paul’s Boutique
#49. U2 — The Joshua Tree
#50. Kate Bush — Hounds of Love
#51. Prince — Sign O’ the Times
#52. Guns N’ Roses — Appetite for Destruction
#53. The Rolling Stones — Exile on Main St.
#54. John Coltrane — A Love Supreme
#55. Rihanna — ANTI
#56. The Cure — Disintegration
#57. D’Angelo — Voodoo
#58. Oasis — (What’s the Story) Morning Glory?
#59. Arctic Monkeys — AM
#60. The Velvet Underground & Nico — The Velvet Underground and Nico
#61. Sade — Love Deluxe
#62. 2Pac — All Eyez on Me
#63. The Jimi Hendrix Experience — Are You Experienced?
#64. Erykah Badu — Baduizm
#65. De La Soul — 3 Feet High and Rising
#66. The Smiths — The Queen Is Dead
#67. Portishead — Dummy
#68. The Strokes — Is This It
#69. Metallica — Master of Puppets
#70. N.W.A — Straight Outta Compton
#71. Kraftwerk — Trans-Europe Express
#72. SZA — SOS
#73. Steely Dan — Aja
#74. Nine Inch Nails — The Downward Spiral
#75. Missy Elliott — Supa Dupa Fly
#76. Bad Bunny — Un Verano Sin Ti
#77. Madonna — Like a Prayer
#78. Elton John — Goodbye Yellow Brick Road
#79. Lana Del Rey — Norman F*****g Rockwell!
#80. Eminem — The Marshall Mathers LP
#81. Neil Young — After the Gold Rush
#82. 50 Cent — Get Rich or Die Tryin’
#83. Patti Smith — Horses
#84. Snoop Dogg — Doggystyle
#85. Kacey Musgraves — Golden Hour
#86. Mary J. Blige — My Life
#87. Massive Attack — Blue Lines
#88. Nina Simone — I Put a Spell on You
#89. Lady Gaga — The Fame Monster
#90. AC/DC — Back in Black
#91. George Michael — Listen Without Prejudice, Vol. 1
#92. Tyler, The Creator — Flower Boy
#93. Solange — A Seat at the Table
#94. Burial — Untrue
#95. Usher — Confessions
#96. Lorde — Pure Heroine
#97. Rage Against the Machine — Rage Against the Machine
#98. Travis Scott — ASTROWORLD
#99. Eagles — Hotel California
#100. Robyn — Body Talk

sábado, 18 de maio de 2024

Tony Ramos recebe alta do CTI e apresenta melhora progressiva após cirurgia, diz boletim médico

Segundo o boletim médico divulgado neste sábado (18), via G1, Tony Ramos teve alta do Centro de Terapia Intensiva (CTI) do Hospital Samaritano Botafogo e agora está na Unidade Semi-intensiva, se mostra lúcido e apresenta melhora progressiva.

O ator de 75 anos foi submetido a uma cirurgia no cérebro, a fim de drenar um hematoma subdural, ou seja, sangramento intracraniano, na última quinta-feira (16). O procedimento aconteceu após ele se sentir mal na manhã daquele dia.

O trabalho mais recente do artista na TV foi “Terra e Paixão”, novela de Walcyr Carrasco, na TV Globo. Já nos palcos, foi a peça “O que Só Sabemos Juntos”, com Denise Fraga.

O espetáculo, inclusive, teve as sessões dos dias 17, 18, 19, 24, 25 e 26 de maio canceladas no Teatro Tuca, localizado na cidade de São Paulo, devido à realização da cirurgia de Ramos.

quinta-feira, 16 de maio de 2024

X-Men 97': entenda o final da temporada e a cena pós-créditos

Lançado nesta quarta-feira (14), o último episódio da primeira temporada de X-Men ’97 terminou com a derrota de vilões e a revelação de que a série é muito mais ambiciosa do que os fãs poderiam pensar. Enquanto a ameaça de Bastion deixa de existir, eventos mostram a chegada de um novo adversário que pode enfrentar os mutantes em vários pontos do tempo.

Também tivemos a volta de aliados antigos, uma aparente trégua entre antigos rivais e sinais de que um personagem amado pode retornar, mas não da maneira como esperávamos. Como tratamos livremente sobre os acontecimentos do episódio, fique atento ao fato de que teremos muitos spoilers a seguir.

X-Men ’97 tem final bombástico

Tolerância é Extinção - Parte 3 mostra os X-Men tendo que lidar com os efeitos de um ataque da ONU contra o Asteroide-M, no qual eles estavam enfrentando Magneto. Após ter sua mente destroçada por um ataque do Professor Xavier, o vilão consegue recobrar sua consciência a tempo de fazer com que sua grande base não se choque com a Terra.

Tudo isso acontece graças a uma interação psíquica entre os personagens, que lembram seu relacionamento passado e processam traumas que preferiam não compartilhar. Enquanto isso, a parte do grupo que ficou na Terra continua sua luta contra Bastion e o Senhor Sinistro, que acaba sendo derrotado por Jean Grey, revivida com a Força Fênix.

Enquanto Bastion se mostra mais resistente do que o imaginado, o poder conjunto dos X-Men — incluindo Mancha Solar, que decide assumir de vez seus poderes — é suficiente para derrotá-lo. Quando tudo parece que vai ficar bem, a grande surpresa do episódio se revela: a maioria do grupo acaba sendo teletransportada para diferentes momentos do tempo.

Animação traz gancho para segunda temporada

Ciclope e Jean acabam parando no futuro, onde encontram uma versão jovem de Cable e a Mãe Askani, que organiza a luta de resistência contra o vilão Apocalypse. Já o restante do time é levado para o antigo Egito, onde encontraram uma versão mais humana do personagem, conhecido então como En Sabah Nur.

Os únicos que ficam na Terra são Forge e Bishop, que volta do futuro bem a tempo de ver seus companheiros sumindo. Esses eventos indicam que a Marvel já definiu qual será o grande adversário da segunda temporada, que terá que ser confrontado em várias linhas do tempo e contextos diferentes.

Com isso, ela também abre espaço para que novos mutantes sejam recrutados a partir do vasto elenco de personagens do universo de X-Men. Também há indícios de que o vilão Massacre pode surgir como um subproduto do ataque de Xavier à mente de Magneto, se tornando a manifestação física dos rancores e traumas que os dois têm contra a humanidade.

X-Men ’97 tem cena pós-crédito

A última cena de X-Men ’97 também mostra que Apocalypse será uma ameaça no presente, mostrando o vilão em Genosha lamentando o que aconteceu no país. Ele aparece segurando uma carta de Gambit, dando a entender que o personagem supostamente falecido pode fazer parte de seus planos futuros.

Nos quadrinhos, Gambit acaba virando o Cavaleiro da Morte, pensando que isso o ajudaria a proteger os mutantes num momento de fragilidade. Já na animação, a transformação pode acontecer de forma mais radical, fazendo com que o personagem reviva sem ter controle sobre suas ações ou lembranças do passado.


X-Men 97 entrega os melhores momentos da Marvel desde Vingadores Ultimato

A Disney já confirmou o desenvolvimento de mais duas temporadas da animação, embora não tenha revelado quando novos episódios serão transmitidos. Segundo o criador e showrunner Beau DeMayo, demitido antes do início da primeira temporada, seu plano original era criar uma história que se dividirá em um total de cinco levas de capítulos.

Cameron Diaz está “de volta à ação” em novo filme com Jamie Foxx; veja primeiras fotos!

Cameron Diaz está prestes a quebrar um jejum de dez anos sem filmes e voltar à ação. A atriz faz seu comeback ao estrelar “De Volta à Ação” com Jamie Foxx, repetindo a parceria de “Um Domingo Qualquer” (1999) e “Annie” (2014).

Os dois agora interpretam Emily e Matt, ex-espiões da CIA. Eles deixam o trabalho para se dedicar à família, mas, anos depois, são arrastados de volta ao mundo da espionagem.

Glenn Close, Andrew Scott, Kyle Chandler, Jamie Demetriou, McKenna Roberts e Rylan Jackson formam o elenco com Diaz e Foxx. Seth Gordon assume a direção, além de assinar o roteiro em colaboração com Brendan O’Brien.

Ficou curioso para assistir ao longa-metragem? Anota aí para não perder: “De Volta à Ação” fica disponível no catálogo da Netflix a partir de 15 de novembro deste ano.

Tony Ramos é internado no Rio e passa por cirurgia no cérebro

O ator Tony Ramos, de 75 anos, foi internado no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (16). Ele passou por uma cirurgia no cérebro, após se sentir mal pela manhã. O colunista do jornal O GLOBO, Ancelmo Gois, afirmou que ele passou por uma operação para estancar um sangramento intracraniano.

O portal G1 Rio disse que o ator fez um procedimento para drenar um coágulo no cérebro. Segundo o portal do Grupo Globo, a cirurgia acabou por volta de 19h30.

A Folha de S.Paulo disse que a assessoria de imprensa do Hospital Samaritano, na zona Sul da capital carioca, afirmou que dará um boletim médico sobre o estado de saúde do ator “quando a família deixar”.

O trabalho mais recente de Tony Ramos é o vilão Antônio La Selva, na novela “Terra e Paixão”, de Walcyr Carrasco, na TV Globo.

terça-feira, 14 de maio de 2024

Sequência de “Duna” já tem data para chegar ao catálogo da Max!

Duna: Parte Dois” está chegando ao streaming! O filme fica disponível no catálogo da Max, antiga HBO Max, a partir de 21 de maio, cerca de três meses após a estreia nos cinemas.

Na sequência de “Duna” (2021), adaptação do sci-fi homônimo de Frank Herbert, o jovem Paul Atreides (Timothée Chalamet) busca vingança contra os conspiradores que destroem sua família e tenta evitar o futuro terrível que prevê.

Nomes como Zendaya, Florence Pugh, Austin Butler, Anya Taylor-Joy, Josh Brolin, Dave Bautista, Rebecca Ferguson, Léa Seydoux, Christopher Walken, Stellan Skarsgård e Javier Bardem formam o elenco com Chalamet.

Denis Villeneuve dirige o longa-metragem, além de assinar o roteiro em parceria com Jon Spaihts. Os dois ainda integram a equipe de produtores com Mary Parent, Cale Boyter, Tanya Lapointe, Patrick McCormick, Josh Grode, Herbert W. Gains, Thomas Tull, Brian Herbert, Byron Merritt e Kim Herbert.